PCC orienta advogados a usarem a covid-19 para tirar seus membros da prisão

Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, principal liderança do PCC |

A prisão de 40 advogados em novembro de 2016 não impediu a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) de montar outra “sintonia dos gravatas”, como é chamado o braço jurídico da facção criminosa. Segundo o Ministério Público Estadual de São Paulo, o PCC contratou um grupo de novos advogados para atender os interesses da organização.

O serviço de inteligência do MPE apurou que o PCC divulgou um salve (comunicado) no sistema prisional, orientando os defensores a entrar com ações judiciais com base na Resolução 62 do Conselho Nacional de Justiça, que recomenda aos magistrados a adoção de medidas preventivas para evitar a proliferação do coronavírus nas prisões.

A ordem para a nova “sintonia dos gravatas” é verificar se cabe para os integrantes presos do PCC pedidos de regime domiciliar aos portadores de HIV, diabetes, tuberculose, câncer, problemas cardíacos e doenças respiratórias. O novo braço jurídico do PCC foi orientado a pedir à Justiça prisão domiciliar para gestantes e presos acusados de cometer crime sem violência ou grave ameaça.

Outras recomendações são pedidos de medidas alternativas para presos em flagrante que cometeram crimes de menor potencial ofensivo e progressões de pena para os presos de regime semiaberto e para aqueles que aguardam a realização de exame criminológico. Os advogados presos em 2016, na chamada Operação Ethos, foram condenados a penas que variavam de oito a 15 anos de prisão. A maioria delas foi reduzida em julgamento em instância superior no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Além dos advogados, também foi preso e condenado a 16 anos o ex-vice-presidente do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana), Luís Carlos dos Santos. Ele foi acusado de receber mesada mensal de R$ 5 mil do PCC para divulgar falsas notícias de violações de direitos humanos no sistema prisional. Santos teve a pena reduzida pela metade e já tem direito ao regime semiaberto. Já os advogados foram acusados de atuar como pombo-correio do PCC, levando e trazendo recados para os líderes da facção nas prisões e nas ruas.

Um grupo de presos acusados pelo MPE de criar a “sintonia dos gravatas” também foi condenado. Um deles, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, recebeu uma pena de 30 anos. Ele sempre negou ser integrante de facção criminosa. Os advogados da “nova sintonia dos gravatas” estão agora na mira do Gaeco (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público Estadual.

Yahoo Noticias

 

“Pandemia é um terreno fértil para aproveitadores”, diz Bolsonaro

                                                                   Witzel, Maia e Dória

Nesta segunda-feira, 30, o presidente Jair Bolsonaro teceu criticas aos “aproveitadores” da pandemia de coronavírus que chegou ao país. Bolsonaro concedeu entrevista a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada.

Segundo o presidente, a crise econômica e social causada pela pandemia é um “terreno fértil para os aproveitadores entrarem no poder e não saírem mais dele”.

Bolsonaro afirmou que se o Brasil continuar a ter os seus empregos destruídos, será uma “desgraça” para o país.

“E repetindo: o caos, a fome e a miséria não recebem conselho de ninguém. A desgraça está implantada no Brasil e os oportunistas de sempre, basta ver o que aconteceu na Venezuela e outros países, poderão chegar ao poder e nunca mais sair”, disse o presidente.

O chefe do Executivo ainda acrescentou:

“Vai morrer gente? Vai, como tem morrido algumas pessoas. Mas temos outro problema: o desemprego. Precisa ser tratado com igual responsabilidade […]. Não é apenas questão de vida, é questão de economia, de desemprego. Se a economia continuar desandando, vai haver morte também.”

Confira:

Jornal da Cidade Online

Liberdade, Camboa e Monte Castelo ficam sem postos de vacinação contra a gripe e Cézar Bombeiro recorre a Semus

O vereador Cézar Bombeiro foi surpreendido hoje com a indignação e revolta de centenas de idosos, protestando pela falta de pelo menos um posto de vacinação contra a gripe nos bairros da Liberdade, Camboa, Fé em Deus, Monte Castelo e Vila Passos. Eles informaram ao vereador, que os bairros acima mencionados são grandes e com referência de consideráveis números de idosos e crianças, o que infelizmente não foi observado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Cézar Bombeiro foi aos bairros mencionados e verificou a inexistência de postos e as dificuldades para a locomoção em razão do reduzido número de coletivos e da necessidade de serem conduzidos com acompanhantes. Justificativa idêntica vem sendo apesentada pelos pais de crianças que devem ser vacinadas, de acordo com a orientação do Ministério da Saúde.

Ao encaminhar expediente ao Secretário Municipal da Saúde, quanto ao problema apresentado pelas cinco comunidades, Cézar Bombeiro sugeriu o nome do Colégio Estado do Pará, no bairro da Liberdade e outro ao longo da avenida Luís Rocha, o que facilitará o atendimento das pessoas, sem a necessidade de deslocamentos longos para ser vacinado, o mesmo acontecendo com os pais de crianças que devem imunizadas.

Recentemente, o vereador Cézar Bombeiro destinou uma emenda parlamentar impositiva de R$ 50 mil para o Centro de Saúde da Liberdade, diante das precariedades denunciadas pela população em que até uma injeção deixa de ser aplicada por falta de seringas, álcool e algodão.

Jornais impressos deveriam parar de circular e espalhar o vírus

Em plena era da Internet e em meio a uma pandemia de coronavírus, fica a pergunta: quando os órgãos de imprensa farão a sua parte e tirarão de circulação os jornais impressos?

Assistimos nas últimas semanas uma massificação da ideia de isolamento social e da precaução em relação a todas as possibilidades de transmissão viral nesta pandemia. Os órgãos de imprensa exortam a sociedade mundial para que permaneça em casa, espalhando pânico e exigindo a suspensão das diversas atividades econômicas.

Atividades importantes estão paradas em nome da prevenção. Os jornais impressos, porém, seguem circulando desnecessariamente.

Foi-se o tempo em que a informação impressa era fundamental. A pouca utilidade das edições físicas dos jornais é fato incontestável em tempos de tablets e smartphones. E em meio a uma pandemia de proporções globais, é urgente que este meio de propagação seja suspenso.

As empresas de comunicação que seguirem editando seus jornais físicos estão colaborando com o agravamento da pandemia e devem ser responsabilizadas pelo mal que estão promovendo contra a saúde pública.

A sociedade, que está de mãos atadas e proibida de trabalhar, deve exigir essa medida, além de parar de comprar e assinar os jornais e outros periódicos impressos.

(Texto de Thiago Rachid)

 

Fome leva favelados a romperem o isolamento em busca de comida em São Paulo

                        A falta de dinheiro e alimentos já atingem em cheio as famílias que vivem na informalidade.

E o governador João Dória parece não ter nenhuma estratégia para acolhimento dos mais necessitados. Justo ele, um dos maiores defensores do isolamento. Algo que faz com extrema irresponsabilidade, pensando tão somente em obter dividendos políticos.

A meta é o “quanto pior, melhor”. O objetivo é tentar derrubar o presidente Bolsonaro.

A própria Folha de S.Paulo, quem diria, narra a situação dos moradores de favela:

“Armários vazios e barracos repletos de adultos e crianças que deixaram de ir às escolas onde recebiam a merenda —sua principal refeição do dia— são a nova realidade em favelas de São Paulo.

Além de comida, faltam itens como papel higiênico, fraldas, sabão e detergente, para lavar as mãos e a louça. Em muitas casas, a porta de entrada é o único meio de ventilação. Na rua, crianças limpam pés e mãos em fios de água que correm nas guias.”

E prossegue a matéria da Folha:  

“No desespero, muitos moradores já saem de casa para ir atrás de parentes, amigos e entidades assistenciais em busca de alimentos e ajuda.

Perto dessas comunidades, há ambulantes nos semáforos e, dentro delas, bem mais gente em vielas e ruas do que se pode ver em vários bairros de São Paulo. Muitos estão atrás de bicos e comida.

Em alguns pontos, a sensação é de que não há um isolamento estabelecido pela epidemia. Fora de suas casas minúsculas e mal preparadas, crianças jogam bola e há pessoas ao ar livre em volta de mesas de bilhar ou de um baralho.”

É lamentável!

O Brasil não pode parar.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

CNJ suspende por 30 dias licitação de R$ 217 mil em mordomias para Dias Toffoli em voos da FAB

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu suspender por 30 dias a licitação para compra de lanches para Dias Toffoli e suas comitivas durante viagens em voos da Força Aérea Brasileira (FAB).

O diretor-geral do CNJ, Johaness Eck, determinou que o pregão seja retomado em “momento mais oportuno”.

“Considerando o atual cenário de emergência de saúde pública decorrente da pandemia do Novo Coronavírus, bem como as diversas medidas que estão sendo adotadas para mitigar a propagação da referida doença, inclusive no que se refere às restrições de viagens e encontros presenciais, encaminhem-se os autos à Comissão Permanente de Licitação (CPL), para que se suspenda, por 30 dias, a realização do Pregão Eletrônico n. 06/2020 a fim de que a Administração reavalie o momento mais oportuno para a realização da licitação.”

A licitação, que custaria R$ 217 mil aos cofres públicos, foi revelada por O Antagonista na semana passada. É a primeira vez que um edital para esse tipo de serviço foi feito no CNJ.

O cardápio é bem variado, com café da manhã, almoço e jantar. Além de estabelecer números que chamam a atenção, como R$ 63 mil em gelos em cubos e secos, estão previstas a compra de 126 sanduíches de filé, com gastos de R$ 2 mil, e de peito de peru a R$ 1,6 mil.

O menu inclui ainda bandeja de frios, castanhas, patê de diversos sabores (gorgonzola e tomate seco), geleias (damasco, laranja e morango), iogurte natural e light. Além, é claro, de bebidas, como água de coco, refrigerantes com açúcar e light e sucos.

O Antagonista

 

Como fazer prevenção ao Covid – 19, sem água, sabão, álcool gel, fome e extrema pobreza?

O isolamento social como a maior prevenção ao Covid – 19, está sendo bem assimilado pela população, mas infelizmente tem muita gente que não pode se inserir dentro do contexto pelas próprias dificuldades que enfrentam para subsistir no dia a dia.

Aqui em São Luís, há uma movimentação do poder público para dar assistência aos moradores de ruas, mas também há necessidade de se olhar para as famílias que vivem condições subumanas nas áreas de risco atingidas pelas enchentes, em que também estão as que foram transferidas para casas de parentes. São situações sérias, em que é impossível isolamento de qualquer ordem, além de que as pessoas precisam sair em busca do pão de cada dia.

Em nossa capital existem dezenas de comunidades que não contam com abastecimento de água e o produto é adquirido em locais de aglomeração, além de que não terão disponibilidade para lavar as mãos, de acordo com as orientações médicas. Isso sem falarmos em sabão e álcool gel. Se a situação em São Luís é séria em que milhares de pessoas estão expostas ao vírus por falta de uma política de emergência, avaliemos as famílias do interior do estado.

De acordo com o IBGE, o Maranhão tem 54,1% da sua população na extrema pobreza que vivem com R$ 406,00, com uma importante observação de que 3% do total passam fome, não têm qualquer tipo de renda. Outro fator assustador para o momento em que vivemos a prevenção ao Covid – 19, um pouco mais de 29% dos maranhenses não têm acesso ao abastecimento de água.

Dentro da campanha de prevenção ao Coronavírus, que chega a apavorar as pessoas e criar neuroses em outras, não se sabe o tem sido feito ou pretendido no Maranhão ao enfrentamento a doença nos 217 municípios.  A realidade é que a maioria da população é formada de pessoas que passam fome, vivem em plena miséria e integram os indicadores da extrema pobreza de acordo com o  IBGE.

O sério e grave problema está envolto em mistério, uma vez que o governo não fala e a classe politica também faz o silêncio obsequioso. O Covit-19 é letal e os riscos a que estão expostos os maranhenses precisa ser encarado com a devida e necessária responsabilidade. A massificação para o isolamento social é necessária, mas a maioria das famílias que não podem nem se aventurar a um isolamento, uma vez que as suas casas têm espaços bem restritos apenas para dormir num verdadeiro imprensado.

A distribuição de cestas básicas que seriam de 200 mil como doação da Assembleia Legislativa do Estado e participação do governo, que deu origem a uma enorme confusão no Reviver, precisa ser bastante melhorada, tendo-se como referência às duas mil que foram distribuídas para as pessoas da informalidade. Pelo que observei, uma cestinha daquelas para uma família de 04 pessoas não dura uma semana. Se realmente o governo pretende exercer a sua responsabilidade quanto às famílias que vivem na extrema pobreza que é mais da metade da população do Estado, precisa se mobilizar e comprar alguns milhões de cestas básicas, que neste momento o clientelismo se torna aceitável, mas sem qualquer desvio de finalidade para a exploração politica.

Apesar de inúmeras mobilizações que vêm sendo feitas no interior do Estado por entidades e por prefeituras, elas nunca chegarão à maioria dos pobres miseráveis que passam fome e sem as mínimas condições de defesa à pandemia do Covid-19.

 

Quando sair da cadeia no Paraguai, Ronaldinho tem encrenca à sua espera em Porto Alegre

Quando Ronaldinho Gaúcho deixar a cadeia no Paraguai, uma outra encrenca judicial o aguarda em Porto Alegre. Em ação que tramita na Vara Cível do Foro Regional da Tristeza, em Porto Alegre, o ex-craque está sendo cobrado pela ICH Administradora dos Hoteis Intercity.

A questão sub-judice: Ronaldinho comprou – e prometeu pagar a prazo – algumas unidades no Condomínio Urban Office e Hotel Intercity Curitiba.

Segundo a empresa alega, nenhuma parcela foi paga.

Detalhes (cabalísticos?): são 13 unidades, todas situadas no 13º andar do prédio. E mais: o número do processo tem 13 algarismos; e, nele, os dois últimos são, justamente, 13. (Proc. nº 1160013919213).

Pelo menos, o conteúdo dessa encrenca é meramente financeiro, mas, de qualquer forma, denota que o ex-craque vai realmente mal das pernas nas finanças.

Há quem diga que o rombo deixado pelo irmão Assis, nos últimos anos, supera a bagatela de 400 milhões de reais.

Ronaldinho nasceu para o futebol, um gênio. Assis nasceu para a picaretagem, um estelionatário de luxo.

Jornal da Cidade Online                

 

Pandemia do COVID-19

  * José Olívio Cardoso Rosa

Ao nascer de um famigerado dia, a China viu-se mergulhada em uma verdadeira pandemia, iniciando-se na cidade de Wuhan e se alastrando por várias cidades chinesas com um resultado fatal, por ceifar centenas de vidas e acometer gravemente a saúde de centenas de outras mais, numa guerra desigual, não existindo vacina para debelar esse mal, ora incurável.

Porém, o Presidente chinês Xi Jinping encarou o mal de frente, tomando medidas drásticas, fechando estabelecimentos para evitar aglomerações e consequentemente maior disseminação do vírus, inclusive igrejas, ficando todos confinados em suas casas, numa espécie de toque de recolher. Até os supermercados foram atingidos parcialmente, adequando-se como se estivessem em guerra.

A situação de calamidade pública gerada por essa pandemia que dantes era isolada ao território chinês avolumou-se desastrosamente para uma calamidade mundial ao afetar rapidamente diversos outros países, por conseguinte todas estas nações empenharam-se em descobrir uma cura química para esse vírus cruel e mortal.

Nesse cenário apesar dos esforços da comunidade científica mundial, que ainda não nos proporcionou a tão esperada notícia do desenvolvimento de uma vacina, louvamos estes profissionais, ao tempo que aguardamos com esperança e fé para que exitosamente obtenham resultados almejados nestas pesquisas e com a urgência que o panorama atual requer.

Por enquanto a melhor medida é atender todas as recomendações dadas pelos especialistas de prevenção a serem adotadas por cada indivíduo, seja de cunho sanitário ou distanciamento social. Que apesar de fugir aos nossos costumes habituais, e de representarem certos sacrifícios, são medidas deveras necessárias.

De certo que providências como a realização de videoconferência ao invés de reuniões presenciais, bem como, o distanciamento social de pessoas que corriqueiramente tínhamos contato físico, sobretudo familiares, e da recorrência da incursão dessa temática hodiernamente em nossas vidas, no campo pessoal e profissional permeando nosso lares, nossos periódicos, matérias de entretenimento e nosso trato diário nas relações interpessoais, notadamente acarretam no temor psicológico inevitavelmente incutido em nossas mentes derivado de todo esse arcabouço. Contudo temos como concepção irrefragável que tudo isso é passageiro e se todos fizermos nosso papel fundamental no enfretamento desse vírus mitigaremos de sobremaneira esses malefícios por ele proporcionado, até que surja a eficaz cura pela ciência através de um antídoto vacínico.

Desse modo sigamos com a sensatez devida e comprometimento que esse cenário requer. Além de clamarmos para que os demais que assim não se comportem, modifiquem suas posturas em prol do bem comum.

Enfim, rogamos a Deus nosso criador que ilumine e dê fertilidade a uma mente abençoada que possa encontrar a forma de debelação desse truculento vírus e esperamos que a paz reboe no mundo inteiro e finalmente cesse essa crise de saúde mundial, voltando assim tudo ao normal.

 José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado e poeta.

 

Bolsonaro quer liberar R$ 36 bilhões para empregados de bares e restaurantes de todo o país

Desde quinta-feira, 26, circula a informação de que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está estudando uma possibilidade que irá beneficiar milhares de empreendedores e seus funcionários em todo o país.

Bolsonaro deve editar Medida Provisória e autorizar a liberação de R$ 36 bilhões para pagar salários de funcionários de bares e restaurantes ao longo dos próximos três meses.

A iniciativa é mais uma ação do governo para amenizar o estrago na economia causado pela pandemia de coronavírus que está no Brasil.

Antes de encaminhar o texto ao Congresso, o Executivo o enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que alguns itens sejam reavaliados.

A previsão é que os recursos saiam do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Jornal da Cidade Online