Presidente da CPI foi indiciado pela PF por suspeita de participação no desvio de R$ 260 milhões na Saúde do Amazonas

O senador Omar Aziz é um dos protagonistas da CPI da Pandemia, mas tem evitado seguir o caminho do dinheiro, que pode levar os holofotes para pessoas de seu estado, incluindo familiares, em um longo esquema de corrupção. A equipe da TV Jornal da Cidade Online preparou uma reportagem imperdível sobre o assunto, com roteiro da jornalista Berenice Leite.

A Polícia Federal indiciou Aziz por suspeita de participação em um esquema de desvio de recursos para a saúde no Amazonas, estimado em mais de R$ 260 milhões. Segundo as investigações, os desfalques começaram entre 2010 e 2014, quando Aziz foi governador do estado.

Ele autorizou a contratação do Instituto Novos Caminhos para fazer a gestão de hospitais do Amazonas. De acordo com o Ministério Público Federal do Amazonas (MPF), os valores eram repassados para políticos do estado por meio de contratos superfaturados.

A operação, batizada “Maus Caminhos”, foi deflagrada em 2016 com uma série de desdobramentos, entre eles a operação Vertex, que menciona o nome de Aziz 256 vezes em 257 páginas.

São essas pessoas que estão comandando a CPI, um verdadeiro show de horrores, onde gente honesta é atacada por senadores com uma extensa ficha corrida de serviços prestados à corrupção.

O tratamento vergonhoso dado à Dra Nise Yamaguchi, uma médica renomada, e ao General Pazuello, que dedicou a vida às Forças Armadas, demonstra uma profunda falta de respeito e de caráter de alguns senadores. Já os depoentes que corroboram com as narrativas mentirosas são automaticamente aclamados e eleitos defensores da “ciência”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Aglomeração diária na agência do Bradesco da rua Grande, que a hipócrita fiscalização sanitária não vê

Ninguém de livre consciência pode levar a sério a fiscalização sanitária, quer seja municipal ou estadual e muito menos o Procon. Essas instituições são contundentes dentro das suas avaliações de fiscalização com bares, restaurantes e casas de eventos, que rendem vantagens com pagamentos de multas, mas vergonhosamente ou por interesses escusos deixam de usar os mesmos métodos e práticas contra estabelecimentos de crédito. Todos os dias úteis, eles que abrem as suas portas e promovem abertamente aglomerações e a maioria não oferece nem álcool gel aos clientes.

Não há qualquer justificativa para a omissão da fiscalização, deixando bem claro, que para ela, existem interesses e mais ainda favorecimentos, o que é ainda mais vergonhoso e doloso. Na área da rua Grande e praça Deodoro, todos os estabelecimentos de crédito e inúmeros comerciais promovem abertamente aglomerações, além do considerável número de pessoas que transitam sem máscaras.

O que se vê todos os dias e contando ainda mais com os terminais, paradas e dentro dos coletivos que se constituem em locais propícios para o avanço da covid-19, mas que infelizmente para os governos municipal e estadual são vistos com total indiferença.

Sinceramente, tenho dúvidas se há efetivamente interesse dos poderes constituídos em enfrentar a pandemia, uma vez que a fiscalização a não atacar os locais bem visíveis dentro da capital do Estado, não é apenas omissão ou interesse é muito mais e isso se chama irresponsabilidade. É também banalização da vida das pessoas, quando muitas são comprometidas e o reflexo é o aumento de internações em casas de saúde reservadas para internações das pessoas infectadas com o vírus.

Por questão de princípios e valores, as instituições da fiscalização que ignoram as aglomerações visíveis citadas neste texto, têm por acaso qualquer tipo de moral para fiscalizar e multar qualquer estabelecimento comercial. Acredito que não, a não ser que seja uma farsa e não passe de fiasco e dê vazão aos interesses da psicopata esquerda divulgados nacionalmente, de quanto mais mortes pela covid-19, melhor será para desgastar o presidente Bolsonaro e favorecer o corrupto Lula.

Fonte: AFD    

 

Papa nomeia Dom Gilberto Pastana como novo arcebispo de São Luís

O Papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 2 de junho, o pedido de renúncia apresentado por dom José Belisário da Silva ao governo pastoral da arquidiocese de São Luís (MA), por motivo de idade, conforme o cânon 401 do Código de Direito Canônico. Foi escolhido pelo pontífice como sucessor de dom Belisário o até então bispo de Crato (CE), dom Gilberto Pastana de Oliveira. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saudou o novo arcebispo e enviou agradecimentos ao novo bispo emérito. Dom Gilberto Pastana foi bispo das Dioceses de Imperatriz no Maranhão e Crato no Ceará.

Novo arcebispo

Paraense de Boim, dom Gilberto nasceu em 29 de julho de 1956. Estudou Filosofia na Universidade Federal do Pará e no Instituto de Pastoral Regional (IPAR), onde também cursou Teologia. Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 27 de julho de 1985, na paróquia Cristo Libertador de Santarém (PA). Dom Gilberto Pastana Oliveira é mestre em Teologia Espiritual pela Faculdade Teresianum, em Roma.

Nomeado bispo de Imperatriz (MA) pelo Papa Bento XVI, em 3 de agosto de 2005, foi ordenado no dia 28 de outubro daquele ano, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Santarém (PA). Escolheu como lema episcopal “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”. A posse foi no dia 13 de novembro.

Durante seu ministério em Imperatriz, dom Gilberto serviu ao Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como referencial para Liturgia, para as CEBs e os leigos, de 2005 a 2016. E entre 2010 e 2015, foi presidente do Regional.

Em 18 de maio de 2016, o Papa Francisco o nomeou bispo coadjutor da diocese de Crato. Sua apresentação aconteceu na Sé Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, no dia 17 de julho de 2016. Dom Gilberto exerceu o ofício de bispo coadjutor até sua nomeação como bispo diocesano, em 28 de dezembro de 2016. Desde 2016, dom Gilberto é bispo referencial para a Liturgia e para as CEBs no Regional Nordeste 1 da CNBB.

Bispo emérito

Dom José Belisário da Silva nasceu em Carmópolis (MG), em 4 de agosto de 1945 , filho de Geraldo Franklin da Silva e Ester Francisca da Silva. Religioso franciscano da Ordem dos Frades Menores, desde 1963, emitiu os votos solenes em 2 de fevereiro de 1969, ano em que foi ordenado sacerdote.

Dom Belisário cursou Filosofia no Convento São Boaventura, em Daltro Filho (RS), e graduou-se na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis (MG). Concluiu Teologia no Instituto Central de Filosofia e Teologia da Universidade Católica de Minas Gerais. Sua ordenação presbiteral foi em 13 de dezembro de 1969, em sua terra natal.

Após exercer várias funções nas paróquias de Minas Gerais e também na congregação por 30 anos, como, por exemplo, professor, reitor, administrador e redator de revista, frei José Belisário foi nomeado bispo de Bacabal (MA), em 1º  de dezembro de 1999. Sua ordenação episcopal, em Carmópolis, foi no dia 19 de fevereiro de 2000. A posse ocorreu um mês depois.

Em 2005, dom José Belisário foi nomeado arcebispo de São Luís pelo Papa Bento XVI. Tomou posse como metropolita no dia 19 de novembro daquele ano.

Em 2011, foi eleito vice-presidente da CNBB, para o período que seguiu até 2015, junto com o cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente, e dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral. Ao findar o período como vice-presidente da CNBB, foi escolhido como delegado da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e, na sequência, eleito vice-presidente do organismo continental. Atualmente, é bispo referencial para a Comunicação no Regional Nordeste 5 da CNBB.

Na preparação para a 57ª Assembleia Geral da CNBB, em 2019, dom Belisário coordenou a comissão de redação do texto das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023).

Dom José Belisário recebeu de parlamentares os títulos de “Cidadão Ludovicense”, em 2015, e de “Cidadão Maranhense”, 2016.

Saudação a Dom Gilberto Pastana Oliveira

Estimado irmão, Dom Gilberto Pastana Oliveira,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) envia felicitações pela sua nomeação como novo arcebispo da Arquidiocese de São Luís do Maranhão e deseja um frutuoso ministério.

De volta ao Estado no qual iniciou seu ministério episcopal, no contexto da Amazônia Legal, que o senhor possa dar continuidade à missão de anunciar e construir o Reino de Deus na realidade maranhense, à luz dos sonhos do Papa Francisco para a Região.

“Tudo o que a Igreja oferece deve encarnar-se de maneira original em cada lugar do mundo, para que a Esposa de Cristo adquira rostos multiformes que manifestem melhor a riqueza inesgotável da graça. Deve encarnar-se a pregação, deve encarnar-se a espiritualidade, devem encarnar-se as estruturas da Igreja”, disse Francisco no início de sua exortação apostólica Querida Amazônia.

Nossa Senhora da Vitória, padroeira da capital maranhense possa te acompanhar nesta nova missão.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Agradecimento a Dom José Belisário da Silva

Estimado irmão, Dom José Belisário da Silva,

Recebemos, nesta quarta-feira, 2 de junho, a decisão do Papa Francisco em acolher seu pedido de renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese de São Luís do Maranhão. Junto com o povo maranhense, unimos nossa voz em agradecimentos a Deus, pelo chamado, e por seu sim fiel, “como se visse o invisível” (Hb 11, 27).

A sua contribuição para a missão da Igreja em Minas Gerais, durante seu ministério sacerdotal, colaborando especialmente na formação de novos frades, e a missão episcopal no Maranhão ganharam novos rumos na última década, dando a oportunidade para que sua simplicidade e zelo pastoral rompessem fronteiras. Assim, as atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, o processo de renovação do Celam e os resultados do Sínodo para Amazônia têm, em cada um, a riqueza de seus predicados e testemunho.

Que este tempo de emeritude seja também sinal de alegria em seu ministério, na companhia de Nossa Senhora Aparecida.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Fonte: CNBB Nacional

 

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DE SÃO LUÍS

                                                                                 NOTA DE PESAR

Com profunda tristeza registramos o falecimento do jornalista Luiz Pedro Oliveira, na madrugada desta terça-feira (2), na UTI do Hospital UDI, onde estava internado desde o último domingo, vítima de infarto. O falecido era natural de Juazeiro do Norte/ Ceará, e desde os meados dos anos 70, radicado em São Luís.

  Jornalista exerceu a profissão como repórter político no jornal O IMPARCIAL e eleito deputado estadual, por duas legislaturas. Exerceu ainda cargos públicos de secretário municipal de Comunicação, secretário de Cultura e secretário-chefe de Gabinete no Governo de Dr. Jackson Lago.

 Lamentamos a imensa perda para a Imprensa maranhense, e enviamos os nossos pêsames para a família e amigos, desejando que Deus os conforte neste momento de dor e saudade.

A DIRETORIA

 

Para o ministro Fux, a Constituição é um mero detalhe a ser utilizado quando lhe convém, diz o painel político

O homem que preside o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça, que deveria obrigatoriamente defender a Constituição Federal e as leis brasileiras, só o faz quando lhe convém.

Prazos estabelecidos pela legislação são meros detalhes, que ele ignora solenemente. Há 9 anos, por exemplo, que o ministro está sentado sobre o julgamento de uma ação direta de inconstitucionalidade contra lei do Rio de Janeiro que beneficiou magistrados, conforme  relatamos no último domingo. A ação questiona trechos de uma lei da gestão do ex-governador Sérgio Cabral, amigo de Fux, sobre remuneração, promoção e ingressos de juízes na carreira.

Para Fux, o que é claro e cristalino na Constituição pode ser alterado, ‘a depender de cada  caso’, o que não existe previsão em lugar nenhum da Carta Magna. Foi assim que ele lidou, por exemplo, com a prisão em segundo grau, claramente inconstitucional, mas que para o ministro “começar a cumprir pena antecipadamente não fere a presunção de inocência”, uma incoerência sem nenhuma sustentação lógica, afinal, quem paga pelo prejuízo do inocente que ficará preso sabe-se lá por quanto tempo até que haja julgamento do último recurso? A alegação de que a medida impede e sensação de impunidade não é factível, afinal, quando falamos em impunidade, como não remeter a delação de Sérgio Cabral, que acusou Dias Toffoli de receber propina, com indícios que poderiam ser seguidos, e talvez comprovados, se tivesse sido aberto um inquérito? Toffoli nos últimos anos, vem apresentando todos os indícios de comportamento de um culpado.

Mas Fux comete graves irregularidades em suas flexibilizações jurídicas. O ministro adapta a lei à sua necessidade momentânea.

E foi isso que ele fez no Conselho Nacional de Justiça, em outubro do ano passado, quando tentou justificar um malabarismo jurídico para defender o Banco Itaú, uma instituição financeira privada, que tem por hábito não pagar o que deve. O banco perdeu uma ação que transitou em julgado no Pará, tendo sido inclusive multado por litigância de má-fé no processo, e sofreu uma ordem de bloqueio, no valor de R$ 2,09 bilhões.

Fux considerou uma ‘injustiça’, afinal, trata-se segundo ele, de uma ‘soma extremamente extravagante’, portanto era uma ordem que deveria ser brecada. Indo contra a Constituição, o regimento interno e diversos julgados do Supremo Tribunal Federal, Fux interferiu no processo diretamente, como presidente do CNJ, e cassou a decisão da juíza Rosana Lúcia de Canelas Bastos, que havia ordenado o bloqueio, e ainda mandou que qualquer quantia bloqueada fosse devolvida ao banco, deixando a magistrada na condição de suspeita, e da forma como apresentou o caso, parecia que a juíza era uma irresponsável que estaria levando alguma vantagem por seu ato. Fux atendeu a um pedido do advogado Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro Luís Roberto Barroso, vejam só. Será que ele atenderia com tamanha presteza se o réu não fosse o Itaú, instituição a qual Fux mantém estreitas relações e o advogado não fosse o sobrinho de Barroso?

Neste caso específico, Fux demonstrou claramente que a lei é um mero detalhe, que pode ser manipulada e adaptada de acordo com sua necessidade, e não necessariamente pode ser retilínea, atendendo a todos, afinal, tratou-se de uma ‘excepcionalidade’, mas o que estabelece os critérios excepcionais?

Fux deveria renunciar sua vida na magistratura e candidatar-se para poder trabalhar em uma legislação que atendesse exclusivamente seus amigos. Assim teríamos duas leis, uma para os ‘amigos de Fux’, que a justiça poderia usar quando fosse para atender os ‘chegados’ e outra para nós, pobres mortais e cidadãos comuns. Poderia ser até a atual legislação, que inocentemente diz que ‘Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade’.

Fonte: Painel Político

 

 

 

Senadores que deveriam estar presos tentaram “linchar” médica respeitada e honrada

É um escárnio um Senado que tenha representantes que deveriam estar presos. Quem pode levar a sério agressões mal disfarçadas embutidas perguntas? Além de despreparadas, apelam para a mentira e a má fé. Deprimente.

Convenientemente esquecem que corrupção mata e fazem o linchamento de uma médica honrada, qualificada, que respeita o juramento de Hipócrates, usada como um meio para derrubar um Presidente — não porque ele não rouba, mas porque não deixa roubar. Enquanto isso, blindam a investigação de governadores e prefeitos, como o de São Paulo, Rio Grande do Sul & parentes de estimação.

As grosserias dos senadores de esquerda desrespeitam todas as mulheres. Para salvar vidas? Claro que não. Então por que motivo? Ao que parece para descobrir a diferença entre um vírus e um protozoário. Perguntas ‘paulofreirianas’. Nunca querem ouvir as respostas.

A dra. Nise parece uma rosa que, mesmo pisoteada, continua a exalar o seu perfume de verdade, honestidade e competência.

Políticos da oposição mentem, são desmentidos, e continuam a mentir, insistindo na mentira. Fazem-me pensar no papagaio que fica repetindo “dá o pé, louro”. Não têm honra nem coerência. E, principalmente, não têm vergonha na cara. Desmoralizam não só a si próprios, assim como a CPI e o Senado. Até quando?

Lucia Sweet

Jornalista

 

Grupo Médicos Pela Vida em defesa de Nise Yamaguchi emite Nota de Repúdio à CPI pelo desrespeito

Na tarde desta terça-feira, dia 1º, o grupo Médicos Pela Vida emitiu uma nota de repúdio ao tratamento desrespeitoso que foi dispensado à respeitada médica Nise Yamaguchi durante seu depoimento na CPI da Covid.Com fortes palavras, o grupo saiu em defesa de Nise Yamaguchi e repudiou veementemente a postura de alguns  senadores.

Nota de Repúdio à CPI da Pandemia

Médicos Pela Vida repudiam veementemente a postura de vários Senadores no depoimento prestado pela Dra. Nise Yamaguchi à CPI da Pandemia, no Senado Federal. Apesar da dedicação, da disposição em contribuir com a comissão e enriquecer o debate neste período de busca por soluções e o combate à Covid-19, demonstraram, no mínimo, total falta de respeito à Dra. Nise Yamaguchi, à sua trajetória de 40 anos dedicados à saúde e à ciência, em defesa da vida. Uma atuação reconhecida mundialmente e que foi desconsiderada pela CPI.

A Dra. Nise Yamaguchi foi boicotada o tempo todo na sessão, através de interrupções constantes nas suas respostas, desta maneira sendo impedida de responder objetivamente às perguntas, explicar detalhadamente as ações e os tratamentos contra a Covid-19. Numa ação aparentemente orquestrada por alguns Senadores, sem precedentes. Maneira bem diferente daquela direcionada a determinados depoentes, tratados como “damas”” Aliás, não é a primeira vez que uma “Mulher Médica” é tratada de forma imprópria nesta CPI.

Uma conduta seletivamente negativa, mirando não o bem do país, mas um resultado previamente programado. Mais uma vez, Senadores, totalmente despreparados e com objetivos eminentemente partidários e eleitoreiros, perderam uma grande oportunidade de produzir ao Brasil e aos brasileiros, perspectivas efetivas de políticas públicas para a reversão do quadro da Pandemia no País.

A atitude de membros da CPI da Pandemia extrapolou todos os limites, desonra o Poder Legislativo e afronta a classe médica, que tem se dedicado exaustivamente para a reversão do quadro caótico que estamos vivendo no Brasil. Profissionais que se arriscam, estão na linha de frente, que se expõem na luta pelo bem-estar da população e não aceitam posturas inaceitáveis de políticos eleitos para representar e defender o povo brasileiro.

A Dra. Nise participou da CPI como convidada, mas foi tratada como testemunha. E foi atacada, ao invés de aproveitada, desconsiderando-se a sua brilhante carreira, as contribuições ao país e à ciência, independentemente de qual governo estivesse à frente como ela mesmo relatou. Isso mostra o risco da politização da medicina, que precisa manter os debates das questões médicas em ambiente técnico e jamais suprimir um lado, mesmo que esse contrarie interesses políticos.

Grupo Médicos pela Vida

Fonte: Jornal da Cidade Online

Ministro Queiroga anuncia mais 50 milhões de doses de vacina e o acordo entre a AstraZeneca e a Fiocruz

Ministro da Saúde comemorou acordo de transferência tecnológica assinado nesta terça-feira (1º) entre a Fiocruz e a AstraZeneca

O Brasil vai receber insumos da China para a Fundação Oswaldo Cruz produzir 50 milhões de doses da vacina da AstraZeneca contra covid-19, no âmbito do acordo de transferência de tecnologia do imunizante assinado nesta terça-feira (1º) entre a Fiocruz e a empresa, segundo o Ministério da Saúde.

O acerto formalizado em ato com a presença do presidente Jair Bolsonaro vai garantir um fluxo de imunizantes da AstraZeneca até que todo o processo de transferência de tecnologia entre as partes seja concluído, o que está previsto para ocorrer em outubro.

A partir daí, o contrato prevê que outras 60 milhões de doses da vacina da AstraZeneca serão totalmente fabricadas no Brasil, com insumo farmacêutico ativo (IFA) produzido no país.

“Tenho imenso prazer em anunciar a assinatura do contrato da Fiocruz para o fornecimento de aproximadamente 50 milhões de doses com lotes de IFA da China para a população brasileira, ampliando ainda mais a capacidade do nosso Programa Nacional de Imunização e garantindo que a nossa população estará imunizada dentro do mais curto espaço de tempo possível”, disse.

No evento de assinatura da transferência de tecnologia, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, Queiroga chamou a parceria de exitosa e destacou que o chefe do Executivo, desde o início, deixou claro que o compromisso é promover a saúde e manter a economia, frisando que o binômio saúde-economia é “indissociável”.

“Nosso objetivo é oferecer até o final do ano imunização para toda a população brasileira”, disse Queiroga.

Fonte: R7

 

Enem 2021 será realizado nos dias 21 e 28 de novembro, diz ministro

Datas foram anunciadas pelo titular da Educação, Milton Ribeiro, em sua conta no Twitter para as versões impressa e digital

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

“Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”, postou o ministro na rede social.

Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Fonte: R7

 

Postes são os principais mictórios para homens na área da Deodoro

De há muito são discussões, requerimentos e projetos para a instalação de banheiros públicos em São Luís. Os maiores questionamentos levantados é que se poder público tiver boa vontade, mictórios públicos masculinos e femininos já deveriam existir com a fiscalização do poder público para evitar a ação de vândalos.

Lamentável sob todos os aspectos é que os dirigentes dos executivos da cidade de São Luís, nunca levaram a sério e muito menos tiveram respeito principalmente com as mulheres, uma vez que os homens encontram maiores facilidades para sair do aperreio. Quem pensava que os postos de iluminação pública eram privilégios de cachorros, estão bastante enganados. Eles de há muito foram passados para trás, uma vez que raramente são vistos nas ruas deram os seus lugares aos homens, que costumam fazer farras nas barracas instaladas na frente do Liceu Maranhense e na lateral direita do estabelecimento de ensino e os postes se constituem como o mictório, que também serve para aliviar muitos passageiros das paradas de coletivos no local das barracas, que na administração municipal seria construído um terminal aberto para ônibus. Felizmente as mulheres encontram a compreensão de alguns estabelecimentos comerciais e a solidariedade dos que têm mulheres como empregadas.

Não se sabe até quando, mas a verdadeira esculhambação que se tornou a frente ao Liceu Maranhense e uma das suas laterais, não de responsabilidade dos camelôs e feirantes, mas do poder público que os enganou com a construção de um prédio, onde seria um shopping popular. Chegaram inclusive a prometer para eles, que um dos locais seria o prédio da Secretaria de Estado da Educação da rua Grande, e assim se foram as promessas. Estive conversando com camelôs e feirantes, eles demonstram que estão bastante incomodados no local e que querem uma solução. Adiantaram que através das suas entidades de classe querem recorrer à justiça em busca de uma solução.

O sério problema seria uma oportunidade para a Câmara Municipal de São Luís sair dos requerimentos e partir para uma ofensiva em defesa da cidade e dos trabalhadores que buscam o respeito aos seus direitos. Para o tanto de promessas que marcaram as eleições passadas, tem muita gente em falta com o povo ludovicensae.

Fonte: AFD