Fumaça branca no Vaticano confirma escolha do novo papa; nome ainda não foi revelado

Sinal emitido da Capela Sistina indica que cardeais chegaram a um consenso; anúncio oficial será feito a qualquer momento. A fumaça branca subiu da chaminé da Capela Sistina no Vaticano no fim da tarde desta quinta-feira (8), por volta das 13h de Brasília, indicando que os cardeais reunidos em conclave elegeram o novo papa. O sinal visual confirma que um dos 133 cardeais eleitores alcançou a maioria de dois terços dos votos — o equivalente a pelo menos 89 indicações — e será o sucessor do Papa Francisco, falecido em 21 de abril. A eleição ocorre no segundo dia de conclave, iniciado na quarta-feira (7).

Neste momento, os sinos da Basílica de São Pedro também tocam, celebrando a escolha do novo pontífice. Ainda não foi revelado o nome nem o perfil do escolhido, o que deve ocorrer em instantes, quando o cardeal protodiácono fará o anúncio oficial com a frase tradicional em latim: “Habemus Papam”. Tradicionalmente, cerca de 30 a 60 minutos após a fumaça branca, o novo papa aparecerá na sacada com vista para a Praça de São Pedro. Logo depois, o novo papa deverá fazer sua primeira aparição pública na varanda central da Basílica, para conceder a bênção Urbi et Orbi (“à cidade e ao mundo”).

Expectativa mundial

A escolha é acompanhada por milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro e por milhões em todo o mundo, atentos ao desfecho do conclave que definirá os rumos da Igreja Católica nos próximos anos. O novo líder espiritual dos mais de 1,4 bilhão de católicos assumirá o comando em um momento de grandes desafios: crises internas, queda de fiéis em regiões tradicionais, debates sobre a modernização da Igreja e pressões por respostas a temas como abusos, direitos das mulheres e mudanças climáticas. Nos bastidores, cardeais de perfis diversos vinham sendo apontados como possíveis favoritos, incluindo nomes da Europa, América Latina, Ásia e África. Resta agora saber qual deles conquistou o consenso necessário para ocupar o trono de São Pedro.

Diário do Poder

 

Banco Central eleva para 14,75% juros da taxa Selic, maior em quase duas décadas. Lula e Gleisi silenciam

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deliberou, de forma unânime, pela elevação da Selic em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira (7), levando a taxa básica de juros a 14,75% ao ano. A decisão de hoje configura a sexta escalada consecutiva dos juros. A nova taxa, de 14,75%, é a maior desde 2006, há quase 20 anos.

A intenção é tentar conter a inflação galopante que toma conta do Brasil. Antes, a malandragem petista colocava a culpa em Roberto Campos Neto, então presidente do BC, indicado por Bolsonaro. Agora, não tem mais o Roberto Campos Neto para o governo culpabilizar. Assim, Lula vai pra Rússia e os seus ministros ficam no mais absoluto silêncio, assistindo as lambanças desse desgoverno e a consequente derrocada da nação.

Diário do Poder

Cadê o prazo de 48 horas do STF para que Lula explique a roubalheira no INSS?

No governo Bolsonaro, qualquer coisa que acontecia, vinha um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e dava 48 horas de prazo para que fosse dada uma explicação. Intromissões constantes atrapalharam inclusive a governabilidade. Dava a impressão que os ministros do STF estavam trabalhando contra o governo, contra o país.

Parece que agora o padrão mudou.

Estamos diante de um dos maiores e mais perversos escândalos de corrupção da história e até o momento nenhum ministro do STF deu 48 horas de prazo para absolutamente para nada. Por outro lado, ministros que sempre palpitavam sobre tudo, em regra criticando o governo, estão agora no maior silêncio.

O que será que aconteceu?

Será que os ministros finalmente aprenderam que só devem falar nos autos? Ou será que são cúmplices dessa bandalheira?

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Conclave sem definição. A fumaça preta pela chaminé na primeira votação aumenta expectativa sobre o futuro Papa

Nenhum dos candidatos alcançou os dois terços exigidos na primeira rodada de votação. A primeira votação do conclave para eleger o novo Papa ocorreu nesta quarta-feira (7) na Capela Sistina, no Vaticano. No entanto, os 133 cardeais eleitores não chegaram a um consenso, como indicado pela fumaça preta que emergiu da chaminé da capela por volta das 16h (horário de Brasília). Esse sinal tradicional comunica ao público que nenhum dos candidatos obteve os dois terços dos votos necessários para a eleição.

A fumaça preta é produzida pela queima das cédulas de votação junto com substâncias químicas específicas, como perclorato de potássio, antraceno e enxofre, para garantir a coloração escura e distinta. O conclave continuará com até quatro votações diárias — duas pela manhã e duas à tarde — até que um candidato alcance a maioria qualificada. A próxima rodada de votações está prevista para quinta-feira (8), com a expectativa de que novas fumaças, pretas ou brancas, sejam observadas conforme o progresso das deliberações.

A eleição do novo pontífice é aguardada com grande expectativa pelos fiéis em todo o mundo, que acompanham os sinais emitidos pela chaminé da Capela Sistina.

Diário do Poder

Deputada pede afastamento do presidente da CBF, acusado de falsificação de assinatura na entidade

Ednaldo Rodrigues se enrolou até em suspeita de falsificação de assinatura. A deputada federal Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ), protocolou um pedido de afastamento juntamente ao Supremo Tribunal Federal (STF), para o afastamento de Ednaldo Rodrigues do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A solicitação ocorre em meio a uma crescente disputa jurídica e política envolvendo a CBF e seus dirigentes, como foco na acusação de falsificação de uma assinatura que ocorreu no último acordo dentro da entidade.

A deputada firmou seu pedido com o argumento de que a assinatura do ex-presidente interino da CBF, Coronel Nunes, foi falsificada em um documento que daria autonomia em decisões internas da entidade. O laudo pericial feito na assinatura, está anexado ao pedido de Daniela, utilizado juntamente com o vereador do Rio, Marcos Silva (Podemos), afirmando que a assinatura do ex-presidente Nunes, não seria autêntica. A denúncia foi recentemente formalizada junto ao Ministério Público do Rio (MP-RJ), ampliando a pressão sobre o presidente Ednaldo.

A situação tem desfechos da eleição para presidente da CBF de 2022, no qual elegeu Ednaldo Rodrigues. Na época, dirigentes contestaram os resultados e entram com recursos judiciais. Em janeiro de 2024, o ministro Gilmar Mendes (STF), formalizou uma liminar que assegura Ednaldo no cargo. Depois foi tornado público que a CBF assinou um contrato milionário com uma empresa de um filho do togado do STF.

Diário do Poder

Ministro aposentado do STF, Marco Aurélio de Melo, duvida de ‘trama golpista’ sem Forças Armadas

Ministro aposentado lembra que anistia é ato soberano do Congresso. O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello retrucou a imputação da suposta “trama golpista” aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O ex-integrante da Suprema corte disse não compreender as acusações de tentativa de golpe de Estado, sem a ajuda das Forças Armadas.

“Eu não compreendo tentativa de golpe de Estado sem o apoio das Forças Armadas. Os cidadãos em si, em uma passeata, como ocorreu, quando o Estado não se fez presente em termos de repressão, que passaram à baderna, e aí à depredação pública, como se verificou e a todos os títulos (foi) lastimável”, disse o ministro em entrevista ao Globo News Debate, na noite desta terça-feira (6).

O ministro também foi perguntado sobre sua avaliação a respeito dos envolvidos, e a concessão de anistia. Para Mello, a medida é vista como um “ato soberano” do Poder Legislativo. Por fim, ele ainda indagou o fim da Operação Lava Jato, no qual ele classificou como um retrocesso.

“Anistia é ato do Congresso Nacional. A meu ver, é um ato soberano. Não há como justificar anistia. É perdão, é esquecimento, virada de página, busca da paz social, do entendimento entre as partes antagônicas. O que é pior: a anistia em si ou o enterro da Lava Jato sem o direito à missa de sétimo dia?” completou.

Diário do Poder

 

Anotações nos cadernos do “careca do INSS” põem de vez o governo Lula no roubo bilionário aos idosos

As evidências da participação de membros do governo Lula no roubo bilionário aos aposentados e pensionistas do INSS começam a aparecer com mais nitidez. A apreensão de cadernos com anotações de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”, foi realizada durante a Operação Sem Desconto, deflagrada no último dia 23. Os tais cadernos foram encontrados em Brasília, no escritório do “Careca do INSS”, suspeito de ser lobista e facilitador do esquema.

Entre as anotações havia “Virgilio 5%” e “Stefa 5%”. A suspeita é que essas anotações se refiram a pagamentos feitos pelo “Careca do INSS” ao ex-procurador-geral do INSS Virgílio Oliveira Filho e ao ex-presidente do instituto Alessandro Stefanutto. Os dois foram afastados de seus cargos em abril por decisão da Justiça Federal. Na semana passada, Carlos Lupi (PDT) deixou o Ministério da Previdência Social em meio à revelação do esquema. Em nota, a defesa de Stefanutto afirmou que a anotação encontrada nos cadernos do lobista “não guarda qualquer conexão com fatos, valores ou atos praticados por Alessandro Stefanutto, tampouco com decisões adotadas em sua gestão”. “Trata-se, ao que tudo indica, de citação apócrifa, sem autoria confirmada, contexto conhecido ou valor probatório”, disse a defesa.

Segundo as investigações, entidades como sindicatos “associavam” aposentados e pensionistas sem seu conhecimento e sua autorização, muitas vezes fraudando as assinaturas das vítimas. Com isso, faziam descontos mensais diretamente na folha de pagamento do INSS. Esse tipo de desconto em folha é permitido pela lei desde 1991, desde que haja consentimento expresso do aposentado. As entidades, em tese, oferecem serviços como assessoria jurídica e descontos em planos de saúde, farmácias e academias. Até o momento, a PF não sabe quantos aposentados e pensionistas foram lesados. A suspeita é que as fraudes tenham atingido cerca de 4 milhões de pessoas. O governo prepara um plano para ressarcir as vítimas.

Jornal da Cidade Online

 

A incompreensível “proteção” do governo brasileiro às facções criminosas

Representantes do governo Donald Trump reuniram-se com técnicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (6) e ouviram que, para o Brasil, facções como Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) não podem ser classificadas pela legislação do país como organizações terroristas, e sim como criminosas.

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, disse o seguinte a David Gamble, chefe interino da Coordenação de Sanções do Departamento de Estado dos EUA: “Não consideramos as facções organizações terroristas. Em primeiro lugar, porque isso não se adequa ao nosso sistema legal, sendo que nossas facções não atuam em defesa de uma causa ou ideologia. Elas buscam o lucro através dos mais variados ilícitos”.

Nos Estados Unidos, a gestão Trump tem buscado enquadrar grupos criminosos latino-americanos em atividades que, pela legislação local, podem ser associadas ao terrorismo. Isso ocorre, por exemplo, com a venezuelana Tren de Aragua. Os técnicos norte-americanos disseram aos brasileiros que defendem a classificação de organizações criminosas transnacionais como terroristas e citaram nominalmente PCC e CV. No entanto, os coordenadores do MJSP deram a resposta decepcionante, mas esperada. Afinal, quem não se lembra dos ‘diálogos cabulosos’.

Jornal da Cidade Online

 

Bancada do PDT no Congresso abandona o governo e Lula fica ainda mais enfraquecido

A bancada do PDT na Câmara dos Deputados decidiu nesta terça-feira (6) abandonar o alinhamento automático com o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada quatro dias após o presidente licenciado da sigla, Carlos Lupi, pedir demissão do Ministério da Previdência, em meio a um escândalo de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso enfraquece ainda mais o combalido governo Lula.

A bancada do PDT na Câmara não recebeu bem o processo de saída de Carlos Lupi da Esplanada dos Ministérios. Dentro da sigla, a demissão de Lupi foi recebida como o ápice de um processo de fritura público e um “desrespeito” ao partido. Segundo o líder da legenda na Casa, deputado Mário Heringer (MG), a decisão foi “unânime pela independência”.

Jornal da Cidade Online

Ministro do TCU é o mais novo integrante do escândalo da roubalheira aos aposentados do INSS

O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), é o novo personagem no escândalo do roubo às aposentadorias do INSS. É suspeito de dispensar reconhecimento facial e assinatura eletrônica, formas seguras para o aposentado autorizar desconto. E teria retirado o tema da pauta do TCU por cinco vezes, retardando providências. Ele e o filho, Tiago Cedraz, são conhecidos na Policia Federal. Em 2017, Tiago foi alvo da Operação Abate II, da Lava Jato, em esquema de propina na Petrobras. Teve as contas bloqueadas pelo juiz Sergio Moro.

Já em 2017, o jornal “O Globo” reproduziu algumas notícias envolvendo Tiago Cedraz.

Operação ‘Abate II’

Em 2019, o relator da Lava-Jato no STF, Edson Fachin, quis afastar Aroldo Cedraz do TCU por tráfico de influência. Perdeu por 3×2.

Operação ‘Registro Espúrio’

Tiago foi investigado em 2018 por fraude no Ministério do Trabalho. O STF o manteve solto, mas mandou prender seu sócio, Bruno Galeano.

Apenas coincidência?

O gabinete de Paulinho da Força também foi alvo da PF. O sindicado do qual é diretor Frei Chico, irmão de Lula, é ligado à Força Sindical.

Isto lembra alguma coisa

A PF investigou Cedraz e mais vinte em esquema de contribuições sindicais descontadas dos trabalhadores a maioria indevidamente.

Coluna do Claudio Humberto