O problema no Brasil não é desigualdade: É a mediocridade

Os 10% Mais Ricos Ganham Somente US$ 1.000 Por Mês. O IPEA divulgou novos dados sobre a renda no Brasil. E a manchete da Folha foi: “Os 0,1% ficaram mais ricos”. Mas vamos ao detalhe que ninguém gosta de comentar: os 10% mais ricos do Brasil, a tal “elite opressora”, ganham em média somente R$ 6.000 por mês. Traduzindo: mil dólares por mês. O que, nos Estados Unidos, é praticamente o salário de um estudante que serve café no Starbucks enquanto termina a faculdade.

A mesma profissão, o mesmo diploma, mas um americano recém-formado gera R$ 48.000 de riqueza por mês para a sociedade. O brasileiro, gera apenas R$ 6.000 de valor. E o governo ainda leva 48% em impostos. Sobra o quê? Indignação e manchete na Folha. O problema no Brasil não é desigualdade, é mediocridade

A esquerda insiste que o problema é a “má distribuição de renda”. Não é. O problema é que nosso ensino superior produz diplomas, não produtividade. O resultado? Uma economia raquítica, onde até os 10% mais ricos parecem pobres quando comparados com qualquer classe média americana. Eu mesmo estou entre os 0,1%, isso porque estudei fora. Não por sorte, mas por investimento em educação de qualidade algo que os 0,1% também fizeram, e por isso são demonizados até pelo presidente da República.

Esse ódio contra os “super ricos” no Brasil cresce todo dia. Mas vamos ser francos: rico no Brasil é classe média nos EUA. O resto é puro populismo eleitoral. Esse ódio coletivo não vai tirar um centavo dos que já produzem. Vai apenas empobrecer ainda mais quem acredita no discurso. Sim, universitário indignado que vibra quando xinga “os ricos”: a conta vai sobrar para você. E o seu diploma, que já rende pouco, vai render ainda menos. O Brasil tem um problema de produtividade. Só que manchete “Brasileiro é improdutivo” não dá voto. Então inventaram a narrativa do “rico malvadão”.

Stephen Kanitz. Consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School

 

Ministros do STF começam a entender o que é “limite”

Flávio Dino deu uma canetada para tentar conter os efeitos da Lei Magnitsky no Brasil. Usou para isso um processo sobre disputas de municípios brasileiros no exterior para afirmar que leis estrangeiras não têm validade no Brasil. Assim, tentou mandar um recado para os bancos. Não deu certo. Os bancos brasileiros já estão aplicando a lei Magnitsky. Moraes já está sem cartão de crédito e gradativamente caminha para a ‘morte financeira civil’. Isso é inevitável.

Porém, infelizmente, é só no exterior que os limites estão sendo impostos aos ministros do STF brasileiro.

Na Espanha, não foi diferente com Alexandre de Moraes. Ao demandar a extradição do jornalista Oswaldo Eustáquio, esta foi negada sob alegação de “motivação política”.

Possivelmente, Moraes deve brevemente sofrer dois novos ‘corretivos’ na Itália, com relação aos pedidos de extradição da deputada Carla Zambelli e de seu ex-assessor, Eduardo Tagliaferro.

Isso sem falar nas incontáveis derrotas sofridas pelo magistrado nos Estados Unidos, no caso do jornalista Allan dos Santos. Moraes está visivelmente abalado. A “conta” está chegando

Jornal da Cidade Online

“PF de Lula e Moraes” chantageia ministro do STF, afirma deputado com base em relatório de inquérito

O ministro André Mendonça é citado no relatório em contexto no qual a PF aponta “ação coordenada” entre Eduardo, Jair Bolsonaro e a defesa de Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente, com o objetivo de causar “tumulto processual”. Um devaneio absurdo da PF, completamente sem sentido.

Em 10 de julho, Jeffrey Chiquini, advogado de Martins, apresentou mandado de segurança no STF no qual questionou a atuação do ministro Alexandre de Moraes no processo, contestou o andamento acelerado, em sua visão, das investigações a respeito da trama golpista e criticou o veto do magistrado a depoimentos de testemunhas de defesa do réu. Algo legítimo.

No sorteio eletrônico do STF, a ação foi distribuída para Mendonça.

Dois dias após a ação de Chiquini, Eduardo encaminhou mensagens a seu pai que diziam que eles tinham a “oportunidade de mudar a relatoria da trama golpista”, que é de Moraes. “Mendonça pode ficar prevento das questões que irão para o plenário. Vitória gigante hoje. Precisamos que o Mendonça dê essa liminar”, explicavam as mensagens.

Eduardo, então, disse a Bolsonaro que, se Mendonça admitisse o mandado de segurança, Moraes ficaria como relator dos processos na Primeira Turma do STF, e o ministro André Mendonça assumiria o posto no plenário. Para a PF, o diálogo mostra que Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e a defesa de Martins agiram para subverter a lógica do julgamento no STF. Conclusão esdrúxula, sem sustentação, sem pé, nem cabeça.

Porém, o fato grave, o relatório destaca que a investigação não identificou indícios de que Mendonça soubesse das intenções dos investigados. Para o deputado Marcel van Hattem, esse ponto do relatório demonstra que “a PF de Moraes e Lula” investigou o ministro do STF. Isso é gravíssimo.

Jornal da Cidade Online

Ministro André Mendonça, do STF critica ativismo judicial e sugere que juiz gere paz, não caos

Ministro do STF indicado por Jair Bolsonaro propôs pacto para bom juiz ser reconhecido pelo respeito, não pelo medo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, criticou o ativismo judicial no Brasil, ao participar de um evento no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (22). Para o integrante da mais alta corte brasileira, a vontade de juízes que interpretam a lei não deve prevalecer. E sugeriu um pacto para que um bom juiz seja reconhecido pelo respeito, não pelo medo, ao cobrar compromisso do Judiciário com a Constituição.

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para integrar a cúpula do Judiciário em 2021, Mendonça ressaltou que o Estado de Direito impõe à autocontenção, no momento em que o ex-chefe do governo brasileiro é alvo de ação penal e foi indiciado em investigação no STF, acusado de supostos crimes para “trama golpista” e contra a soberania nacional.

“Precisamos fazer um compromisso público de que o bom juiz tem que ser reconhecido pelo respeito, não pelo medo. Que suas decisões gerem paz social, e não caos, incerteza e insegurança. E que o bom político viva para servir, e não para se servir”, defendeu o ministro.

Mendonça defendeu a liberdade de expressão e ainda destacou que o regime democrático instituiu o Estado de Direito, no qual as leis prevalecem sobre a vontade pessoal e interesses individuais, com a governança e o império da lei, onde a racionalidade deve estar presente. Contexto em que a lei e a racionalidade funcionam como fatores de estabilidade e não de crise. E concluiu que, no Estado de Direito, o arbítrio deve ser contido e a Justiça deve estar presente.

“O poder judiciário não pode ser o fator de criação legislativa. O Judiciário não pode ser o fator de inovação e criação legislativa. O Estado de Direito impõe à autocontenção, que se contrapõe ao ativismo judicial. No Estado de Direito forte, cabe à Justiça dar a última palavra, mas não a primeira”, criticou o ministro.

As declarações foram dadas no 24º Fórum Empresarial do Lide, mesmo evento em que participou o ministro Alexandre de Moraes, relator das ações contra Bolsonaro.

Diário do Poder

General americano revela as 3 fases do “plano” para acabar com o ditador traficante Nicolás Maduro

A estratégia está montada e o ditador Nicolas Maduro não tem saída. O regime tirânico está prestes a chegar ao seu fim. A jornalista internacional Karina Michelin postou em suas redes sociais o que está acontecendo e que o cerco que está se fechando. O plano tem 3 fases.

 “O General-Brigadeiro Arthur Garffer, das Forças Especiais dos EUA, revelou que as tropas já operam no protocolo militar FFF (Find, Fix and Finish):

Find: os serviços de inteligência confirmaram a localização exata de Maduro.

Fix: o plano agora é restringir sua mobilidade e oferecer a recompensa de US$ 50 milhões a qualquer general venezuelano que entregue o ditador.

Finish: se a traição interna não ocorrer, Garffer foi explícito – o passo seguinte é “acabar com ele”.

A declaração, dura e sem ambiguidades, elevou a tensão a níveis inéditos. Embora a ordem final de eliminação ainda não tenha sido dada, Washington deixou claro que não permitirá que a crise venezuelana se arraste indefinidamente.

Enquanto Maduro insiste em se vitimizar e clamar por uma suposta solidariedade latino-americana – que na prática é inexistente, dado o isolamento do regime – os EUA pressionam diretamente as Forças Armadas da Venezuela a decidir entre lealdade ao ditador ou sobrevivência diante da ameaça real de intervenção.

As condições foram estabelecidas: ou o dotador Maduro será entregue por seus próprios generais, ou os Estados Unidos podem avançar para a fase final – o Finish.”

Jornal da Cidade Online

Polícia Federal admite “falha” grave e vergonhosa no indiciamento de Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo

O relatório da Polícia Federal (PF) que embasou o pedido de indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) revelou dificuldades na obtenção de provas consideradas centrais para a apuração da suposta tentativa de obstrução do processo sobre a alegada tentativa de golpe de Estado. De acordo com o documento, ao menos dez áudios, quatro imagens e um vídeo mencionados em conversas entre pai e filho não puderam ser recuperados, o que deixou lacunas relevantes na investigação.

A PF explicou que o problema está relacionado ao funcionamento do WhatsApp, que não armazena o conteúdo das mídias em seus servidores, mas apenas metadados — como nome do arquivo, tipo e horário de envio. Assim, respostas em áudio de Jair Bolsonaro a mensagens de Eduardo sobre estratégias políticas e discussões a respeito do futuro da família não puderam ser acessadas. Também ficaram de fora conversas que citariam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Entre os materiais perdidos está um vídeo enviado por Eduardo Bolsonaro com a legenda:

“Pressão aumenta nos EUA. Pode ter certeza, não estamos parados”.

A equipe de investigação tentou identificar publicações semelhantes em redes sociais abertas, mas não conseguiu confirmar se eram as mesmas.

Outro ponto em aberto envolve mensagens sobre a relação com o presidente norte-americano Donald Trump. A PF reconheceu que não conseguiu recuperar a suposta resposta em áudio de Jair Bolsonaro, o que, segundo o relatório, prejudica a análise sobre o grau de articulação entre o ex-presidente, seus aliados e possíveis interlocutores internacionais. As falhas técnicas na obtenção do material, de acordo com os investigadores, limitam a compreensão da real extensão da coordenação mencionada nas conversas e podem impactar a robustez das acusações.

Esse é o retrato da Polícia Federal no atual governo… Em um passado não tão distante, o normal era prender corruptos, líderes de facções. Hoje, além da perseguição política na qual a PF parece fazer parte, ainda existem esses tais “erros”. Que vergonha!

Jornal da Cidade Online

A Desacreditação e a Ridicularização no Âmbito Familiar — Reflexão Humana e Jurídica

                                                                     * Moreira Serra Júnior

Introdução

As campanhas de desacreditação e ridicularização, que antes eram associadas ao espaço público e social, também encontram eco nas relações mais íntimas, especialmente no núcleo familiar. Casais e parentes próximos, muitas vezes, reproduzem entre si a mesma lógica de hostilidade que permeia o mundo externo. O lar, que deveria ser um ambiente de acolhimento e respeito mútuo, transforma-se em espaço de acusações recíprocas, afetando não apenas a relação conjugal, mas todo o coletivo familiar. Do ponto de vista jurídico, esse fenômeno merece ser analisado à luz do princípio da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, da Constituição Federal) e do dever de mútua assistência (art. 1.566, III, do Código Civil), pilares que fundamentam a proteção da família no ordenamento brasileiro.

A lógica da acusação conjugal

No âmbito conjugal, divergências naturais — sobre projetos de vida, expectativas, responsabilidades ou valores — muitas vezes são transformadas em instrumentos de ataque. O que poderia ser diálogo se converte em disputa, e as diferenças passam a ser vistas como falhas. Esse comportamento fere diretamente o dever de respeito e consideração recíproca previsto no art. 1.566 do Código Civil, que estabelece como obrigação dos cônjuges a mútua assistência, a lealdade e o respeito.

A ridicularização constante não apenas fragiliza o5 vínculo conjugal, mas configura violação da dignidade da pessoa humana, cláusula pétrea do ordenamento jurídico brasileiro (art. 1º, III, da CF). Assim, quando um cônjuge expõe o outro a constrangimentos, acusações infundadas ou desqualificações pessoais, está ofendendo não só o pacto íntimo da vida a dois, mas também um valor jurídico fundamental reconhecido pelo Estado.

A influência do ambiente externo

A contaminação das relações familiares pelo ambiente externo é um fenômeno cada vez mais recorrente. Pressões profissionais, sociais, políticas e até digitais refletem-se no lar, levando casais e famílias a reproduzirem dentro de casa a mesma lógica de ataques e de descrédito que experimentam fora dela. Esse processo desvirtua o papel da família, que segundo o art. 226 da Constituição Federal é a “base da sociedade”, devendo receber especial proteção do Estado. Quando o ambiente familiar é corroído pela ridicularização e pela desqualificação mútua, perde-se a função essencial da família: ser espaço de afeto, cuidado e desenvolvimento humano.

As consequências para o coletivo familiar

As campanhas de acusação entre cônjuges repercutem em todo o núcleo familiar. Os filhos, particularmente, sofrem os impactos psicológicos ao presenciarem um ambiente de hostilidade, o que pode gerar reflexos no seu desenvolvimento emocional e social. A jurisprudência brasileira reconhece que o descumprimento dos deveres conjugais pode, em determinados casos, configurar violência psicológica (art. 7º, II, da Lei Maria da Penha) ou até ensejar responsabilidade civil por danos morais, quando comprovado o abalo à dignidade da pessoa.

Assim, não se trata apenas de uma questão privada, mas de um problema jurídico e social que afeta a estabilidade da família como instituição e a própria coesão comunitária.

Reconstruindo vínculos pela valorização do diferente

A superação desse ciclo exige tanto um esforço humano quanto um compromisso jurídico. No plano humano, é fundamental resgatar o respeito, o carinho e a empatia como bases da convivência. No plano jurídico, deve-se reafirmar que os deveres de lealdade, respeito e assistência previstos no Código Civil não são meras formalidades, mas garantias concretas que protegem a dignidade dos indivíduos dentro da família.

A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem consolidado entendimento de que a dignidade deve orientar todas as relações familiares, reconhecendo inclusive a possibilidade de reparação civil em casos de ofensas graves entre cônjuges ou familiares, quando violado o núcleo essencial dos direitos da personalidade.

Conclusão

As campanhas de desacreditação e ridicularização dentro da família são reflexo de uma sociedade marcada pelo medo do diferente e pelo hábito de transformar divergências em ataques pessoais. No entanto, à luz do Direito, tais práticas não podem ser naturalizadas: elas ferem a Constituição Federal, o Código Civil e os princípios mais caros à vida em comunidade.

O futuro da família depende da capacidade de resgatar o sentido de mútua assistência, respeito e amor. Reconhecer o valor das diferenças, proteger a dignidade e reafirmar a função afetiva do lar não são apenas escolhas morais, mas também exigências jurídicas para que a família continue a cumprir seu papel de base da sociedade.

*Moreira Serra é advogado e jornalista

 

 

 

 

O racismo de Lula e o silêncio obsequioso da velha mídia: “Um cara sem dente e ainda negro”

Mais uma manifestação contundente, asquerosa e criminosa de Lula é ignorada pela velha mídia e pelas autoridades. Na quinta-feira (21) ele reclamou de uma propaganda do governo federal que um ministro preparou para levar a um evento na Alemanha. Em discurso durante evento em Sorocaba, no interior de São Paulo, o petista contou que bronqueou com o ministro por causa de uma fotografia com um “senhor negro, alto, sorrindo sem nenhum dente na boca”.

Eis o que disse Lula:

“Eu tinha um ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário, que foi participar de um congresso de propriedade rural de pequenos na Alemanha e ele fez uma revista maravilhosa, bonita. E no meio da revista, tinha uma capa com uma senhora bonitona. Devia ser filha de italiana ou de alemão no Rio Grande do Sul ou Santa Catarina, com a bochecha bem vermelha, sorrindo […] e do lado dela um senhor negro, alto, sorrindo sem nenhum dente aqui na boca. Eu chamei o ministro e perguntei: ‘Escuta aqui. Por que você colocou essa fotografia desse senhor negro sem dente? Você acha isso bonito? Isso é fotografia para você colocar representando o Brasil no exterior? Um cara sem dente e ainda negro. Você não acha que isso é preconceito?’. Aí eu lembrei do Joãozinho Trinta [carnavalesco maranhense, falecido em 2011]: ‘Quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de coisa boa’. Eu falei para ele [o ministro]: ‘Você pode anular essa revista, joga essa página fora e faz uma foto de um cara com dente’. E aí eu resolvi criar o Brasil Sorridente”.

Fica a indagação: Porque a esse sujeito tudo é permitido? O que ele faz para obter salvo-conduto para continuar cometendo essas práticas repugnantes e criminosas?

Jornal da Cidade Online

Eleitores preferem futuros governadores não aliados a Lula e nem a Bolsonaro, revela pesquisa

Preferência por governadores independentes alcança percentual médio de 55% em oito estados pesquisados. Maior parte dos brasileiros de oito estados rejeita que os próximos governadores sejam aliados do atual chefe do governo do Brasil, Lula (PT), e do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), a partir de 2027. É o que afirmam os números da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (22), com base na preferência por independência dos futuros governadores de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Goiás.

A preferência por governadores independentes alcança um percentual médio de 55% nos oito estados pesquisados. E a média de eleitores que admitem governadores aliados, se dividam com 21,6% para apoio a Lula 21,3% para aliança com Bolsonaro. A rejeição a aliados dos líderes da esquerda e da direita no Brasil é predominante no Rio Grande do Sul, com 60% indicando que gostaria de um próximo governador afastado da polarização política. E São Paulo teve o segundo maior percentual de eleitores que indicam a independência como favorável ao futuro gestor estadual, com 59%. Os entrevistados no Rio, Minas e Paraná detêm a terceira maior indicação (58%) de que preferem um governador que não se alie com Lula e Bolsonaro.

Alianças preferidas

Mesmo indicando que 54% preferem governadores independentes, os eleitores de Goiás foram os que mais escolheram uma aliança com Bolsonaro como melhor do que apoio a Lula, com 30% preferindo o ex-presidente e 13% escolhendo Lula com aliado ideal.  Já Pernambuco tem a menor predominância da preferência por um governador independente, com 44% rejeitando alianças com o petista e o ex-presidente. Mas possui, junto com a Bahia, o maior percentual de preferência por um governador aliado a Lula, de 40%.

A Quaest realizou entrevistas presenciais entre os dias 13 e 17 de agosto, sendo 1.644 pessoas ouvidas em São Paulo, 1.482 em Minas, 1.404 no Rio, 1.200 na Bahia, e 1.104 em cada um dos estados de Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, em São Paulo, e de três para os demais estados, para mais ou para menos. E o nível de confiança é de 95%.

Diário do Poder

 

Ministro André Mendonça no Fórum Empresarial no Rio: “Juiz deve ser reconhecido pelo respeito, não pelo medo”

O ministro André Mendonça, do STF, acaba de fazer um forte discurso no 24º Fórum Empresarial do Lide no Rio. Segundo o ministro, o Estado de Direito exige que o Judiciário não interfira em outros Poderes, que haja liberdade de expressão e que os juízes não sejam vistos como uma ameaça. Disse ainda que “o bom juiz deve ser reconhecido pelo respeito, não medo”.

O ministro disse que as pessoas devem poder se expressar sem censura e “sem ter medo de ter suas falas privadas expostas de maneira indevida”. Mendonça criticou o “ativismo judicial” e disse que o “Judiciário não pode ser o fator de inovação e criação legislativa”. O ministro foi intensamente aplaudido.

Jornal da Cidade Online