O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou que a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) e o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) prestem informações sobre a notícia-crime que cita estupro de vulnerável em que foi envolvido o nome do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL). A acusação é falsa. Lindbergh já até tentou um acordo para encerrar o caso, mas Gaspar não aceitou. O parlamentar quer que Lindbergh e Soraya sejam condenados por denunciação caluniosa e garante que vai levar o caso até o final.
Gilmar Mendes por sua vez, estabeleceu prazo de 15 dias para que Lindebergh e Soraya indiquem elementos que possam ajudar na identificação dos responsáveis por mensagens anexadas ao processo e apresentem informações sobre registros de chamadas telefônicas. Em 27 de março, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke disseram, sem provas, que Gaspar cometeu o crime, e que também seria pai de um filho decorrente do estupro. Gaspar já divulgou um exame de DNA feito por meio de coleta de material da mucosa oral. O deputado afirmou que o procedimento serviria para antecipar a produção de provas e acelerar o esclarecimento do caso.
Jornal da Cidade Online