Maioria popular culpa governo Lula por escândalo do Banco Master, diz pesquisa

Entre os brasileiros que conhecem o caso, 48% atribuem ao atual governo a responsabilidade; 32% responsabilizam a gestão Bolsonaro.

Pesquisa Poder Data divulgada nesta segunda-feira (8) mostra que a maior parte dos brasileiros que acompanham o caso do Banco Master atribui ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a responsabilidade por ter permitido as irregularidades relacionadas ao escândalo. Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados que afirmam conhecer o caso responsabilizam a atual gestão. Outros 32% apontam o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como principal responsável, enquanto 20% disseram não saber quem permitiu as ilegalidades.

A pesquisa também mediu o nível de conhecimento da população sobre o episódio. De acordo com os dados, 54% afirmaram estar informados sobre o caso, enquanto 44% declararam não ter conhecimento do escândalo. Outros 2% preferiram não responder. O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre os dias 30/05 e 01/06. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Diário do Poder

As razões para ‘STF dos EUA’ adotar Código de Conduta aos seus membros

Foram apenas viagens e estadias com tudo pago ou falta de declaração de impedimento de ministros que levaram a Suprema Corte dos Estados Unidos a adotar, em 2023, um Código de Conduta para seus integrantes. Viram nessas regalias “violações éticas”, mas nada que se aproxime da contratação de escritório de advocacia de parentes de ministros por valores espantosos ou participação qualquer deles em empresas com participação em grandes empreendimentos, como um ressorte de luxo.

Simples

O código prevê integridade, imparcialidade, distanciamento da política e atividade extrajudicial somente compatível com obrigações judiciais.

Primeira vez

O código de conduta foi o primeiro da Suprema Corte dos EUA. E os motivos parecem coisa de julgamento de pequenas causas.

Salário e só

Juízes do Supremo dos EUA recebem US$320 mil (R$1,66 milhão) de salário anual. Outras remunerações são proibidas, com raras exceções.

Nada de Master

Membros da Corte podem ser pagos para dar aulas em universidades ou palestras educacionais (jurídicas). Eventos corporativos são proibidos.

Coluna do Claudio Humberto

 

“Briga” entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Lula causa alvoroço e temor no STF

O clima pesado entre Moraes e Lula fez com que os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, indicados pelo petista para o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciassem uma articulação para acalmar os ânimos e buscar uma reaproximação. Lula, espertalhão, certamente provocou o afastamento para tentar ganhar dividendos políticos. Percebeu que a figura impopular de Moraes atualmente não mais o beneficiava em nada.

Publicamente, Lula passou a defender que Moraes precisa explicar o contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa, Viviane Barci, com o Banco Master. Moraes, por sua vez, teria dado o troco atuando nos bastidores pela reprovação de Jorge Messias no Senado. O ministro nega. No mais recente encontro entre os dois, Lula outrora extremamente carinhoso com Moraes, chegando a dar tapinhas no rosto em certa ocasião, tratou o ministro com frieza e buscou afastamento. Uma tremenda demonstração de ingratidão a quem lhe garantiu a eleição, passando por cima da lei e da Constituição, teria dito um atento observador.

 Jornal da Cidade Online

 

Suspeitas de 02 mortes e reações graves, leva governo Lula suspender a vacina contra a dengue

Os três episódios considerados mais graves sob investigação após a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan foram registrados em profissionais da atenção primária à saúde. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (8). Entre os casos analisados estão duas mortes e uma ocorrência que exigiu internação em unidade de terapia intensiva (UTI). A paciente hospitalizada recebeu alta após recuperação. Até o momento, o governo Lula destaca que não existem evidências suficientes para confirmar uma relação direta de causa e efeito entre a imunização e esses eventos.

A suspensão temporária da vacinação foi adotada como medida preventiva após o registro de 42 eventos adversos graves entre aproximadamente 500 mil doses aplicadas em todo o país. O objetivo é permitir uma investigação mais aprofundada sobre as ocorrências. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 417 mil das 500 mil doses distribuídas foram destinadas a profissionais da atenção primária. Esse grupo engloba agentes comunitários de saúde, médicos de família, enfermeiros e demais integrantes das equipes de Saúde da Família, considerados mais suscetíveis à exposição ao vírus da dengue devido ao contato frequente com a população.

 Jornal da Cidade Online

Banda podre do STF age na sombra para afastar ministro André Mendonça do Caso Master

O duelo está sendo travado. A dita ‘banda podre’ do STF articula manobras para afastar o ministro André Mendonça da relatoria do Caso Master, investigação que vem desnudando um dos maiores esquemas de fraudes financeiras da história. Enquanto Mendonça, com firmeza e celeridade técnica, tem avançado com operações da PF, prisões preventivas fundamentadas e medidas para preservar provas sem excessos, a banda podre do STF reage com pedidos de vista estratégicos, críticas seletivas aos métodos e tentativas de frear o que incomoda velhos arranjos de poder, inclusive aqueles que tangenciam nomes da própria Corte.

Defender a permanência de Mendonça não é apenas questão de competência processual: é resistir à captura institucional que transforma a Justiça em instrumento de blindagem. O país assiste, atento, se o STF ainda tem espaço para um ministro que age com independência ou se prevalecerá o corporativismo que tanto desgasta sua credibilidade.

 Jornal da Cidade Online

Ministro André Mendonça quer relatório sobre roubalheira no INSS após troca de delegado

O pedido deve obter novas informações sobre a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, citado nas fraudes. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, deve receber nos próximos dias um novo parecer da Polícia Federal (PF) sobre as investigações do roubo a aposentados e pensionistas do INSS, decorrentes da operação Sem Desconto. O pedido, que já foi solicitado pelo ministro, deve obter novas informações sobre as quebras de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). O movimento do relatório do caso no Supremo Tribunal Federal vem após a PF determinar a troca do delegado que solicitou as investigações contra o filho do petista.

De acordo com a CNN Brasil, Mendonça tem demonstrado preocupação com a possibilidade de interferência no caso em que o filho do presidente é mencionado. Lulinha teve seu nome vinculado ao caso desde o ano passado, na CPMI do INSS, acusado de receber mesada de uma das entidades envolvidas na gatunagem e de ser amigo de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, sendo apresentado ao lobista pela sua amiga, Roberta Luchsinger.

Diante dos últimos movimentos, o magistrado passou a acompanhar o caso com mais proximidade. Após a mudança feita pela PF e sem aviso prévio ao ministro, Mendonça convocou uma reunião de emergência na PF, na qual anunciou os próximos passos das investigações. De acordo com a PF, a mudança nas investigações foi uma questão “burocrática” e visa “assegurar maior eficiência e continuidade às investigações”.

Diário do Poder

 

Senado engaveta há 7 anos projeto que acaba auxílio moradia

Proposta de iniciativa popular teve 253 mil assinaturas, mas segue ignorado.

Em 2019, uma ideia legislativa para acabar com o auxílio moradia de deputados, senadores e juízes se tornou a sugestão popular de criação de lei de maior sucesso da História brasileira. Com mais de 253 mil assinaturas, se tornou projeto, como manda a lei, e passou a tramitar no Senado. Há quase sete anos chegou à Comissão de Constituição de Justiça como a PEC 222/19, onde permanece imóvel até hoje. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

A ideia legislativa foi transformada em PEC em 2019, sem incluir juízes, e até hoje aguarda a designação de um relator para a matéria. A PEC veda o pagamento de auxílio-moradia a senador, deputados federais, estaduais, distritais e vereadores. Ideias legislativas precisam obter ao menos 20 mil assinaturas antes de se transformarem em projeto de lei.

Diário do Poder

Brasileiro trabalhou 150 dias em 2026 para pagar tributos ao governo Lula, diz o IBPT

Os brasileiros precisaram trabalhar até o dia 30 de maio de 2026 apenas para pagar impostos, taxas e contribuições cobrados pelos governos federal, estaduais e municipaisÉ o que revela um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Pelo estudo, a carga tributária efetiva sobre a renda, o consumo e o patrimônio da população este ano está em 41,10%. Na prática, o percentual representa 150 dias do calendário dedicados exclusivamente ao pagamento de tributos. O resultado mantém o Brasil em um dos mais altos patamares de carga tributária das últimas décadas, conforme os dados do IBPT. Os dados mostram que a tributação sobre os brasileiros cresceu de forma gradual desde o início dos anos 2000. Em 2003, a carga tributária efetiva era de 36,98%. Em 2007, passou para 40,01% e, desde então, permaneceu próxima ou acima da faixa dos 40%, atingindo 40,80% em 2021, 2022 e 2025. Em nota, o Instituto destaca que o presidente-executivo do IBPT e um dos autores do estudo, João Eloi Olenike, avalia que o cenário é preocupante já que a elevada arrecadação não tem sido acompanhada pela percepção de melhorias nos serviços públicos. “Apesar da alta arrecadação, a população ainda não percebe um retorno proporcional em serviços públicos de qualidade”, salienta Olenike.

 O estudo mostra, ainda, que a quantidade de dias trabalhados para pagar tributos praticamente dobrou nas últimas décadas. Em 1986, eram necessários 82 dias de trabalho para quitar a carga tributária. Em 1988, o número caiu para 73 dias, em contrapartida voltou a crescer e alcançou 130 dias em 2001. Segundo os dados, nos últimos 20 anos, os dias de trabalho para custear impostos permaneceram entre 140 e 150 dias. Segundo o IBPT, hoje o brasileiro trabalha quase o dobro do que trabalhava na década de 1970 para cumprir suas obrigações tributárias.

Para chegar aos resultados por meio da análise comparativa, o estudo foi utilizado, para fins tributários, a faixa mensal de rendimento de até R$ 3.000,00 (classe baixa), de R$ 3.000,00 a R$ 10.000,00 (classe média) e acima de R$ 10.000,00 (classe alta).

Aumentos de impostos influenciaram resultado

A base de cálculo do levantamento abarca o período entre maio de 2025 e abril de 2026. O estudo inclui tributos federais, estaduais e municipais, como IRPF, INSS, ICMS, IPI, ISS, IPVA, IPTU, taxas diversas e contribuições. Entre os fatores que contribuíram para a manutenção da elevada carga tributária, o Instituto destaca mudanças como aumentos das alíquotas do ICMS em estados como Maranhão, Rio Grande do Norte e Piauí, além da ampliação da cobrança do ICMS sobre importações realizadas por meio do Programa Remessa Conforme, da Receita Federal. O estudo também cita os efeitos da chamada “taxa das blusinhas”, que manteve a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. Outro destaque entre os principais aumentos de tributação no período do estudo foi o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que impactou as operações de crédito empresarial, câmbio, previdência privada e seguros. Também pesaram no cálculo a ampliação da tributação sobre apostas esportivas e jogos online, o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para fintechs e instituições financeiras, a elevação da alíquota do Imposto de Renda sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP) e o aumento do Imposto de Importação para alguns produtos de tecnologia.

 IBPT

Fundado em 1992, o IBPT é uma entidade especializada em estudos sobre o sistema tributário brasileiro e atua na produção de pesquisas relacionadas à arrecadação e transparência fiscal.

BRASIL 61

Lula acena “prêmio de consolação” para Rodrigo Pacheco e reaproximação com Alcolumbre

O senador Rodrigo Pacheco, sem mandato a partir do próximo ano, pois não será candidato a reeleição, desistiu de concorrer ao governo de Minas Gerais e não será indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), pode ganhar um “prêmio de consolação”.

Articulações envolvendo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), podem arrumar uma cadeira em antecipada aposentadoria de Bruno Dantas, alçado ao posto de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) em uma das vagas destinadas a indicação do Senado. Dantas é cria do MDB, que já sinalizou topar a substituição.

Pacheco mantém o discurso de que vai deixar a vida política, mas está de olho na porta que se abre no TCU.

Jornal da Cidade Online

 

O vergonhoso oportunismo de Lula e do PT com o PIX do Bolsonaro: Tentam e não conseguem se apropriar dele

Em 2020, antes de ser nomeado por Lula para destruir o IBGE, o economista petista Marcio Pochmann usou as redes sociais para atacar o PIX, hoje uma das ferramentas mais populares do sistema financeiro brasileiro, lembra o jornalista Danuzio Neto. Na época, Pochmann classificou o PIX como “mais um passo na via neocolonial” e insinuou que o sistema de pagamentos instantâneos faria parte de um suposto projeto de “protetorado” financeiro ligado aos Estados Unidos, em linha com o discurso ideológico da esquerda contra o Banco Central independente.

As críticas vieram bem antes de o governo Lula tentar se apropriar politicamente do sucesso do PIX, reivindicando a paternidade da ferramenta e usando o tema em discursos públicos, apesar de o sistema ter sido concebido e implementado sob outras gestões no Banco Central. A indicação de Pochmann para o IBGE foi cercada de controvérsias justamente por esse histórico de declarações contra o PIX, defesa de aumento drástico de impostos e propostas heterodoxas de política econômica, o que alimentou o temor de aparelhamento político de um órgão técnico. Hoje, o contraste entre o ataque de 2020 e o discurso atual do governo reforça a percepção de incoerência na narrativa oficial sobre o PIX, especialmente entre eleitores que acompanham de perto temas econômicos e de política monetária.

 Jornal da Cidade Online