Operando no vermelho e plano de saúde suspenso Correios bancam R$4 milhões de turnê do petista Gilberto Gil

Servidores dos Correios estão indignados com os R$4 milhões que a estatal desembolsou para virar “patrocinador master” da turnê do cantor e ativista político Gilberto Gil. Os shows começaram no fim de março, quando a empresa já havia admitido prejuízos de R$2,2 bilhões somente este ano e os trabalhadores já passavam sufoco e denunciavam a falta de repasse de valores ao FGTS e inadimplência com o plano de saúde, que não atende mais servidores e seus dependentes.  Desta vez, a revolta é com o patrocínio e outra dor de cabeça aos trabalhadores, o que vai criar mais problemas aos salários precarizados, para atender interesses do Governo Lula em favor do petista Gilberto Gil.

Só aparência

Sob ameaça de greve e com transportadores recebendo em atraso, os Correios figuram ao lado de patrocinadores como a luxuosa Rolex.

Tá salgado

Apesar do farto dinheiro público, o pobre vai passar longe. Os ingressos chegam a custar R$1.530; mais do que um salário mínimo (R$1.518).

Dinheiro pelo ralo

No “Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas em Brasília”, esse ano, os Correios bancaram R$1,3 milhão. O ato teve Lula bajulando os novatos.

Fala, Correios

À coluna, os Correios defendem o patrocínio como reposicionamento de marca. E diz que está em tratativas para manter o plano de saúde ativo.

Coluna do Claudio Humberto

13º salário: Confira datas do pagamento antecipado para aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS

A partir do dia 24 de abril, os cerca de 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber a primeira parcela, que corresponde a 50% do benefício

O governo federal antecipou a primeira parcela do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com isso, a partir do dia 24 de abril, cerca de 34,2 milhões de pessoas começarão a receber o valor, que corresponde a 50% do benefício. Os pagamentos vão até 8 de maio. Já a segunda parcela será depositada de 26 de maio a 6 de junho.

A antecipação do pagamento injetará R$ 73,3 bilhões na economia. A Região Sudeste ficará com a maior fatia dos recursos destinados ao 13º salário, com um total de R$ 36,2 bilhões. Em seguida aparece o Nordeste, com R$ 15,76 bilhões; e logo após a Região Sul, que receberá R$ 13,6 bilhões. O Centro-Oeste deve receber R$ 4 bilhões e o total no Norte soma R$ 3 bilhões. 

Para conferir a parcela, o beneficiário que tiver acesso à internet deve acessar o aplicativo ou site do Meu INSS. Veja o passo a passo:

  • Acesse o site ou aplicativo – Meu INSS
  • Faça login com seu CPF e senha
  • No menu, selecione “Extrato de Contribuição”
  • Clique em “Baixar PDF” para obter o documento do INSS

Aqueles que não tem acesso à internet podem ligar para a Central 135, informar o número do CPF e confirmar algumas informações. O atendimento é de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.

Calendário de pagamento

O calendário de pagamentos considera o número final do cartão de benefício, sem levar em conta o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Os primeiros a receber o abono são os beneficiários que ganham até um salário-mínimo – que devem receber o crédito da primeira parcela entre os dias 24 de abril e 8 de maio. Já os aposentados e pensionistas que recebem acima do piso nacional terão o valor creditado de 2 a 8 de maio.

Confira o calendário do depósito do 13°, considerando o final do benefício e o dia do crédito:

1ª parcela para quem ganha até um salário-mínimo

  • 1: 24/abril
  • 2: 25/abril
  • 3: 28/abril
  • 4: 29/abril
  • 5: 30/abril
  • 6: 02/maio
  • 7: 05/maio
  • 8: 06/maio
  • 9: 07/maio
  • 0: 08/maio

2ª parcela para quem ganha até um salário-mínimo:

  • 1: 26/mai
  • 2: 27/mai
  • 3: 28/mai
  • 4: 29/mai
  • 5: 30/mai
  • 6: 02/jun
  • 7: 03/jun
  • 8: 04/jun
  • 9: 05/jun
  • 0: 06/jun

1ª parcela para quem ganha acima do piso nacional, conforme o final do benefício:    

  • 1 e 6; 02/maio
  • 2 e 7; 05/maio
  • 3 e 8: 06/maio
  • 4 e 9: 07/maio
  • 5 e 0: 08/maio

2ª parcela para quem ganha acima do piso nacional, conforme o final do benefício:    

  • 1 e 6: 02/jun
  • 2 e 7: 03/jun
  • 3 e 8: 04/jun
  • 4 e 9: 05/jun
  • 5 e 0: 06/jun

Para a distribuição da gratificação natalina antecipada, o Ministério da Previdência Social e o INSS fizeram um levantamento e dividiram os dados por espécie de benefício, como aposentadoria, pensão, auxílios e outros, por número de beneficiários, região, estado e valores que serão aportados em cada localidade.

Confira a quantidade de beneficiários do 13º por espécie:

  • Pensões: 8.518.133
  • Aposentadorias: 23.718.715
  • Auxílios: 1.957.179
  • Outros: 84.172

BRASIL 61

Economista e ex-presidente da câmara Eduardo Cunha, afirma que empréstimo de Lula é ‘agiotagem oficial’

 ‘Lula saiu de pai dos pobres para banqueiro de trabalhador, destaca Eduardo Cunha.’ O economista e ex-presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha, afirmou que a linha de empréstimo consignado ‘Crédito do Trabalhador’, lançado pelo governo Lula (PT) é uma “agiotagem oficial”. Cunha alega que o empréstimo é uma “narrativa enganosa” que coloca em risco a situação financeira de milhões de brasileiros. A medida do petista que entrou em vigor desde o dia 21 de março, permite que pessoas que trabalham no setor privado usem a Carteira de Trabalho Digital para ter acesso a empréstimos em bancos com garantia do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O novo modelo de empréstimo é destinado a trabalhadores com registro formal em carteira, tais como empregados domésticos e trabalhadores rurais. A nova linha de crédito atende também a categoria de microempreendedores individuais (MEI’s).

Ao implementar a medida, Cunha diz que “Lula está se transformando de ‘pai dos pobres’ em banqueiro de trabalhador”.

“Por essas e outras coisas, que a popularidade de Lula, diferentemente do que ele pensa, não vai se movimentar por programas de estelionato, como esse do ‘empréstimo do Lula’. Ao contrário, o trabalhador quando acabar pagando a conta do seu empréstimo, vai acabar batizando o seu pagamento de os juros do Lula”, afirma Eduardo em artigo ao Poder360.

O ex-presidente da Câmara afirma ainda que a medida do petista pode se tornar “um tiro no pé”.

“Lula quis virar banqueiro de pobre, mas, na prática, está virando o agiota do pobre. Será que alguém vai conseguir reverter impopularidade agiotando o trabalhador? Esse empréstimo do Lula, pode acabar se tornando um verdadeiro tiro no seu pé”, afirma.

O crédito de Lula desde o lançamento, virou alvo da Oposição.

Como mostrou o Diário do Poder, o líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) contra a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) por uso indevido da publicidade institucional do governo para promover a imagem de Lula.

A bancada do Partido Novo no Congresso também apresentou denúncia contra Gleisi.

Em postagem nas redes sociais, Gleisi afirmou: “Apertou o orçamento? O juro tá alto? Pega o empréstimo do Lula”, associando diretamente o nome do presidente ao programa. A ministra apagou a postagem, mas a reportagem conseguiu resgatar.

Diário do Poder

 

O “calote” de Lula nos servidores dos Correios de todo o Brasil

O ex-procurador Deltan Dallagnol denunciou mais um vergonhoso escândalo, envolvendo o governo Lula. Desta vez, o alvo é a situação dramática dos Correios, estatal que teria sido entregue pelo presidente ao grupo Prerrogativas, apelidado por Deltan de “Clube da Impunidade”, que agora acumula um rombo bilionário e deixou 200 mil funcionários e dependentes sem atendimento médico.

Hospitais de renome, como Rede D’Or, Unimed, DASA, Grupo Cora e Beneficência Portuguesa, suspenderam o atendimento aos beneficiários da Postal Saúde (operadora de autogestão dos planos de saúde dos Correios) devido ao não recebimento de repasses desde novembro de 2024. O rombo já chega a 400 milhões de reais. 

Sem o pagamento, os hospitais não fazem atendimento.

“Várias doenças perigosas, como o câncer, possuem o que se chama janela de oportunidade de tratamento. Se a pessoa não é diagnosticada e tratada logo, as chances de morte aumentam demais. Agora imagina você, ou um familiar, sem atendimento médico — e sabendo que isso acontece porque os Correios estão atrasando os pagamentos por culpa do governo.”

Atualmente, cerca de 200 mil pessoas, entre funcionários e dependentes, estão sendo afetadas, expostas à precarização no atendimento médico por pura incompetência administrativa. A responsabilidade pelo escândalo não é abstrata. Tem nome e sobrenome. Fabiano Silva dos Santos, presidente dos Correios, também conhecido como “churrasqueiro de Lula,” foi nomeado no início do governo. 

Jornal da Cidade Online

 

A Primeira Vara de Saúde Suplementar do Brasil será instalada pelo TJMA no dia 28 em São Luís

A instalação e inauguração da Vara de Saúde Suplementar no termo judiciário de São Luís, da Comarca da Ilha – a primeira do Brasil –, foi remarcada para o dia 28 de abril às 9h, no Fórum Desembargador Sarney Costa, com a presença do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Froz Sobrinho, e autoridades. A Vara de Saúde Suplementar de São Luís foi criada pela Lei Complementar nº 283, de 24 de fevereiro de 2025. A unidade será responsável pelo processamento e julgamento das ações referentes a planos, seguros e serviços de saúde privados, qualquer que seja o valor da causa, ressalvada a competência das Varas da Infância e Juventude.

Durante a votação e aprovação do anteprojeto de lei complementar, na sessão do Órgão Especial do TJMA, realizada em 31 de julho do ano passado, o presidente da Corte, desembargador Froz Sobrinho, ressaltou que a unidade judicial vai promover a adequada resolução das demandas de assistência à saúde e, no que couber, cooperar para o aperfeiçoamento da prestação de serviços de saúde suplementar.

“Com a criação dessa unidade, a primeira do País, atendemos às disposições contidas na Política Judiciária de Resolução Adequada das Demandas de Assistência à Saúde, instituída pela Resolução nº 530/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incentiva a criação de varas especializadas em matéria de saúde suplementar”, destacou o presidente do TJMA, desembargador Froz Sobrinho.

Agência de Notícias do TJMA

 

Ministério de Portos e Aeroportos identifica barreiras para pessoas com deficiência em aeroportos

A pesquisa visa coletar sugestões e críticas dos usuários e dar mais segurança e qualidade na prestação de serviços. Com o objetivo de melhorar o atendimento a pessoas com deficiência no transporte aéreo, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) está realizando uma pesquisa sobre acessibilidade na aviação civil. A ideia é coletar sugestões e críticas desses usuários e, a partir dos resultados, buscar dar mais segurança e qualidade na prestação de serviços, desde o momento da aquisição da passagem até o destino final. A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFScar).

As sugestões já apresentadas revelam a necessidade de ampliar o uso de tecnologia para pessoas com deficiência, com a melhoria da acessibilidade, a começar nos sites e aplicativos das companhias aéreas. Segundo Karla Santos, coordenadora do Projeto Aviação Acessível, o intuito é compreender as principais barreiras existentes para os passageiros com deficiência. “A partir daí, a ideia é trabalhar diretrizes junto aos aeroportos e às companhias aéreas para tentar reduzir os problemas detectados”, destaca. No caso de pessoas surdas, por exemplo, há relatos de problemas no momento do embarque e inclusive dentro das aeronaves, diante da dificuldade de compreensão das recomendações repassadas pelos tripulantes.

Ursula Lorena de Sousa, de 33 anos, moradora de Independência, no Ceará, é portadora de atrofia muscular espinhal tipo II e faz uso de cadeira de rodas. Ela conta que, das vezes que precisou viajar de avião, não encontrou problemas de deslocamento nos aeroportos, mas relata dificuldades relacionadas aos assentos das aeronaves, por exemplo, por considerá-los desconfortáveis. Diante disso, Ursula afirma que a pesquisa é importante e pode contribuir para mudar essa realidade na vida dela. “É extremamente importante, ao menos para mim, que tenho escoliose e acabo sentindo dores, pois assim poderemos viajar com mais segurança, conforto e com mais assistência, de acordo com cada necessidade do passageiro. Facilitaria bastante o nosso ir e vir durante as viagens”, afirma.

Como responder

Durante a pesquisa, que utiliza uma escala de 1 a 5, o participante faz uma avaliação da relevância das práticas de acessibilidade apresentadas. Ao todo, são 89 itens. Os usuários também dão opinião sobre a efetividade daquelas práticas com as quais ele teve experiência durante as viagens. Para participar da pesquisa, basta acessar a plataforma Participa + Brasil. Outra possibilidade é acessar o site do projeto Aviação Acessível. Até o momento, entre as práticas mais relevantes, foram apontadas a “capacitação dos trabalhadores para atendimento de pessoas com deficiência” e a “disponibilização dos recursos de acessibilidade”.

Em relação às experiências com práticas durante a viagem, as melhores avaliadas foram, no caso dos aeroportos, a utilização de “ponte de acesso para embarque e desembarque acessível”. Já no caso das companhias aéreas, foram os “programas de visitas para familiarização com o ambiente e com os procedimentos que são realizados durante uma viagem aérea”.

Manual de Acessibilidade

Por meio do site do projeto, também é possível acessar o Manual de Acessibilidade para a Aviação Civil Brasileira. O documento é composto por diretrizes, além de detalhes sobre práticas de acessibilidade avaliadas na pesquisa. Há, ainda, um programa de treinamento que visa apoiar aeroportos e companhias aéreas na melhoria das experiências de viagem dos passageiros com deficiências.

BRASIL 61

 

STF forma maioria para excluir o orçamento do Judiciário Federal do teto fiscal

Alexandre de Moraes constata como uma solução que “prestigia” a autonomia entre os Poderes, o afastamento das receitas próprias do Judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para que as receitas do Judiciário federal não sejam sujeitas ao limite de despesas imposto pelo novo arcabouço fiscal. Suspenso desde fevereiro, o julgamento foi retomado em plenário virtual, no último sábado (5), após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Anteriormente, os ministros Alexandre de Moraes (relator do caso), Dias Toffoli e Edson Fachin votaram a favor de retirar as receitas da nova regra. O caso foi levado à Corte pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que questionou o enquadramento dessas receitas no teto de gastos da nova regra fiscal. Depois da retomada do julgamento, também acompanharam o relator os ministros Gilmar, Luís Roberto Barroso e Cristiano Zanin. Os outros ministros têm até sexta-feira (11) para votar.

Na justificativa, Alexandre Moraes constatou como uma solução que “prestigia” a autonomia entre os Poderes, o afastamento das receitas próprias do Judiciário. Outro argumento apresentado é que a lógica se enquadra na pratica dos tribunais estaduais e que não afeta o “comprometimento institucional no esforço de recuperação da higidez fiscal”.

“As receitas provenientes da União e conformadas pelo orçamento público continuarão a ser regidas pelo teto do regime fiscal sustentável. Subtrai-se dele somente aquilo que o Poder Judiciário arcar por iniciativa própria”, declarou o relator.

A decisão também não levou em consideração os argumentos do Congresso e do Executivo, à época da aprovação do arcabouço, de que a limitação às despesas do Judiciário era constitucional e visava a economia de recursos públicos. Na ação, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se mostrou contrária à exclusão do Judiciário da regra.

Jornal da Cidade Online

Serviço de Inteligência de Israel denuncia ao governo do Brasil, que o PCC financia terrorismo internacional

O Primeiro Comando da Capital (PCC), a mais poderosa facção criminosa do Brasil, está diretamente envolvida no financiamento de grupos terroristas internacionais. A acusação não veio de uma teoria conspiratória de internet — veio do próprio governo de Israel, país com um dos sistemas de inteligência mais rigorosos e respeitados do planeta. Segundo o Ministério da Defesa de Israel, o PCC utilizou um banco digital com base em criptomoedas para enviar cerca de R$ 450 milhões a organizações terroristas entre 2022 e 2024. O esquema internacional movimentou, no total, R$ 6 bilhões e envolveu 15 países, 15 carteiras digitais e 40 núcleos de investimento espalhados por corretoras que operam no sistema paralelo da economia digital. E o mais estarrecedor: o Brasil ficou sabendo e até agora não disse absolutamente nada.

O relatório foi enviado diretamente às autoridades brasileiras — Polícia Federal, Ministério Público de São Paulo e Coaf — e ainda assim, até o momento da publicação desta matéria, nenhuma autoridade se pronunciou oficialmente. Silêncio ensurdecedor. Por que tanto silêncio diante de um escândalo com proporções globais?

O crime organizado brasileiro não apenas domina territórios, comanda presídios e se infiltra na política — agora, ele também alimenta redes de terrorismo internacional. Estamos diante de uma denúncia de narcoterrorismo gravíssima: quando o tráfico de drogas e armas se mistura com ideologias extremistas, o resultado é letal.

Jornal da Cidade Online

A omissão das autoridades brasileiras levanta suspeitas graves. Será que existe cumplicidade institucional? Interesses ocultos? Ou o Brasil simplesmente perdeu a capacidade de reagir ao crime de alto escalão?

Enquanto isso, parte da mídia tradicional trata o caso com total apatia. Não há manchetes, não há plantões, não há pressão. E, mais uma vez, a população é mantida refém no escuro.

O Brasil está financiando o terror — ainda que indiretamente — e ninguém parece disposto a enfrentar essa realidade.

Karina Michelin. Jornalista.

 

Canetada do presidente Barroso autoriza penduricalho extra de até R$10 mil para juízes disponibilizados ao STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, autorizou o pagamento de R$10 mil extras para juízes auxiliares que trabalham no STF. Para justificar a engorda nos vencimentos, o penduricalho é caracterizado como “indenização por perdas decorrentes da convocação”. O benefício vai substituir o pagamento de diárias que estes magistrados teriam direito. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Ao jornal, Barroso negou que haverá gasto extra ou que seja um novo benefício. “Trata-se de benefício pago a juízes que são requisitados dos seus tribunais de origem, passam a trabalhar longe da família e passam a ter novas despesas, como o pagamento de aluguel”.

Cada um dos 11 ministros do Supremo pode solicitar até três juízes entre auxiliares e instrutores e receber adicional na remuneração para que se equipare aos vencimentos de um ministro do Superior Tribunal de Justiça, R$46.366,19.

Diário do Poder

Governo Lula “fecha os olhos” para o avanço das facções criminosas, diz o senador Sérgio Moro

O senador Sérgio Moro (União-PR) fez um alerta sobre o avanço da criminalidade no país e criticou o governo Lula pela ausência de uma política nacional de segurança pública. Citando casos recentes de violência no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná, o parlamentar defendeu a adoção de medidas mais rigorosas contra o crime organizado, além de reformas legislativas que assegurem punições mais eficazes.

“Nós não conseguiremos acabar com essas taxas elevadíssimas de assassinatos se não conseguirmos frear o crime organizado, que tem se mostrado cada vez mais ousado”, afirmou.

Para Moro, além de penas mais duras, é necessário garantir a certeza da punição, com mais agilidade na Justiça criminal. O senador destacou o Projeto de Lei (PL) 1.285/2025, de sua autoria, que cria um novo tipo penal, a coação criminosa no tráfico de drogas, para assassinatos vinculados ao tráfico de drogas com fins de domínio de mercado ou impunidade. O objetivo, segundo Moro, é retirar esse tipo de crime da competência do tribunal do júri, permitindo que seja julgado por juízes togados, com maior segurança.

“O objetivo desse tipo penal, além de trazer um tratamento extremamente rigoroso — a pena que nós propomos aqui é de 20 a 30 anos de prisão, a mesma que a do latrocínio —, é permitir que esses casos sejam julgados por juízes profissionais, permitir que, no julgamento desses casos, nós não coloquemos em risco a vida do cidadão comum, do jurado que seja eventualmente chamado para julgar um crime dessa espécie”, explicou.

O senador defendeu ainda que, diante da ausência de propostas efetivas do Executivo, o Congresso deve assumir a responsabilidade de modernizar o sistema penal e processual para conter a criminalidade. Segundo ele, segurança pública e políticas sociais não são excludentes, mas devem caminhar juntas para garantir a proteção da sociedade.

Jornal da Cidade Online