“Não nos livraremos das máscaras tão cedo”, diz criador do 1º teste de coronavírus

A tão esperada vacina contra o coronavírus não aposentará um item indispensável na pandemia: a máscara. Segundo o virologista alemão Christian Drosten, que criou o primeiro teste de diagnóstico do mundo de Covid-19, o item de proteção permanecerá em uso mesmo após a imunização.

“O inverno não vai ser fácil. Teremos vacinas no ano que vem, mas penso que determinadas parcelas da população só poderão ser vacinadas no fim de 2021. Não nos livraremos das máscaras tão cedo. Pois, mesmo quando for iniciada a vacinação, a maioria da população ainda terá que usá-las. Em países como a Alemanha, onde há poucas infecções, não haverá uma imunidade ampla. Provavelmente também será assim nos demais países da Europa”, afirmou o médico em entrevista à DW. Sobre outro hábito não recomendado na pandemia, o abraço, o virologista pede mais prudência.

“Essa será uma questão muito regional. Portanto, não me surpreenderia se em algumas partes do mundo no próximo ano a população estiver imunizada. Isso significa que ela terá passado por uma epidemia que pode não parecer tão grave por causa de sua estrutura etária. Na África, por exemplo, poderia ser esse o caso. Eu gostaria de ver a população africana protegida por causa de seu perfil etário mais jovem. Em outras partes do mundo, onde a meta é evitar a transmissão generalizada do vírus e esperar pela vacina, podemos contar com o uso de máscaras até o fim de 2021. É impossível fazer previsões precisas, mas no ano que vem ainda estaremos usando máscaras”, projetou.

Na avaliação do especialista, a Alemanha se tornou exemplo no combate ao coronavírus na Europa por ação direta da primeira-ministra Angela Merkel.

“Certamente há uma combinação de várias causas. Uma, sem dúvida, é a ação direta e decisiva da chanceler federal [Angela Merkel] no início da primeira onda. Ultimamente, a coesão dos estados federados enfraqueceu um pouco. Mas o fator decisivo foi com certeza o fato de a Alemanha ter agido muito rapidamente. Isso foi crucial. Não em termos da data do calendário, mas em relação ao momento em que foram impostas as restrições de contato (às vezes chamadas lockdown), considerando a evolução real da epidemia. Assim, sabíamos de nossa epidemia com base em testes de laboratório. Eles e sua ampla disponibilização distingue a Alemanha de outros países”, declarou o médico.

“Outra explicação é que a epidemia começou um pouco mais tarde na Alemanha. Os primeiros casos importados de covid-19 não viraram epidemia já em janeiro, mas só no final de fevereiro. Os primeiros casos importados foram mantidos sob controle, em vez de se alastrarem. Esta é provavelmente a razão da eficiência da nossa abordagem. Após o lockdown, digamos a partir de meados de maio, houve na Alemanha apenas poucos casos, e isso não mudou, apesar de termos agora novamente um ligeiro aumento dos contágios”, completou o virologista.

Yahoo Notícias

 

A estratégia secreta para proteger Ministros do STF contra a Lava Jato

Aqui está outro exemplo de que, muitas vezes, os destinos do país não são traçados à luz do dia. Desconhecer o que se passa nos bastidores do Poder é um risco para você. Mas você pode agir agora

Caro leitor,

Em março do ano passado, o STF instaurou o polêmico “inquérito do fim do mundo” para, pretensamente, investigar notícias falsas, calúnias e ameaças que tivessem como alvo ministros da corte.

Essa era apenas o objetivo visível do inquérito — que, como se sabe, censurou reportagem da Crusoé que revelou que a Lava Jato tinha em mãos documento em que Marcelo Odebrecht informava o codinome pelo qual o ministro Dias Toffoli era conhecido dentro da empreiteira: “o amigo do amigo de meu pai”.

Você vai sabe agora como o inquérito — instaurado pelo próprio Dias Toffoli e tocado por Alexandre de Moraes — foi usado para atingir intenções jamais reveladas.

Leia um trecho da reportagem exclusiva:

Documentos sigilosos do inquérito mostram que, logo após vir a público o documento em que Marcelo Odebrecht dizia ser Dias Toffoli o “amigo do amigo de meu pai”, os encarregados do inquérito, por ordem de Alexandre, iniciaram uma corrida. Queriam descobrir o que mais tinha sobre Toffoli no material em poder da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, que havia tido acesso a e-mails até então inéditos trocados por executivos da Odebrecht…

Exatamente em 12 de abril de 2019, o dia da publicação da reportagem de capa de Crusoé que viria a ser censurada, nos autos do inquérito do fim do mundo o desembargador Cesar Mecchi Morales, magistrado a serviço do gabinete de Alexandre, despachou para Curitiba um ofício em que pedia ao delegado Filipe Pace, da Lava Jato, que remetesse para o STF uma cópia do inquérito onde estaria a mensagem relacionada a Toffoli. No documento, o magistrado dava ao delegado o prazo de 48 horas para enviar o material relacionado à investigação, “com todos os anexos, inclusive os sigilosos e termos de delação”. “Para preservar o caráter sigiloso do inquérito, solicito que a resposta seja encaminhada diretamente a este gabinete”, emendava o texto do despacho, enviado ao QG da Polícia Federal na capital paranaense.

Era sexta-feira, e aquele era um primeiro movimento do gabinete de Alexandre de Moraes para saber, por meio do polêmico inquérito, até que ponto ia a investigação e se dela poderiam constar fatos comprometedores em relação a Toffoli. O ministro, por óbvio, não era investigado, nem poderia ser. O que havia era a menção a seu nome no material. Conforme está registrado no anexo 2 do procedimento secreto sob a batuta de Alexandre, o delegado Pace enviou todo o material para Brasília no início da semana seguinte, em um pen drive, depois de levar a requisição do Supremo ao conhecimento do juiz do caso, Luiz Antônio Bonat. Bonat, claro, chancelou a remessa do material para o Supremo, realçando que alguns documentos dos autos estavam protegidos por “sigilo em maior grau de restrição”.

Razão de todo o frisson, o documento em que Marcelo Odebrecht dizia ser Toffoli o “amigo do amigo de meu pai” trazia para a história um personagem importante, Adriano Sá de Seixas Maia, ex-diretor jurídico da Odebrecht. No e-mail que levou ao questionamento, Marcelo perguntava a um outro diretor da empreiteira, com cópia para Maia: “Afinal vocês fecharam com o amigo do amigo de meu pai?”. No esclarecimento enviado à Polícia Federal, ele deu o contexto. “Refere-se a tratativas que Adriano Maia tinha com a AGU sobre temas envolvendo as hidrelétricas do rio Madeira. ‘Amigo do amigo de meu pai’ se refere a José Antonio Dias Toffoli. A natureza e o conteúdo dessas tratativas, porém, só podem ser devidamente esclarecidos por Adriano Maia, que as conduziu”, escreveu.

Assim como no depoimento em vídeo prestado em maio passado a procuradores do grupo de trabalho da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República, Marcelo jogava para Adriano Maia a responsabilidade de explicar os detalhes do relacionamento da empreiteira com Dias Toffoli, que à altura da mensagem – julho de 2007 — era advogado-geral da União. Logo após a publicação da reportagem de Crusoé , Maia passou a ser freneticamente procurado pelo Supremo para prestar esclarecimento nos autos do inquérito do fim do mundo. Ao ouvi-lo, por óbvio, seria possível dirimir dúvidas sobre o potencial de dano que a história representava para Toffoli. Estaria Adriano disposto a causar embaraços para o ministro? Ele poderia estar agindo em linha com Marcelo Odebrecht? Teria dito algo comprometedor à Lava Jato? As perguntas pairavam no ar…

A reportagem exclusiva apresenta outras investidas do “inquérito do fim do mundo” para descobrir se a Lava Jato tinha mais informações acerca das altas autoridades da República.

O inquérito, diz a reportagem, “virou um instrumento de autoproteção” para que “as excelências soubessem, de antemão, se estavam expostas a riscos de outra ordem”.

Revista Crusoé

 

Governo encaminhará a privatização dos Correios, “sucateado” pelas gestões petistas

O presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, disse que a desestatização da estatal “já está andamento”. Segundo o general, o governo está terminando de elaborar um projeto de lei que prevê a privatização da empresa e precisará ainda ser aprovado no Congresso.

“A capilaridade da estatal é seu maior ativo: estar presente em todo o território nacional é uma vantagem de poucas instituições”, disse.

Peixoto ainda ressaltou que “qualquer empresa de logística teria interesse nos Correios”. A grande realidade dos problemas na estatal é a existência de “casta” com supersalários no topo da empresa e falta de condições para atender as reivindicações dos funcionários. Dentro do contexto com reflexos altamente negativos, são os casos de corrupção envolvendo funcionários em quase todos os estados, em que furtam mercadorias, fraudam correspondências para se apossarem de cartões de créditos, senhas e outros casos criminosos.

Atualmente, os funcionários dos Correios estão fazendo greve e apesar das tentativas, não consegue o apoio popular, diante dos péssimos serviços que vem prestando e demonstram que a empresa não tem como sair do fundo do poço. Já se manifestaram em adquirir a estatal histórica brasileira, o Magazine Luísa e as estrangeiras Amazon e Fedex

Diante disso, um vídeo antigo de uma carteira rasgando cartas voltou a circular nas redes sociais, fato que depõe contra a empresa, que outrora foi uma das mais respeitadas do mundo, e que, simplesmente, foi totalmente sucateada durante as gestões petistas.

Jornal da Cidade Online

Crise financeira na Rede Globo poderá atingir até o rei Roberto Carlos

Com a crise que tomou conta da Rede Globo, ninguém está a “salvo”. Ninguém mesmo!

Isso inclui até mesmo o rei Roberto Carlos… Informações de bastidores dão conta de que a emissora vai se reunir com o artista para definir o seu destino no canal.

Ainda não se sabe ao certo se tais mudanças serão positivas ou negativas.Porém levando-se em conta o cenário atual no Grupo, as expectativas não são boas…

As saídas de medalhões como Antonio Fagundes, Tarcísio Meira e Gloria Menezes, são um exemplo claro disso.

Roberto Carlos tem um contrato de exclusividade com a  Rede Globo desde 1974 e, por isso, não pode conceder entrevistas a nenhum outro canal e até fazer apresentações, sem autorização prévia da Rede Globo, que acaba decidindo o que o cantor pode, ou não fazer.

Estima-se que ele já tenha pedido algo em torno de R$ 10 milhões para renovar com a emissora. Já pensaram um final de ano sem o tradicional show do Rei? Nada é impossível, e no caso de um desfecho negativo, pode outro canal contratar o Rei Roberto Carlos e assim o show deve continuar.

Esse é o cenário, e nada é impossível!

Fonte: R7

 

TCE nega pedido de sigilo ao governo Flavio Dino para o processo da compra dos respiradores não entregues

Do Blog do Gilberto Leda

Ao apresentar um relatório de instrução que deve embasar voto do conselheiro Antônio Blecaute, relator de um procedimento instaurado no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) para apurar a compra de respiradores pelo governo de Flávio Dino (PCdoB) por meio do Consórcio do Nordeste – aparelhos nunca entregues. A auditora estadual de Controle Externo Aline Vieira Garreto emitiu parecer contra um pedido da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para que o processo tramite em sigilo.

O requerimento foi feito pelo titular da pasta, Carlos Lula, por meio dos seus advogados, ainda no mês de agosto. Ele alega que, ao levantar o caráter público dos autos, o TCE estaria ajudando a resguardar a lisura de um procedimento parecido já em curso no Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA) – estado onde está sediado o Consórcio Nordeste.

“Os gestores, apesar da situação de pandemia, não podem se esquivar da transparência”, destacou a auditora no despacho.

Segundo ela, antes mesmo da instauração do procedimento pelo TCE, todas as informações dobre os contratos entre o Governo do Maranhão, o Consórcio Nordeste e os fornecedores dos equipamentos já deveriam haver sido publicadas no Portal da Transparência estadual.

“A defesa limitou-se a pedir sigilo para o presente processo tendo em vista investigação já em curso na Bahia. No entanto tal contratação já deveria ter sido divulgada no portal da Transparência à época em que ocorreu, na forma definida pela Lei no 13.979/2020 e Lei n° 12.527/2011, bem como ter sido informada/disponibilizada a este órgão de controle no SACOP, nos prazos estabelecidos pela IN no 34/2014 TCE/MA”, pontuou Garreto, acrescentando que, “a defesa não se manifestou acerca das ocorrências apontadas pela Unidade Técnica e os documentos solicitados não foram encaminhados nem disponibilizados no Portal da Transparência e no SACOP”.

As compras, da ordem de R$ 9,3 milhões, feitas via Consórcio Nordeste importaram em calote de mais de R$ 5 milhões. O dinheiro nunca foi ressarcido aos cofres públicos do Maranhão.

Fonte: Blog do Gilberto Leda

 

Pressão de deputados faz a Câmara voltar atrás e manter auxílio-mudança de R$ 33 mil a deputados reeleitos

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados republicou com alterações, na quarta-feira (16), o ato 142, que havia sido publicado no sábado (12). A primeira versão do documento impedia o pagamento de ajuda de custo para mudança e transporte a deputados reeleitos, parlamentares que representam o Distrito Federal e aqueles que assumirem o mandato apenas durante o recesso parlamentar. O benefício atualmente tem o valor de R$ 33,7 mil.

Já a publicação feita nesta quarta-feira veda o pagamento apenas aos parlamentares que não cumprirem, no mínimo, 180 dias de exercício ininterrupto durante a legislatura. Com isso, deputados reeleitos e parlamentares do DF voltam a ter direito ao benefício.

A justificativa do ato que alterou a decisão inicial é de que a republicação é necessária em decorrência de “erro material” da primeira publicação.

“Não parece razoável que se pague ajuda de custo aos deputados que venham exercer o mandato parlamentar apenas por poucos dias, mormente porque nesses casos não existe uma efetiva mobilização para o exercício do mandato”, segue a justificativa, sem explicitar, entretanto, qual o erro material contido na primeira publicação.

O Congresso em Foco entrou em contato com a presidência e a diretoria da Câmara, mas ainda não obteve respostas. Ao portal Metropoles, a diretoria da Casa informou que novas definições sobre o benefício serão decididas na reforma administrativa da Câmara, que ainda não começou a tramitar.

Congresso em Foco 

 

Superlotação em coletivos é causa grave para a covid-19, afirmam infectologistas

A superlotação nos transportes coletivos de São Luís vem sendo tratada pelas autoridades com muita indiferença, daí é que as autoridades a quem cabe a responsabilidade de defender e fiscalizar a prevenção a covid-19, sustentam os seus discursos nas aglomerações em que existem grupos de pessoas nas praias e em outros locais públicos, sem nenhuma prevenção, mas ignoram totalmente o transporte coletivo, limitando-se timidamente a fazer desinfecção precárias nos ônibus

Médicos infectologistas vêm observando, que a acentuada indiferença para a superlotação nos transportes coletivos é um fator para a multiplicação da covid-19, levando-se em conta, que uma pessoa contaminada pode levar a doença para diversos lugares e finalmente para dentro de casa. No caso de São Luís, são muitas as denúncias de que com o calor, percursos bastante demorados e restrição ao ar condicionado, geralmente a maioria dos passageiros costumam baixar as máscaras e deixá-las no pescoço, vindo a retomar o uso correto, apenas quando chegam ao final das viagens.

Aqui no blog já registrei inúmeros apelos de pessoas, as quais temem pelas suas vidas e das suas famílias. Infelizmente, e até por omissão, as autoridades demonstram não querer se defrontar com o empresariado do transporte coletivo, daí é que não determinam o aumento da frota e muito menos fiscalizam com determinação e seriedade, que o problema exige, colocando o passageiro a mercê da própria sorte de ser contaminado ou não pela covid-19. Há poucos dias, dois médicos infectologistas ouvidos por uma emissora de rede nacional, afirmaram que é mais barato se prevenir do que enfrentar os milhares de casos da pandemia, que pode ser em inúmeros casos, de proporções inimagináveis com a perda de muitas vidas.

A verdade é que a pandemia continua posta a todos nós e subestimar a prevenção é favorecer os sérios riscos de uma nova onda, como já podemos verificar as informações que chegam de diversos pontos do mundo, principalmente do continente europeu, que por relaxamentos e a indiferença voltam a um novo ponto de partida com  nova onda. O que aflige a maioria da população são os casos diários  da covid-19 e as mortes ocorrem todos os dias.

TSE tem plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou, na última terça-feira (8), o Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais de 2020. A iniciativa traz uma série de recomendações para garantir a segurança dos mesários e dos eleitores em meio à pandemia da Covid-19. O pleito está marcado para os dias 15 e 29 de novembro, quando ocorrem o primeiro e o segundo turnos, respectivamente.

O Plano foi elaborado por uma consultoria sanitária formada por especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e dos hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein. Em entrevista coletiva de apresentação do Plano, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, destacou as reuniões com epidemiologistas e sanitaristas para adoção dos protocolos de segurança sanitária.

“Tudo o que é possível fazer para minimizar riscos está sendo feito. Nós estamos cuidando da proteção dos eleitores para que ninguém desperdice a oportunidade de participar da escolha dos prefeitos e dos vereadores”, afirmou.

O Plano

Todas as seções eleitorais vão ter álcool em gel para que os eleitores higienizem as mãos antes e depois da votação. O uso de máscaras será obrigatório e o cidadão não vai poder votar se não estiver usando o item. Além disso, não vai ser permitido comer, beber ou fazer qualquer outra coisa que implique na retirada da máscara, segundo o protocolo.

Entre as principais recomendações aos eleitores, está a manutenção de uma distância mínima de um metro nas filas e para o mesário, no momento que antecede o voto. A Justiça Eleitoral recomenda que cada eleitor leve sua própria caneta para assinar o caderno de votação e que evite levar crianças ou acompanhantes às seções.

O ministro Barroso reforçou a importância dos eleitores seguirem as orientações presentes no Plano para diminuir o risco de propagação do novo coronavírus. “Lembrando aos eleitores que saiam de casa para votar com máscara e, todos que tenham essa disponibilidade, que levem a própria caneta, que com essas ações minimizará o risco de contágio”, disse.

Brasil 61

Fome e Miséria identificadas pelo IBGE leva o governo federal a criar a Rede Brasileira de Bancos de Alimentos

A Presidência da República editou decreto, no Diário Oficial da União de hoje (18), criando a Rede Brasileira de Bancos de Alimentos. O texto também prevê a instituição de um comitê gestor. As medidas estão presentes no Decreto 10.490. A decisão do presidente Bolsonaro em criar a Rede Brasileira de Bancos de Alimentos foi decorrente da constatação pelo IBGE para os bolsões de miséria e fome em vários estados, a maioria no nordeste, com casos em que mais de 62% de domicílios existe insegurança alimentar, o que significa fome e miséria.

Leia a íntegra do texto abaixo:

A norma aponta que a rede deve integrar estoques sob o comando de agentes públicos e autônomos, geridos por centrais de abastecimento e organizações da sociedade civil. A nova estrutura ficará subordinada ao Ministério da Cidadania, comandada hoje por Onyx Lorenzoni.

A finalidade da rede, segundo o decreto, é “contribuir para a diminuição do desperdício de alimentos no País e para a garantia do direito humano à alimentação adequada”.

Entre os objetivos apontados está o fomento de pesquisas e ações coordenadas no setor, além da articulação de ações para a redução das perdas e do desperdício de alimentos. O comitê gestor deste banco de alimentos será composto por membros da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Sesc, dos bancos de alimentos e da sociedade civil organizada. O Ministério da Cidadania presidirá este comitê gestor.

Em junho, Bolsonaro promulgou lei que estabelece medidas para conter o desperdício de comida. Aprovada pelo Congresso Nacional, a Lei 14.016 relaxa regras para que produzam e forneçam alimentos possam doar produtos não utilizados e ainda próprios para consumo. O texto também prevê que, durante a pandemia, o governo federal será o principal comprador de produtores familiares que tenham renda frustrada por falta de feiras ou quebra de contratos.

O decreto vem um dia após o IBGE apontar que a fome voltou a crescer entre 2017 e 2018, com 85 milhões de brasileiros com algum tipo de insegurança alimentar. Os dados da Pesquisa de Orçamento Familiar apontam que 56 milhões estavam em domicílios onde há insegurança alimentar leve, 18,6 milhões de pessoas tinham insegurança alimentar moderada, e 10,3 milhões sofrem de insegurança alimentar grave.

Congresso em Foco

 

Justiça determina que a deputada Flordelis use tornozeleira eletrônica

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a deputada Flordelis use tornozeleira eletrônica. A decisão desta sexta-feira (18) ainda obriga a deputada a ficar em casa entre as 23h e as 6h. A decisão foi da juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói.

Em junho do ano passado, o pastor Anderson do Carmo, marido de Flordelis, foi assassinado dentro de casa com mais de 30 tiros no bairro Badu, em Niterói. A deputada relatou que seu marido teria sido assassinado durante um assalto. Ela afirmou em depoimento e à imprensa que eles teriam sido seguidos por suspeitos em uma moto quando retornavam para casa.

A polícia apontou Flordelis como mandante do crime ela foi acusada de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, associação criminosa, uso de documento falso e falsidade ideológica.

Congresso em Foco