Javier Milei é novo presidente da Argentina. Venceu o governista Sérgio Massa com diferença de 10 pontos

Javier Milei enfrentou a mais sórdida campanha da história, em razão da estratégia de ódio semeada pelos marqueteiros brasileiros do PT

O presidente eleito Javier Milei afirmou agora há pouco, em post nas redes sociais, que “a Argentina respira a liberdade!” Ele vence a disputa, até agora, com mais de dez pontos percentuais de vantagem. O candidato governista a presidente da Argentina, Sergio Massa, reconheceu a derrota e até telefonou para Javier Milei, candidato do Partido Libertário, cumprimentando-o pela vitória.

Os primeiros resultados oficiais divulgados, com 86,59% das urnas apuradas, Milei já somava 55,95% do total de votos, contra 44,05% de Massa. O candidato derrotado relatou ter ligado para felicitar Milei e desejar sorte “porque é o presidente que a maioria dos argentinos elegeu”.

O libertário Javiei Milei enfrentou uma das campanhas mais sórdidas da história argentina, em razão da estratégia de ódio conduzida por três marqueteiros brasileiros contratados a peso de ouro pelo comitê oficialista. A estratégia tentava atribuir a Milei a pecha de “extrema-direita” e de “ameaça à democracia”, exatamente como acontecei no Brasil.

Diário do Poder

Vereador Chaguinhas cobra o repasse de R$ 15 milhões à Câmara Municipal para benefícios aos servidores

 

 

Paulo Vitor                                                                                                                         Francisco Chaguinhas

A cobrança da verba foi feita no plenário pelo vereador Francisco Chaguinhas, uma vez que ela vem sendo tratada como ‘verba secreta’ pelo presidente Paulo Victor. Lembrou, que foi feita como suplementação e destinação exclusiva pelo prefeito Eduardo Braide, atendendo pedido do presidente da Câmara Municipal com a justificativa de que seria para a aplicação em plano de saúde, ticket refeição, vale transporte, auxílio creche e outros benefícios aos servidores do legislativo municipal. À semana passada, quando o vereador Chaguinhas iniciou a grave denúncia com a cobrança da aplicação imediata dos recursos, haja vista que o dinheiro já foi liberado desde o primeiro semestre, Paulo Vitor impediu com o seu exacerbado autoritarismo, que o vereador prosseguisse com a denúncia. Trata-se um recurso que já deveria estar sendo aplicado, mas infelizmente se desconhece a destinação, que pode gerar sérias consequências ao presidente da Câmara Municipal de São Luís.

Na manhã da última segunda-feira, 13, o primeiro vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Francisco Chaguinhas (Podemos), trouxe à tona a revelação que impactou o Palácio Pedro Neiva de Santana, sede do Legislativo ludovicense.

Durante um debate com o presidente da Casa, Paulo Victor (PSDB), o parlamentar revelou que o Legislativo municipal recebeu um repasse extra de R$ 15.094.991,92 (quinze milhões, noventa e quatro mil, novecentos e noventa e um reais e noventa e dois centavos) para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente. De acordo com Chaguinhas, o crédito suplementar foi depositado no dia 13 de abril. No entanto, segundo ele, sete meses se passaram e ninguém sabe onde os recursos foram aplicados. Na ocasião, o vereador lembrou que os funcionários da Casa estão sem alguns benefícios como, por exemplo, plano de saúde.

Constrangido com a revelação da ‘verba secreta’, Paulo Victor tentou impedir o colega de plenário de prosseguir com o discurso, conforme mostra um vídeo que tem circulado pelas redes sociais e grupos de aplicativos de troca de mensagens. O vereador Francisco Chaguinhas retoma a cobrança na sessão do legislativo desta segunda-feira (20), inclusive com o objetivo se alertar os servidores, quanto aos seus direitos, haja vista que o recurso foi solicitado com destinação específica e pelo visto o presidente Paulo Vitor demonstra não ser é muito afeito à transparência.

Fonte: AFD

 

 

 

Flávio Dino ficará cara a cara com deputados e terá que explicar o inexplicável

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados vai ouvir na próxima terça-feira (21) o ministro da Justiça, Flávio Dino. Ele foi convocado e terá que ficar cara a cara com os deputados.

Na pauta da reunião, estão as seguintes questões:

Atos de 8 de janeiro,

Regulamentação das armas,

Invasão de terras,

Interferência na Polícia Federal,

Fake news sobre caçadores, atiradores e colecionadores (CACs),

Corte de verba no Orçamento de 2024 para combate ao crime organizado,

Ataques aos membros da comissão,

Controle de conteúdos danosos no YouTube,

Prisões relativas a dados falsos sobre vacinas, e

Criminalização do game.

Além disso, certamente, o fato de a “dama do tráfico”, esposa de um líder do Comando Vermelho, participar de reuniões em seu gabinete, deve ser debatida.

Jornal da Cidade Onine

 

Dono de cartório em Caxias, Aurino Rocha foi indiciado pela Justiça do Maranhão por extorsão, fraudes e peculato

Termo de indiciamento detalha modus operandi para fraudes, roubos e vantagens sobre clientes de cartório extrajudicial

Após denúncia veiculada pelo Diário do Poder, a Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Maranhão decidiu indiciar Aurino da Rocha Luz, dono de cartório na cidade de Caxias, acusado de “cobrança indevida de valores, emolumentos e impostos, sonegação dolosa, além do uso indevido do cargo para obtenção de proveito próprio.” Ele também, foi denunciado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e é alvo de nova representação, com pelo menos 10 relatos de irregularidades graves – incluído peculato, cobranças extorsivas e ilegais por serviços cartorários. O caso mais escandaloso da série de irregularidades está descrito no documento que formaliza o indiciamento.

Segundo o relato, o delegado tentou extorquir Washintgon Torres, usuário do cartório, impondo condições para registrar a escritura de imóveis solicitados pelo homem.

“Teria exigido 15 (quinze) lotes, com a localização já indicada dos mesmos, para proceder aos registros, inserindo no pedido de providências “prints” de supostas conversas pelo aplicativo “whatsApp” mantida entre os mesmos, onde não teria aceitado a proposta. Aduziu, que depois da recusa pelo Sr. Washington Leite Torres da proposta de 15 (quinze) lotes, foram criados vários embaraços que culminaram nas notas devolutivas”, explica o indiciamento.

Outro cliente, Raimundo Clemente de Morais Neto, teria sofrido cobrança indevida. Ao procurar o serviço extrajudicial para a retificação de registro de imóvel “foi-lhe cobrado o valor de R$ 7.641,44 (sete mil, seiscentos e quarenta e um reais e quarenta e quatro centavos),” sendo que o valor cobrado pelo serviço referido é de R$110,83.

Diário do Poder

 

Veículo da Câmara de São Luís para gabinete móvel flagrado em shopping é complicador para Paulo Vitor

Um veículo Fiat Mobi, que deveria ser utilizado exclusivamente como gabinete móvel por vereadores da Câmara Municipal de São Luís, foi flagrado, em plena noite dessa quinta-feira (16), no estacionamento do São Luís Shopping, no bairro Jaracati. O veículo permaneceu por tempo suficiente para possibilitar um passeio, com direito a compras, conversas bem atraentes e outros interesses e até valer um chop. Os ocupantes do veículo, de placa ROQ-6181, não foram identificados e pelo visto já pode ser hábito de quem utiliza o veículo oficial.

Os gabinetes móveis foram entregues aos 31 vereadores da capital maranhense em março deste ano. Na época, foi anunciado que os veículos seriam utilizados para descolamento às comunidades, como meio de facilitar a aproximação entre o parlamento municipal e população. Assim, os membros do Poder Legislativo poderiam conhecer de perto as demandas coletivas e viabilizar soluções.

Lamentável constatar que os carros estejam sendo empregados em uso diverso de sua finalidade, o que indica falta de compromisso e de responsabilidade com a coisa pública.

Enquanto isso, o atual presidente da Câmara Municipal, Paulo Victor, se envolve em rixas com colegas, em plenário, e protagoniza baixarias, que põem em dúvida o seu equilíbrio e, sobretudo, a sua competência para exercer o cargo. Ele deve protagonizar outros fatos que podem comprometer a sua administração no cargo. A iniciativa de reduzir a estrutura de oito gabinetes vereadores, que pode chegar à justiça, uma vez que ao fazer a redução, segundo informação dentro do legislativo municipal, ele ampliou o dele.

Fonte: Blog do Daniel Matos e AFD

 

STF não é Olimpo, diz Plínio Valério sobre limite de 08 anos para mandato de ministro

Senador é autor de PEC para estabelecer que o mandato seja de 8 anos

Veterano na defesa do impedimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso de descumprimento da Constituição, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) afirmou ao Diário do Poder que a PEC de sua autoria, que fixa o mandato dos magistrados em oitos anos é alternativa para equilibrar as relações entre os poderes “enquanto esse impeachment não vem”.

“Eu continuo defendendo impeachment de ministros que não obedecem a Constituição, que juraram obedecer, mas enquanto esse impeachment não vem – e a gente vê que é difícil colocar em pauta- nós estamos aí com a nossa PEC de 2019, que fixa o mandato de ministros do Supremo”.

  E completou: “Eu acho importante fixar porque hoje eles só saem quando completam 75 anos, o que faz com que alguns se julguem semideuses, pensando que a sede do STF é o olimpo, e não é. É bom para a democracia, porque eles vão sentir que o mandato tem começo, meio e fim, e um fim que não seja tão longo”.

  Para o senador, a matéria atende ao anseio da ‘maioria gigantesca da população brasileira’, “que quer que nós coloquemos um freio no Supremo Tribunal Federal, se isso aí não é um freio, pelo menos é o início de um freio que deve ser colocado sim”.

O amazonense faz coro a um pequeno grupo de senadores que dão nome ao enfrentamento pelo equilíbrio entre os poderes e declaram, publicamente, oposição à conduta dos ministros da Suprema Corte.

Diário do Poder

Deputado distrital aponta como “lixo” relatório da CPMI e desqualifica Eliziane Gama

Durante a última oitiva de testemunha na CPI que investigou os atos do dia 8 de janeiro no Distrito Federal, o deputado distrital Joaquim Roriz Neto sugeriu ao relator que não repita na CPI distrital os mesmos “erros” que foram cometidos pela senadora Eliziane Gama no relatório da CPMI do Congresso Nacional. O deputado apontou alguns dos absurdos cometidos por Eliziane, como propor o indiciamento de Anderson Torres e Ibaneis Rocha, mas não mencionar o “general do Lula” nem o ministro Flávio Dino, lembrando que a CPI revelou inúmeros indícios da omissão de ambos, omissão que o deputado classificou como dolosa. 

Roriz mencionou diversos trechos do relatório de Eliziane, mostrando o evidente uso de dois pesos e duas medidas, e disse: “se você é o inimigo político, da direita, você não precisa de provas para poder ser preso ou para poder ser indiciado. Mas se você é da esquerda, aí eles estão passando pano. ‘Inocente’ até o fim”.

O deputado comparou:

“Ibaneis foi afastado e permaneceu afastado por 66 dias para poder prevenir uma possível intervenção nas investigações. Mas o ministro Flávio Dino continuou na frente do ministério, sem nenhum tipo de afastamento para ocorrer isenção nas investigações. O Dino não ser investigado é uma vergonha. (…) Talvez eles não queiram investigar o Flávio Dino, porque às vezes eles chegam a outros problemas, como a rede de relacionamento do ministro, como as relações com crime organizado, com o Comando Vermelho”.

Roriz ironizou:

“Eu nunca vi uma declaração tão vergonhosa quanto no dia que o Dino disse que não ia não uma convocação da Câmara Federal, porque ele estava com medo, porque ele se sentia inseguro. Mas pra subir no Complexo da Maré, ele se sentiu totalmente seguro, porque lá é super tranquilo, a gente sabe, tem gente que vai lá passear, visitar, tirar foto”.

O deputado lembrou ainda o “desaparecimento” das imagens do ministério da Justiça e as justificativas grotescas dadas pelo ministro e disse:

“Ele mentiu aqui, ele mentiu lá, ele mentiu pra Polícia Federal. Mas a senadora Eliziane Gama, o o isentou ele de qualquer tipo de responsabilidade. E no dia 18 de outubro o relatório dela foi aprovado. Eu vou falar uma coisa, esse relatório da Eliziane Gama e lixo, é a mesma coisa”. 

Dirigindo-se ao relator, o deputado disse:

“Agora é botar os culpados a responderem pelos seus atos. Além do Flávio Dino, o Dias precisa ser culpabilizado. A Eliziane passou o pano, mas eu tenho certeza que o senhor não vai passar”. 

Jornal da Cidade Online

 

 

Menos ministro Barroso, menos!

“Mudar a forma de indicação de ministros, abreviar a permanência no cargo, interferir com seu funcionamento interno são opções políticas que não têm bons antecedentes democráticos. Tenho procurado chamar a atenção para esses pontos no debate público brasileiro. “Esta frase acima é do ministro do STF, Luís Roberto Barroso. 

Uma frase curta, mas eivada de vícios, que mostra bem como os ministros do STF estão se enxergando; como semideuses acima da Constituição Federal! Faz lembrar o seu famoso “Perdeu, Mané!”, publicamente pelas ruas de Nova York, e que acabou por inspirar o meu livro sob o mesmo título. 

Ministro, primeiramente, desculpe a intimidade e meu atrevimento, pois se não sou ninguém na fila do pão, como dizem por aí, eu peso mais de 200 gramas, faço sombra ao chão e nunca me colocaram orelhas de burro numa sala de aula.

Contrariando sua fala, não se trata de interferência nas Supremas Cortes, como disse, mas, sim, de equilibrar este poder (Judiciário) que, segundo a ótica dos legítimos legisladores, está pendendo para fora do eixo conceitual da justiça. Óbvio e constitucional, essa discussão é prerrogativa do parlamento brasileiro (Poder legislativo).

Não existe essa de “escolhas políticas”, muito menos essa sua invenção de “histórico democrático positivo”. Nunca se ouviu falar assim com sons emanados do judiciário. Espero que você não faça nova visita na Casa Legislativa do Brasil. Isso, sim, poder fazer mal à democracia e à república, simultaneamente!

E quanto ao “debate público brasileiro”, aí sim é uma interferência sua num campo que não lhe pertence. Que lugar você vai ocupar caso seja necessário o chamamento do poder judiciário para decidir uma questão CONSTITUCIONAL, fruto de decisões do debate público? Certamente, qualquer participação sua no processo de debate poderá ser encarada como “voto antecipado” ou “já contaminado”.

Na sua posse como presidente do STF, no dia 28 de setembro último, quando discursou para um público seleto da república e suas mais importantes autoridades, se apagássemos a luz, e considerando que ninguém conhecesse sua aveludada e serena voz, qualquer um juraria que você participava de um decisivo debate eleitoral presidencial na TV, e em segundo turno. Neste momento, não tem como não concordar com o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy ao declarar que você está preparado para disputar cargo.

Seu discurso ali, com as enfadonhas falas como as que vem se tornando um mantra pessoal – “democracia venceu” e afins, até ficam em segundo plano. No restante do discurso, no tocante às suas prioridades frente à presidência do STF, falou de forma mais protocolar e perfumada, com relação ao que disse três dias antes, na abertura oficial da 38ª Conferência Hemisférica da Fides (Federação Interamericana das Empresas de Seguros), no Rio de Janeiro (RJ). Neste dia, você foi mais claro, mais eloquente e mais franco.

Suas prioridades citadas no evento do RJ, envolvem combate à pobreza, desenvolvimento econômico-social sustentável, educação básica, investimento em saneamento básico, ciência e tecnologia, habitação popular e retomada da liderança em questões ambientais. Falou, ainda, em enfrentar desigualdades, criminalidade, enfim. Não sei como poderia fazer tudo isso como membro do judiciário, pois até que meus neurônios sejam apropriados para pensar, tudo isso passa pelo legislativo.  

Desde o momento que o Senado Federal se mobilizou e passou a traçar movimentos para trazer de volta o equilíbrio aos poderes, que cá entre nós, isso é bem democrático, a cara da democracia, e ainda buscar sanidade para posturas, no mínimo polêmicas ou afrontosas, oriundas da justiça, e de alguns dos seus membros, as declarações ficaram meio tresloucadas, na minha humilde opinião. Depois desses movimentos no Senado Federal, ministro, outros colegas seus já fizeram declarações bem alinhadas às suas, parecendo até sincronizadas, mas acho que não encontrou respaldo nem na imprensa militante, por mais esforços que eles fizessem. Essa mesma militância jornalística também virou livro para registrar os impropérios da imprensa.

Dizer que as discussões dos senadores que querem mudanças no STF seguem o “modelo ditatorial do Estado Novo de Getúlio Vargas” … como assim? Dizer que mexer no STF não é prioridade no Brasil? Isso é opinião, e é irrelevante partindo de uma corte, exceto, se viesse como uma ameaça, que, claro, não é o caso. Estou convicto disso!

Então, ministro, menos, muito menos!!!

Se chegou até aqui, gostaria de lhe apresentar meu livro “Perdeu, Mané!”. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-stf-uma-coisa-e-uma-coisa-outra-coisa-e-outra-cois…

Alexandre Siqueira

Articulista

 

Ministros sofrem para despachar com Lula, tem até quem nunca foi recebido

Não se sabe exatamente o que Lula faz fora das aparições midiáticas, mas, a 45 dias de encerrar o primeiro ano do terceiro mandato, o numeroso ministério não consegue agendar despachos privados com o presidente. Apenas cinco foram mais recebidos nos 320 dias de governo: Flávio Dino (Justiça), 11; Rui Costa (Casa Civil), 12; Haddad (Fazenda), 15; Alexandre Padilha (Relações Institucionais), 15; e Mauro Vieira (Relações Exteriores), turbinado pelo conflito em Gaza, 16.

Me erra

Com mais de dois meses no cargo, Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) está invicto: nunca conseguiu despachar com Lula.

Esquecido

Márcio França não viu nem a sombra do chefe desde que foi rebaixado para comandar a pasta de Micro e Pequena Empresa.

Oi, tchau!

A deslumbrada Anielle Franco (Igualdade Racial) e outros cinco, após muito esforço, conseguiram ver o chefe. Mas só uma vez.

Pauta secundária

Com onda de calor, seca no Norte e inundações no Sul, Lula não vê necessidade de receber Marina Silva (Meio Ambiente): só duas vezes.

Coluna do Claudio Humberto

 

Revelado o motivo de Flávio Dino se recusar a demitir assessores que receberam a “dama do tráfico”

O ministro da Justiça Flávio Dino declarou que não tomará medidas para demitir os secretários de seu ministério que se reuniram com a “dama do tráfico”, esposa do líder do Comando Vermelho (CV), nas dependências do Palácio da Justiça. Segundo o ministro, demitir seus subordinados nesse contexto prejudicaria sua própria reputação. Ele fez essas declarações durante um compromisso no Ceará.

“Dos secretários que receberam a visita, eles cometeram alguma ilegalidade? Praticaram algum crime? Como beneficiaram supostamente o Comando Vermelho? É fundamental agir com responsabilidade e seriedade”, afirmou Dino.

“Tenho confiança em minha equipe e não demitirei secretários injustamente. Se eu o fizesse, o desmoralizado não seria o secretário, mas eu”, enfatizou o ministro da Justiça.

O Ministério da Justiça, de Flavio Dino atendeu a solicitações da ONG Instituto Liberdade do Amazonas (ILA), uma organização que recebeu financiamento do CV. Dino também apontou que as críticas que tem enfrentado devido a esse caso são resultado do “desespero” de seus opositores.

“É claramente uma tática política desesperada daqueles que estão insatisfeitos com nosso combate ao crime organizado”, disse o ministro. Debochado, Dino mente que nem sente…

Jornal da Cidade Online