Desde quando o governador Flavio Dino e o prefeito Edivaldo Holanda Junior, liberaram respectivamente as frotas de coletivos de três municípios da Região Metropolitana e de São Luís, apenas com a observação preventiva das máscaras, quanto ao covid-19, muitos problemas estão surgindo e a indiferença do poder público tem causado uma forte indignação dos usuários dos transportes coletivos, diante dos riscos de serem contaminados pelas excessivas superlotações a que são expostos.
Como jornalista, tenho sido procurado para ser portador de protestos de usuários, os quais temem pelas suas vidas, diante dos sérios riscos de serem contaminados e até perderem a vida. Estive ontem, com vários usuários, quando eles levantaram um importante questionamento sobre as atitudes do governador Flavio Dino e do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, sobre se eles assimilam a diferença entre aglomerações e superlotações em coletivos. Destacaram, que quando os mesmos ocupam os canais de televisão se limitam apenas a falar sobre a necessidade do isolamento social e evitar aglomerações. Demonstram total desconhecimento do que é superlotação nos transportes coletivos, uma vez que nunca tiveram um mínimo de dignidade para pelo menos sentir o sofrimento que pessoas pobres e humildes, enfrentam todos os dias e os riscos que as suas vidas são colocadas todos os dias, afirmam os prejudicados.
Outro fator sério e muito grave é que as autoridades estaduais e municipais parecem interessadas em que haja em São Luís um novo pico do covid-19. Ao permitirem que milhares de pessoas sejam expostas diariamente ao coronavírus, mesmo tendo conhecimento da realidade, não resta dúvidas, de que são realmente indiferentes a vida de trabalhadores e trabalhadoras.
A denúncia que fazem é citada com as seguintes informações: Um coletivo de tamanho normal tem uma lotação de 46 passageiros, mas com a superlotação, em uma viagem e as paradas obrigatórias em terminais, além do sobe e desce ao longo do trajeto que faz para os mais diversos bairros, ao final da viagem transportaram mais de 150 pessoas, em se tratando de apenas um ônibus. O que os governos estadual e municipal estão fazendo com a população usuária de transportes coletivos é séria e muito grave, e que precisa de providência urgente, antes que haja uma renovação com maiores riscos da pandemia em nossa capital, que tem nomes e interessados.








