Lula e Trump: Quando o medo do presidente dos EUA vira política externa

Próximos falam em medo até físico de Lula, infantil e incontrolável. Para um presidente tão falante, chama atenção o medo, não a estratégia. Medo quase infantil, incontrolável, de Lula (PT) diante de Donald Trump. Relatos de pessoas próximas revelam um presidente que, há poucas semanas, fez de tudo para evitar o encontro na Casa Branca, após o Itamaraty adiar a visita da primeira semana de março. Quando a agenda de 7 de maio virou incontornável, ele impôs veto à imprensa. Não queria testemunhas, tinha medo de ser humilhado por Trump, como o ucraniano Volodimir Zelenski. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Meio sem querer, assumiu o monopólio da informação para confirmar, negar ou inventar, controlando a narrativa sobre fatos do Salão Oval. Outro medo seria Trump usar o combate ao terror para reproduzir em Brasília o que fez a Maduro, levado pela orelha à prisão em Nova York.

Diário do Poder

 

Comissão de Segurança da Câmara aprova projeto que acaba com a Força Nacional de Segurança Pública

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 328/2024, de autoria do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS), que susta os efeitos do Decreto 5.289 de 29 de novembro de 2004, de autoria do Presidente da República, que criou a Força Nacional de Segurança Pública. Para o deputado Marcos Pollon (PL-MS), o decreto do Poder Executivo ultrapassou limites e invadiu a competência do Congresso Nacional, além de gerar custos desnecessários ao governo federal.

“A manutenção da Força Nacional demanda um alto investimento financeiro, que poderia ser direcionado para outras áreas da segurança pública, como a valorização dos salários dos policiais civis e militares e o investimento em equipamentos”, argumenta o deputado.

O PDL se fundamenta pela inconstitucionalidade do decreto que criou a Força Nacional por violar princípios como a autonomia dos estados, a segurança pública como responsabilidade dos estados e do Distrito Federal, ou a necessidade de lei complementar para regulamentar as polícias civis e militares. O decreto presidencial excedeu os limites da delegação legislativa, invadindo a competência privativa do Congresso Nacional e para além disso, geram custos à União desnecessário, pois manutenção da Força Nacional demanda um alto investimento financeiro, que poderia ser direcionado para outras áreas da segurança pública, como a valorização dos salários dos policiais civis e militares e o investimento em equipamentos.

A manutenção da Força Nacional demanda um alto investimento financeiro, que poderia ser direcionado para outras áreas da segurança pública, como a valorização dos salários dos policiais e o investimento em equipamentos e investindo mais nas Polícias Estaduais, Civil e Militar, com o custo gerado pela Força Nacional, que se faz inerte aos conflitos agrários servindo ideologicamente ao atual governo.

Jornal da Cidade Online

 

Empresários alertam para perda de competitividade e dificuldades operacionais com o fim da escala 6×1

Mesmo antes da aprovação da PEC 221/19 na Câmara dos Deputados no último dia 27, que prevê o fim da escala 6×1, o setor produtivo já havia enviado ao Senado Federal um manifesto pedindo mais tempo para discussão da proposta. O documento, assinado por mais de 1,2 mil representantes de federações e associações comerciais e empresariais ligadas à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), defende o adiamento das discussões sobre a jornada de trabalho para 2027.

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirmou que o adiamento permitiria ampliar os estudos e analisar a proposta antes da votação em plenário. “O posicionamento do setor produtivo, das micro e pequenas empresas, é para que a discussão do fim da jornada 6×1 seja adiada para após as eleições dando tempo para que empresas, governo e trabalhadores possam sentar, discutir e encontrar o melhor caminho e o melhor modelo para a jornada de trabalho aqui no Brasil”, pontuou Cotait Neto.

 Na avaliação do setor produtivo, alterações abruptas na jornada podem trazer malefícios aos negócios. Entre os principais impactos da medida apontados pelos empresários estão a pressão aos custos operacionais, o aumento de preços ao consumidor e a redução de postos formais de trabalho. As entidades empresariais também pontuam que o fim da 6×1 pode incentivar a substituição de vínculos empregatícios tradicionais por modelos de contratação mais precários – como a pejotização e a formalização via MEI.

 Na avaliação da presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu), Lídia Prata, se aprovada, a medida pode dificultar ainda mais o cenário econômico e produtivo do país 

“É uma pena que a gente tenha que chegar nesse ponto, quando todo país precisa de aumentar a sua produtividade, a produção, precisa fortalecer os negócios e nós estamos enfrentando também uma escassez enorme de mão-de-obra. Vai ser muito complicado adaptar com esse sistema, caso ele venha a ser realmente aprovado”, disse Lídia Prata.

Já o presidente da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa, Leonardo Puppi, salientou que a redução da jornada pode comprometer a competitividade da indústria brasileira. 

“O Brasil certamente ficará menos competitivo em relação ao produto oriundo de outros países, como a China, por exemplo. Isso retira a produtividade do Brasil como um todo, e para que fosse possível fazer de fato essa redução na jornada de trabalho, seria necessário aumentar a produtividade no mínimo, na mesma proporção. A redução semanal de quatro horas de trabalho acaba incrementando 10% nos custos ligados à mão de obra.” Para o setor, também é necessário que sejam considerados os efeitos econômicos concretos sobre empregabilidade, competitividade e sustentabilidade das empresas de menor porte, especialmente em setores intensivos em mão de obra.

Manifesto 

O manifesto tem como foco a defesa das micro e pequenas empresas diante da proposta de redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. No documento, o Sistema do Associativismo Empresarial afirma reconhecer a necessidade de aperfeiçoar as relações de trabalho e ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores. No entanto, o setor alerta para os impactos de uma implementação acelerada, sobretudo para micro e pequenos negócios, responsáveis por 93,8% das empresas brasileiras.
                 As entidades defendem que a discussão ocorra sobre quatro pilares:

  • Proteção à sustentabilidade das micro e pequenas empresas;
  • Transição gradual igual ou superior a 10 anos com segurança jurídica;
  • Fortalecimento das negociações coletivas, características dos negócios e regionalidades;
  • Compensações fiscais e trabalhistas para equilíbrio econômico das atividades.

Câmara dos Deputados

O relatório final uniu as duas PECs que já estavam em análise no Congresso: a PEC 221/19 e a PEC 8/25. A medida aprovada pelos deputados estabelece a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e o fim do modelo 6×1. Pelo texto, a mudança deve ocorrer sem redução salarial, com um período de transição de 14 meses.

Os deputados aprovaram, na quarta-feira (27), a PEC 221/19 em dois turnos – com 472 votos a favor e 22 contra no 1° turno e em 2º turno com 461 votos a favor e 19 contra. O texto segue para o Senado Federal. 

A proposta que segue para o Senado é um substitutivo do deputado Léo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias.

Pelo texto, a redução da carga horária semanal terá transição para chegar às 40 horas. A redação atual, aprovada na Câmara, prevê que após dois meses da publicação da futura emenda constitucional, os dois dias de descanso remunerado por semana já deverão valer – sendo que um deve ser preferencialmente aos domingos.

 BRASIL 61

 

General comandante do Exército solta frase alarmante sobre “ameaça na América do Sul”

O comandante do Exército Brasileiro, general Tomás Paiva, afirmou que atualmente existe uma “percepção de ameaça na América do Sul”, cenário que, segundo ele, exige maior atenção estratégica e investimentos em tecnologia militar. A declaração foi feita durante o encerramento do Simpósio de Sistemas Não Tripulados da Força Terrestre, realizado em Brasília (DF). O evento reuniu integrantes do Alto Comando do Exército e empresas especializadas na apresentação de drones e sistemas tecnológicos voltados à defesa e monitoramento.

“No passado, não tínhamos nenhuma ameaça na América do Sul. Hoje temos uma percepção de ameaça, incluindo nossa atuação constitucional e legal de auxiliar os Poderes da República na faixa de fronteira que é uma preocupação enorme, muito vasta. Temos que estar olhando para ela”, declarou o general Tomás Paiva.

Segundo o comandante, o cenário atual demanda modernização constante das capacidades operacionais das Forças Armadas, especialmente diante dos desafios relacionados à segurança nas fronteiras e aos conflitos internacionais contemporâneos. Durante o evento, o general destacou que o uso crescente de tecnologia é considerado essencial para reduzir vulnerabilidades e ampliar a capacidade de resposta do Exército Brasileiro.

“É preciso empregar cada vez mais tecnologia”, afirmou.

Ao longo do simpósio, sete empresas apresentaram equipamentos e sistemas voltados à atuação terrestre e aérea não tripulada. Entre as soluções exibidas estavam drones de vigilância, monitoramento, ataque e bombardeio, além de plataformas de apoio estratégico para operações militares. O encontro faz parte da Política de Transformação do Exército Brasileiro, iniciativa criada para modernizar a estrutura da Força e ampliar sua capacidade de adaptação diante dos novos cenários geopolíticos e dos conflitos armados registrados em diferentes regiões do mundo.

O projeto de transformação é dividido em quatro eixos principais. O primeiro trata do desenho institucional, envolvendo organização, articulação e estruturação interna do Exército. O segundo eixo aborda as capacidades militares, com foco na governança das capacidades terrestres e na aceleração da incorporação de novas tecnologias ao sistema de defesa.

A terceira área envolve a doutrina militar, voltada ao aprimoramento dos processos de organização e planejamento operacional da Força. Já o quarto eixo é direcionado ao pessoal, buscando desenvolver entre os militares a compreensão sobre a importância da modernização para o sucesso das operações. Na justificativa oficial da política de transformação, o Exército afirma que existe uma “tendência consistente de aumento dos investimentos em defesa” em diferentes países, tornando necessário que o Brasil acompanhe esse movimento para evitar o aumento de vulnerabilidades estratégicas e preservar os objetivos nacionais de Defesa.

Jornal da Cidade Online

 

Internet não perdoa o show de horrores de Alcione e Belo durante Hino Nacional no Maracanã

A apresentação do Hino Nacional Brasileiro por Alcione e Belo, realizada antes do amistoso entre Brasil e Panamá no Maracanã, neste domingo (31), acabou se transformando em um dos assuntos mais comentados das redes sociais. O que era para ser uma homenagem aos torcedores presentes no estádio terminou cercado por críticas, brincadeiras e comparações feitas por internautas.

Com o Maracanã lotado para acompanhar a despedida da Seleção Brasileira diante do público nacional antes da Copa do Mundo de 2026, a participação dos dois artistas era um dos momentos aguardados da cerimônia pré-jogo. No entanto, poucos instantes após o início da execução do Hino Nacional, algo pareceu comprometer a apresentação.

Um verdadeiro show de horrores

Rapidamente, vídeos da apresentação passaram a circular nas redes sociais, impulsionando uma onda de comentários. Muitos usuários reagiram com humor ao episódio, enquanto outros classificaram o momento como constrangedor. Entre as manifestações publicadas na internet, alguns internautas compararam a situação à famosa apresentação de Vanusa em 2009, quando a cantora protagonizou uma execução do Hino Nacional que também ganhou grande repercussão em todo o país.

“Que coisa mais horrível”, comentou uma usuária nas redes sociais.

Outro perfil escreveu:

“Vanusa passando a coroa de melhor performance do hino nacional brasileiro para Alcione e Belo”.

Já um terceiro internauta resumiu sua avaliação afirmando:

“Meu Deus, que VEXAME”.

Também houve comentários associando o episódio ao repertório de Alcione.

“A Alcione conseguiu errar a merda do hino nacional, era melhor deixar o samba morrer mesmo”, escreveu um usuário, fazendo referência a um dos maiores sucessos da cantora.

Jornal da Cidade Online

 

Protegendo PCC e CV, esquerda vive Síndrome de Estocolmo

Soberania é a capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de substituir o poder público.Vem dos ativistas de esquerda, alinhados ao governo, o espetáculo mais patético, justificando o fato de o governo Lula (PT) não agir contra organizações criminosas. Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem, justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com eficiência brutal. Para eles, o criminoso é vítima da “desigualdade”, nunca o algoz. E o cidadão refém nem merece menção. A informação é a Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Soberania não é discurso contra os EUA, é a capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de substituir o poder público. Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas eleitorais.

Diário do Poder

 

Ministro Fachin, presidente do STF e CNJ, diz que aposentadoria compulsória para juízes é ‘prêmio’, e não punição

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira, 29, que magistrados punidos com aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais, derrubada pela Primeira Turma da Corte na última semana, tinham um prêmio, e não uma sanção. Fachin anunciou que apresentará em até 30 dias uma proposta para implementar o novo regime disciplinar da magistratura, que deixará de prever a aposentadoria compulsória – salário vitalício sem trabalhar – como punição máxima para juízes investigados. A medida mais grave passará a ser a perda do cargo, sem remuneração.

“Responder e aplicar a penalidade, que não seja apenas um prêmio, mas seja de fato uma sanção, é o caminho que nós vamos adotar”, afirmou o ministro durante o Encontro Regional da Magistratura da Região Norte, realizado em Manaus.

Na última terça-feira, 26, a Primeira Turma do STF decidiu, por maioria, manter a decisão do ministro Flávio Dino que declara a extinção da aposentadoria compulsória como punição máxima a juízes e desembargadores suspeitos de infrações. Em março, Dino determinou que a aposentadoria compulsória como punição disciplinar a magistrados não pode mais ser aplicada porque é incompatível com as alterações feitas na Emenda Constitucional (EC) 103/2019, que resultou na reforma da Previdência. Segundo Fachin, punir magistrados que adotaram “comportamento indevido” também significa “prestigiar a imensa maioria de magistrados e magistradas que, cotidianamente, cumprem suas funções”.

Nos últimos 20 anos, o CNJ aposentou compulsoriamente 126 magistrados em todo o País. Levantamento realizado pelo Estadão em 2024, com base nos vencimentos de juízes e desembargadores, apontou que ao menos R$ 59 milhões são gastos anualmente com esses aposentados. A aposentadoria compulsória está prevista no artigo 42 da Lei Orgânica da Magistratura Nacional, norma que entrou em vigor em 1979, durante a ditadura militar.

Jornal da Cidade O

“Nossos criminosos”? A frase de Lula que chocou o Brasil

Por Jayme Rizolli

O Brasil ouviu uma declaração que dificilmente passará despercebida.

Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o presidente Lula demonstrou irritação e afirmou estar triste porque autoridades americanas disseram que “nossos criminosos são terroristas”. A frase caiu como uma bomba. Não porque exista qualquer dúvida sobre a soberania nacional ou sobre o direito do Brasil de conduzir sua própria política de segurança. Esse debate é legítimo. O problema é outro. O cidadão comum não olha para PCC e Comando Vermelho e enxerga “nossos criminosos”. O brasileiro enxerga assassinos. Enxerga traficantes. Enxerga facções que aterrorizam bairros inteiros, impõem toque de recolher, recrutam jovens para o crime, executam rivais, atacam policiais e transformam comunidades inteiras em reféns do medo. São organizações que espalham violência por presídios, cidades, fronteiras e rotas internacionais do narcotráfico.

Por isso, quando um presidente utiliza a expressão “nossos criminosos”, ainda que em outro contexto, a reação popular é inevitável. Porque esses criminosos não pertencem ao povo. Não representam o Brasil. Não falam em nome das famílias honestas que enterraram filhos vítimas da violência. Não falam em nome dos policiais mortos em serviço. Não falam em nome dos moradores de periferias dominadas pelo terror das facções. Pertencem apenas ao mundo do crime. A indignação nacional deveria estar voltada contra aqueles que sequestram a paz da população e transformam comunidades em zonas de medo permanente. Nenhum brasileiro de bem considera PCC ou Comando Vermelho como “nossos”. São inimigos da sociedade. São inimigos das famílias. São inimigos da ordem pública. E quanto mais poder acumulam, mais sofrimento produzem.

O que o povo espera de seus governantes não é qualquer gesto que possa soar como complacência verbal com facções criminosas. O povo espera firmeza. Espera enfrentamento. Espera que a preocupação principal esteja sempre do lado das vítimas — jamais do lado daqueles que espalham o terror. Porque os criminosos têm donos. E esses donos são as próprias organizações criminosas. O povo brasileiro não. Se o combate ao crime organizado exigir cooperação internacional sem precedentes, que ela aconteça. O que o povo brasileiro não aceita mais é assistir ao avanço de facções criminosas enquanto autoridades parecem mais preocupadas com a forma como elas são classificadas do que com o rastro de destruição que deixam pelo país.

Jayme Rizolli

Jornalista.

 

A construção da espúria máquina de poder petista: “Conquistar o poder é diferente de ganhar eleição”

Segundo explicitamente definido pelo corrupto petista Zé Dirceu do Mensalão: “Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição”. Assim agiu o PT, e as esquerdas, durante suas décadas de existência.

Fizeram alianças com organizações das esquerdas internacionais, países governados pela esquerda, utilizaram da infiltração da Teologia da Libertação na Igreja Católica, a Comissão Pastoral da Terra, a CNBB, criaram o MST, MTST, além do domínio quase total dos sindicatos, grêmios estudantis, universidades, grandes mídias, meios artísticos, criando um enorme conglomerado de propaganda e assassinato de reputações. A medida que conquistavam cargos eletivos, como vereadores, deputados, prefeitos, governadores etc., os eleitos tinham que doar parte de seus salários para o partido (a rachadinha oficializada em regimento partidário), além dos cargos de confiança, ocupados por militantes, que também eram obrigados a “doar” partes dos salários ao partido. Quando perdiam uma prefeitura, os militantes aboletados nos cargos daquela prefeitura eram transferidos para outras prefeituras dominadas pelo PT.

Assim garantiam sempre uma militância na máquina estatal em todos os níveis. Assim conseguiam dificultar e sabotar administrações de opositores. Adversários incômodos, como Enéas Carneiro, eram prontamente ridicularizados e desqualificados por toda a máquina de assassinato de reputações, criada nessa “conquista do poder”.

Lula, um revolucionário comunista radical (apesar de nem saber o que é o comunismo, na verdade), causava medo na elite financeira nacional e teve que escrever uma “Carta ao Mercado”, prometendo manter os marcos econômicos criados durante os governos Itamar-FHC, garantindo que não promoveria aventuras revolucionárias marxistas, caso eleito. Foi criado o novo personagem “Lulinha Paz e Amor”, pelo marqueteiro Duda Mendonça, dando um certo ar de civilidade ao sindicalista radical, tosco e semiletrado, para que o mercado o aceitasse com menos resistência.

No início dos anos 2000, o PT já era uma organização enorme e bilionária, envolvido em inúmeras suspeitas de corrupção e financiamentos externos (o que é proibido pela legislação nacional). Em 2002, ano da eleição de Lula, Celso Daniel, tesoureiro da campanha, foi assassinado, logo após ameaçar denunciar “companheiros” que estavam enriquecendo através de propinas e desvios de verbas públicas. Cerca de 7 pessoas, entre testemunhas, investigadores, legista e suspeitos relacionados ao caso, foram assassinados ou misteriosamente morreram, em sequência ao assassinato de Celso Daniel.

Nesse período era proibido falar sobre o Foro de São Paulo, apesar de seus membros já presidirem a maioria dos países latino-americanos. Quem procurava documentar e divulgar o que seria o Foro, era tratado como lunático e criador de teorias da conspiração. Há uma entrevista gravada ao vivo em outubro de 2002, em plena campanha presidencial, na TV Record, em que Boris Casoy pergunta a Lula sobre suas vinculações com Fidel e Chavez, ao que Lula responde:

“O Boris, você sabe que isso é, no mínimo, uma piada de mau gosto lá, e eu te aconselho até não repetir isso no video” (sic).

Contando com todo esse aparato externo e interno, finalmente Lula é eleito presidente e assume o poder em 2002.

Pedro Possas. Médico.

 

Empresa VLI Logística confirmou morte em acidente com trabalhadores no Complexo Portuário do Itaqui

A VLI Logística confirmou o acidente envolvendo quatro trabalhadores em um silo de grãos localizado dentro do Complexo Portuário do Itaqui, em São Luís, na madrugada deste sábado (30). Os funcionários teriam sido soterrados durante uma ocorrência na estrutura usada para escoamento de grãos. Um deles morreu. Os três sobreviventes foram retirados do local nas primeiras horas da manhã e encaminhados para atendimento hospitalar. O quarto teve o óbito constatado ainda no local. Os silos da VLI integram a estrutura logística do Corredor Norte, responsável pelo escoamento de grãos produzidos no Maranhão e em estados vizinhos. As causas do acidente ainda deverão ser apuradas.

Confira a nota da VLI na íntegra:

A VLI informa que registrou uma ocorrência na madrugada deste sábado, durante uma atividade em um dos silos no Terminal Portuário São Luís (MA). O Corpo de Bombeiros e a brigada interna do porto foram imediatamente acionados para atuar no resgate. Três envolvidos foram encaminhados para atendimento hospitalar e estão fora de risco, conforme as informações mais recentes.

Lamentavelmente, foi confirmado o falecimento de um colaborador da VLI.A companhia manifesta profundo pesar pelo ocorrido e reforça que, neste momento, está integralmente dedicada ao apoio aos familiares e à apuração rigorosa das circunstâncias do acidente. As autoridades competentes foram acionadas e acompanham o caso.

Fonte: Blog Marrapá