Lula realizou evento no interior de MG e atraiu o povo com marmitas do “Bolsa Feijoada” com dinheiro público

Após discurso de Lula, caminhões descarregam milhares de marmitas no evento para pessoas famintas e desiludidas de promessas, que receberam como “Bolsa Feijoada”. No Vale do Jequitinhonha (MG), palco histórico de promessas e palanques, após discurso do presidente Lula (PT) em Minas Novas, marmitas foram distribuídas ao público. O anúncio do almoço gratuito foi feito por alto-falantes durante o evento, e caminhões baú descarregaram as refeições no local, como parte da programação organizada pela prefeitura e pelo PT para garantir um grande público no evento. A organização da farra gastronômico eleitoral ficou a cargo da Prefeitura de Minas Novas, que foi quem contratou a comilança pós-discurso, na quinta-feira (24).

Enquanto Lula falava ao microfone, exaltando políticas sociais e acenando a trabalhadores rurais vindos de cidades vizinhas, o cheiro de comida no ar já antecipava o verdadeiro “bolsa-feijoada” do dia. Mas fora do palanque, a coisa não digeriu tão bem para todos.  A cena chamou atenção nas redes sociais, onde vídeos e fotos da entrega das marmitas se espalharam com velocidade digital. A mistura de evento oficial foi vista por internautas como agrado populista em forma de comida, numa região marcada por desigualdade e fragilidade econômica.

Infelizmente, neste país, as instituições responsáveis pela garantia da fiscalização da aplicação dos recursos públicos, as do Poder Judiciário e do Ministério Público, não fiscalizam e nem colocam a PF em atos desonestos do presidente Lula, se concentrando apenas nos políticos de direita e nos cidadãos que protestam contra a roubalheira no Brasil. Todos são totalmente omissos com o desvio de bilhões de reais por sindicatos protegidos por Lula e toda a sua cambada de malfeitores. O que causa maior indignação a população é que ninguém se omite de graça, uma vez que pelo PT, ficou institucionalizado, que é dando é que se recebe.

Diário do Poder e AFD

 

SINTSEP volta a denunciar caos no Hospital do Servidor e exige transparência do Governo nos recursos do Funben

Falta de leitos, medicamentos, negligência no atendimento e suspeita de desvio de recursos agravam crise na saúde dos servidores públicos estaduais. O SINTSEP-MA volta a público para ratificar denuncia grave da situação enfrentada pelos servidores públicos estaduais no Hospital do Servidor. O aumento no número de mortes, resultado de negligência no atendimento, tem aceso um alerta vermelho entre os trabalhadores e seus familiares. Os relatos são cada vez mais frequentes: falta de leitos, escassez de medicamentos e ausência total de assistência adequada aos usuários do Fundo de Benefícios dos Servidores do Estado do Maranhão (Funben).

Desde o fechamento do Hospital São Luís, todo o atendimento foi centralizado no Hospital do Servidor, sem a devida ampliação da estrutura para suportar a nova demanda. O resultado é um sistema sobrecarregado, sem capacidade de garantir atendimento digno à categoria. Além do colapso no atendimento, a situação se agrava com a total falta de transparência na gestão do Funben. O fundo, financiado diretamente com recursos descontados dos salários dos servidores, é administrado exclusivamente pelo Governo do Estado, sem qualquer tipo de controle social ou prestação de contas. Há, inclusive, indícios de suposto desvio de recursos, o que pode configurar grave irregularidade e desrespeito aos direitos dos servidores.

“Aumentou o número de contribuintes, aumentou a demanda, mas as metas e os investimentos não acompanharam essa realidade. O que vemos é o descaso com o servidor público e com o uso do seu dinheiro. É inaceitável que o trabalhador, que contribui mês a mês, tenha que enfrentar filas, superlotação e risco de morte por omissão do Estado”, ressalta Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

Diante disso, o SINTSEP reforça a urgência da implantação do conselho gestor com participação efetiva dos servidores, para acompanhar de perto a aplicação dos recursos do Funben e garantir transparência, ética e respeito ao trabalhador. Não aceitaremos mais a condução unilateral do fundo, sem diálogo e sem fiscalização. O Sindicato seguirá cobrando respostas, denunciando os abusos e lutando por um atendimento digno e justo para todos os servidores públicos do Maranhão.

Fonte: SINTSEP-MA

Alexandre de Moraes é denunciado à Organização dos Estados Americanos por violações aos direitos humanos

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), recebeu uma petição formal acusando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de liderar um processo de “violações sistemáticas de direitos humanos” no Brasil. A denúncia inclui ainda críticas a outras instituições como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Procuradoria-Geral da República (PGR), o Congresso Nacional e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O documento, de autoria anônima por razões de segurança, centra-se nos desdobramentos após os atos de 8 de janeiro de 2023 e relata uma série de práticas que, segundo o autor, violariam princípios fundamentais do Estado de Direito. Dentre as acusações contra Moraes, estão as de prisões preventivas em massa sem justificativa individual, decisões judiciais proferidas sem direito à ampla defesa e ao contraditório, além de uso de geolocalização como critério para detenções.

O episódio mais emblemático citado é a detenção de mais de 1.400 pessoas no dia seguinte às manifestações, encaminhadas a um ginásio da Polícia Federal sob condições alegadamente insalubres. O texto afirma que as prisões ocorreram sem a devida individualização das condutas e em desacordo com garantias legais mínimas. A petição amplia o escopo da denúncia ao acusar o TSE de exercer “censura prévia” contra influenciadores, jornalistas e líderes religiosos, sob o argumento de combater a desinformação. A Procuradoria-Geral da República é apontada como omissa diante do que o autor chama de “abuso de poder do Judiciário”, enquanto o Congresso é descrito como passivo e negligente em sua função de freios e contrapesos constitucionais.

O documento também denuncia uma série de constrangimentos institucionais e perseguições a parlamentares da oposição, como Nikolas Ferreira, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Damares Alves e Marco Feliciano. Além disso, cita decisões judiciais que teriam imposto bloqueios e remoções de conteúdo nas redes sociais de comunicadores como Allan dos Santos, Paula Schmitt e Rodrigo Constantino, frequentemente sem transparência processual ou direito de defesa. Segundo o peticionário, há um cenário de “lawfare” no país — termo usado para descrever o uso do sistema jurídico como arma política —, com o Judiciário supostamente atuando de maneira parcial para silenciar vozes dissidentes e interferir no debate democrático.

A petição pede que a CIDH adote medidas cautelares urgentes e leve o caso à Corte Interamericana de Direitos Humanos, alertando para o “risco concreto de retaliações por parte de autoridades brasileiras”. Até o momento, a Comissão não se pronunciou sobre o trâmite do pedido, que segue sob confidencialidade a pedido do autor.

O cerco se fechou completamente!

Jornal da Cidade Online

Sorrisos de Janja no velório de Preta Gil, chocou, provocou vaias e risco de reação. Ela deixou o local às pressas

A participação da primeira-dama Janja da Silva no velório da cantora Preta Gil, realizado nesta sexta-feira (25) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, provocou inúmeras reações nas redes sociais pelo desrespeito, prática bem inerente a primeira dama, sendo que agora, ela extrapolou com sorrisos bem acentuados no velório de Preta Gil, uma cantora popular.

Em vários vídeos, Janja aparece sorrindo próximo ao caixão. No local, enquanto pequena parte do público aplaudiu sua presença, outro grupo a recebeu com vaias e gritos, gerando um início de confusão na saída lateral do evento, por onde Janja, seus acompanhantes e seguranças escaparam do risco de pegarem alguns corretivos pelo desrespeito

O deputado Nikolas Ferreira chegou a publicar: “Pô, não tô querendo pegar no pé. Mas quem chega na frente de um caixão e dá um sorriso desses?”

 Diário do Poder

 

Tarifaço: Lula impediu o Itamaraty de atuar. Chanceler até vazou do Brasil

Os diplomatas não desaprenderam o ofício: a paralisia do Itamaraty, na crise do tarifaço, obedeceu a “instrução” do Planalto, segundo fontes do Itamaraty. Diplomatas contaram à coluna que Lula (PT) em nenhum momento se preocupou com o impacto do tarifaço na economia, só em tirar proveito da “briga” com Trump para reduzir sua reprovação nas pesquisas. Em vez de advertir o chefe sobre o erro, o chanceler Mauro Vieira vazou para um passeio bizarro e irrelevante a Croácia e Irlanda.

Alheamento

Enquanto o tarifaço desesperava produtores e exportadores, Mauro Vieira flanava em Dubrovnik, onde foi embaixador, e depois em Dublin.

Que crise?

A carta do tarifaço é de 9 de julho e Vieira pegou o rumo do aeroporto já no dia 10. Voltaria só dia 17, após Lula atacar Trump várias vezes.

Ora, a crise

Além de diplomatas se fingindo de “estátua”, Maria Luiza Viotti, bem-conceituada embaixadora do Brasil, estava de férias em plena crise.

Aqui, não, violão

Viotti voltou a Washington há dias e tentou fazer seu trabalho, mas o recado da Secretaria de Estado foi seco: “Too late” (“tarde demais”).

Coluna do Claudio Humberto

Venezuela impõe tarifas entre 15% e 77% para produtos importados do Brasil. Lula é traído por Maduro

Lula é um zero à esquerda. Ninguém respeita esse sujeito inconsequente e irresponsável. Nem Nicolas Maduro, seu parceiro em aventuras inconfessáveis. Assim, empresários brasileiros foram pegos de surpresa após o governo da Venezuela anunciar, na quarta-feira (24), a aplicação de tarifas de importação que variam entre 15% e 77% sobre produtos vindos do Brasil.

A decisão contraria um acordo firmado em 2014, que previa isenção para mercadorias com certificado de origem. A medida pode impactar diretamente as exportações, principalmente em estados como Roraima, que mantêm forte relação comercial com o país vizinho. A Câmara de Comércio Brasil-Venezuela já investiga o que motivou a mudança, que pode ter ocorrido por uma falha burocrática ou decisão política. Enquanto isso, o Ministério do Desenvolvimento e a Embaixada do Brasil em Caracas foram acionados para tentar reverter a decisão. Até o momento, o governo venezuelano não apresentou nenhuma justificativa oficial.

Jornal da Cidade Online

A pedido do MPF, Justiça Federal condena o Estado do Maranhão por obras irregulares nos Lençóis Maranhenses

Obras foram iniciadas sem autorização do Instituto Chico Mendes, gerando danos ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em Santo Amaro (MA). Em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), o estado do Maranhão foi condenado pela realização de obras de pavimentação na Rodovia MA-320 sem a devida licença ambiental, no trecho entre a Rodovia MA-402 e o povoado Sangue, no município de Santo Amaro (MA). A Justiça Federal determinou, na sentença, que o Governo Estadual recupere a área degradada e o pague indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 500 mil.

A área impactada está situada na zona de amortecimento do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, unidade de conservação federal, e os danos foram causados entre os anos de 2013 e 2018. De acordo com a ação, a obra de pavimentação da Rodovia MA-320 foi iniciada sem a autorização prévia do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e sem a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima), exigidos pela legislação ambiental. O MPF destacou que o ICMBio só teve conhecimento da obra após seu início, o que resultou na aplicação de um Auto de Infração e no embargo de parte do trecho executado devido à ausência de consulta prévia e do Estudo de Impacto Ambiental.

A ação do MPF também apontou que houve retirada de água do Rio Grande pela empresa responsável pela obra, a Hytec Construções e Terraplanagem. O rio é um dos principais afluentes da Lagoa do Espigão, situada no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o que coloca em risco os recursos naturais da área protegida. O estado do Maranhão alegou que a Secretaria de Meio Ambiente (Sema) tinha autoridade para conceder as licenças da obra e que todos os documentos estavam em conformidade com a legislação. Também alegou que uma nota técnica do ICMBio indicava que não havia risco ambiental imediato, o que teria motivado o fim do embargo da rodovia. No entanto, a Justiça Federal rejeitou os argumentos, destacando que a nota técnica não substitui a autorização formal nem os estudos ambientais exigidos por lei.

Danos ambientais – Uma perícia judicial foi decisiva para o andamento do processo e concluiu que, apesar da importância da rodovia para a região, a obra provocou danos ambientais diretos, severos e, em parte, irreversíveis, principalmente na vegetação e nos recursos hídricos. O laudo técnico também identificou falhas na implementação das medidas de mitigação e na execução do plano de recuperação ambiental. Como resultado, rios como o Grande, o São Lourenço e o Queixada sofreram assoreamento e houve perda significativa da mata ciliar.

A Justiça Federal determinou que o estado do Maranhão recupere quase um hectare – correspondente a um campo de futebol – da zona de amortecimento do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, com a apresentação de um Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD) ao ICMBio em 90 dias. O cronograma de execução deve ser definido em conjunto com o órgão ambiental. Além disso, o estado foi condenado ao pagamento de indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos. O valor deve ser atualizado com juros desde a data do dano.

A decisão também prevê a implementação de medidas mitigadoras e compensatórias em benefício do parque, em conjunto com o ICMBio, incluindo a recomposição vegetal, a retirada de entulhos da obra, a instalação de sinalização ao longo da rodovia e o monitoramento dos recursos hídricos impactados. Outras ações poderão ser exigidas com base na perícia técnica anexada ao processo. Ainda cabe recurso da sentença.

Assessoria de Comunicação – Ministério Público Federal

 

Assessoria Jurídica dos EUA, pede a aplicação da Lei Global Magnitsky contra Alexandre de Moraes

A tensão entre setores da sociedade americana e o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou um novo capítulo com o pedido de uma renomada entidade da Flórida para que o ministro Alexandre de Moraes seja alvo de sanções internacionais. A Legal Help 4 You LLC, especializada em assessoria jurídica, solicitou à Justiça dos Estados Unidos o encaminhamento de documentos ao Departamento de Estado, pedindo a aplicação da Lei Global Magnitsky contra o magistrado.

O pedido foi apresentado como parte de uma ação movida pela Trump Media e pela plataforma Rumble em um tribunal federal da Flórida. Desde fevereiro, o processo contesta decisões de Moraes envolvendo o bloqueio de perfis em redes sociais, como o do comentarista Rodrigo Constantino. A Legal Help 4 You participa do caso como amicus curiae — uma parte interessada que oferece argumentos técnicos ao juízo.

De acordo com a petição, protocolada na última terça-feira (22), as medidas tomadas por Moraes, especialmente o bloqueio de contas, seriam “arbitrárias, ilegais e ofensivas à consciência moral”, violando direitos fundamentais garantidos por tratados internacionais. A entidade argumenta que tais ações justificariam a imposição de sanções sob a Lei Global Magnitsky, legislação americana voltada à punição de estrangeiros envolvidos em corrupção e abusos contra os direitos humanos.

O texto da solicitação afirma:

“Os autores respeitosamente solicitam que o tribunal encaminhe as evidências ao Departamento de Estado dos EUA para consideração de possíveis sanções contra Alexandre de Moraes e outros membros do STF”. No entanto, o pedido não menciona explicitamente quais outros ministros poderiam ser incluídos em eventual sanção.

A Lei Magnitsky, já aplicada contra autoridades de países como Rússia, Venezuela e China, permite medidas como congelamento de bens nos EUA, cancelamento de vistos e proibição de entrada no território americano. Caso aceite o pedido, esta será a primeira vez que a legislação é usada em um litígio envolvendo o STF brasileiro. Procurado pela imprensa, o STF optou por não se manifestar sobre o caso.

Jornal da Cidade Online

Neta de Lula imita o avô: Expõe mentiras nas redes sociais e atribui a ele, o PIX do governo Bolsonaro

A garota não nega sua descendência. Sim, essa moça, Bia, é realmente neta de Lula. Tentando fazer um vídeo inspirada na performance de Nikolas Ferreira, Bia Lula comete um amontoado de erros históricos, mentiras e desinformação. Um espetáculo deprimente que só expõe a farsa que é o governo do avô.

O Pix foi desenvolvido pelo Banco Central em 2020, com autonomia técnica garantida por Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, no governo de Jair Bolsonaro.

Trump impôs tarifas porque foi insanamente provocado por Lula, que além de desrespeitá-lo levantando falsidades, promoveu censura e buscou alinhamento com notáveis ditaduras. A garota tenta pintar o avô como herói, omitindo seus inúmeros envolvimentos com corrupção, farta distribuição de propinas e outras inúmeras falcatruas. A verdade é que, Lula é o câncer do Brasil.

Jornal da Cidade Online

Não sou bolsonarista, mas existe perseguição política

                                                                                                                                                     * Ney Lopes

Lamentei a ausência nestes últimos dias. Estive em SP, onde fiz checkup de saúde, com resultados tranquilizadores. Na internação hospitalar onde me encontrava, pude observar o túnel de alto risco político, em que mergulhou o Brasil nos últimos dias. O debate sobre o IOF, as sanções de Trump e medidas judiciais extremas contra Bolsonaro dominaram o quadro de apreensões generalizadas. Por trás dos acontecimentos, em busca das causas, constata-se que tudo é resultado do extremo radicalismo, a que está submetida a política nacional. Se esse clima não for atenuado, o temor global passará a ser o Brasil e não mais Venezuela ou Cuba.

De um lado, tem-se Trump como um “espalha brasa”, que só acredita em autoridade a base da força e ameaças. De outro, o presidente Lula assume posições semelhantes. Instigou todos aqueles que buscassem uma solução conciliatória nos últimos acontecimentos, denominando-os “traidores da Pátria”. Achou pouco e foi para o Chile convocar países para uma ação conjunta contra os Estados Unidos. Não conseguirá e se desgastará mais

Bolsonaro mais ponderado

Bolsonaro, ultimamente tem revelado certa ponderação nas posições assumidas. (Graças a Deus dá sinais de mudança no temperamento). Mas, infelizmente, no contraponto da sua recuperação emocional, estão os próprios filhos e a inconsequência das facções de celerados, que seguem a sua liderança e comprometem a sua imagem. Está provado, que ele nada sabia sobre a imposição das sanções por Trump. Foi uma decisão isolada do governo americano, que já há algum tempo vinha reclamando posições do governo brasileiro.

Além do mais há uma razão, que pouco se fala, mas considero a causa básica da irritação de Trump. Trata-se de Lula ter liderado no BRICS a busca por criar uma moeda, sem a necessidade de usar a moeda americana. Trump declarou a importância de manter “o status do dólar como a moeda de reserva do mundo. “Se nós perdermos isso, seria como perder uma guerra mundial. Não podemos nunca deixar qualquer um brincar com a gente,” disse ele.

As razões da sanção americana

Pelo visto, as sanções americanas seriam muito mais resultado da agressividade e posicionamento ideológico radical de Lula contra os Estados Unidos, do que pedidos de Bolsonaro e seus filhos. Independente deles, o Brasil seria retaliado.

Diante do quadro consumado, o governo brasileiro aproveitou o “momento” estratégico da fala de Trump, para invocar novamente o nacionalismo e colocar nas costas do ex-presidente Bolsonaro a responsabilidade pelas sanções. Nesse clima acusatório, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Jair Bolsonaro use tornozeleiras, como um delinquente comum, o veto ao uso de redes sociais, proibição de sair de casa entre 19h e 6h e durante os fins de semana, proibição de se comunicar com “demais réus e investigados”, incluindo o pai falar com o filho Eduardo Bolsonaro, além de veto a manter contato com diplomatas, embaixadores e frequentar embaixadas. Como destacou o governador Tarcisio de Freitas (SP), “não imagino a dor de não poder falar com um filho. Mas se as humilhações trazem tristeza, o tempo trará justiça”. O governador disse ainda, que não conhece “ninguém que ame mais este país, que tenha se sacrificado mais por uma causa, quanto Jair Bolsonaro”.

Não sou bolsonarista

Não sou bolsonarista, nem faço defesa gratuita. Dói-me a injustiça por ter sido vítima dela. Em 1976, da noite para o dia, sem um inquérito instaurado, sem uma defesa apresentada, sem processo de qualquer espécie (administrativo ou judicial), com as contas de cargo público aprovadas no TCE/RN, sem condenação de qualquer espécie, o governo despótico do presidente Geisel (erroneamente apontado como a favor da distensão política) cassou o meu mandato de deputado federal. No ato não consta nenhum motivo, quando as demais cassações foram por corrupção ou subversão. Tenho o DOU com o ato na íntegra. O governo atendeu aos apelos da classe política do RN à época, que temia a minha presença no Congresso. Em poucos meses, apresentei o projeto do crédito educativo (após a minha cassação, o governo apropriou-se indebitamente do projeto), relatei uma CPI, tudo divulgado pela imprensa nacional. Fui incluído entre os 100 cabeças do Congresso.

Dito isso, considero extrema injustiça o que está sendo imposto ao presidente Jair Bolsonaro, baseado em delações, consideradas mentirosas e com contradições citadas pela própria PGR. No direito penal, a condenação decorre de ato praticado pelo réu e não hipóteses. No caso em debate, a decisão se baseia em posts e sem detalhar riscos de fuga. A conclusão diante dos fatos é que existe inegável perseguição política contra o ex-presidente Bolsonaro e aliados. O que se espera é Justiça, enquanto há tempo de conter um maior acirramento político, não desejado por quem defende a Paz social.

* Ney Lopes – jornalista, advogado, ex-deputado federal; ex-presidente da CCJ da Câmara Federal – ex-presidente do Parlamento Latino-Americano, procurador federal – nl@neylopes.com.br – blogdoneylopes.com.br