Ministro Comunista faz ameaças a quem protesta democraticamente, diz o jornalista J.R. Guzzo

A sanha tirânica do comunista Flávio Dino é o tema do artigo do jornalista J.R. Guzzo, publicado no jornal Estadão. Dino, sem apresentar provas, tenta criminalizar as manifestações democráticas contra o Lula. Quer que as manifestações sejam reprimidas. Essa ideia de repressão policial fascina Dino e o PT. “Apareceu alguma dificuldade? Chamem a polícia. Estão amando isso.”

Leia o texto na íntegra:

“O novo ministro da Justiça, que até hoje não disse uma única vez a palavra ‘justiça’, mas desde que foi anunciado para o cargo faz ameaças quase diárias a quem protesta contra a eleição de Lula, apresentou ao Brasil uma teoria sobre segurança pública que jamais tinha sido ouvida até agora.

Segundo ele, o terrorismo está no ar através de todo o país, e vem dos acampamentos formados perto dos quartéis para denunciar o que os manifestantes consideram fraudes eleitorais — ou para pedir, em SOS, que o Exército ponha um freio à junta judiciária que agride todos os dias a Constituição e o restante das leis em vigor no Brasil.

O novo ministro diz, sem apresentar o mais miserável fiapo de prova, que as manifestações são uma ‘incubadora de atos terroristas’. Precisam ser reprimidas, portanto — e aí se vê bem claro o quanto a ideia da repressão policial fascina esse novo governo. Apareceu alguma dificuldade? Chamem a polícia. Estão amando isso.

A prisão de um indivíduo que, segundo as acusações, pretendia fazer uma explosão próxima ao Aeroporto de Brasília, foi a última desculpa que o ministro usou no seu esforço serial para desmanchar as manifestações populares de oposição a Lula.

Vem tentando isso desde o primeiro minuto; não admite, junto com o seu chefe e com o PT, que haja gente na rua exercendo o seu direito constitucional de dizer em público o que pensa.

Já disse que chamar Lula de ‘ladrão’ é crime — apesar de suas condenações por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Justiça brasileira. Tenta criminalizar, também, as faixas que dizem ‘SOS Forças Armadas’.

Quer que o Exército retire as pessoas que estão em volta dos seus quartéis; do contrário, ameaça dissolver as manifestações à força. Para combater ‘o terrorismo’, anuncia uma ofensiva contra os clubes de tiro, os caçadores e os brasileiros que têm armas legalizadas.

O que a bomba que não explodiu no Aeroporto de Brasília tem a ver com os clubes de tiro ao alvo, ou com a caça da marrequinha-piadeira?

As armas registradas são responsáveis por exatamente 0% da criminalidade no Brasil. (Houve 45 mil homicídios no país em 2022, mas o novo ministro não disse uma única sílaba até agora sobre o assunto; seu problema são os cidadãos a quem a lei permite ter armas.)

Que sentido pode fazer essa obsessão em “desarmar” a população?

Os criminosos continuam cada vez mais armados.

Quem está disposto a detonar uma bomba não vai pedir autorização para a Polícia Federal.

É uma farsa em seu estado mais evidente.

Pior ainda é a criminalização de manifestações populares pacíficas, ordeiras e perfeitamente legais; em 50 dias de protesto, não se quebrou um vidro, não se tocou fogo numa única lata de lixo, ninguém foi agredido, nenhuma contravenção foi cometida, e muito menos qualquer crime.

Tudo o que se fez foi falar, cantar o Hino Nacional e mostrar bandeiras do Brasil.

Por que, então, os manifestantes teriam de sair da rua?

A Constituição Federal garante plenamente o seu direito de estar lá. E eles têm o direito, sim, de dizer que são a favor de um regime militar, ou do que quiserem.

Que lei proíbe alguém de pedir militares no governo?

O sujeito também pode ser a favor do fim do mundo, ou contra a água encanada, ou dizer que acredita em disco voador.

A Constituição, em nenhum momento, faz uma lista de assuntos que podem ou não podem ser levados à praça pública; todos podem.

É falso dizer que as manifestações diante dos quartéis são ‘atos antidemocráticos’; trata-se de puro e simples exercício de direitos civis.

Antidemocrático é tirar da rua, à força, quem expressa suas opiniões de modo ordeiro e dentro da lei.

J.R. Guzzo”- Publicado originalmente no Estadão.

 

Sem desoneração, gasolina pode subir R$ 0,71 a partir de 1º de janeiro

Novo governo é contra a prorrogação da isenção de impostos federais sobre combustíveis que termina no dia 31

O Recap (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas e Região) afirma que o litro da gasolina comum deverá aumentar R$ 0,71 a partir de 1º de janeiro com o fim da isenção de impostos federais e estaduais. O sindicato enviou comunicado nesta quarta-feira (28) aos revendedores, analisando o impacto da decisão do novo governo sobre o comércio de combustíveis. Até agora foi mantida a medida que prevê o fim da isenção de impostos federais e taxas (PIS/Cofins/Cide), além do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é estadual. Com isso, segundo o sindicato, haverá elevação dos custos para os consumidores.

O comunicado, assinado pelo presidente da entidade, Emílio Martins, leva em consideração a decisão de que não será tomada, de forma imediata, nenhuma medida para a prorrogação da redução dos valores dos tributos federais, a partir de 1º de janeiro. Com isso, “todos os combustíveis estarão com seus preços majorados, em função do retorno desses tributos na composição dos custos de aquisição”.

Coma a isenção de tributos, em 2022, o preço médio da gasolina teve uma variação de 25,6%. Mas o aumento vai impactar a inflação logo no começo do ano. A estimativa para o IPCA Amplo (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para o mês de janeiro era de 0,5% e passou para 1% com os reajustes. O sindicato alertou ainda sobre a cobrança do ICMS dos combustíveis, que também haverá majoração dos preços em função da elevação da carga tributária.

Expectativa

Havia expectativa de que o novo governo acertasse com o atual a edição de uma medida provisória (MP) para a prorrogação por um mês da desoneração dos impostos federais sobre combustíveis.

O prazo para o fim da isenção dos tributos, que foi feita pelo governo Bolsonaro em meio à crise da alta dos preços dos combustíveis no mercado internacional, termina no dia 31 de dezembro, véspera da posse do presidente eleito.

Se nenhuma medida for tomada até 31 de dezembro, a cobrança dos impostos volta a partir de janeiro. Os estados também devem aumentar o ICMS da gasolina a partir de janeiro, o que eleva a pressão.

Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, o governo já previu a prorrogação da redução de PIS/Cofins e Cide sobre gasolina, etanol e GNV com impacto de R$ 34,3 bilhões de perda de arrecadação. Também está prevista a prorrogação da desoneração de PIS/Cofins de combustível do setor produtivo do diesel, GLP e querosene de aviação, com perda de receita estimada de R$ 18,6 bilhões. A perda de receita estimada total é de R$ 52,9 bilhões.

Fonte: R7

Esposa de Haddad que já teve emprego no Maranhão morando em SP ganha boquinha “sob medida”

Alô moradores progressistas e limpinhos, do Moinhos de Vento, do Itaim e da Barra da Tijuca, regozijem, a esposa de Fernando Haddad, já tá encaixada. A Sra. Ana Estela Haddad será presenteada com uma vaga criada sob medida para ela na Secretaria da Saúde Digital do Ministério da Saúde. O DataSUS, atual sistema digital do SUS, será incorporado à nova secretaria.

Foi para isso que vocês, moderninhos, dos Bairros nobres de Porto Alegre, S. Paulo e Rio de Janeiro votaram no Lula, certo?

Ana Estela já havia ganhado as manchetes em 2018 quando o colunista, Humberto Martins descobriu que ela recebeu R$ 32 mil da Fundação Josué Montello – o único problema que a referida fundação fica no Maranhão e Estela residia em São Paulo, há 3.000 km de distância. À época o jornalista procurou a Fundação Josué de Montello que se recusou a explicar o vínculo com Ana Estela Haddad, assim como o governo do Maranhão ao qual a fundação era ligada e o próprio PT também se recusou a dar explicações – e olha que Haddad era pré-candidato a presidência da república à época. 

Mas nada disso interessa agora, o importante é que Ana Estela está novamente empregada, assim como Simone Tebet, que simplesmente pulou do Ministério do Meio Ambiente para o complexo Ministério do Planejamento. Claro que a expertise exigida para o Meio Ambiente é totalmente diversa da pasta do Planejamento, mas quem tá prestando atenção nesses detalhes?

O importante é que são menos duas na Carreta-Furacão, agora só faltam uns 14.998 integrantes da carreta para encaixar. Viva, o amor venceu!

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

O Papa vermelho

                                                                         Jorge Mota

Leio com surpresa no Antagonista e na Folha de São Paulo a entrevista que o Papa Francisco concedeu ao jornal espanhol ABC. O pontífice foi questionado sobre a eleição do petista, após o cumprimento de pena na prisão. Acho que ele parou de rezar e faz do Vaticano o mais novo partido político de esquerda. Transcrevo parte da matéria que os dois veículos publicaram dia 18 do corrente mês de dezembro: “PAPA diz que Lula foi vítima de “fake News” em julgamento”. O processo começou com notícias falsas na mídia. Para o PAPA o problema das notícias falsas sobre líderes políticos e sociais é gravíssimo, porque podem destruir uma pessoa.

Portanto mais um para defender o Lula inocente parceiro do Supremo Tribunal Federal, também inocente.

Lamento não ter condições financeiras para deixar o Brasil, meu País. Hoje com 85 anos tenho que conviver com tanta aberração, com a volta da quadrilha que a pouco tempo saqueou o nosso País, que quase quebraram a PETROBRÁS, como diz o pior que o Lula, Geraldo Alkmim, “O Lula quer voltar a cena do crime”, agora eleito Vice-Presidente, certamente esperando a morte do mais novo amigo.

Quanta sujeira, quanto descaramento. A esquerda e os comunistas estão comemorando a nossa desgraça, com os ditadores de Cuba, Venezuela, Colômbia, Equador, Bolívia e Argentina. Parceiros do Fórum de São Paulo.

E o que dizer dos nossos três poderes? Estamos sob as vontades e decisões do Xandão e a omissão do poder legislativo, Senado e Câmara dos Deputados, estão de joelhos assistindo a judicialização usurpadora pelos Ministros do STF e STE.

Ouso afirmar que em futuro próximo haverá grandes crises institucionais.

Como diz o José Dirceu, maestro ideólogo do PT, não é preciso ganhar eleição para tomar o poder. Ele até tirou férias e foi para Cuba.

Diz o ditado popular que DEUS é brasileiro. Só resta aguardar um milagre, porque parece que ele também entrou de férias.

Jorge Motta é jornalista. Email: sjsmagro@yahoo.com.br 

 

Lula subirá a rampa do Planalto com a Polícia Federal por não confiar no Exército

Lula subirá a rampa do Planalto, dia 1º, protegido pela Polícia Federal, afastando o Exército de sua segurança. Situação curiosa para quem será o Comandante Supremo das Forças Armadas. Treinados para a missão, os militares farão a proteção “periférica” da posse no entorno da Planalto. Ex-chefe da segurança de Lula e virtual chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Gonçalves Dias, “GDias”, é criticado no Exército por “falta de personalidade” e por não defender a própria Casa.

Sem ambiente

O impasse revela a dificuldade do futuro ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, de identificar militares que mereçam a confiança do presidente.

Desconfiança do Exército

A alegação petista é de “não confiar” no GSI, que até o governo FHC se chamava Gabinete Militar. Mas a desconfiança é em relação ao Exército.

GSI é só uma repartição

O GSI é apenas uma repartição com status de ministério. A questão não é perda de confiança na repartição e sim no Exército Brasileiro.

Tarefa de militar

Nos dois mandatos, teve militar de confiança chefiando do GSI, oficial general que escolhe a dedo cada um dos seguranças presidenciais.

Coluna do Claudio Humberto

 

Pedido de Haddad para equipe econômica desonerar impostos aumentará a gasolina em R$ 0,90

A iniciativa da equipe econômica do Lula, a atual equipe econômica proporcionará aumento de R$ 0,90 no litro da gasolina e R$ 0,70 no etanol é avaliada como imoral.

A solicitação partiu de Fernando Haddad, para não seja prorrogada a desoneração dos impostos cobrados sobre combustíveis, poderá causar uma revolta popular com a responsabilidade pesando sobre o presidente Bolsonaro.

A preocupação é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo, registrando que a suspensão da desoneração proporcionará um aumento bastante elevado e causará um impacto e revolta  grande na população e o governo iniciará a sua administração bastante negativa

O Pis/Pasep e Cofins foi zerado por uma portaria do governo de Jair Bolsonaro para ajudar a reduzir o preço dos combustíveis e está previsto no orçamento de 2023. Mesmo assim, Haddad precisa de mais tempo para avaliar a desoneração. “Qual a urgência de tomar medidas a três dias da posse?” Naturalmente desgastar o atual governo

Diário do Poder

 

Inquérito policial contra o vereador Domingos Paz acusado de assédios sexuais e estupro vai para a justiça

O corporativismo da Câmara Municipal de São Luís para proteger o vereador Domingos Paz tem sido sufocado pelo Movimento de Mulheres do Maranhão com mais de 50 entidades e dificilmente ele escapará de um processo na justiça e pode até perder o mandato, decorrente de acusações que pesam contra ele de assédios sexuais e estupro de vulnerável.

O posicionamento vergonhoso do presidente da Câmara e do presidente da Comissão de Ética são de uma manifestação clara de corporativismo, quando se manifestam que existe na Delegacia da Mulher, apenas o registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência contra o vereador Domingos Paz, quando na verdade um inquérito policial com depoimentos de vítimas e provas que comprometem seriamente o acusado tramita na polícia civil que deve ser encaminhado à justiça, e que omitido pelo presidente e pelo membro da Comissão de Ética.

                Movimento de Mulheres afirma que lutará por justiça

O Movimento de Mulheres tem se constituído importante instrumento de organização e luta por direitos e dignidade humana, cobrando uma posição da Câmara Municipal de São Luís e enfrenta o corporativismo do legislativo municipal, que tem procurado blindar o vereador Domingos Paz, mas não tem conseguido pela pressão do Movimento.

Embora o parlamento municipal tenha 05 vereadoras, apenas Silvana Noely, se manifestou em defesa das mulheres vítimas da violência praticada pelo vereador, e que vem sendo vista com indiferença pela maioria dos vereadores, quando na verdade ela tem valorizado o seu mandato e honrando com o seu compromisso de legislar com respeito e justiça voltado para os interesses coletivos. Lamentável sob todos os aspectos e mais precisamente de indignação, diante da total omissão das demais vereadoras, quanto ao fato, numa demonstração de apoio ao corporativismo e contra as mulheres, de quem com certeza receberam votos para legislar em favor de direitos e defesa da dignidade humana de todas. Elas não têm nada a justificar, a não ser de que se posicionam ao lado do corporativismo em favor do vereador Domingos Paz, acusado de assédios sexuais e estupro de vulnerável.

A partir da próxima semana, a Câmara Municipal de São Luís terá uma nova mesa diretora e o Movimento de Mulheres articula uma audiência com os seus membros para sentir o posicionamento deles.

Outra articulação do Movimento de Mulheres é que durante o período de recesso, serão feitos debates públicos em várias comunidades e em praças públicas sobre a tentativa de blindagem ao vereador Domingos Paz e mostrar a população que muitos vereadores têm uma cara quando vão pedir votos e outra, quando é para se posicionar em favor do povo.

Fonte: AFD    

          

 

Flavio Dino diz que, caso diálogo se esgote, retirada do pessoal do QG do Exército será “compulsória”

Futuro ministro, Flavio Dino ainda disse acreditar que o espaço militar já não tenha mais bolsonaristas acampados até a quinta-feira 

O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou, na tarde desta terça-feira (27/12), que há conversas entre integrantes do atual e do novo governo para que, “esgotadas” as expectativas de diálogo com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que estão acampados em frente à Base Administrativa do Quartel-General do Exército, em Brasília, haja uma “retirada compulsória”, ou seja, obrigatória.

Segundo o ex-governador do Maranhão, o novo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o Governo do Distrito Federal fazem um esforço conjunto para que os manifestantes deixem “voluntariamente” o local.

1“Temos uma linha de diálogo, que é conduzida pelo Governo do Distrito Federal e pelo ministro Múcio, que lidera esse trabalho e é a área dele. E há, progressivamente, passos que estão sendo dados a partir do convencimento, das próprias Forças Armadas, que aquilo ali constitui um risco às próprias instalações militares”, explicou Dino, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do Gabinete de Transição, sobre a primeira linha de condução. O futuro ministro ainda enfatizou acreditar que, até a próxima quinta-feira (29/12), o espaço militar, que fica localizado a poucos metros do centro de capital federal, onde será realizada a cerimônia de posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já estará desocupado.

“Desocupação compulsória”

“Eu acredito firmemente que, a partir dos relatos que tivemos, a partir de quinta-feira, essa desocupação em Brasília vai acontecer. Depois desse prazo, todos os cenários vão ser examinados”, afirmou Dino. Caso o cenário vislumbrado não se concretize, uma segunda possibilidade será colocada em prática.

“Nós temos uma segunda possibilidade, apenas esgotada a primeira, que é a do diálogo, haverá a segunda, que é uma desocupação compulsória. Todas as indicações vão no sentido de que haverá a desocupação voluntária nos próximos dias. Por isso, vamos esperar esse cenário se concretizar para, aí, decidir na quinta-feira o que faremos”, explicou.

Fonte: Metrópoles

 

Quando é que vai ter autoridade em São Luís para garantir direitos aos usuários do transporte coletivo?

             O serviço de transporte coletivo de São Luís nunca esteve tão esculhambado como agora, em que as autoridades se mostram impotentes para garantir um mínimo de direito aos usuários. Empresários e rodoviários impõe as suas regras, desfiando as autoridades e sempre com exigências de subsídios em que as duas categorias fazem um jogo e vão atropelando o Ministério Público do Trabalho, a Justiça do Trabalho e impõe o que querem à Prefeitura de São Luís. Em troca permaneçam com frotas sucateadas e com panes de ônibus velho todos os dias em ruas e avenidas da cidade. Nos últimos 05 anos, o serviço nunca foi tão deficiente como agora, em razão da fragilidade do poder público que é atropelado pelos avarentos empresários em parceria com os rodoviários. O pior de tudo é que não há um mínimo de perspectiva de pelo menos uma melhoria.

O prefeito de São Luís e vai entrar para o terceiro ano do seu mandato e não tem nenhum projeto de melhoria para atender a população sofrida da capital. Os seus discursos tornaram-se desacreditados e o conflito criado com a Câmara Municipal de São Luís, lhes proporcionam desgastes constantes, que podem inviabilizar as suas aspirações de tentar a reeleição. Na eleição estadual, o prefeito sentiu de perto como a sua popularidade desapareceu. Apoiou um irmão a deputado estadual, colocou a máquina municipal a serviço do candidato e acreditando ter respaldo popular fez uma carta e distribuiu em várias comunidades em que foi bem votado como candidato a deputado federal e prefeito. A decepção foi grande para quem acreditava em 100 mil votos e com muita dificuldade chegou a 42 mil.

Atualmente a Câmara Municipal de São Luís vem fazendo cobranças sérias sobre a aplicação de recursos na educação e na saúde e pretende adotar outras providências, caso sejam necessárias. têm registrado vários vereadores. As maiores críticas residem em que o prefeito procura concentrar toda a administração e não delega responsabilidades aos seus secretários, o que emperra a máquina, cria dificuldades e impede entendimentos com o legislativo municipal. Os vereadores registram sempre, que ele não recebe nenhum deles e os secretários seguem o mesmo caminho. Muitos vereadores estão indo para as comunidades relatar que as demandas delas deixam de ser atendidas pela recusa do prefeito em não ser afeito ao diálogo.

A paralisação de hoje na empresa Patrol, do consórcio Upaon Açu, foi decorrente do não pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário. Há poucos dias, as empresas receberam mais R$ 9 milhões de recursos federais como subsídio para transporte de idosos, sem falarmos em alguns milhões de reais, que recebem mensalmente da Prefeitura de São Luís. Hoje mais de 06 comunidades foram penalizadas com a falta do transporte e se não houver o pagamento de todos os empregados, amanhã os coletivos da empresa Patrol não sairão das garagens.

Infelizmente, a realidade é dura e as decepções aumentam e hoje em vários locais da cidade, ausência do poder público é uma realidade, muito embora, conforme afirmam os vereadores, a arrecadação aumentou e administração municipal tem oportunidade de pelo menos cumprir algumas das promessas feitas ao povo e dar respeito como princípio de dignidade as pessoas que buscam direitos à saúde com recursos do SUS, nas centrais de marcação.

Fonte: AFD

 

 

 

Wall Street Journal dos EUA afirma: “Democracia está em perigo no Brasil com retorno de Lula”

A redatora sênior do Wall Street Journal, Mary Anastasia O’Grady, publicou, no domingo (25), um artigo intitulado “O retorno de Lula e a ameaça judicial à democracia no Brasil”. No texto, a jornalista faz uma análise sobre como ficará a política, o regime e a economia brasileira com o eventual retorno de Lula ao poder.

Anastasia lembrou aos leitores que Lula é “cofundador, juntamente com o falecido Fidel Castro, do extrema esquerdista ‘Foro de São Paulo’ e está telegrafando sua intenção de liberar os gastos públicos, deter privatizações e reverter as reformas destinadas a conter a corrupção. A repórter frisa que a postura totalitária do petista vem assustando até mesmo os aliados mais moderados e que a população brasileira ainda está tendo que conviver com uma “ameaça maior” que Lula: O STF, ” que está ultrapassando sua jurisdição e desrespeitando o Estado de Direito por razões políticas sem consequências”.

Em entrevista à Globo News, o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, confidenciou: – Não me arrependo do meu voto, mas estou preocupado – disse, ao comentar as falas de Lula sobre economia, fim do teto de gastos e da responsabilidade fiscal. E acrescentou: – Vejo ideias antigas que nunca funcionaram para nós.

A jornalista destacou que Lula tem o aval dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que lhe dão, não só base jurídica para continuar governando quanto, silenciam os opositores executando prisões, banimentos das redes sociais, cobrando multas milionárias e até mesmo determinando o bloqueio de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas.

– Uma coisa é um ramo coigual do governo guardar zelosamente suas próprias prerrogativas. Mas, quando a Suprema Corte se torna uma aliada de políticos ideológicos e corruptos, a democracia corre grave perigo. O Brasil chegou em tal momento – lamentou, o Wall Street.

Jornal da Cidade Online