General da Agência Central de Inteligência dos EUA americano diz que a CIA interferiu nas eleições brasileiras

Uma grave revelação surgiu nesta segunda-feira (27). Segundo informações de Michael T. Flynn, ex-conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, afirmou que a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) estaria profundamente integrada ao Departamento de Estado americano e teria usado recursos de contribuintes dos EUA para interferir na política interna do Brasil. No X, o general compartilhou uma fala do ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Mike Benz, que relatava uma suposta interferência da CIA nas últimas eleições presidenciais, e afirmou:

 “Poucos americanos entendem o quão profundamente a CIA está inserida dentro do Departamento de Estado. A CIA precisa ser contida. E eu garanto que Donald Trump não tem ideia de que isso aconteceu — e certamente nenhum contribuinte sabia que nosso dinheiro estava sendo usado para derrubar o governo brasileiro.”

Michael Flynn é uma figura influente no setor de inteligência dos EUA. Ele foi diretor da Agência de Inteligência de Defesa (DIA) e posteriormente se tornou o primeiro Conselheiro de Segurança Nacional da administração Trump.

Jornal da Cidade Online

Do sonho ao pesadelo: Reunião entre Lula e Trump vira um sério tormento para o governo petista

O encontro que prometia ser uma vitrine diplomática entre Lula e Donald Trump acabou se transformando em um pesadelo para o governo brasileiro. O motivo: a pressão direta do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que deixou claro que qualquer avanço nas negociações entre os dois países dependerá de uma “solução” para os problemas internos do Brasil — especialmente no que se refere às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e às restrições impostas ao setor digital.

Durante entrevista coletiva, Rubio foi enfático ao afirmar que os Estados Unidos estão atentos à forma como “alguns juízes brasileiros tratam as empresas de tecnologia americanas”, mencionando casos de censura e intervenções judiciais que, segundo ele, prejudicam a liberdade de expressão e os interesses de empresas do Vale do Silício. O recado foi direto: Washington só está disposto a negociar com o Brasil se o governo petista “der um jeito” nessa situação.

A reunião entre Lula e Trump, prevista para ocorrer de forma mais informal, foi descrita como uma simples “interação” — um contato rápido e sem o peso diplomático esperado. A mudança de tom expôs o clima de tensão nos bastidores. Segundo Rubio, Trump quer “explorar maneiras de resolver tudo isso”, indicando que o tema STF e liberdade digital estará no centro das tratativas entre os dois países. Lula, por sua vez, tentou minimizar o episódio, dizendo que “não há nenhuma exigência formal” por parte dos Estados Unidos. Mas as falas de Rubio soaram como um alerta: sem avanços concretos na liberdade de expressão e na previsibilidade jurídica, o Brasil pode perder espaço e confiança no cenário internacional.

Na prática, a promessa de uma nova era de cooperação entre Brasil e EUA deu lugar a um cenário de desconfiança. O que deveria ser um gesto simbólico de aproximação virou um lembrete incômodo de que o país ainda carrega feridas abertas — e que o STF, longe de ser um símbolo de estabilidade, é visto no exterior como um ponto de incerteza. Para o governo Lula, a reunião que começou como um “sonho americano” terminou com gosto de pesadelo diplomático.

Jornal da Cidade Online

 

Deputado aciona TCU contra aluguel de carros de luxo para senadores em negócio de mais de R$ 47 milhões

O acordo de locação, que foi selado em maio, totaliza R$ 47.791.200 e foi firmado com a empresa Quality Aluguel de Veículos S/A, vencedora do processo licitatório. O deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo SP) entrou com uma ação no Tribunal de Contas da União (TCU), a fim de investigar o contrato milionário firmado pelo Senado Federal, que culminou na contratação de 79 utilitários esportivos (SUVs) de luxo e uma minivan para compor a frota à disposição dos parlamentares e da Casa. O acordo de locação, que foi selado em maio, totaliza R$ 47.791.200 e foi firmado com a empresa Quality Aluguel de Veículos S/A, vencedora do processo licitatório.

A nova composição veicular estabelecida pelo contrato inclui:

  • 79 SUVs, modelo Chevrolet GM Equinox, ano 2025 e zero quilômetro, com um custo mensal de R$ 790.987,50.
  • 1 minivan, modelo JAC T8, seminova ou similar, com valor mensal de R$ 5.532,50.

A empresa de veículos que firmou o acordo venceu as duas licitações feitas pelo Senado. O pacote inclui combustível, manutenção, seguros, taxas, impostos e limpeza, mas não contempla motoristas. Além disso, o documento faculta a renovação da frota a cada período de 2 anos. Houve um aumento significativo no montante desembolsado pela Casa para o aluguel dos veículos quando comparado ao contrato anterior.

O custo mensal do serviço subirá para R$ 796.520 com o novo acordo, contra R$ 384.822,40 pagos mensalmente na contratação prévia, que utilizava modelos sedans.

Na representação, o parlamentar cita que há descumprimento das diretrizes da racionalidade e eficiência definidas no planejamento estratégico da Casa para o período de 2025 a 2027. O documento pede a legalidade do contrato e determinações que responsabilizem os gestores envolvidos.

“Enquanto o país busca cortar despesas, o Senado amplia gastos e eleva o padrão de luxo bancado pelo contribuinte. Isso não é eficiência. É desconexão com a realidade”, disse o deputado em suas redes sociais.

Diário do Poder

Ministro Flavio Dino manda governo criar campanha sobre transparência e rastreabilidade das emendas

Ministro do STF determina veiculação de peças em rádio, TV e internet para incentivar cidadãos a fiscalizar uso de recursos públicos.

O ministro do STF, Flávio Dino, determinou nesta segunda-feira (27) que o governo federal elabore campanhas publicitárias para divulgar os canais de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. As peças deverão ser veiculadas entre dezembro de 2025 e março de 2026 em emissoras de TV, rádio e internet. Segundo o despacho, o conteúdo deve ensinar a população a acessar dados sobre a execução das emendas e acompanhar a destinação dos recursos.

Dino também ordenou que o mesmo material seja exibido em veículos oficiais, como TV Brasil, Agência Brasil, Voz do Brasil, TV Senado, TV Câmara e TV Justiça. As campanhas devem usar linguagem simples e acessível, estimulando os cidadãos a consultar informações e denunciar irregularidades. A medida, já anunciada na semana anterior, faz parte do esforço do ministro para ampliar a transparência e o controle social sobre o uso do dinheiro público.

“É dever do Poder Público propiciar que essa informação chegue aos cidadãos”, afirmou Dino, ressaltando que a tecnologia só tem valor “se aprofundar a democracia no exercício cotidiano da soberania popular”.

Relator das ações que questionam a falta de transparência nas emendas parlamentares, Dino recebeu recentemente um balanço das medidas do governo para aprimorar o rastreamento dos repasses. Ele anunciou o início de uma nova fase, voltada à clareza na execução das emendas estaduais e municipais.

Diário do Poder

 

Ex-assessor de desembargador revela a PF, esquema de venda de sentenças dentro do Tribunal de Justiça do Piauí

O depoimento de um ex-assessor, relatórios do Coaf e análise processual feita pela Polícia Federal embasaram uma operação contra venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Piauí. João Gabriel Costa Cardoso, ex-assessor do desembargador José James Gomes Pereira, detalhou à Polícia Federal (PF) um esquema de venda de sentenças judiciais no gabinete do magistrado. O denunciante trabalhou no gabinete entre 2021 e 2023, período em que teria presenciado práticas de corrupção envolvendo o desembargador e sua filha, a advogada Lia Rachel de Sousa Pereira Santos.

A investigação da PF se fundamenta no depoimento do ex-assessor, em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e na análise das movimentações processuais no tribunal. O caso resultou em operações de busca e apreensão realizadas no início deste mês e inclui suspeitas de grilagem de terras facilitada por decisões judiciais compradas. Entre os investigados estão o desembargador José James, sua filha Lia Rachel e o produtor rural João Antônio Franciosi, proprietário do grupo empresarial que leva seu sobrenome. Documentos da PF indicam que Franciosi teria pago R$ 26 milhões para obter uma sentença que o beneficiou.

João Gabriel, que iniciou sua carreira no gabinete como estagiário e chegou a ocupar a função de vice-presidente, descreveu como Lia Rachel controlava as atividades no gabinete de seu pai. Segundo o relatório policial: “Ela possui o poder de determinar quais processos devem receber atenção prioritária e, em alguns casos, de influenciar diretamente o desfecho das decisões”. O ex-assessor informou que participava de encontros regulares com a filha do desembargador. “Ele afirmou que mantinha reuniões semanais com ela, onde recebia diretrizes sobre a movimentação processual, incluindo quais processos deveriam ser priorizados e quem deveria ser beneficiado”, registra o documento da PF.

As investigações apontam que Lia Rachel seria “dona de fato de um cargo de assessor no gabinete, de onde emite ordens de como devem ser expedidas as decisões conforme sejam favoráveis aos seus interesses econômicos”. Esta influência permitia o direcionamento de processos conforme interesses particulares. A PF também identificou mecanismos para ocultar a origem dos recursos obtidos com a venda de sentenças. “Além dos valores recebidos em sua conta bancária pela venda das decisões judiciais, também ocultou a origem ilícita dos pagamentos feitos pelas vendas dos atos processuais viciados assinados por seu pai, tendo recebido parte dos valores através de pagamento aos vendedores da casa que comprou no Condomínio Aldebaran Ville em Teresina”.

O depoimento de João Gabriel revelou ainda um esquema de rachadinha no gabinete. Ao assumir o cargo, ele foi obrigado a repassar cerca de 30% de seu salário para Francisco Jaílson Holanda de Sousa, atual policial rodoviário federal (PRF) que antes ocupou a mesma posição. “Foi acertado com Jaílson que após assumir o cargo de assessor, uma parte do salário dele [João Gabriel] deveria ser enviado para a irmã de Jaílson que estava desempregada, e isso seria uma forma de ajudar ela; que concordou porque seria uma melhora para ele (João Gabriel) e para a sua família o novo cargo; que o primeiro pagamento a Jaílson foi feito em espécie, entregue ‘em mãos’; que acredita que o valor se referia a aproximadamente 30% do seu salário; que os próximos pagamento Jaílson pediu para que fosse depositado na conta da irmã dele”, detalha o documento da PF.

O ex-assessor disse que posteriormente interrompeu os pagamentos, gerando descontentamento em Jaílson. Mesmo após ingressar na PRF, Jaílson continuava frequentando o gabinete nos finais de semana, quando estava de folga. A investigação mostra que Jaílson conhecia as orientações dadas por Lia Rachel. “Jaílson tinha conhecimento das ordens que Lia Raquel dava para João Gabriel e que indiretamente participava do cumprimento dessas ordens no serviço do gabinete; que era frequente a visita de Jaílson ao gabinete quando ele estava de folga da PRF”, afirma o documento policial. A PF prossegue com as investigações sobre tráfico de influência, corrupção e lavagem de dinheiro no caso que envolve o Tribunal de Justiça do Piauí.

Jornal da Cidade Online

Senador petista Humberto Costa tenta “lacrar” com mentira e é rapidamente desmascarado

Ao compartilhar uma manchete da CNN Brasil que dizia “Trump: Bolsonaro não é assunto da nossa conta”, o senador petista Humberto Costa afirmou: “A extrema direita achou que o Brasil ficaria de joelhos. Enganou-se. Com Lula, a soberania nacional é inegociável. O diálogo venceu, o ódio perdeu. Ponto final.”

Porém, rapidamente o petista foi desmascarado pelo senador Flávio Bolsonaro:

“Prezado Vampirão, a mentira está no DNA do PT. Trump disse que o assunto ‘Bolsonaro’ não era de interesse do repórter que perguntou. A única soberania que Lula defende é a de traficantes, ‘vítimas dos usuários’.

Os assuntos governo brasileiro aliado de ditaduras, como a Venezuela, e próximo a terroristas, como o Hamas, são de interesse mundial. Mais uma vez, infelizmente, vocês saíram de uma reunião com o maior líder democrata do mundo sem absolutamente nenhuma notícia boa para os brasileiros.”

Jornal da Cidade Online

Nem a Receita aguenta mais a ‘sanha arrecadatória’ do governo Lula

Nem responsáveis por arrecadar tributos aguentam a fome por impostos do governo do PT: técnicos da Receita Federal estão incomodados com o “aperto” promovido por Lula e Fernando ‘Taxxad’ Haddad contra os pagadores de impostos brasileiros, enquanto “alimenta a confusão e a desinformação” com “comunicação desastrosa sobre supostas fake news”, segundo relatos de fontes da ala técnica e profissional do setor.

Buraco eterno

O governo toma “medidas apressadas para arrancar mais dinheiro dos brasileiros e tapar o buraco sem fim das contas”, aferem os técnicos.

Confusão aberta

A comunicação do fisco é alvo de crítica: o “tom” em notas oficiais teria causado “confusão” e arranhou a imagem da Receita e dos profissionais.

Ordens a cumprir

Os técnicos da Receita Federal são os responsáveis por fiscalizar e cobrar os tributos federais e do comércio exterior no Brasil.

Coluna do Claudio Humberto

Se não houve falha na prestação de serviços, banco não responde por golpe, diz juíza do TJ do Maranhão

Se não há falha na prestação de serviços, instituição financeira não deve ser responsabilizada por golpe feito por terceiros. Com esse entendimento, a juíza Maria José França Ribeiro, do 7º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo de São Luís (MA), julgou improcedente o pedido de indenização de um banco online a cliente que foi vítima de estelionato. O cliente foi enganado por dois casais que prometiam levá-lo a uma festa. Ele foi levado a um motel, teve a chave do seu carro retida e, sob ameaças, foi forçado a consumir bebidas alcoólicas e outras substâncias. Os criminosos usaram seus cartões de crédito e fizeram transferências que, segundo a vítima, são incompatíveis com as suas movimentações do dia a dia — incluindo um Pix de R$ 20 mil. 

O homem entrou com ação alegando responsabilidade do banco sobre o golpe e exigindo indenização de R$ 10 mil por danos morais e R$ 20 mil por danos materiais.

A instituição financeira alegou que todas as transações foram feitas pelo celular do próprio cliente e que o pagamento de R$ 20 mil foi feito em horário comercial e dentro do fluxo regular de suas transações, sem extrapolar padrões que justificassem bloqueio automático da conta ou acionamento de protocolos de segurança excepcionais. As partes fizeram uma audiência de conciliação, mas não chegaram a um acordo.

Responsabilidade é do cliente

Para a juíza do caso, a empresa não é responsável pelo golpe se não houve nenhuma falha na prestação de seus serviços. “Não há como atribuir à instituição financeira a responsabilidade civil por ato ilícito praticado exclusivamente por terceiros (…) Ademais, nota-se que o evento só foi consumado em razão de o requerente ter faltado com seu dever de cuidado e proteção.”

Ela acrescenta que a narrativa do cliente é “desprovida de verdade e de coerência lógica” e não ampara o pedido de indenização. Também pontua que o Pix de R$ 20 mil aconteceu em dia útil e durante horário comercial, extinguindo a responsabilidade do banco sobre o golpe.

Com informações da assessoria do TJ-MA.

 

Transparência Internacional repudia presença dos irmãos Joesley e Wesley Batista nas viagens de Lula


Entidade diz que impunidade não incentivaria “políticos e empresários corruptos” a mudarem suas práticas.

A Transparência Internacional – Brasil repudiou a presença cativa dos irmãos Joesley e Wesley Batista nas comitivas oficiais de viagens internacionais do presidente Lula (PT), inclusive na visita à Indonésia que ocorre nesta semana. A entidade questiona qual incentivo de políticos e empresários corruptos de mudarem suas práticas, ao chamar a dupla que comanda a JBS de “criminosos confessos”.

Outro motivo de indignação da Transparência Internacional foi o fato de a JBS ter escalado José Carlos Grubisich para chefiar a companhia em Jacarta e acompanhar Joesley Batista para assinatura de três acordos (em memorando de entendimento) com fundo e empresas estatais da Indonésia, para explorar setores do agronegócio e energia nos setores elétrico e de petróleo e gás, além da produção de proteína, a exemplo de aves, ovo e pescados (salmão), carne bovina, suínos, processados, bacon e presunto.

“Criminosos confessos de um dos maiores esquemas de corrupção da história e praticamente impunes, os Batistas são os campeões nacionais de Lula que têm lugar cativo em suas comitivas pelo mundo. Em Jacarta, chefiará a JBS José Grubisich, que esteve preso nos EUA por corrupção. Qual o incentivo de políticos e empresários corruptos mudarem suas práticas quando há total impunidade?”, disparou a Transparência Internacional – Brasil.

O ato de assinatura do acordo por Joesley ocorreu diante de Lula e do presidente indonésio Prabowo Subianto, em tom de entusiasmo evidente do empresário da JBS e do petista. O memorando de entendimento envolve o fundo soberano da Indonésia criado para gerenciar e otimizar investimentos estatais, com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico nacional.

“Fizemos oito acordos aqui. Tem uma perspectiva extraordinária em várias atividades e acho que os ministros saem otimistas. Eu saio otimista”, disse Lula. Os Batistas faturaram acordos entre a JBS e a PT Danantara Investment Management (fundo da Indonésia que gerencia e otimiza investimentos estatais e impulsiona o crescimento econômico); entre a J&F e a PT Perusahaan Listrik Negara (estatal indonésia de geração, transmissão e distribuição de eletricidade), e entre a Fluxus (ramo petrolífero da J&F) e a Pertamina (estatal de petróleo e gás da Indonésia).

Diário do Poder

Casa Branca se manifesta sobre a reunião entre Lula e Trump

A Casa Branca se manifestou sobre a reunião entre o petista Lula e o presidente americano Donald Trump.

Diz o comunicado:

O presidente Trump se reuniu com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cúpula da ASEAN.

“É uma grande honra estar ao lado do presidente do Brasil. Acredito que poderemos fazer bons acordos para ambos os países. Sempre mantivemos uma boa relação, acredito que ela continuará.”

A embaixada dos EUA no Brasil replicou a mensagem.

Vale ressaltar que poucas horas antes da reunião, o secretário de estado de Trump, Marco Rubio, fez uma declaração terrível para os planos do petista. Ao falar sobre a negociação com o Brasil, Rubio afirmou que a perseguição digital contra cidadãos americanos nas redes sociais terá que ser resolvida

“Obviamente, temos algumas questões com o Brasil, particularmente sobre como alguns de seus juízes têm tratado o setor digital nos Estados Unidos, os indivíduos localizados nos Estados Unidos por meio de postagens em redes sociais. Teremos que resolver essas questões também. Mas o Presidente vai explorar se há maneiras de superar tudo isso, porque acreditamos que será benéfico fazê-lo. Vai levar algum tempo.”

Para piorar ainda mais a situação de Lula, Trump deixou claro que quem vai negociar não será ele, será o Scott, Jameson e o próprio Marco Rubio.

Jornal da Cidade Online