Alexandre de Moraes descarta deixar STF e a próxima presidência, e não teme o senado

Recentemente, o crescimento da oposição no Senado Federal gerou um clima de atenção no ministro, que tem sido alvo de vários pedidos de impeachment. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, teria dito a aliados que não pretende deixar o tribunal judiciário por iniciativa própria. Recentemente, o crescimento da oposição no Senado Federal gerou um clima de atenção no ministro, que tem sido alvo de vários pedidos de impeachment. Segundo o SBT News, aliados dizem que o magistrado segue com disposição, não demonstra abatimento e a presidência da Corte está no seu plano. O nome de Moraes ganhou forte repercussão na oposição após o vazamento de seu nome estar presente em relatórios da Polícia Federal (PF), nos quais apontam uma suposta relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master e contratos milionários com o escritório de advocacia da sua esposa Viviane Barci Moraes.

Diário do Poder

 

Rogério Marinho retoma proposta de Flávio de reduzir maioridade penal na PEC da Segurança

Emenda resgata projeto apresentado por Flávio Bolsonaro em 2019 e prevê responsabilização penal mais cedo para crimes graves. O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), apresentou nesta quarta-feira (14) uma emenda à PEC da Segurança Pública para retomar a proposta de redução da maioridade penal apresentada por Flávio em 2019. A emenda foi protocolada na PEC 18/2025, aprovada nesta quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e que segue para análise do plenário. O texto prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e a responsabilização a partir dos 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas. A proposta original, PEC 32/2019, de autoria de Flávio Bolsonaro, continua em tramitação no Senado, aguardando a designação de relator. Marinho critica a demora na análise de medidas de endurecimento penal enquanto o governo Lula busca avançar com mudanças na segurança pública a 11 dias do segundo turno presidencial. Flávio desafiou Lula e o PT a apoiarem a redução da maioridade penal e a punição mais rigorosa para crimes graves.

“Agora que Lula resolveu falar de segurança pública, faltando 11 dias para a eleição, vamos colocar as propostas na mesa. A nossa está apresentada desde 2019. É um compromisso que está no meu plano de governo. Quero ver Lula e o PT votarem a favor de uma punição mais dura para quem comete crimes hediondos, estupra, mata e aterroriza famílias brasileiras. Chega de discurso. Vamos ver quem, de fato, quer combater o crime”, afirmou Flávio.

Marinho também criticou declarações anteriores do presidente sobre traficantes e organizações criminosas.

“Lula já disse que os traficantes são vítimas dos usuários. Quando os Estados Unidos decidiram classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas, ficou indignado com a decisão e falou em ‘nossos criminosos’. Seus criminosos, Lula. Nós temos uma visão muito diferente sobre segurança pública. Vamos endurecer com o crime, vamos radicalizar no enfrentamento daqueles que aterrorizam a população. A prioridade do Estado precisa ser proteger as famílias brasileiras, e não encontrar justificativas para quem pratica crimes”, declarou Marinho.

Flávio defendeu que a idade não seja usada como instrumento de impunidade em casos de violência grave.

“O crime cometido por um menor de idade não é um crime menor. A dor de uma mãe que perde um filho assassinado é a mesma, independentemente da idade do criminoso. Quem tem maturidade para planejar e executar um homicídio ou cometer um estupro precisa ter maturidade para responder penalmente pelos seus atos. Não podemos permitir que a idade seja utilizada pelas facções como instrumento de impunidade”, acrescentou Flávio.

Na justificativa, Marinho cita pesquisa Datafolha de junho de 2026, segundo a qual 79% dos brasileiros apoiam a redução da maioridade penal. A emenda busca incluir a discussão na votação da PEC da Segurança Pública e cobrar dos parlamentares um posicionamento sobre o endurecimento das regras.

“Se o governo realmente quer enfrentar o crime organizado, terá a oportunidade de demonstrar isso com seu voto. Não basta apresentar uma PEC às vésperas das eleições e fazer promessas. É preciso ter coragem para mudar a legislação e enfrentar aqueles que transformaram comunidades inteiras em territórios de medo. Nossa proposta está sobre a mesa. Vamos ver quem está do lado da população e quem vai se recusar a endurecer as penas”, concluiu Rogério Marinho.

Diário do Poder

 

Privatizações e criminalidade estão entre as preocupações e reprovação ao governo Lula

Levantamento mostra que 50% consideram erro retirar estatais do programa de privatização, enquanto segurança pública e corrupção lideram a lista de problemas do governo Lula e do país. A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta que 50% dos entrevistados consideram um erro a decisão do governo Lula de retirar empresas públicas, como os Correios, do programa de privatização. A medida registra o maior índice de reprovação entre as decisões avaliadas pelo levantamento. Também aparecem entre as ações o fim da obrigatoriedade de aulas em autoescolas para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), com 41%; a adoção do arcabouço fiscal, com 37%; e o programa Move Brasil, voltado ao financiamento de veículos para motoristas de aplicativo, com 34%. O levantamento também investigou quais são os principais problemas do país.

A criminalidade e o tráfico de drogas lideram a lista, mencionados por 59,3%, seguidos pela corrupção, com 58,3%. A saúde aparece em terceiro lugar, com 17,8%, seguida pela violência contra a mulher e o feminicídio, citados por 16,9%. Os impostos altos foram mencionados por 15,3%, enquanto o enfraquecimento da democracia registrou 14,4%. A educação foi apontada por 14,2%, e o extremismo e a polarização política, por 14%. O mau funcionamento da Justiça aparece com 13%. Economia e inflação foram citadas por 10,4%, índice próximo aos 10,3% registrados para racismo, homofobia, xenofobia e antissemitismo. Pobreza, desemprego e desigualdade social somaram 8%, seguidos pelo endividamento das famílias (7,3%) e pelo conservadorismo (7%).

Entre os demais temas, a violência policial foi mencionada por 3,9% dos entrevistados, e a degradação ambiental e o aquecimento global, por 3,8%. A mudança dos valores registrou 1,5%, enquanto migração e controle de fronteiras somaram 0,5%. A preocupação com estradas, portos e aeroportos ficou em 0,1%, e outros temas representaram 1,3%. A pesquisa ouviu 5.026 pessoas por meio de recrutamento digital aleatório, entre 3 e 8 de outubro de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual, com confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03663/2026.

Diário do Poder

Frente de Prefeitos: Fim da 6×1 é “demagogia eleitoral e rombo de R$ 35 bilhões aos municípios, diz Crusoé

Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre, estima que fim da escala 6×1 provocará rombo de 35 bilhões de reais por ano para os municípios. O prefeito de Porto Alegre e presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), Sebastião Melo, reclamou da aprovação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de trabalho 6×1. Segundo o prefeito, o texto aprovado na quarta-feira, 14, é mais uma “demagogia eleitoral” e provocará um rombo de 35 bilhões de reais por ano para os municípios. Para Sebastião Melo, criar novas obrigações sem apontar de onde virão os recursos é “brincar com o dinheiro público e punir aos mais pobres a quem serão transferidos os aumentos.”

“MAIS UMA DEMAGOGIA ELEITORAL

A aprovação do fim da escala 6×1 no Senado é mais uma demagogia eleitoral. Reduzir a jornada exige responsabilidade, planejamento e respeito à realidade de cada setor. Não pode virar pacote eleitoral.

Direita, esquerda e Centrão se unem quando o assunto é buscar votos, mas ninguém explica quem vai pagar essa conta. Repudio essa irresponsabilidade, porque o dinheiro não cai do céu!

Os municípios possuem serviços públicos terceirizados que vão precisar de reajustes substanciais. Isso é: contratos da saúde, limpeza urbana, tapa buraco, transporte público e tantos outros. O rombo estimado com isso é de R$ 35 bilhões por ano para os municípios.

Como presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), sempre alertei que esse valor é metade de toda a arrecadação anual de IPTU das cidades brasileiras. Isso pode comprometer serviços essenciais e é a população que vai pagar essa conta! Criar novas obrigações sem apontar de onde virão os recursos é brincar com o dinheiro público. Sem financiamento e sem avaliar os impactos, essa medida pode inviabilizar a gestão municipal”, escreveu o prefeito de Porto Alegre no X.

Fim da escala 6×1

O Senado aprovou na quarta-feira, 14, o fim da escala de trabalho 6×1. Foram 75 votos a favor do texto em primeiro turno e segundo turno. O texto segue para a promulgação do Congresso Nacional. A PEC reduz a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas.

O Antagonista

Cerrado perde 13,9 milhões de hectares de vegetação e a agropecuária domina o bioma

Levantamento do MapBiomas aponta redução de cobertura nativa entre 1985 e 2025, enquanto a agropecuária quase dobrou sua área no bioma. O Cerrado brasileiro perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa em áreas próximas a rios e outros cursos d’água entre 1985 e 2025. A extensão equivale ao território do Amapá e representa 26,9% de toda a vegetação nativa convertida para outros usos no bioma durante o período. Os dados são da Coleção 11 do MapBiomas, levantamento que monitora as mudanças na cobertura e no uso da terra no país. O estudo considera áreas localizadas em até 500 metros de rios e outros cursos d’água. A vegetação dessas regiões contribui para proteger o solo contra a erosão, reduzir o transporte de sedimentos e preservar a qualidade da água. A retirada dessa cobertura pode aumentar a vulnerabilidade dos cursos d’água a impactos ambientais.

Entre as bacias hidrográficas com nascentes no Cerrado, a do Alto Tocantins registrou a maior perda de vegetação nativa próxima aos rios, com 2,9 milhões de hectares. Na bacia do Araguaia, a redução chegou a 2,7 milhões de hectares. Juntas, as duas regiões concentraram 41% das perdas identificadas nessas áreas ao longo do período analisado.

Considerando todo o bioma, a perda líquida de vegetação nativa alcançou 51,7 milhões de hectares entre 1985 e 2025, uma redução de 34%. No mesmo intervalo, a área ocupada pela agropecuária cresceu de 46,7 milhões para 97,9 milhões de hectares. Em 2025, a atividade abrangia 48,9% do Cerrado, com áreas destinadas à agricultura e à pecuária.

O levantamento também identificou mudanças na distribuição da vegetação entre os estados e municípios. Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará e Pernambuco passaram a ter menos da metade de seus territórios de Cerrado cobertos por vegetação nativa. Segundo o MapBiomas, 77,7% da redução da vegetação ocorreu em áreas privadas com registro georreferenciado, enquanto áreas protegidas ou de uso coletivo também registraram perdas no período.

Diário do Poder

 

Petistas descontrolados: Mentiras, calúnias, difamações e agressões voltaram como vingança

*Por Lucia Sweet

Dizer que petista é desonesto é pleonasmo. Os órfãos da Lei Rouanet, dos mais jovens aos mais velhos, estão descontrolados diante da iminência de Flávio Bolsonaro vencer as eleições. As mentiras, calúnias, difamações e agressões, voltaram como vingança.

Vejo judeus que votam no PT, apoiador do Hamas.

Vejo universitários que votam no PT, mas seu líder, Lula, só tem curso primário e nunca se interessou em estudar.

Vejo petistas falarem em liberdade e democracia, mas aliarem-se a ditadores.

Vejo professores que doutrinam em vez de ensinar e votam no PT, em nome da educação e da cultura.

Vejo jovens que nunca trabalharam, mas votam no PT, em nome dos trabalhadores.

Vejo petistas falando em amor enquanto atacam com extrema violência quem não vota no PT.

Vejo petistas depredarem e sujarem tudo por onde passam.

Uma manifestação do PT parece uma rave nos infernos, com jovens vestidos como freaks. Os rapazes depilam as pernas e as moças não, além de exibirem as axilas hirsutas (peludas) e fétidas no calor. Se você concorda comigo, vote em Flávio Bolsonaro para derrotar essa minoria corrupta, sem ética e sem princípios, que mente, rouba aposentados indefesos e escraviza o povo.

Dia 25 só pode ser 22.

Lucia Sweet

Jornalista

 

CNI: Brasil atingiu o pior Índice na indústria em 06 anos, que superam a pandemia da covid-19

Avaliação de empresários aponta que a indústria e a economia vivem momento pior desde junho de 2020.A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quarta-feira (14) que o Brasil atingiu pior Índice de Condições Atuais desde junho de 2020, no auge da crise causada pela pandemia de covid-19. A avaliação é feita por empresários do setor industrial, por meio do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), entre setembro e outubro. O indicador obtido pela CNI compara o momento vivido pelas empresas e pela atividade econômica com os seis meses anteriores. E caiu 0,2 ponto em outubro, para 40 pontos, puxado pela compreensão dos empresários sobre o momento atravessado pelas próprias indústrias brasileiras.

“Esse patamar bastante negativo é explicado por uma série de fatores. Alguns elementos já vêm de algum tempo, como a queda da demanda por produtos industriais, mas outros, mais recentes, agravaram o quadro. Entre eles, uma pressão de custos muito grande, que asfixiou a saúde financeira das empresas, e incertezas bastante elevadas também no cenário externo”, avalia o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. O representante da CNI pondera que a expectativa dos empresários para os próximos meses até melhorou. Mas indicador de confiança permanece abaixo de 50 pontos pelo 22º mês seguido.

Diário do Poder

 

MDB anunciou apoio de 17 diretórios estaduais a Flávio no segundo turno

Articulação liderada por Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes amplia a base do candidato do PL, enquanto dez estados declaram apoio a Lula. O presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Baleia Rossi, anunciou o apoio de 17 diretórios estaduais do partido à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no 2° turno das eleições. O anúncio ocorreu durante comitê do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A articulação foi conduzida por Tarcísio e pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que intensificaram as negociações com lideranças da sigla após o primeiro turno. O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), também participou das conversas para ampliar o apoio ao candidato do PL.

No primeiro turno, o MDB adotou posição de neutralidade na disputa presidencial, deixando os diretórios estaduais livres para estabelecer alianças conforme os cenários. Apesar do anúncio de Baleia Rossi, o partido permanece dividido. Nesta terça-feira (13), representantes da legenda em dez estados das regiões Norte e Nordeste divulgaram uma nota conjunta em apoio à chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB). O apoio de parte do MDB se soma às adesões de Republicanos, União Brasil, PP, Novo e Podemos à candidatura de Flávio Bolsonaro. Tarcísio também tem participado de reuniões com o candidato e outros aliados para articular estratégias e organizar compromissos.

Diário do Poder

Pesquisa AtlasIntel indica na eleição a preocupação dos brasileiros com a corrupção, diz o Crusoé

Caso Master e a Roubalheira por aliados do governo Lula aos aposentados do INSS e diversos vínculos até de ministros do STF com Vorcaro podem explicar números da pesquisa. Pesquisa AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, apontou um aumento na percepção dos brasileiros de que a corrupção é o maior problema do país. O tema foi citado por 58,3% dos entrevistados, uma alta de quase cinco pontos percentuais em relação a agosto, quando o índice era de 53,4%. A criminalidade e o tráfico de drogas, porém, continuam no topo da lista de preocupações, mencionados por 59,3% dos brasileiros. A saúde pública aparece em seguida, citada por 17,8% dos entrevistados. O levantamento ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro.

Caso Master

O aumento da percepção de corrupção ocorre em meio à repercussão do caso Master. Além de citações envolvendo Lula e Flávio, relatórios da Polícia Federal (PF) indicaram ligações entre ministros do Supremo com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em setembro mostrou que 49,5% dos entrevistados consideravam que a crise prejudicava mais o presidente Lula. Já 20,9% apontava maior prejuízo ao senador Flávio Bolsonaro (PL). No mesmo levantamento, a percepção sobre o envolvimento de aliados dos dois grupos políticos no caso estava praticamente dividida. Além disso, 85,1% viam envolvimento direto de ministros no caso Master. Em março, eram 66,1% — uma alta de 19 pontos percentuais. Apenas 4,4% disseram não ver ligação direta, e 10,5% não souberam responder.

Nexus

Pesquisa BTG/Nexus, divulgada na terça-feira, 13, indica que o presidente Lula (PT) não supera Flávio Bolsonaro (PL) entre quem não foi votar no primeiro turno. Empenhado em convencer abstencionistas a irem votar no segundo turno, o petista tem 41% das intenções de voto entre os entrevistados que não foram às urnas em 4 de outubro. O filho de Jair Bolsonaro, por sua vez, tem 49% dos votos entre os que não compareceram. Outros 6% disseram que vão votar “nenhum/branco/nulo”, e 3% não sabem ou não responderam.

Terceira via

Lula também não deve absorver os votos dos entrevistados que votaram em um dos candidatos da terceira via no primeiro turno.

O Antagonista

 

Flávio desmascara a subserviência da atriz Bruna Marquezine por escandalosa mentira em apoio a Lula

Bruna Marquezine foi desmascarada pelo senador Flávio Bolsonaro. A atriz fez uma publicação onde insinuava que Flávio iria acabar com a farmácia popular. Uma escandalosa mentira por subserviência e sem qualquer fundamento. Foi mais uma das inúmeras, em que despontam artistas que de há muito mamam nas tetas da Lei Rouanet, sem qualquer retorno, uma vez que as suas apresentações que deveriam ser sem cobranças de ingressos e dirigidas para o público pobre não é cumprido, e o dinheiro que recebem é do pagador de impostos com maracutaias do governo Lula.

“Não tem Farmácia Popular nos planos de Flávio pro Brasil”.

O candidato alertou para a política do medo que o PT tenta impor para as pessoas mais humildes, usando para isso pessoas famosas que por razões inconfessáveis apoiam a candidatura de Lula. Flávio acusou a atriz de usar sua influência para enganar as pessoas e tentar favorecer Lula na disputa eleitoral. O candidato ainda garantiu que em seu governo a farmácia popular vai melhorar muito.

Jornal da Cidade Online