Deputados lançam ofensiva contra Janja: “Ela está sugando os cofres públicos”, afirma deputado Alden

Em entrevista ao JCO, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) abordou temas importantes, como o pedido de impeachment de Lula, que já conta com mais de 100 assinaturas: “Hugo Motta, presidente da Câmara, disse que possivelmente não abriria nenhum processo de impeachment contra o descondenado Luiz Inácio Lula da Silva, porque seria uma ruptura muito grande no país. Eu entendo que ele falou como representante de um poder, mas não pode falar por todos os deputados federais, ainda mais quando há indícios claros de práticas de crime de responsabilidade.

Infelizmente, a decisão depende exclusivamente do presidente da Câmara, mas nós, como oposição, vamos trabalhar para retirar essa exclusividade do presidente da Câmara. Não é possível que a gente consiga tantas assinaturas e não seja pautado”, ressaltou. O deputado comentou ainda sobre a crise de popularidade de Lula no Nordeste e sobre os gastos exagerados da primeira-dama Janja da Silva.

“Ela está sugando os cofres públicos, se utilizando da condição de primeira-dama para financiar ações de caráter pessoal. Janja custa milhões aos cofres públicos, contrata pessoas à revelia e serviços sem licitação, usa as redes sociais para fazer investidas contra pessoas, como fez com Elon Musk, e até partidos. 

Não falta muito para ela ser, por exemplo, como a esposa do ditador da Nicarágua. Lula está tentando botar Janja nos holofotes para que ela, quem sabe, possa ser sua sucessora, mas ela é tão atrapalhada e despreparada, tão pior do que Lula, que isso não está dando certo”, disparou.

Jornal da Cidade Online

 

Da “Primeira-Dama Sem Calcinha” ao Escândalo da USAID

O Brasil, de certa forma, tornou-se um grande reality show político, onde o público assiste a cada nova temporada esperando o próximo grande escândalo. Enquanto isso, o país continua lidando com problemas estruturais que parecem nunca ter solução real – talvez porque o foco esteja sempre no espetáculo e não no essencial. A política brasileira há décadas flutua entre o cômico e o trágico, misturando escândalos, traições e reviravoltas dignas de um roteiro de filme. Desde os tempos de Fernando Collor, quando a imprensa noticiava o presidente se vangloriando da sensualidade da esposa, até os dias atuais, com a expectativa sobre as denúncias da USAID, o Brasil segue um padrão curioso: governantes ascendem sob grande expectativa, são envolvidos em polêmicas e caem de maneira espetacular. O mais impressionante? O ciclo se repete sempre da mesma forma.

Collor: A Construção e a Queda de um Ícone Midiático

Nos anos 90, Fernando Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a Ditadura Militar, embalado pela narrativa do “Caçador de Marajás”. A Rede Globo desempenhou um papel fundamental na construção de sua imagem como um jovem líder moderno e moralizador. No entanto, bastaram poucos anos para que as denúncias de corrupção – muitas delas trazidas pelo próprio irmão, Pedro Collor – dessem fim ao seu governo. O escândalo envolvendo o tesoureiro da campanha, PC Farias, revelou um esquema gigantesco de desvio de dinheiro, resultando no primeiro impeachment da história do Brasil.

No meio de tudo isso, a frase “Primeira-dama sem calcinha”, atribuída a Collor ao se referir à então esposa Rosane, serviu para reforçar a imagem de um presidente jovem e viril, mas também expôs o nível de banalidade com que a política era tratada na época. Não por acaso, o Brasil se tornou um país onde os escândalos sexuais e financeiros caminham lado a lado.

O Padrão se Mantém: Escândalos e a Rotação do Poder

Décadas depois, a política brasileira segue o mesmo roteiro. Presidentes são eleitos sob um discurso forte – seja de moralização, desenvolvimento econômico ou justiça social – e, pouco tempo depois, veem seus governos tomados por denúncias, traições e golpes internos. Isso aconteceu com Collor, Lula, Dilma, Bolsonaro e, possivelmente, também com Lula em sua volta ao poder.

Um dos exemplos mais recentes de um escândalo prestes a explodir envolve o governo Biden e a USAID, a agência norte-americana de desenvolvimento. Com a volta de Donald Trump ao cenário político, muitas de suas promessas incluem expor o uso político da USAID em países como o Brasil. O ex-presidente norte-americano e seus aliados alegam que a agência financiou grupos que interferiram nas eleições brasileiras de 2022, favorecendo Lula e enfraquecendo Bolsonaro.

A oposição brasileira aguarda ansiosamente a divulgação da lista de Trump, na expectativa de que ela traga detalhes sobre como esses recursos foram usados e quem realmente se beneficiou deles. No entanto, até o momento, não há provas concretas sobre tais alegações, e o Brasil segue como sempre: um palco onde as peças podem mudar, mas o enredo continua o mesmo.

Brasil: Um País de Crises Fabricadas e Grandes Expectativas

Se há algo que a história nos ensina é que a política brasileira raramente é sobre ideais e muito mais sobre o jogo de interesses. Os escândalos são usados como ferramentas para derrubar ou sustentar governos conforme a necessidade de quem controla a narrativa. A mesma Globo que ajudou Collor a chegar ao poder foi a que o derrubou; os mesmos veículos que elegeram Lula hoje defendem seu governo, ignorando contradições e denúncias. A pergunta que fica é: quem será o próximo protagonista desse ciclo vicioso?

Arlete Caetana Santana. Escritora.

 

Pesquisa do IPEC divulgada neste sábado mostra o aumento do descrédito de Lula junto ao povo brasileiro

Pesquisa do Instituto Ipec (ex-Ibope) divulgada neste sábado (15) mostra que a imensa maioria do povo brasileiro não quer que Lula seja candidato a reeleição. De fato, ninguém suporta mais esse desgoverno. 62% dos brasileiros acham que Lula da Silva (PT) não deveria concorrer à reeleição em 2026, contra 35% que avaliam que o petista deveria tentar um 4º mandato.

Eis as respostas:

– Lula não deveria tentar a reeleição – 62% (eram 58% em novembro de 2024);

– Lula deveria tentar a reeleição – 35% (eram 39%).

– Não sabe ou não respondeu – 3% (eram 3%)

O Ipec também perguntou aos entrevistados que acham que Lula não deveria se candidatar em 2026 por que elas deram essa resposta. O levantamento é espontâneo, ou seja, as pessoas não foram estimuladas com opções de respostas e também puderam dar mais de uma resposta.

Eis os 5 motivos mais citados:

– Não está fazendo um bom trabalho – 36%;

– Porque é corrupto/ladrão/desonesto – 20%;

– Pela idade/está com a idade avançada – 17%;

– Já teve a sua chance/já foi presidente 3 vezes – 11%;

– Por não confiar nele/não gostar dele/não simpatizar com ele – 9%.

O Ipec entrevistou 2.000 pessoas em 131 municípios do Brasil de 6 a 10 de fevereiro de 2025. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Jornal da Cidade Online

Estatais deficitárias continuam patrocinando eventos-palanques milionários para Lula

Tecnicamente quebrados, com rombo de R$500 milhões só em janeiro, como revelou esta coluna, os Correios desperdiçaram R$1,3 milhão para patrocinar um evento que nada tem com sua atividade, o “Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas”, que ocorre esta semana em Brasília. Mas não foi a única estatal a bancar um comício fora de época para o petista. Também Banco do Brasil, Caixa, Serpro e Petrobras foram obrigadas a bancar o evento promovido por entidade presidida por prefeito petista.

É dinheiro público

Os Correios estão sangrando. Sob a presidência do advogado Fabiano Silva dos Santos, o prejuízo chegou a R$3,2 bilhões em 2024.

Pau no trabalhador

O desperdício irritou funcionários dos Correios, muitos com salários atrasados ou com 13º confiscado para bancar dívidas do fundo Postalis.

Grana na gringa

Requerimento na Câmara cobra critérios para patrocínios como os R$600 mil jogados fora na Feira do Livro de Bogotá, Colômbia.

Rasga dinheiro

As demais estatais que bancam o evento-palanque, como a Petrobras, ainda não revelaram quanto torraram para patrocinar o evento.

Coluna do Claudio Humberto

 

SINTSEP ratifica suporte aos servidores do Estado para Recadastramento Digital e Prova de Vida

O Governo do Maranhão deu início ao Recadastramento Digital e à Prova de Vida, um processo obrigatório para todos os servidores públicos ativos do Estado, sejam civis, militares, efetivos, contratados ou comissionados. O SINTSEP está oferecendo suporte aos servidores filiados que enfrentarem dificuldades no recadastramento digital e na prova de vida. Basta se dirigir à sede do sindicato, onde a equipe está pronta para ajudar.

Veja os principais pontos do processo, que deve ser concluído até 14 de março de 2025.

O Que é o Recadastramento Digital?

Realizado pelo Portal do Servidor, o recadastramento permite aos servidores atualizarem informações pessoais, de endereço e escolaridade de forma prática e segura, sem a necessidade de procedimentos presenciais. Ele está integrado à plataforma GOV.BR, que realiza a etapa final, a Prova de Vida.

Quem deve participar?

Todos os servidores públicos ativos do Maranhão estão obrigados a realizar o recadastramento, incluindo aqueles em cargos efetivos, contratados ou exclusivamente comissionados. Aposentados e pensionistas estão isentos.

Passo a passo para o Recadastramento Digital

  1. Crie ou atualize sua conta no GOV.BR:
  • Baixe o aplicativo GOV.BR e entre com seu CPF.
  • Realize o cadastro, aceite os termos e, se necessário, conclua o reconhecimento facial.
  • Eleve sua conta ao nível Prataou Ouropara acessar todas as funcionalidades.
  1. Acesse o Portal do Servidor:
  • Entre com seu CPF e senha no site Portal do Servidor.
  • Preencha o formulário de recadastramento com os dados solicitados.
  1. Realize a Prova de Vida:
  • Abra o aplicativo GOV.BR e clique em “Prova de Vida”.
  • Selecione a opção pendente e siga as orientações para o reconhecimento facial.
  • Verifique se o local está bem iluminado e se o rosto está centralizado para facilitar o processo.
  1. Conclua o processo:
  • Após todas as etapas, um comprovante será gerado no Portal do Servidor.

Prazos e Consequências

  • O recadastramento deve ser realizado entre 15 de janeiro e 14 de março de 2025.
  • Servidores que não concluírem o processo terão acesso bloqueado ao Portal do Servidor e perderão o direito ao benefício da folga prevista no decreto.

Suporte e Dúvidas

Caso enfrente dificuldades, os servidores devem:

  • Recuperar o acesso pelo botão “Esqueci minha senha” no Portal do Servidor.
  • Procurar o setor de Recursos Humanos (RH) do órgão de lotação para suporte técnico.

Fique atento ao prazo e regularize sua situação!

SINTSEP-MA

 

Reação internacional contra Alexandre de Moraes tem “nome e sobrenome” contra o poderoso ministro do STF

Após o ex-presidente Jair Bolsonaro se reunir pessoalmente com integrantes da Organização dos Estados Americanos para dar seu relato sobre Alexandre de Moraes, o portal Metrópoles afirmou com todas as letras:

“Alguns sinais concretos apontam que o ministro Alexandre de Moraes terá, pela primeira vez, dores de cabeça com potencial de deixá-lo em situação desconfortável. A visita da OEA ao Brasil culminará na produção de um relatório robusto sobre a atuação do ministro do Supremo. Um indicativo dessa robustez é de ordem econômica.”

O site ainda diz mais:

“O principal financiador da OEA é o governo dos Estados Unidos, comandado atualmente por Donald Trump. Além de aliado de Bolsonaro, o presidente norte-americano tem em seu núcleo duro dois desafetos de Alexandre de Moraes: o empresário Elon Musk e o estrategista Jason Miller, ambos alvos de decisões judiciais do magistrado brasileiro.

Sem cerimônia, Trump já cortou trilhões de dólares que os EUA destinavam a ONGs e à USaid, agência que patrocina iniciativas no exterior. A cúpula da OEA sabe disso. E, até mesmo por instinto de preservação, fará um relatório que não dê margem a interpretações de que atuou com negligência no caso Moraes.

Histórias de manifestantes presos no 8 de janeiro chamaram a atenção de Pedro Vaca. Entre elas, a de Cleriston Pereira da Cunha, “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal. Meses antes do óbito, o gabinete de Moraes ignorou pedidos médicos e um parecer da Procuradoria-Geral da República que solicitavam a soltura de Cleriston Cunha. Quem narrou o episódio para representantes da OEA foi Luiza Cunha, filha do falecido.

O relatório da Organização dos Estados Americanos será robusto, detalhado. A dúvida é quanto à intensidade. Se o documento com repercussão internacional provocará leve dor de cabeça ou enxaqueca em Alexandre de Moraes.”

Pelo visto a chegada de Donald Trump já está fazendo efeito. Ele, juntamente com Elon Musk, é o “nome e sobrenome” por trás desse levante internacional contra Moraes. De fato, o presidente americano, segundo fontes próximas, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro, quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

Jornal da Cidade Online

 

A Verdade Proibida: Elon Musk, Donal Trump e a explosão da narrativa sobre favorecimento para a eleição de Lula

A manhã desta quinta-feira (13) amanheceu com um padrão já conhecido: os jornais brasileiros, como um coro afinado, repetindo a mesma manchete – “Sem provas, Elon Musk diz que EUA financiaram eleição de Lula contra Bolsonaro”. Mas a sincronia não é coincidência, e sim um indicativo do que está realmente em jogo.

Elon Musk, um dos homens mais poderosos do mundo, não costuma falar sem uma carta na manga. E Donald Trump, ao afirmar que “o que não falta são provas”, lança um desafio direto ao establishment político e midiático global. Se esses dois gigantes da geopolítica estão dispostos a expor um dos maiores escândalos da história recente, por que a mídia já corre para desqualificar antes mesmo de investigar?

O Padrão da Censura Antecipada

Essa não é a primeira vez que vemos uma estratégia coordenada para abafar uma revelação explosiva. Nos últimos anos, sempre que um tema ameaça as estruturas de poder, a mídia tradicional recorre às mesmas táticas:

  1. Rotular a informação como “sem provas” – Isso impede que o público leve a sério antes mesmo de considerar os fatos.
  2. Criar uma campanha de difamação contra quem faz a denúncia – Musk já foi alvo de ataques anteriores por expor censura e manipulação em redes sociais. Agora, Trump entra na mira novamente.
  3. Silenciar vozes divergentes – Redes sociais restringem o alcance de postagens e jornalistas independentes são ignorados.

Foi assim com o caso dos e-mails de Hunter Biden, com as denúncias sobre a origem da COVID-19 e agora com a possível interferência dos EUA nas eleições brasileiras.

O que pode estar vindo?

Se Trump e Musk estão falando a verdade, o mundo pode estar prestes a testemunhar um escândalo de proporções inimagináveis. Imagine as consequências de documentos comprovando que o “Deep State” americano – o mesmo que tentou derrubar Trump nos EUA – financiou Lula para impedir a reeleição de Bolsonaro. Isso significaria que a democracia brasileira não foi decidida pelos votos, mas por interesses globais manipulados nos bastidores.

Musk e Trump não são figuras que fazem acusações vazias. O dono do X (ex-Twitter) já provou, com os Twitter Files, como governos manipulavam informações e censuravam adversários políticos. Se ele diz que há algo grande, vale a pena prestar atenção.

O Medo da Verdade

A reação da grande mídia brasileira não é a de quem busca esclarecer os fatos, mas a de quem teme que a verdade venha à tona. O que está por trás desse desespero? Se as provas forem apresentadas, quem será responsabilizado? O governo Lula? A elite global? A imprensa que escondeu os fatos? O relógio está correndo, e a pergunta não é mais se as provas existem, mas sim quando serão divulgadas. E, mais importante ainda: o Brasil estará pronto para encarar a verdade?

Arlete Caetana Santana. Escritora.

 

No Maranhão, mais de 44% da população desaprovam o governo Lula

Para 30% dos maranhenses, a gestão do petista é péssima. Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (14) mostra que 44,8% da população do Maranhão, desaprovam o governo do presidente Lula (PT). Ainda conforme a pesquisa, 30% dos maranhenses acham a gestão do petista “péssima”.

Veja abaixo os dados completos da pesquisa:

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 08 e 12 de fevereiro, sob um grau de confiança de 95,0%, e uma margem de erro
aproximadamente 2,5 pontos percentuais. O instituto ouviu de forma pessoal 1548 eleitores em 62 municípios do estado.

Diário do Poder

 

Pesquisa do Datafolha impõe verdadeiro terror no Planalto, de como a popularidade de Lula desaba

Acaba de ser divulgada a nova pesquisa do Instituto Datafolha. O resultado é muito ruim para Lula, e chega a causar um verdadeiro pânico no Palácio do Planalto 

Eis o texto publicado pela Folha de São Paulo analisando o resultado:

“A aprovação de Lula (PT) desabou em dois meses de 35% para 24%, chegando a um patamar inédito para o petista em suas três passagens pelo Palácio do Planalto. A reprovação também é recorde, passando de 34% a 41%.

Acham o governo regular 32%, ante 29% em dezembro passado, quando o Datafolha havia feito sua mais recente pesquisa sobre o tema. Neste levantamento, foram ouvidos 2.007 eleitores em 113 cidades, na segunda (10) e na terça-feira (11), com margem de erro geral de dois pontos para mais ou menos.

O tombo demonstra o impacto de crises sucessivas pelas quais passa o governo, sendo a mais vistosa delas a do Pix. Ela ocorreu em janeiro, com a divulgação de que o governo iria começar a fiscalizar transações superiores a R$ 5.000 pela modalidade instantânea de transferência bancária. Ato contínuo, houve uma cobrança da oposição, sugerindo controle indevido, e uma enxurrada de fake news dizendo que haveria uma taxação do Pix. O governo ficou atônito, e restou à Fazenda do ministro Fernando Haddad (PT) revogar a medida. Lula preferiu atribuir o fiasco à sua comunicação e trocou a chefia do setor, promovendo o marqueteiro baiano Sidônio Palmeira para a vaga do petista Paulo Pimenta. Os problemas, contudo, continuaram.

A inflação de alimentos é um foco constante de preocupação, e o presidente não contribuiu com frases como aquela na qual sugeriu que as pessoas parassem de comprar comida cara. Se na teoria parece lógico, soou como um lavar de mãos, devidamente aproveitado pela mais ágil oposição.

Resultado: Lula colheu a pior avaliação de sua vida como presidente. Antes, havia atingido 28% de ótimo e bom em outubro e dezembro de 2005, no auge da crise do mensalão, em seu primeiro mandato (2003-06). Já o maior índice de ruim e péssimo fora registrado em dezembro passado (34%).” Se o Datafolha diz isso, certamente a situação deve ser muito pior. Lula derrete. O desgoverno acabou.

Jornal da Cidade Online

 

Mulher investigada e presa por envenenamento de 03 familiares morre em presídio

TORRES (RS) – Deise Moura dos Anjos, investigada por envenenar um bolo de Natal que causou a morte de três pessoas, foi encontrada morta na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na manhã desta quinta-feira (13). A principal hipótese é suicídio. Segundo informações da Polícia Penal, agentes penitenciários localizaram a detenta sem sinais vitais durante a conferência matinal. Ela estava em uma cela isolada, na ala de triagem, para onde havia sido transferida no dia 6 de fevereiro, após permanecer quase um mês no Presídio Feminino de Torres. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a morte foi constatada no local.

As circunstâncias do falecimento serão apuradas pela Polícia Civil e pelo Instituto-Geral de Perícias. Em nota enviada ao jornal Correio do Povo, a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo informou que não se manifestará enquanto o caso estiver sob investigação.

O caso do bolo envenenado

A investigação teve início após uma confraternização familiar na véspera de Natal de 2024 resultar em uma tragédia. Seis pessoas consumiram um bolo contaminado com arsênio, causando a morte de três delas e a hospitalização das demais.

De acordo com as investigações, Zeli dos Anjos preparou o bolo para um encontro familiar em Arroio do Sal (RS), sem saber que a farinha utilizada estava contaminada. O consumo ocorreu em 23 de dezembro. Horas depois, Neuza e Maída dos Anjos faleceram. Tatiana dos Anjos morreu no dia 25 de dezembro. Matheus, sobrinho-neto de Zeli, ficou internado e recebeu alta em 3 de janeiro.

No dia 5 de janeiro, Deise Moura dos Anjos foi presa preventivamente sob acusação de triplo homicídio qualificado e três tentativas de homicídio. No decorrer das investigações, a polícia identificou a possibilidade de que ela tenha envenenado outras pessoas de seu convívio, incluindo Paulo Luiz dos Anjos, cujo corpo foi exumado para análise. A perícia confirmou a presença de arsênio em seu organismo.

Com a morte de Deise no presídio, as autoridades seguem investigando as motivações e os desdobramentos do caso.

Jornal O Republicano