Deputada Joice e o “vale tudo” por 15 minutos de holofotes

É ridícula, muito ridícula, a militância. É ÓBVIO que ninguém está “passando pano” para violência contra a mulher. Mas também é óbvio que algumas histórias até fedem a mentira.

Joice é uma mentirosa contumaz. Sua conduta está na margem da mitomania. Uma personagem patética, que deve a eleição e a sobrevivência às narrativas. Sem “polêmica”, não é ninguém.

Não é a primeira vez que se coloca como “vítima”. Quem lembra da cabeça de porco que ela “recebeu” como forma de “ameaça”?

Depois disso, a deputada já fez de tudo, TUDO MESMO, para aparecer: De “blog culinário” a foto de fio dental; de “super impeachment” a escândalo sexual. Limite e vergonha na cara são palavras que não constam no seu vocabulário.

Após o fiasco que protagonizou como candidata a prefeita de São Paulo, onde teve a prova inequívoca de que a sua carreira política está morta, enterrada e decomposta, só lhe resta tentar emplacar uma ou outra “manchete”, na tentativa desesperada de não sucumbir ao ostracismo antes mesmo do mandato acabar.

Sinceramente, não duvido NADA que seus ferimentos tenham sido auto infligidos. Com mais de 30 anos e praticante de artes marciais desde os 10, nunca vi um dente ser arrancado, na pancada, sem que a “vítima” tivesse sequer um hematoma (significativo) no lábio.

Para a parlamentar, vale tudo por mais 15 minutos de holofotes. “Chegará o dia em que teremos que provar o óbvio.” (CHESTERTON, Gilbert K.)

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

 

Jovem Pan aponta incongruências da deputada Joice e revela como descobrir a verdade da surra que levou

Nesta sexta-feira (23), o programa Morning Show, do canal Jovem Pan, trouxe, como uma de suas pautas, o vídeo publicado pela deputada federal Joice Hasselmann em suas redes sociais.

No vídeo, a deputada diz ter sido vítima de um atentado enquanto dormia, em seu apartamento funcional, em Brasília, no último final de semana.

Comentando o assunto, o jornalista Adrilles Jorge levantou pontos muito importantes sobre a denúncia:

“Quero, primeiramente, desejar um pronto restabelecimento à Joice, mas é uma história muito mal contada…

Como assim? Ela perdeu os sentidos e acordou surrada?

Desculpa, mas não cola essa ideia de que ela teria caído várias vezes.”

Adrilles ainda prosseguiu:

Primeiro, ela fez o exame de corpo de delito? O exame de corpo de delito dá para aferir claramente se ela sofreu queda, se houve luta corporal, se ela foi agredida. Segundo o marido, ao lado, não ouviu nada, realmente? Dá para levar uma surra homérica, como parece ter sido o caso, e não ver nada?

Ou seja, não estou imputando nenhuma culpa, mas ele deve ser questionado de alguma forma. A Joice […] falando que pode ser a possibilidade de um atentado, eu acho muito esquisita essa história. Acho que sim, as imagens vão dizer quem entrou, quem não entrou no apartamento. Qualquer tipo de mentira ou ilação ou acusação leviana vai ser prontamente refutada. Eu acho que tem que investigar o caso”, apontou Adrilles.

Jornal da Cidade Online

 

Generais citam risco de “fraude” com favorecimentos a Lula e defendem o Voto Impresso Auditável

Generais do Exército Brasileiro apontaram risco do presidente da República Jair Bolsonaro pode sofrer nas eleições.

A análise dos militares é de que o aval do Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ex-presidiário Lula tenha direito a participar da eleição de 2022, abre a possibilidade de “fraude” no pleito e outros favorecimentos.

Generais da ativa e da reserva defendem a aprovação do Voto Impresso Auditável. Enquanto isso, o presidente Bolsonaro prometeu apresentar provas, na próxima semana, de que houve fraude nas eleições de 2014.

Fonte: CNN Brasil

 

Salários altos nas estatais chegam até R$ 145 mil na Petrobrás

Informações constam no Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais, elaborado pelo Ministério da Economia. Estatais gastaram R$ 96,6 bilhões em despesas com pessoal em 2020

O Ministério da Economia divulgou informações detalhadas sobre salários e benefícios concedidos a funcionários de 46 estatais brasileiras com controle direto da União. Atualmente, são 460.195 empregados, dos quais 63% homens e 37% mulheres. Ao todo, as empresas gastaram R$ 96,6 bilhões em despesas com pessoal em 2020.

Conforme a segunda edição do Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais (Raeef), a Petrobras paga R$ 145 mil por mês ao funcionário mais bem remunerado da petrolífera. O salário mais alto da Eletrobras, por sua vez, é de R$ 93 mil. O empregado bem mais pago da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) recebe R$ 78,6 mil a cada 30 dias.

Benefícios

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) custeia 100% do plano de saúde de seus empregados, aposentados e dependentes. São 10.034 pessoas, sendo 4.219 titulares e 5.815 dependentes, que custaram R$ 177,3 milhões no ano passado.

A Caixa Econômica Federal, por sua vez, é responsável por 77% do plano de saúde dos empregados, cujo custo foi de R$ 1,5 bilhão em 2020. O universo de titulares e dependentes foi de 284.566 pessoas.

O Banco do Brasil, que custeia 58% do plano de saúde dos 420.644 funcionários, gastou R$ 2 bilhões. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos paga 68% do custo do plano de saúde para 265.975 pessoas — gasto de R$ 1,5 bilhão.

A Eletrobras, por sua vez, custeia 92% do plano de saúde dos 43.823 beneficiários — gasto de R$ 399 milhões. A Petrobras foi responsável por 73% do custo do plano de saúde de 276.815 beneficiários, registrando gasto de R$ 2 bilhões no ano passado.

Fonte: Revista Oeste

 

CPI vaza documentos pessoais da médica Mayra Pinheiro, que aciona a Comissão Interamericana de Direitos Humanos

O programa ‘Os Pingos Nos Is’, do canal Jovem Pan, fez um programa especial na última quarta-feira, onde a principal pauta foi uma análise da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, e suas arbitrariedades. Entre os pontos discutidos, um dos mais preocupantes talvez seja o vazamento dos dados pessoais da Dra. Maysa Pinheiro, que participou como convidada na sessão do dia 25 de maio.

A jornalista Cristina Graeml foi muito pontual em sua análise do ocorrido:

“Esse caso é absurdo: vazaram os documentos pessoais da Dra. Mayra Pinheiro, que não foi acusada de um único crime, não é apontada por corrupção, por desvio de dinheiro, por nada. Esteve na CPI na condição de convidada, aliás, foi muito maltratada.

Os senadores tiveram a autorização do STF para fazer isso, para cometer esse absurdo de quebrar o sigilo de pessoas que não são acusadas de nada, pessoas que não tem nenhum indício de envolvimento com qualquer ato ilícito. Autorizam que o sigilo fosse quebrado, mas sob uma condição: que a confidencialidade dos documentos fosse mantida”, comentou Cristina.

Mas logo após o início do recesso da CPI, diversos documentos da Dra. Maysa começaram a ser divulgados na imprensa.

Cristina lembrou que a Dra. Mayra chegou a entrar com um pedido de mandado de segurança no STF, contra o presidente da CPI, Omar Aziz, pedindo que a Corte impedisse a quebra de sigilos, já que não havia nenhuma acusação contra ela.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, indeferiu o pedido de Mayra, mas determinando, em sua decisão, que ‘os documentos devem ser tratados como confidenciais, e permanecer sob rigoroso sigilo sob as penas da lei’.

Em razão do vazamento das informações da médica, seu advogado já entrou com uma petição no STF e também ajuizaram pedido de Medida Cautelar Urgente à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos.

Na justificativa, o texto requer “o cumprimento das regras de combate a violência contra a mulher e à garantia do integral respeito às mulheres que já depuseram ou que vierem a ser convocadas para prestar depoimentos na Comissão”.  Resta aguardar para ver que providências serão tomadas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

TRT-2 mantém justa causa de funcionária que recusou vacina da covid

O TRT da 2ª região confirmou a decisão de primeira instância e manteve a demissão por justa causa de uma auxiliar de limpeza que se recusou a ser imunizada contra a covid-19. As informações foram divulgadas pelo Valor Econômico e pelo Estadão.

O caso

A auxiliar de limpeza atuava em um hospital infantil em São Caetano do Sul e buscou a Justiça para reverter a dispensa, alegando que não teve oportunidade de explicar sua decisão. Nos autos, a reclamada, porém, comprovou ter realizado campanhas sobre a importância da vacinação, em especial para os que atuam em áreas críticas do ambiente hospitalar, e juntou advertência assinada pela trabalhadora por recusar a vacina. Outra negativa de vacinação pela mulher ocorreu menos de uma semana depois.

Para a juíza Isabela Flaitt, é dever do empregador oferecer condições dignas que protejam a saúde, a integridade física e psíquica de todos os trabalhadores que lhe prestem serviços. E ainda: a liberdade de consciência não deve se sobrepor ao direito à vida.

“A necessidade de promover e proteger a saúde de todos os trabalhadores e pacientes do Hospital, bem como de toda a população deve se sobrepor ao direito individual da autora em se abster de cumprir a obrigação de ser vacinada”, completou a magistrada.

No processo, a trabalhadora não apresentou qualquer motivo médico que justificasse a falta de vacinação.

De acordo com a juíza, a empresa cumpriu a obrigação de informar seus empregados sobre como se proteger e evitar possíveis transmissões da doença e, citando pneumologista especialista no assunto, afirmou que a vacina é a única e perfeita solução de controle de uma epidemia do porte da covid-19.

Para balizar sua decisão, trouxe entendimento do STF, que considerou válida a vacinação obrigatória disposta no artigo 3º da lei 13.979/20 (ADIs 6.586 e 6.587 e ARE 1.267.897), além de mencionar guia técnico do MPT sobre a vacinação de covid-19, que prevê afastamento do trabalhador e considera falta grave a recusa injustificada em não se vacinar.

Assim, tanto o pedido de reversão de justa causa como o pagamento das verbas decorrentes foram julgados totalmente improcedentes. A mulher recorreu, mas o entendimento foi ratificado pelo TRT por unanimidade.

O relator do caso, desembargador Roberto Barros da Silva, considerou que o hospital comprovou com documentos a adoção de um protocolo interno focado no combate à pandemia.

No que se refere a alegação de que não poderia ser obrigada a tomar a vacina, por não existir norma que a obrigue, o magistrado salientou que a lei 13.979/20 dispõe sobre as medidas para enfrentamento da pandemia e prevê a possibilidade de vacinação compulsória e outras medidas profiláticas baseadas em evidências científicas.

“Considerando a gravidade e a amplitude da pandemia, resta patente que se revelou inadequada a recusa da empregada, que trabalha em ambiente hospitalar, em se submeter ao protocolo de vacinação previsto em norma nacional de imunização, e referendado pela Organização Mundial da Saúde.”

Fonte: Migalhas

 

As 120 viaturas entregues ao Sistema de Segurança por Flavio Dino vieram do Governo Federal

O governador Flavio Dino se tornou um sistemático oportunista para fazer política a todo custo e sem discernimento, mesmo que tenha que usar ações do Governo Federal, negando para a população a procedência e dando a entender que são da sua administração. A entrega de 120 viaturas para a Segurança Pública do Maranhão, que foram adquiridas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública do Governo Federal, acabou se constituindo naquela história de fazer festa com o chapéu alheio. A solenidade pomposa realizada na praça Maria Aragão foi acima de tudo com um ato político, em que o governador deixou registrado que as viaturas fazem parte do seu compromisso em dar suporte ao Sistema de Segurança Pública do Estado, hoje em situação desconfortante no ranking nacional.

O sucesso da empreitada comemorado pela equipe governamental, mas não durou muito, até o deputado federal Aluísio Mendes vir a público esclarecer que as 120 viaturas foram compradas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e que não são alugadas como a maioria das circulam em todo o território maranhense. Vários deputados federais também fizeram observações políticas, principalmente na área municipal.

As 120 viaturas não terão impacto no enfrentamento a violência, uma vez que elas serão  apenas para a reposição em dezenas de municípios em que as viaturas estão sucateadas e não servem para nada, faltando ainda pelo menos mais de 500 para pelo menos viabilizar o Sistema de Segurança Pública. Outro fator é quanto é a questão do combustível, que sempre é feito pelos prefeitos e finalmente o deficiente efetivo tanto civil como militar. Esse é um dos sérios problemas, e que tem concorrido para o aumento da violência no Estado, diante do governador Flavio Dino se negar a nomear excedentes e mesmo assim haverá necessidade de concurso público para atender a demanda, afinal de contas segurança não se faz com discursos evasivos e muito menos com engodo.

Fonte: AFD

 

Sistema do INSS vai permitir que pensão por morte seja concedida na hora do pedido

A liberação das pensões por morte do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), podem sair da longa fila de espera da autarquia. Para se ter uma ideia, existem 292.202 pedidos em análise, segundo dados de março (224.925) e de abril (67.277) do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) que o Extra teve acesso. Para acabar com esse gargalo, um sistema para agilizar a análise de pedidos está sendo elaborado pela autarquia em parceria com a Dataprev e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Procurado, o INSS não fixou uma data para o lançamento da plataforma e disponibilização do serviço, mas informou que “a previsão é que passe a ocorrer no último trimestre de 2021”.

A expectativa é de que a pensão por morte seja concedida na hora, caso a documentação esteja de acordo com os requisitos. Se houver pendência, será informada na hora, indicando quais informações ou documentos devem ser complementados. De acordo com a Secretaria de Previdência Social a espera média em todo Brasil chega a 39 dias. No entanto, o Extra teve acesso a um caso de espera por pensão por morte que passou de 3 anos (confira abaixo).

Procurado, o INSS explicou que, tão logo entre em operação, o serviço poderá ser feito pelos canais remotos. “Para anexar novos documentos, o cidadão pode usar o Meu INSS ou agendar um horário para levar a documentação presencialmente em uma agência do INSS. Para fazer este agendamento, a pessoa pode ligar para o telefone 135 ou acessar o Meu INSS”, informou a autarquia, em nota.

E como funcionaria a ferramenta? De acordo com o INSS, desde o ano passado a tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) nos requerimentos de pensão por morte vem sendo aplicada. “Essa tecnologia permite identificar em quais pedidos já foram anexadas certidões civis (casamento, nascimento e óbito), documentos muitas vezes essenciais para análise dos benefícios”, acrescenta o órgão.

Quando o sistema não identifica a documentação já anexada ao pedido de pensão, ele emite exigências de maneira automatizada. Ou seja, pede ao usuário que envie a papelada para a comprovação do direito. Esse envio pode, inclusive, ser feito remotamente.

Fonte: EXTRA

Decisão do STJ pode aumentar valor de aposentadoria do INSS com o auxílio acidente

Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — sobre auxílio acidente — pode fazer com que o segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tenha o valor do benefício majorado quando se aposentar. Pode ainda render valores atrasados maiores, inclusive para os já aposentados que tiverem o direito ao benefício reconhecido judicialmente.

A ministra Assusete Magalhães, relatora do recurso repetitivo 862 na Corte, definiu que a data de início do auxílio acidente é o dia seguinte após o fim do auxílio-doença. Com a decisão, as parcelas do auxílio acidente vão retroagir ao primeiro dia após o fim do auxílio-doença e não a data da citação do INSS, conforme decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Tratando-se da concessão de auxílio acidente precedido do auxílio-doença, a Lei 8.213/1991 traz expressa disposição quanto ao seu termo inicial, que deverá corresponder ao dia seguinte ao da cessação do respectivo auxílio-doença, pouco importando a causa do acidente — pontuou a ministra. Ainda conforme a decisão, “é errôneo investigar o dia do acidente, à luz do artigo 23 da Lei 8.213/1991”.

— O valor dos atrasados vai refletir no total de salários de contribuição quando o trabalhador pedir a aposentadoria e pode beneficiar até os que já estão aposentados e tiverem o direito ao auxílio acidente reconhecido— avalia o advogado João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin.

Ele explica que quando um segurado recebe um benefício por incapacidade como o auxílio-doença e auxílio acidente, o valor destes benefícios se tornam complementares ao salário de contribuição quando ele for se aposentar.

— No caso do auxílio-doença o valor do benefício pode ser utilizado quando intercalado com outros vínculos. Exemplo: segurado trabalhava, se afastou por 2 anos e voltou a trabalhar, como está intercalado, utiliza o valor do benefício. No caso do auxílio acidente, é um valor complementar que não impede o segurado de trabalhar. Então em todos os meses que ele contribuir, terá o acréscimo do auxílio no salário — complementa.

Fonte: EXTRA

 

Laboratório chinês Sinovac oferece ao governo a vacina coronavac a U$ 5,00 e o Butantan vende a U$ 10,00

Nesta quinta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro fez uma revelação surpreendente. Segundo o presidente, o laboratório chinês Sinovac, que produz a Coronavac, ofereceu a vacina pela metade do preço cobrado pelo Instituto Butantan. O imunizante teria sido oferecido pelo valor de US$ 5, enquanto a oferta do Butantan foi de US$ 10.

Bolsonaro informou, ainda, que a proposta foi enviada à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério da Justiça e ao Tribunal de Contas da União, para que fosse apurada a razão para a diferença nos preços e se haveria alguma irregularidade no acordo de aquisição de vacinas.

“Por que a matriz nos oferece a vacina pronta a US$ 5 e eles, Butantan, ao receber o IFA da China, nos revende a US$ 10, pode ser que não haja nada de errado nisso tudo, mas o Butantan nunca nos apresentou a planilha de preço. Pelo que tudo indica no momento é algo assustador.”

Já o Instituto Butantan, ao ser acionado para prestar esclarecimentos, alega que o preço de US$ 10 inclui, além do valor do imunizante, valores referentes ao armazenamento e transporte do produto. O presidente demonstrou preocupação com a diferença de preço ocorrida na oferta feita pelo Instituto Butantan:

“Não estou acusando de corrupção, de desvio, de nada, apenas uma documentação que chega aqui e nos traz enorme preocupação do que acontece no Butantan”, disse Bolsonaro.

Agora resta saber se a CPI da Covid, que tanto bateu em cima da narrativa da “covaxin”, vai investigar o que foi denunciado pelo presidente.

Fonte: O Globo e R7