A teia das conexões que envolvem o passado de Roberta Luchsinger, lobista de Lulinha e conflito com Lula

Por Lucia Sweet

A estratégia dos petistas clonados e comandados por André Janones para vestirem-se de verde e amarelo e ocuparem as redes sociais naufragou como o Titanic. O iceberg foi a sócia do Lulinha, Roberta Luchsinger. Só se fala nisso (André Janones é aquele deputado aliado do Lula que confessou ter feito rachadinha, pagou multa e ficou por isso mesmo).

Roberta Luchsinger, a lobista, foi casada com Protógenes Queiroz, ex-delegado da PF e ex-deputado federal, que ficou nacionalmente conhecido por comandar a Operação Satyagraha. Na época, Lula era o presidente da República, em seu segundo mandato (2003-2010). O casamento durou quatro anos e marcou a aproximação de Roberta com o meio político.

A Operação Satyagraha foi uma operação da Polícia Federal brasileira deflagrada em 8 de julho de 2008, com autorização do juiz federal Fausto Martin De Sanctis (6ª Vara Criminal Federal de São Paulo).

A operação investigava suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, gestão fraudulenta, formação de quadrilha e outros crimes financeiros, em desdobramento de investigações ligadas ao mensalão.

Resultou na prisão temporária do banqueiro Daniel Dantas (Grupo Opportunity), do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, do investidor Naji Nahas e mais 14 pessoas, com um total de 17 prisões contra executivos, sócios, familiares e intermediários ligados aos dois grupos investigados (Opportunity e o esquema associado a Nahas).

A maioria rapidamente posta em liberdade por decisões do STF sob Gilmar Mendes. Hoje estão todos livres e Protógenes foi expulso da PF e vive na Suíça como asilado político por perseguição e risco de vida. Em 2024 a Justiça Federal em São Paulo decretou sua prisão preventiva e pediu a inclusão de seu nome na lista vermelha da Interpol, em desdobramento de acusações ligadas à operação.

Protógenes também denunciou que houve fraude eleitoral nas eleições de 2014, mas a denúncia terminou arquivada.

Quanto a Roberta Luchsinger, ela afirma ser neta do banqueiro suíço Peter Paul Arnold Luchsinger (ou Pedro Paulo Arnaldo Luchsinger), a quem apresenta como ex-acionista ou ligado à fundação do Credit Suisse. Ela usa essa versão desde 2017, quando se apresentou publicamente como herdeira e anunciou a doação de cerca de R$ 500 mil a Lula (em dinheiro, joias e itens de luxo).

Contudo, documentos civis (incluindo a certidão de casamento do avô) apontam que Pedro Paulo Arnaldo Luchsinger, seu avô verdadeiro, nasceu no Rio de Janeiro em 1927, era comerciante e dono de uma lavanderia em Jacarepaguá. Ele não era banqueiro nem suíço de nascimento, segundo essas fontes. Roberta reafirma a origem suíça, mas admite não ter documentos que comprovem.

Há uma conexão familiar colateral: uma tia de Roberta (Bárbara Luchsinger) foi casada com Roger Ian Wright, que teve envolvimento no sistema financeiro (ligado ao Banco Garantia e, em algumas versões, ao Credit Suisse).

Reportagens do Fantástico/G1, Luís Nassif/GGN e outras classificam a história como “falsa herdeira” ou baseada em quase homonímia com nomes suíços. Seu avô viveu de forma modesta e morreu em circunstâncias simples.

Esse escândalo fica a cada dia mais interessante e devastador para o Lula e o modus operandi de seu governo.

Para quem não sabe, Satyagraha é uma palavra em sânscrito usada por Mahatma Gandhi. Satya quer dizer verdade e agraha, firmeza, força. O termo significa literalmente “força da verdade”. Gandhi usava o conceito para designar a resistência pacífica, não violenta e baseada na verdade — uma forma de luta ética sem violência física. A Polícia Federal escolheu esse nome para a operação de 2008 e explicou na época que o entendia como “resistência pacífica e silenciosa”.

Lucia Sweet

Jornalista

 

Flávio promete classificar facções criminosas como organizações narco-terroristas

Flávio defendeu o endurecimento do combate ao crime organizado no debate na Band. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que, se eleito, pretende classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as milícias como organizações narco-terroristas. A declaração foi feita neste domingo (18), durante o primeiro debate presidencial do segundo turno, realizado na sede do Grupo Bandeirantes de Comunicação, em São Paulo. Durante o debate, Flávio defendeu o endurecimento do combate ao crime organizado e afirmou que pretende recuperar territórios urbanos e unidades prisionais atualmente dominados por facções criminosas. Segundo o candidato, os grupos impõem regras próprias em comunidades, submetem moradores à intimidação e exercem controle sobre áreas onde o Estado enfrenta dificuldades para atuar.

“Eu vou classificar o PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narco-terroristas”, declarou o senador. Ele também afirmou que não pretende tolerar a atuação de criminosos e criticou a política de segurança pública do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao dizer que não vai “passar a mão na cabeça de bandido”.

A proposta faz parte do discurso de endurecimento na segurança pública defendido por Flávio durante a campanha eleitoral. O candidato já havia anunciado a intenção de declarar guerra ao narcotráfico e ampliar a atuação das Forças Armadas no controle das fronteiras. Também prometeu reunir os comandantes das Forças Armadas e chefes das polícias estaduais para discutir medidas de enfrentamento às organizações criminosas, caso chegue à Presidência.

Diário do Poder

Nota da CPT sobre o 2º Turno das Eleições 2026 – Terra e Democracia: É preciso Viver!

              “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.”
João 10,10

               Inspirados e inspiradas pela afirmação de Jesus de Nazaré na defesa incondicional das florestas, com a democracia e a soberania nacional.

              Nascemos em tempos de ditadura, e nossa história nos ensinou que não existe neutralidade diante da injustiça. Ante as ameaças do aumento ao armamento, a escalada de violência e feminicídio, a perda da aposentadoria rural, todos os direitos trabalhistas, o fim do SUS e do Bolsa Família, desmonte da educação pública e dos mecanismos de proteção, a não realização de uma Reforma Agrária Popular, a não regularização dos territórios das comunidades tradicionais e dos povos originários, o fim da Farmácia Popular, a continuidade da exploração na escala 6×1, a entrega das nossas riquezas aos Estados Unidos, a mudança da nossa Constituição, é nosso dever tomar posição!

             Diante dos dois projetos em disputa, convocamos os povos, comunidades, cidadãos e cidadãs, parceiros, movimentos populares e pastorais sociais a se mobilizarem para apoiarem e votarem em Lula. 

             Votamos pela vida. Pela democracia. Acreditamos na esperança dos empobrecidos como força política de transformação. O Brasil que queremos não será construído pelos “donos do poder”, mas pelas mãos de quem planta, trabalha, ocupa, resiste e defende seus direitos e territórios. A luta continua, e a esperança segue em marcha!

Brasília, 8 de outubro de 2026.

 Conselho Nacional da Comissão Pastoral da Terra

 

PF alertou Alexandre de Moraes sobre risco de quebra de sigilo do jornalista Luiz Pablo e ele ignorou

Alexandre de Moraes ignorou um alerta da Polícia Federal de que a divulgação de conversas de um jornalista poderia violar o sigilo constitucional da fonte. Mesmo diante do alerta, o magistrado determinou que as mensagens fossem anexadas ao inquérito e, meses depois, autorizou buscas contra pessoas apontadas como informantes do profissional, quebrando o sigilo da fonte.

A investigação foi justificada como uma suposta perseguição ao ministro Flávio Dino pelo jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens sobre o uso de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Dino. Em março, a PF apreendeu celulares e um computador do jornalista. A tal ‘perseguição’ é mais uma alegação absurda para justificar a quebra do sigilo da fonte do jornalista.

Em 8 de abril, o delegado Antônio Carlos Knoll de Carvalho informou a Moraes que não havia incluído no inquérito conversas que poderiam revelar a identidade das fontes do jornalista. O policial citou o artigo 5º da Constituição, que assegura o sigilo da fonte. No mesmo dia, Moraes determinou que as conversas fossem anexadas aos autos em até 48 horas.

O ministro reconheceu que a garantia constitucional busca assegurar a divulgação de informações de interesse público, mas considerou que havia indícios de crime de perseguição contra Dino. “Desse modo”, escreveu Moraes, “é indispensável a juntada das provas aos autos, de modo que seja regularmente analisada a sua licitude pelo Poder Judiciário no contexto da existência de indícios de crimes.”

Em julho, a PF pediu mandados de busca contra o delegado da PF aposentado, Raimundo Cutrim e o advogado Diogo Diniz Lima, apontados como informantes de Luís Pablo. Moraes autorizou as medidas, cumpridas em agosto. Segundo a investigação, Cutrim teria obtido dados sobre os veículos em sistemas de acesso restrito e repassado o material ao jornalista.

Jornal da Cidade Online

Morre Benito Di Paula, um dos grandes ícones da Música Popular Brasileira

Benito di Paula morreu neste domingo (18), aos 84 anos, em São Paulo. O cantor, compositor e pianista estava internado no Hospital 9 de Julho e enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A doença foi a causa da morte.

Conhecido por unir o samba a sonoridades românticas, Benito desenvolveu uma linguagem musical própria e conquistou espaço entre os grandes nomes da música popular brasileira. Ao piano, acompanhado de sua voz característica, construiu uma carreira marcada por canções que permaneceram no repertório popular por décadas. Sua obra alcançou diferentes gerações e ajudou a ampliar as possibilidades de aproximação entre o samba e outros gêneros da música brasileira. A maneira de interpretar e a presença do piano se tornaram marcas de sua identidade artística. Os detalhes sobre o velório e o sepultamento ainda serão divulgados.

Jornal da Cidade Online

Oposição articula CPMI para investigar Lulinha e Roberta Luchsinger de tráfico de influência no governo Lula

A iniciativa ganhou força após a repercussão da entrevista concedida pela lobista à CNN Brasil, em que fez inúmeras acusações pesadas contra o presidente Lula. A oposição no Congresso Nacional intensificou a coleta de assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar denúncias envolvendo a lobista Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A iniciativa ganhou força após a repercussão da entrevista concedida por Roberta à CNN Brasil, na qual ela falou sobre sua relação com Lulinha e integrantes do governo federal.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) anunciou apoio ao requerimento apresentado pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A proposta prevê investigar possíveis práticas de tráfico de influência, corrupção, favorecimento indevido e conflitos de interesses envolvendo a lobista, o filho do presidente e agentes públicos.

Entre os pontos previstos no requerimento estão possíveis encontros de Lulinha com ministros, incluindo uma suposta visita à residência do então ministro Camilo Santana, no Ceará, além das relações comerciais entre Roberta e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A Polícia Federal investiga Roberta e Lulinha no contexto da Operação Sem Desconto, que apura fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As suspeitas ainda estão sob investigação e não representam comprovação de culpa.

Para que a CPMI seja instalada, o requerimento precisa reunir o apoio de pelo menos 27 senadores e 171 deputados federais. A oposição também articula medidas para solicitar proteção a Roberta Luchsinger, que afirmou estar sofrendo ameaças. Parlamentares encaminharam pedidos a órgãos como a Polícia Federal, o Ministério da Justiça e a Procuradoria-Geral da República para avaliar providências de segurança.

Diário do Poder

 

Ministros do STF iniciam recuo e tentarão negociar o impeachment de Alexandre de Moraes

Ante a possibilidade cada vez mais evidente de que o senador Flávio Bolsonaro será o eleito o próximo presidente da República, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) começam a admitir a possibilidade do impeachment de Alexandre de Moraes e admitir outros.

Segundo Bela Megale, em O Globo, “ministros que publicamente ainda se mostram resistentes a um governo Flávio já têm mantido conversas mais frequentes com o grupo do senador e mandado recados sobre temas que consideram caros ao Supremo. Entre eles está o impeachment do ministro Alexandre de Moraes”.

E o tal recado seria uma condição para que possam aceitar rifar Moraes. O ministro Nunes Marques também teria que deixar a corte, que no impedimento de Alexandre de Moraes, ele será o presidente do STF.

A rigor, por tudo o que o país tem assistido nos últimos anos, o STF precisa de uma limpeza muito maior, o que faz parte da maioria dos senadores, que está disposta a enfrentar qualquer tipo de ameaça ou até mesmo chantagem. A saída de Moraes, Toffoli e Dino, ainda é muito pouco. A palavra é assepsia!

Jornal da Cidade Online

Lobista de Lulinha chama Lula de ‘mentiroso’ e ‘mau-caráter’ e anuncia delação premiada

“Lula mente em coisas grandes e em coisas pequenas, ele mente o tempo todo”, diz a sócia de Lulinha sobre o presidente da República. A lobista Roberta Luchsinger concedeu entrevista à TV CNN, na noite deste sábado (17), na qual chamou Lula (PT) de mau-caráter a afirmou que, na sua visão, ela não era sócia do seu filho Fábio Luiz, o “Lulinha”, e sim do próprio presidente da República, a quem classificou de “canalha”, “covarde” e “mentiroso”, e anunciou a decisão de fazer um acordo de delação premiada. “Ele está mentindo”, enfatizou Roberta, “mente em coisas grandes e em coisas penas, mente o tempo todo”. Ela se revelou inconformada pelo fato de ter sido insultada por Lula, que a chamou de “pilantra” durante entrevistas à TV Globo, e afirmou que desde então ela e as duas filhas têm sofrido ameaças de violência e até de morte. Ainda o acusou de usar a máquina pública federal contra ela e as filhas.

“Se algo acontecer comigo, ouçam minhas filhas, isso terá as digitais de Lula”, disse Roberta Luchsinger aos jornalistas Debora Bergamaschi e Iuri. Ela garantiu que Lula a conhece bem as atividades de Lulinha junto a ministros do seu governo, com os quais despachava e recebia em numa casa no Lago Sul em Brasília. Ela disse que Lula mentiu quando disse que Lulinha não esteve com ministros do seu governo, afirmando que ela própria é testemunha do relacionamento do filho do presidente com vários ministros. Segundo ela, se Lula diz não saber o que se passa na própria antessala “é um mentiroso ou está esclerosado, com algum tipo de senilidade”, citando inclusive sua idade de mais de 80 anos.

Diário do Poder

 

Consultoria internacional mostra dado favorável a Flavio e terrível para Lula

A consultoria internacional de análise de risco político Eurasia Group atribui 75% de probabilidade de vitória ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Em relatório divulgado neste sábado (17), a empresa também considera pouco provável uma reversão do cenário pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estimativa representa uma redução em relação aos 80% atribuídos anteriormente ao candidato do PL. A revisão ocorreu após pesquisas de intenção de voto apontarem uma diminuição da diferença entre os dois concorrentes, levando a consultoria a ajustar suas projeções à medida que a votação se aproxima.

Segundo a análise, os modelos de previsão passam a dar maior importância às pesquisas eleitorais conforme o segundo turno se aproxima. Os levantamentos mais recentes indicam uma redução da distância entre os candidatos, que havia chegado a quase cinco pontos percentuais na semana anterior. Apesar dessa mudança, a Eurasia avalia que Flávio Bolsonaro ainda mantém uma vantagem que pode ficar próxima de três pontos percentuais quando são considerados os eleitores com maior probabilidade de comparecer às urnas.

Abstenção pode influenciar o resultado eleitoral

Um dos principais aspectos destacados no relatório é o impacto da abstenção sobre as estimativas eleitorais. Na avaliação da Eurasia Group, parte das pesquisas pode não captar integralmente as diferenças de participação entre os grupos de eleitores, o que poderia favorecer o senador do PL. Segundo a consultoria, um ajuste relacionado ao comparecimento às urnas acrescentaria aproximadamente um ponto percentual à vantagem de Flávio Bolsonaro.

A análise também aponta dificuldades para Lula ampliar sua votação entre os eleitores que escolheram candidatos eliminados no primeiro turno. Para alterar o cenário projetado, o presidente precisaria conquistar mais de 60% dos votos desse grupo ou atrair eleitores que, inicialmente, demonstravam preferência pelo senador. A consultoria considera essas possibilidades pouco prováveis nas condições atuais da disputa, embora reconheça que o comportamento dos eleitores pode mudar até a votação.

Segurança pública e corrupção são desafios para Lula

O relatório identifica temas que, segundo a análise da Eurasia, podem dificultar a campanha de Lula na reta final. Entre eles estão a segurança pública e a corrupção, assuntos nos quais o presidente enfrentaria desvantagem na percepção de parte do eleitorado. Outro ponto mencionado é a avaliação da economia. Pesquisas qualitativas citadas pela consultoria indicam uma percepção de estagnação econômica entre segmentos da classe média, fator que pode influenciar a avaliação do governo e as escolhas dos eleitores. Essas questões compõem um cenário em que a campanha petista precisa ampliar o diálogo com diferentes grupos sociais e apresentar respostas às preocupações relacionadas ao custo de vida, à segurança e às perspectivas econômicas.

Debates e propostas podem reduzir a diferença

Apesar de considerar improvável uma virada de Lula, a Eurasia Group aponta quatro fatores que podem contribuir para uma recuperação do presidente até o segundo turno: os debates eleitorais, os ataques políticos entre as campanhas, o anúncio de novas medidas governamentais e a condução das estratégias eleitorais. Entre as iniciativas recentes do governo estão propostas relacionadas à gratuidade no transporte público, à concessão de benefícios para pequenos empresários e à redução da jornada semanal de trabalho.

Na avaliação da consultoria, essas medidas podem ajudar a diminuir a distância entre os candidatos, mas dificilmente seriam suficientes, isoladamente, para inverter o cenário projetado. O relatório também menciona os ataques da campanha petista contra Flávio Bolsonaro, incluindo associações do senador com milícias do Rio de Janeiro e alertas sobre possíveis perdas de benefícios sociais. Segundo a análise, essas estratégias teriam contribuído para aproximar os percentuais dos dois candidatos, sem provocar, até o momento, um aumento expressivo da rejeição ao parlamentar.

Reta final ainda pode alterar as projeções

A Eurasia considera que Lula ainda dispõe de oportunidades para melhorar seu desempenho eleitoral, especialmente se concentrar a campanha em questões que preocupam diretamente os eleitores, como segurança pública e custo de vida. A consultoria, entretanto, mantém a avaliação de que uma mudança completa no cenário é pouco provável diante das condições identificadas em seu modelo de previsão.

O relatório também ressalta que a evolução das pesquisas e a estabilidade da diferença entre os candidatos serão importantes para as próximas revisões. Caso a vantagem de Flávio Bolsonaro permaneça estável até o fim da próxima semana, a Eurasia Group poderá elevar novamente sua estimativa de probabilidade de vitória do senador. Os 75% divulgados pela consultoria representam uma projeção baseada em seu modelo de análise, e não uma garantia de resultado. A estimativa deve ser distinguida das pesquisas de intenção de voto, que medem as preferências declaradas pelos entrevistados em determinado período.

Jornal da Cidade Online

 

João Vaccari Neto do PT, muda para a Itália após denúncia de ter pedido propina de R$ 1 bilhão para o Banco Master

João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, que amargou alguns anos de cadeia por condenação por corrupção na Operação Lava Jato, pelo visto continua o mesmo, não aprendeu nada. Supostamente envolvido em novo esquema de propina, ele teria mudado para a Itália há cerca de três meses, segundo informações divulgadas pelo jornalista Claudio Dantas.

De acordo com o relato, Vaccari obteve cidadania italiana e transferiu seu domicílio para o país europeu. O ex-dirigente petista é apontado como suspeito de envolvimento em uma suposta cobrança de R$ 1 bilhão em propina do banqueiro Daniel Vorcaro em um novo esquema de corrupção envolvendo os fundos de pensão.

Jornal da Cidade Online