Concita Pinto recebeu a solidariedade dos colegas vereadores e do presidente Astro de Ogum pelo passamento da sua genitora

             aldir

A vereadora Concita Pinto mereceu uma atenção especial na solenidade de posse e eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís. Ela teve que deixar o velório da sua genitora que faleceu pela manhã acometida por um infarto fulminante tomar posse participar da eleição da mesa diretora do parlamento municipal.

              Concita Pinto acompanhada pelo seu marido, Jota Pinto, Secretário Municipal de Articulação Politica, recebeu a solidariedade de todos os vereadores e de políticos que se faziam presentes à solenidade. Ela recebeu um buquê de flores do presidente Astro de Ogum e depois da posse do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, ela retornou imediatamente ao velório da sua genitora.

Sentimentos Natalinos

                          aldir                       

Mais uma importante produção da lavra do advogado e escritor José Olívio

  José Olívio Cardoso Rosa

O Natal nos lembra sempre
O aniversário de um irmão
E ele está bem presente
Em todo mundo ou nação
Seu nome é Jesus Cristo
E está lapidado
Nas Portas do nosso coração

Levante bem sua cabeça
Para ver o que se passa
Curtindo essa vida boa
Onde todo mundo é igual
E que sentimento desperta
Tudo isso afinal
Com presépios tão bonitos
De papai Noel tão legal

O aniversário do libertador
Reúne toda família
Para poder desfrutar
De toda essa maravilha

A beleza está presente
Desde a mesa do jantar
E todos em um só idioma
Podendo assim exclamar
Gloria Deus nas alturas
E sua palavra jamais passará

Todas as árvores Natalinas
Plantadas em nossos corações
Cresceram, frutificaram
Em jardim todo aromado
Com pássaros por todo lado
Executando o trinado
De músicas celestiais

Exclamai! Exclamai! Todos irmãos
Que Cristo das alturas
Abençoe toda cidade
Estando de braços abertos
Para um abraço fraterno
Nos concedendo muita fartura
E uma ampla liberdade
Podendo matar a fome
Dos que precisam de verdade

Por isso irmãos eu vos digo
Exaltai! Exaltai o meu senhor
Pois nosso aniversariante
É Jesus o salvador

José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado, poeta e escritor.

 

Mutirões carcerários perderam força depois das coordenações terem passado aos Estados

           aldir

Medida não é realizada desde 2015 em lugares com cadeias superlotadas.

A situação das penitenciárias vistoriadas pela Conselho Nacional de Justiça durante mutirão carcerário – O Aníbal Bruno é a principal casa de detenção da Região Metropolitana de Recife (RMR) – CNJ

          RIO – Os mutirões carcerários perderam força em 2016, após o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) passar a coordenação dessas ações para os tribunais de Justiça (TJs) de cada estado no fim de 2015. Levantamento nos tribunais dos estados com maior população carcerária mostra que, desde que a responsabilidade pelos mutirões passou a ser de cada uma dessas Cortes, há estados que deixaram de realizá-los, como Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, entre os principais com histórico de degradação, rebelião e violência nas cadeias.

          Os mutirões são ações concentradas de revisão das prisões de detentos condenados e provisórios, e de inspeção das condições dos presídios, num país com 622 mil presos e déficit de 250,3 mil vagas. A situação é tão grave — 40,1% dos presos no Brasil ainda aguardam julgamento — que o CNJ decidiu fazer este ano ações concentradas de inspeção e revisão de prisões voltadas só para esses detentos, semelhantes aos mutirões.

        Além da mudança na coordenação dos mutirões, o CNJ adotou em maio de 2016 um sistema eletrônico de acompanhamento de progressão de regime e outros benefícios dos presos, para tentar melhorar a execução penal no país. A ideia é saber, por exemplo, se há detentos que já poderiam estar livres ou no regime aberto e continuam na cadeia. Mas o instrumento, chamado Sistema Eletrônico de Execução Unificada (Seeu), só está em uso por menos da metade dos tribunais de Justiça até hoje: 11 deles, segundo o CNJ.

              Em Pernambuco, que abriga o Complexo do Curado, um dos presídios mais críticos, o TJ diz que o último mutirão foi em 2014. Segundo o TJ, “os mutirões são de iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (…). Em 2014 foi realizado no Curado e na Colônia Penal Feminina. Não houve em 2015, nem 2016, e não tem nenhum programado para 2017”.

              Com o 4º pior sistema prisional em superlotação, o estado também não usa o Seeu. “Magistrados e servidores da Execução Penal do Judiciário de Pernambuco já foram treinados para uso (do Seeu). Até junho de 2017, o treinamento será expandido aos demais parceiros, a exemplo de Defensoria Pública, Ministério Público, polícia e Ordem dos Advogados. Com isso, a ferramenta poderá ser utilizada plenamente”.

SEM PREVISÃO DE MUTIRÕES

                O TJ do Rio Grande do Norte, outro estado com um dos presídios em situação crítica, o de Alcaçuz, informou que o último mutirão foi em 2013. Segundo a assessoria, como a presidência do TJ muda este mês, ainda não há previsão de novos mutirões. O tribunal destacou também que a presidente do CNJ, Cármen Lúcia, visitou as cadeias do estado no segundo semestre de 2016 e prometeu novas medidas. Sobre o Seeu, o tribunal afirmou que há projeto piloto em implantação na Vara de Execução Penal de Natal, ainda sem previsão de quando vai ser estendido a outras comarcas, incluindo a de Nísia Floresta, onde fica o presídio de Alcaçuz, o maior do estado.

                No Amazonas, estado com o segundo pior sistema prisional em superlotação, o TJ “não dispõe de sistema eletrônico específico para fazer o controle e acompanhamento da execução penal”. A assessoria do órgão afirma que, desde 2015, não realizou nenhum mutirão “em função da dificuldade de recursos. A nova gestão do tribunal, que assumiu em julho, ainda não confirmou a realização de mutirão carcerário”. No estado, os presos provisórios são 62,6% do total.

                 O TJ do Rio Grande do Sul, estado que abriga o Presídio Central de Porto Alegre, outra prisão em situação precária, diz que “o último grande mutirão ocorreu em 2013”. Foi planejado um mutirão em 2015; “todavia, avaliada a necessidade de cada comarca”, ficou restrito a Pelotas.

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                Em 2016, haveria mutirão em maior número de comarcas, “nos moldes de 2013”, a R$ 126 mil. “Mas, por razões orçamentárias, foi autorizada apenas a instauração de Projeto Apoio Cartorário para o cumprimento dos processos de execução penal a um custo de R$ 36 mil. Foram revisados 2.608 processos de execução penal”, disse o TJ. “Para 2017 não há previsão para mutirão em face das limitações orçamentárias do Judiciário. Mutirões pontuais podem ser realizados”. O Rio Grande do Sul avalia a adesão ao Seeu.

Juiz auxiliar da presidência do TJ de Minas, Thiago Colnago Cabral destaca o uso do Seeu:

            — Os juízes sabem quantos presos estão em quais regimes, quais têm quais benefícios. Isso cria um mutirão remoto. Mas o sistema vê só os já condenados, 35 mil; não vê os provisórios, 70 mil no estado. Nisso, precisamos é de meios para aplicar medidas alternativas à prisão para presos ainda não julgados; por exemplo, tornozeleira eletrônica. Mas quem põe à disposição tornozeleira é o Executivo. Em Minas, não temos tornozeleiras para o interior.

Fonte – Jornal O Globo

Lançamento do programa “TCE em Ação” marca início de nova gestão da instituição

O lançamento de mais de vinte projetos marca a primeira semana de atuação da nova direção do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), que entra em exercício efetivo a partir desta segunda-feira (02) para o biênio 2017/2018. A eleição da nova Mesa Diretora do TCE ocorreu em 14 de dezembro, durante a última sessão do Pleno.

Resultantes dos encontros com membros e servidores de várias áreas, iniciados ainda na fase de transição, os projetos estão surgindo a partir de necessidades identificadas pelos próprios servidores. A expectativa é de que a quantidade atual possa chegar até 30 projetos ou mais, levando em conta as reuniões de trabalho que continuam acontecendo.

A metodologia utilizada privilegia a participação do corpo funcional do TCE, tanto no levantamento dos pontos a serem trabalhados quanto na formação das equipes de desenvolvimento. “Cada servidor chamado a sugerir um projeto assume o papel de líder e a função de formar e coordenar sua equipe”, explica o auditor de controle externo Raul Cancian Mochel, responsável pela articulação geral e interlocução das equipes com a presidência.

Ele destaca a profunda identificação existente entre os projetos que vem sendo elencados e os pontos contemplados tanto no Planejamento Estratégico da instituição quanto no programa Qualidade e Agilidade dos Tribunais de Contas (QATC), que tem como um de seus principais objetivos a aplicação, nos Tribunais de Contas de todo o país, do Marco de Medição de Desempenho, garantindo um diagnóstico da qualidade e agilidade do controle externo brasileiro.

Concebido pela Associação dos Tribunais de Contas (Atricon), o Marco de Medição de Desempenho (MMD-TC) tem como objetivo verificar a performance dos Tribunais de Contas em comparação com as boas práticas internacionais e diretrizes de qualidade, bem como identificar os seus pontos fortes e fracos. O MMD-TC oferece uma visão geral das áreas mais importantes do desempenho dos Tribunais de Contas e abrange vinte e sete (27) indicadores. “Sem nenhuma dúvida os projetos formulados vão ter reflexos nesses indicadores”, observa o auditor.

 

Nesse desafio, o Tribunal contará também com o apoio do Instituto Rui Barbosa (IRB), que já se colocou à disposição para colaborar nas áreas de capacitação, sua especialidade, estreitando ainda mais o relacionamento com o TCE maranhense por meio da Escola Superior de Controle Externo (Escex)

Por outro lado, diz ele, o envolvimento de um número expressivo de servidores nessas tarefas, já que serão mais de vinte equipes, deverá movimentar o Tribunal de forma inédita, com reflexos positivos na motivação e no clima organizacional.

Raul Cancian lembra ainda que os projetos serão tocados paralelamente aos trabalhos que todos desenvolvem em suas respectivas áreas. “Sem prejuízo das rotinas de cada setor e dos projetos e programas já em andamento, a iniciativa deverá envolver conselheiros, conselheiros substitutos, procuradores de contas, auditores e técnicos do TCE”, destaca.

Fonte – Assessoria de Comunicação do TCE