O empréstimo consignado de Lula para o trabalhador é cilada para endividar e perda do FGTS

Lançado com barulho pelo presidente Lula (PT) como “fórmula mágica” para tirar os trabalhadores do sufoco, cada vez se parece mais como uma arapuca o empréstimo consignado para trabalhadores com carteira assinada. O crédito, porém, será condicionado à garantia o FGTS da vítima. Apesar de operação tão segura, com risco de calote próximo de zero, os bancos fixaram juros de até 89% para esse consignado. Ficou claro que a arapuca faz a alegria dos bancos e não dos trabalhadores.

Empréstimo carcará

Os juros anuais do consignado para servidor somam 24,2%, beneficiário do INSS 23,2% e de 48,9% a 87% para trabalhadores do setor privado.

Assim não dá

Dados do Banco Central apontam que o juro médio do crédito pessoal em janeiro de 2025, 45,6%, um escândalo, foi menor que do consignado.

Quebrado e sem FGTS

Especialistas advertem: o trabalhador corre o duplo risco de ficar endividado e negativado, e ainda perder o saldo de FGTS.

Governo banqueiro

Como no caso do consignado, os governos Lula são conhecidos por garantir lucros siderais aos bancos. Está acontecendo de novo.

Coluna do Claudio Humberto

 

Manifestantes pela anistia na avenida Paulista, também expressaram indignação contra Lula e o STF

Um simples gesto tomou conta da avenida Paulista neste domingo (6). Manifestantes erguem batons como forma de protesto em referência a Débora Rodrigues, condenada a 14 anos de prisão após ter escrito “Perdeu, mané” na estátua da Justiça na manifestação de 8 de janeiro.

 “Cuidado!!! Usar essa arma te condena a 14 anos”, lê-se em um dos cartazes dos manifestantes.

A manifestação popular também foi para a Suprema Corte Brasileira. As imagens dos batons e dos cartazes com críticas a Lula e ao STF serão destaques na imprensa com internacional, o que reflete a realidade atual do Brasil e que contrasta com palestras e outros meios de comunicação, que insistem em dizer que no Brasil houve tentativa de golpe com armas em carrinhos de picolé e pipoca. Com absoluta certeza a história será implacável com todos, principalmente os mais contundentes, respaldados por todo o colegiado.

Jornal da Cidade Online

 

Em ato pela anistia, na avenida Paulista, multidão gritou: ‘Lula, ladrão, seu lugar é na prisão’

População que ocupou a Avenida Paulista em manifestação a favor da anistia neste domingo (06). Durante o ato a favor da anistia aos presos do 8 de janeiro que ocorreu neste domingo (6), a multidão de pessoas que compareceu ao evento protestou contra absurdos das penas impostas pelo STF, aos manifestantes de 2023.

Ainda no ato, a população que lotou a Avenida Paulista, em São Paulo, criticou o presidente Lula (PT) ao gritar em coro aberto: “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”.

O deputado federal André Fernandes (PL-CE) que estava presente na ocasião e registrou o momento ironizou: “belo recado de amor ao presidente Lula”.

Diário do Poder

Mulher de Alexandre de Moraes, advogada do suspeito Banco Master inquieta os meios jurídicos de Brasília

O Banco Master é suspeito de irregularidades e está sendo vendido para um banco estatal, o BRB, o Banco de Brasília. A advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes foi contratada pelo Banco Master, segundo noticiado nesta quarta-feira (3). Nos meios jurídicos a notícia foi impactante. A encrenca em que se meteu o Banco Master é gigantesca. Pois bem, o BRB é controlado pelo governo do Distrito Federal, que anunciou na semana passada a compra do banco encrencado.

A negociação é no sentido de que 49 por cento das ações do Master sejam vendidas por R$ 2 bilhões. Isso depende de autorização do Banco Central. Essa negociação também surpreendeu e causou estranheza no mercado financeiro. O Banco Master tentou, mas não logrou êxito em conseguir um comprador privado.

A negociação entre BRB e Master é considerada de alto risco pela Agência Moody’s, uma das mais respeitadas do mundo. Isso levanta inúmeras suspeitas. Por outro lado, a contratação da esposa de Alexandre de Moraes como advogada do banco no mínimo chama atenção.

Paralelamente, o Ministério Público do Distrito Federal acaba de anunciar a abertura de uma investigação criminal sobre essa negociação. Certamente, a esposa de Moraes irá atuar da defesa do banco. Isso é intrigante e pelo visto nada transparente.

Jornal da Cidade Online

 

Missionária maranhense Eliene de Jesus é libertada após 2 anos, sem crime e duras restrições sobre o 8 de janeiro

Após grande repercussão e forte pressão pública a missionária maranhense Eliene Amorim de Jesus, de 28 anos, foi solta nesta sexta-feira, 4 de abril, por ordem de Alexandre de Moraes, após dois anos presa no Complexo Penitenciário de Pedrinhas (MA). Ela foi detida em março de 2023 por suposta participação nos atos de 8 de janeiro, mesmo sem provas de envolvimento em vandalismo. A decisão, no entanto, está longe de representar liberdade plena: trata-se de um alvará de soltura clausulado, condicionado a uma série de medidas cautelares extremamente rígidas para uma cidadã, até agora sem formalização de imputação criminal.

Moradora do bairro Angelim em São Luís, Eliene trabalhava como doméstica, babá e manicure, além de cursar Psicologia. Segundo relatos, ela viajou a Brasília com a intenção de observar os protestos e escrever um livro, após documentar manifestações em São Luís. Foi a única maranhense presa, supostamente por publicar fotos nas redes sociais. Mesmo sem antecedentes, Eliene ainda pode pegar até 17 anos de prisão, dentro das regras desproporcionais do STF.

Seguiremos firmes na luta para que outras injustiças sejam corrigidas — porque, apesar da soltura de Eliene, ainda há muito pouco a se comemorar. Muitos presos políticos continuam atrás das grades. Dona Adalgiza deve ser a próxima a conquistar a liberdade, mas para isso, a pressão popular não pode cessar, diz a jornalista autora da denúncia. A mobilização precisa continuar!

Karina Michelin. Jornalista.

 

AGU recorre da condenação de Lula por acusação a Bolsonaro de ‘sumiço’ de móveis mantidos no Alvorada

A Advocacia-Geral da União afirmou que as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o suposto desaparecimento de móveis do Palácio da Alvorada durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) foram feitas em um contexto de “exercício de sua função constitucional e com o objetivo de resguardar o patrimônio público”. Nos primeiros dias de seu governo, Lula acusou o casal Bolsonaro de ter dado “sumiço” em móveis da Presidência. A manifestação da AGU se deu em recurso contra sentença da 17ª Vara da Justiça Federal de Brasília que condenou o governo federal a indenizar o ex-presidente e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em R$ 15 mil por danos morais. A informação é do jornal Folha de São Paulo.

A decisão, de setembro de 2024, entendeu que a imagem e a reputação do casal foram atingidas quando Lula os acusou de “dar sumiço” a itens da residência oficial da Presidência. As declarações foram feitas pelo petista nos primeiros dias de seu terceiro mandato, em janeiro de 2023. Na ocasião, o recém-empossado disse que estava morando em um hotel porque o Palácio da Alvorada estava sem móveis e em más condições de conservação. Em março de 2024, a Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal comunicou que todos os móveis considerados desaparecidos haviam sido encontrados. Segundo a defesa de Bolsonaro e Michelle, eles preferiram usar mobília própria durante sua estadia no Alvorada.

Diário do Poder

Globo recusa novela sobre aborto, de Gloria Perez e ela se demite após 42 anos na emissora

A renomada autora Gloria Perez confirmou nesta sexta-feira (04) que encerrou sua longa trajetória com a TV Globo, após mais de quatro décadas de colaboração. Aos 76 anos, Perez optou por não renovar seu contrato por obra com a emissora após divergências sobre o conteúdo de sua nova novela, que abordaria o tema do aborto — assunto que foi vetado pela direção do canal.

Conhecida por tramas de grande sucesso como O Clone e América, Gloria esclareceu em suas redes sociais que o contrato mais recente previa o desenvolvimento de uma novela a ser exibida depois do remake de Vale Tudo. Segundo ela, a sinopse foi aprovada e os primeiros capítulos já estavam escritos, mas a Globo decidiu que o tema central da história não se alinhava com a nova linha editorial que pretende adotar para suas produções dramáticas.

“De 1983, quando comecei colaborando com Janete Clair, até 2025 foram 42 anos. E esclareço para evitar mal entendidos: meu último contrato foi para fazer a novela que entraria depois de Vale Tudo. Sinopse aprovada, capítulos iniciais escritos, a direção considerou que o assunto aborto era inadequado para as novas diretrizes que se pretende dar às novelas”, escreveu a autora.

Gloria destacou que respeita a decisão da empresa, mas, diante da circunstância e do modelo contratual por obra, considerou melhor não seguir com o projeto.

“Não questiono a decisão, é normal que uma empresa decida de acordo com sua conveniência. Mas uma vez que o contrato era por obra, considerei que o mais conveniente para mim era não aceitar renovação e fazer a resilição do contrato. Tudo de comum acordo”, completou.

Ela ainda frisou que a saída foi amigável e que tanto ela quanto a emissora mantêm as portas abertas para futuras colaborações. “As portas continuam abertas, as minhas e as da Globo também, mas nesse momento prefiro assim, quero viver esse tempo no ‘deixa a vida me levar'”, concluiu.

A trajetória de Gloria Perez como autora titular começou em 1990 com Barriga de Aluguel, novela que já demonstrava seu interesse em tratar de temas sociais relevantes. Sua última produção foi Travessia, exibida em 2023. A Globo não divulgou nenhum comunicado oficial sobre a decisão da autora ou os rumos futuros da faixa de novelas em que sua obra seria exibida.

Jornal da Cidade Online

Se Trump aplicar a Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, decretará a sua “pena de morte financeira” nos EUA

Eduardo Bolsonaro soltou o verbo. Segundo o deputado licenciado, Trump vai decretar a morte financeira do ministro Alexandre de Moraes com a Lei Magnitsky.  “Esse caldo todo permitirá que Trump faça uma ordem executiva para sancionar Alexandre de Moraes e decretar a sua pena de morte financeira”, disse.

Moraes está encurralado. Segundo fontes do Supremo, ao ver esse cenário de possíveis sanções, o ministro reagiu imediatamente com ironia em conversa com outros integrantes do STF. Porém, os risos de Moraes devem ter sido de “pavor” já que uma forte reação se desenha bem na sua frente. O cerco está se fechando. Inegavelmente, logo o impeachment de Alexandre de Moraes será o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados.

Jornal da Cidade Online

 

Um feudo rico, muito rico e seus servos, chamado CBF

A CBF, guardadas as devidas proporções, tem um “quê” do atual governo. Explico: é de conhecimento público que é corriqueiro do governo do ex-presidiário Lula a técnica do TOMA LÁ DÁ CÁ, ou seja, para atender interesses do governo; há a liberação de verbas públicas para parlamentares, a torto e a direita; generosas liberações de verbas publicitárias para a imprensa; nomeação de cargos de toda ordem, enfim, um carnaval com os cofres públicos.

Na CBF – Confederação Brasileira de Futebol, a engrenagem pode seguir a mesma trilha. No último dia 24, o atual presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues (desde 2021 quando assumiu o cargo no lugar do primeiro interino, Coronel Nunes, após afastamento de Rogério Caboclo, acusado de assédio sexual e moral), candidato único, foi eleito presidente por unanimidade para o período de março de 2026 até março de 2030. Teve votos de todas as 27 federações de futebol do Brasil, e de todos os 40 clubes das Séries A e B, que formam o Colégio Eleitoral da entidade. O que causa essa correlação entre o governo federal e a CBF, são as benesses com dinheiro público, que correm soltas nas duas instituições. 

Segundo reportagem da Revista Piauí, a CBF acaba de anunciar reajuste de 330% nos salários de todos os 27 presidentes de federações estaduais, de R$50.000,00 para R$215.000,00. Estranho? Ou não é permitido pensar no TOMA LÁ DÁ CÁ no esporte bretão? A dúvida reside no tipo de relação, curiosa por sinal, que existe entre os presidentes dos 40 clubes de futebol que ajudaram a eleger Ednaldo. É curiosa, no mínimo, porque vem justamente destes presidentes as maiores críticas à entidade quando se sentem prejudicados no campo das disputas esportivas, bem como nos bastidores. Coisa de louco! 

Na última Copa do Mundo a entidade bancou a viagem de 49 convidados para acompanhar o torneio em Doha, no Catar, com tudo pago pela entidade maior do futebol brasileiro. A esposa do dirigente também usufruiu da farra. Só em despesas extras, Rita Galvão gastou por volta de R$37.000,00.

O próprio Ednaldo obtém ótima renda através do futebol. Só da entidade mãe do futebol, a FIFA, como conselheiro, Ednaldo abocanha 300 mil dólares anuais (aproximadamente R$1,7 milhão). Na CBF, recebe em torno dos R$5 milhões por ano.

O futebol é bom demais! 

Alexandre Siqueira

Jornalista independente – Colunista Jornal da Cidade Online – Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo

 

Liderança da Minoria denuncia Governo Lula de tentar driblar o TCU e criar fundo bilionário fora do orçamento

Projeto de Lei da Fundação Caixa é classificado como inconstitucional e ameaça às contas públicas; oposição cobra rejeição imediata no Congresso, diante de que a instituição a ser criada, além de inconstitucional será controlada pelo PT, afirmou a líder Carol de Toni. A Liderança da Minoria na Câmara dos Deputados expõe mais uma grave manobra fiscal do governo federal, desta vez por meio do Projeto de Lei, que propõe a criação da Fundação Caixa, uma entidade privada para executar políticas públicas com recursos da Caixa Econômica Federal. O projeto, enviado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional com o discurso de ser uma fundação para inclusão e desenvolvimento sustentável, é, na prática, uma operação orçamentária paralela e inconstitucional. A Fundação será mantida com “contribuições” periódicas da Caixa, configurando desvio dos lucros da instituição que, por lei, deveriam ser transferidos à União e integrados ao Orçamento da União.

“Estamos diante de uma tentativa escancarada de criar o maior canal de gastos sem controle da história recente. Um fundo bilionário, fora do orçamento, à margem dos órgãos de fiscalização e que, além de tudo, escanteia o Congresso, tirando o poder dos parlamentares de discutir e decidir sobre a alocação dos recursos e dificultando a fiscalização desses gastos”, denunciou a líder da Minoria, Carol De Toni.

Segundo a líder, os recursos movimentados por essa fundação bilionária serão controlados exclusivamente pelo PT, de forma obscura. A proposta cria uma verdadeira caixa-preta institucional, que dificultará até mesmo o trabalho da imprensa em acompanhar como e onde o dinheiro público será utilizado. Carol ainda alerta que a manobra pode provocar aumento da dívida pública, elevação dos juros e instabilidade econômica.

“Quem paga a conta da maquiagem fiscal é sempre o povo: com crédito mais caro, crescimento menor e menos confiança na economia. Outro problema que identificamos é que, além da violação fiscal, o projeto omite qualquer estudo de impacto sobre a renúncia de receitas da União decorrente da queda de dividendos da Caixa – uma infração direta à Lei de Diretrizes Orçamentárias”, reforçou Carol.

A estratégia já foi usada em outras iniciativas do governo Lula, como o Auxílio Gás (via fundo privado no BNDES) e o próprio Pé-de-Meia. O modus operandi é o mesmo: criar “caixas pretas” fora do orçamento para mascarar gastos e driblar os limites do Novo Arcabouço Fiscal.

“O impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi baseado em violação à lei orçamentária. Agora, o governo Lula repete os mesmos métodos e ainda tenta legalizá-los via Congresso. É o uso do Parlamento como barriga de aluguel para legalizar a ilegalidade fiscal”, afirma a nota da Minoria.

O programa Pé-de-Meia, por exemplo, motivou decisão liminar do TCU (Acórdão 297/2025), classificando como irregular o uso de estruturas privadas para movimentar dinheiro público. E o PL foi apresentado poucos dias após o TCU proibir a prática no caso do programa, o que acentua o desprezo do Executivo pelos órgãos de controle e pela Constituição. “O TCU identifica os problemas fiscais, manda o poder Executivo ajustar as irregularidades e o que faz o Lula? Dobra a aposta das irregularidades e envia esse projeto, subestimando o entendimento dos deputados. Se ele achou que passaria no tapetão está enganado”, enfatizou Carol.

A Liderança da Minoria exige que o Congresso Nacional rejeite o projeto e que o TCU atue imediatamente para impedir mais esse retrocesso institucional, em defesa da transparência e da responsabilidade fiscal. “Já estamos tomando todas as medidas cabíveis para impedir que essa bomba exploda no colo do povo brasileiro. A primeira ação é difundir a verdade: o governo Lula não tem limites na irresponsabilidade fiscal. Não podemos permitir mais uma herança maldita para o país”, pontuou.

Diário do Poder