Flavio Dino chama acampamentos em frente aos QGs de “incubadoras de terroristas”

O ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), está bem à vontade no cargo que pretende ocupar a partir do dia 1º de janeiro de 2023. Neste domingo (25), ele comentou sobre a prisão de um empresário paraense acusado pela Polícia Civil do DF de colocar uma dinamite em um caminhão de combustível, próximo ao Aeroporto Internacional de Brasília. De acordo com os policiais, o homem tinha contatos com as manifestações em frente ao Quartel General do Exército e seria contrário à volta do Lula (PT) à presidência do Brasil.

No Twitter, o futuro ministro comunista escreveu:

– Os graves acontecimentos de ontem em Brasília comprovam que os tais acampamentos “patriotas” viraram incubadoras de terroristas – bradou.

– Não há pacto político possível e nem haverá anistia para terroristas, seus apoiadores e financiadores – acrescentou Dino.

O PT não pretende mesmo dar trégua às manifestações contrárias ao Governo do Lula até que todos os opositores sejam silenciados exatamente como ocorreu na Venezuela e em Cuba.

Jornal da Cidade Online

Lula exclui aliados fiéis e gera mágoas entre petistas

Senador alimentava a esperança de retornar ao Ministério da Saúde

O presidente eleito Lula já sofre críticas internas de facções do PT por prestigiar derrotados ilustres, como Fernando Haddad, e deixar para trás aliados de fidelidade canina, até com mandato.

Poucos simbolizam tanto isso quanto o senador Humberto Costa (PE). Ele tinha a expectativa de retornar ao Ministério da Saúde, mas Lula contou a lorota de que não queria desfalcar o PT no Senado e convidou Nísia Trindade, que não é médica e ainda integra o governo de Bolsonaro, presidindo a Fiocruz. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A escolha dos senadores Camilo Santana para a Educação e Wellington Dias para o Desenvolvimento Social expõem a lorota de Lula sobre “não desfalcar o PT no Senado”.

Os problemas iniciaram quando, questionado sobre os casos na Saúde, Costa sugeriu a Lula que perguntasse a José Dirceu e Delúbio Soares, considerados os “operadores” do ministério.

Desde então Humberto Costa caiu em desgraça e passou a ser preterido no PT. Como quando Lula barrou sua candidatura a prefeito do Recife, em 2012, para favorecer o candidato do PSB de Eduardo Campos.

Diário do Poder

 

Brasil tem uma das menores inflações do mundo em 2022

O presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou em seu canal do Telegram o resultado da inflação do Brasil no último ano. De novembro de 2021 a novembro deste ano, a inflação despencou de 10,7% para 5,9%.

A queda inacreditável foi reflexo da redução do ICMS (imposto estadual cuja alíquota foi limitada por Bolsonaro) em itens considerados essenciais, como o combustível, a energia elétrica, a internet e a telefonia celular. Também houve diminuição de tributos de produtos que incidem diretamente na cesta básica, energia solar, medicamentos e milhares de outros artigos consumidos no país.

Enquanto o conservador, de saída do Planalto, só traz informações positivas, o Lula, que o substituirá, só entrega notícia ruim ao povo brasileiro. Como as promessas do fim do teto de gastos e da responsabilidade fiscal, o aumento de 60% no contingente de Ministérios; a volta de muitos condenados da justiça para o novo governo; desarmamento da população e o desencarceramento de presos. A lista é grande e o resultado, sem dúvida, deve refletir na economia e, consequentemente, no bolso do cidadão.

Jornal da Cidade Online

 

PT abre as portas do poder para o ex-deputado Geddel Vieira, preso pela PF com R$ 51 milhões em espécie

A volta de Lula e do PT ao poder “ressuscita” inúmeros políticos que protagonizaram os maiores escândalos de corrupção de todos os tempos, que inscreveram em suas biografias passagens pela polícia e pela prisão. Caso do ex-deputado Geddel Vieira Lima, que foi condenado após a Polícia Federal encontrar malas com R$51 milhões em espécie, roubados dos cofres públicos. Geddel foi um dos articuladores da candidatura vitoriosa de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia.

Vice de algibeira

Foi Geddel, com sua conhecida perspicácia, que emplacou na Bahia, Geraldo Júnior a quem é muito ligado, como vice de Jerônimo Rodrigues.

Furando poço

Agora, Geddel usa de sua influência para que o Geraldo Júnior assuma no governo da Bahia uma secretaria, certamente, que “fure poço”.

Volta à Caixa?

Na Câmara, já apareceu um bolão para indicar em quanto tempo Geddel reassumirá a vice-presidência da Caixa, que exerceu no governo Lula.

Coluna do Claudio Humberto

 

Governo Lula terá R$ 145 bi por um ano além do teto de gastos, define o “generoso” Congresso

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição foi promulgada no fim da noite desta quarta-feira (21/12) pelo Congresso em sessão solene semipresencial no plenário do Senado, cerca de 15 minutos após a aprovação da PEC no Senado. Com a promulgação, as mudanças propostas no texto passam a fazer parte da Constituição por meio da Emenda Constitucional 126/2022. c

O presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse, no discurso da promulgação, que a proposta foi alvo de intensos debates no Senado e na Câmara, sendo que nesta última Casa passou por “aprimoramentos” que demandaram seu retorno ao Senado, onde a PEC inicialmente foi votada, e agradeceu empenho dos parlamentares.

Pacheco destacou que a proposta levou um período de 23 dias de sua apresentação até a promulgação, o que impediu que as famílias beneficiárias do Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família, deixassem de receber um benefício de R$ 600 já em janeiro de 2023. Para Pacheco, a Emenda Constitucional garante “a todos os brasileiros e brasileiras patamares minimamente aceitáveis de dignidade humana e de exercício da cidadania”.

A promulgação da PEC permite que a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vote a Lei Orçamentária Anual na reunião da comissão marcada para as 10h desta quinta (22/12). Na avaliação relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), o Orçamento da União para o próximo ano apenas seria viabilizado com a aprovação da PEC da Transição.

Mudanças
Com a promulgação da PEC, o novo governo terá R$ 145 bilhões para além do teto de gastos, dos quais R$ 70 bilhões serão para custear o Auxílio Brasil (que voltará a se chamar Bolsa Família em 2023) de R$ 600 com um adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos. Os outros R$ 75 bilhões podem ser destinados para as despesas como políticas de saúde (R$ 16,6 bilhões), entre elas o programa Farmácia Popular e o aumento real do salário-mínimo (R$ 6,8 bilhões). A PEC também abre espaço fiscal para outros R$ 23 bilhões em investimentos pelo prazo de um ano. A validade desses gastos extra teto é de um ano. A proposta inicial aprovada pelo Senado era de dois anos. A Câmara reduziu para um.

A emenda constitucional também alterou a destinação dos recursos do chamado orçamento secreto, as emendas de relator, consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Acordo entre líderes partidários definiu que os recursos serão rateados entre emendas individuais e programações de execução não obrigatória pelo Executivo. A Câmara ficará com 77,5% do valor global das emendas individuais; e o Senado, com 22,5%.

Regra de ouro
A emenda constitucional dispensa a “regra de ouro” em relação à necessidade de que o Poder Executivo solicite ao Congresso autorização para emitir títulos da dívida pública para financiar despesas correntes no montante de R$ 145 bilhões no próximo ano. Os recursos ficarão de fora ainda da meta de resultado primário.

Também estão retiradas as limitações do teto de gastos em doações recebidas por universidades federais, recursos para o auxílio-gás em 2023, transferência de recursos dos estados para União executar obras e serviços de engenharia. Ficam fora da limitação as doações para projetos socioambientais relacionados às mudanças climáticas.

No caso dos restos a pagar, que são as despesas para as quais existe comprometimento de pagamento por parte do governo e referentes a exercícios anteriores, o texto aumenta de 0,6% para 1% da receita o montante total que pode ser considerado para execução das emendas parlamentares. A referência também será a receita corrente líquida do exercício anterior ao do encaminhamento do projeto de Lei Orçamentária.

A emenda constitucional também determina que o presidente da República encaminhe ao Congresso, até 31 de agosto de 2023, um projeto de lei complementar com o objetivo de instituir um novo regime fiscal “sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do país e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico”. 

Com informações da Agência Brasil

 

Alerta: O golpe comunista evangélico

Entre os muitos absurdos, anote mais um: a esquerda inovou e agora tenta justificar o comunismo usando a Bíblia. Claro que a moda é velha, mas no meio protestante a coisa intensificou. Teóricos como Leonardo Boff e Frei Beto usaram as bênçãos da Igreja católica para disseminar a famosa Teologia da Libertação. Tiveram êxito. Acredite, tal Teologia ainda é o braço forte do PT.

Entre os protestantes, a filha da Libertação tem nome: Teologia da Missão Integral – TMI. Os teóricos, já foram pastores respeitados e afamados, arrebanham, até hoje, multidões de seguidores utilizando o discurso de bom moço. Mas, diferente da Libertação, a TMI não emplacou profundamente ainda. Tanto é que, os evangélicos são um braço forte de Bolsonaro.

Porém, diz o dito: água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Nos últimos dias, explodiu como bomba, a fala do cantor Cleber Lucas, algo escandaloso. O cara afirmou que o louvor tradicional “Alvo Mais que a Neve”, é racista. O hino faz parte do hinário comum, pertence a mente de todo cristão, e assuste: é versículo bíblico. Isaías 1.18 e Salmos 51.7.

E agora, Cleber, vai tirar o versículo da Bíblia?

No centro do escândalo: “Bum”. Outro cantor, Leonardo Gonçalves, afirmou que o hino tradicional, “Nosso General é Cristo”, incentiva a ditadura e deveria ser proibido.

Tem mais…

Em entrevista, Flávio Dino, futuro ministro da Justiça, disse que, Atos 4.32, confirma o comunismo.

Para a terra… Quero descer.

O comunismo não encaixa nos textos bíblicos desde a origem. O intelectual Karl Marx, um judeu frustrado, ateu, projetou no comunismo o fim dos patriarcas. Ali, em Marx, nasceu a guerra ideológica contra o PATRIARCADO. Foi um duro golpe. O judeu, conhecedor genuíno dos cinco primeiros livros da Bíblia, sabia quem eram os patriarcas: Abraão, Isaque, Jacó; tendo Moisés como autor. O Pentateuco é o resumo da Bíblia e baseado nela Jesus viveu. Foi fácil para Marx, como conhecedor potencial, impor o contrassenso.

Marx sabia, se atacasse a base dos PATRIARCAS eliminaria a Bíblia por completa e seria o fim da religião cristã. Motivado por essa certeza escreveu: A religião é o ópio do povo.

Ou seja, o comunismo é inimigo da Bíblia desde a origem.

Tanto é que, o texto citado por Flávio Dino, resume com eficácia o resultado. A igreja de Jerusalém em Atos 4.32, realmente orientou seus membros a venderem seus bens e dividirem entre si através dos Apóstolos. Sim, é verdade. Mas, o que Flavio Dino não observou, aquela igreja faliu financeiramente. Ficou tão pobre que o Apóstolo Paulo viajou pela Ásia pedindo ajuda para alimentar os irmãos que estavam passando fome.

Esse é o resultado de um bom comunismo.  Não funciona nem na Bíblia mesmo sendo implantado pelos Apóstolos. Simples assim.

Qualquer mero estudante da Bíblia sabe, os textos sagrados somente terão êxito se aplicados no comportamento. A Bíblia engrandece seus heróis sem omitir as falhas, justamente para instruir o discipulado. Ao relatar os erros, a Bíblia, não possui interesse em expor, mas resume à máxima: Imite os acertos, não cometa os erros.

Aos acertos, a Bíblia, dispõe recompensas. Aos erros, consequências.

Ou seja, quem se vale por ela possui antecipadamente o resultado das escolhas.

A igreja do primeiro século é o modelo. Portanto, imite os acertos e evite os erros.

Alguém, por favor, discipulem esses cantores desorientados para que voltem ao CAMINHO. Pois, falta pouco para incentivarem a punição aos textos da Bíblia Sagrada, conforme desejado por Marx.

Josinelio Muniz

Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

 

Financiamentos para “ditaduras amigas do PT” chegavam ao BNDES aprovados pelo governo

Ao todo, foram 148 financiamentos que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou para países como Cuba, Venezuela, Nicarágua e Argentina. O esquema seguia um rígido protocolo: primeiro, passava pela aprovação do Governo Federal que, no caso, era Lula ou Dilma, ambos do PT. Em seguida, os contratos iam para o BNDES já com todos os detalhes acordados (valor, prazo, taxa de juros e seguros). Por último, o banco só fazia autorizar e repassar o dinheiro.

– Quando os pedidos de financiamento chegavam ao BNDES, os contratos comerciais já estavam estabelecidos. Esses pedidos só eram analisados pelo Banco após a aprovação do Governo. Na época das operações, não havia nenhuma restrição legal à contratação com essas empresas – conclui o BNDES, acrescentando que Lula (PT) intermediava as negociações pessoalmente, chegando a visitar os “países clientes” com funcionários das construtoras, em 2013.

Relatório da instituição financeira estima que US$ 10,5 bilhões foram remanejados para obras em outras nações com governos esquerdistas. Quase que a totalidade delas, eram realizadas por apenas cinco empreiteiras brasileiras: Odebrecht, Camargo Correa, OAS, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. Todas investigadas na “Lava-Jato”.

Dos US$ 10,5 bilhões, 89% foram concentrados em apenas seis países: Angola (US$ 3,2 bilhões), Argentina (US$ 2 bilhões), Venezuela (US$ 1,5 bilhão), República Dominicana (US$ 1,2 bilhão), Equador (US$ 0,7 bilhão) e Cuba (US$ 0,65 bilhão). Cuba, Venezuela e Moçambique seguem devedoras.

Até hoje, o Brasil levou calote de US$ 1 bilhão e outros US$ 573 milhões já estão vencendo. Com o projeto que flexibiliza a Lei das Estatais aprovado pela Câmara, no apagar das luzes de 2022, o receio é o de que indicados políticos, assumindo postos-chaves, transformem de novo as empresas brasileiras em escândalos de corrupção.

Jornal da Cidade Online

 

Até agora ao menos 09 ministros de Lula já foram investigados: Veja a lista

Nomes anunciados pelo presidente eleito já foram condenados por crimes como caixa dois e improbidade administrativa

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anuncia novos ministros que comporão o governo.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já anunciou, até esta sexta-feira (23), o nome de 21 ministros que farão parte do governo a partir do ano que vem. Nove deles já estiveram envolvidos em escândalos e foram alvo de inquéritos judiciais.

Um deles é o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em 2019, ele foi condenado por falsidade ideológica eleitoral (caixa dois) na campanha de 2012, quando se elegeu prefeito de São Paulo. A pena imposta pela Justiça Eleitoral foi de quatro anos e seis meses em regime semiaberto. Haddad foi denunciado por caixa dois de R$ 2,6 milhões na prestação de contas da empresa UTC Engenharia. Em 2021, no entanto, o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) absolveu o ex-prefeito por falta de provas.

Outro exemplo é o futuro ministro da Casa Civil, Rui Costa, alvo de uma investigação em curso no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que apura se ele cometeu os crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e fraude na época em que foi presidente do Consórcio Nordeste, devido a uma licitação de quase R$ 50 milhões para a compra de respiradores que nunca foram entregues.

Costa se defende das acusações: “Não tem ninguém mais ansioso para que essa apuração seja finalizada. Queremos a solução disso. Os culpados vão para o ‘xilindró’. Desejo e comento que estou ansioso para que isso seja concluído”.

Veja a lista dos demais ministros que já foram oficialmente investigados:

  • Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública): foi alvo de inquérito da PGR por suspeita de ilegalidades em um contrato de fornecimento de combustível para o helicóptero da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. Em 2020, a investigação foi arquivada pelo STJ. À época, ele reclamou do uso indevido de procedimentos judiciais e policiais para fins políticos por parte da PGR (Procuradoria-Geral da República).
  • Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais): foi acusado por um delator da operação Lava Jato de ter negociado para ficar com uma parte do laboratório Labogen, empresa que era usada pelo doleiro Alberto Youssef para fraudar contratos milionários do Ministério da Saúde. A defesa dele disse que nem uma apuração concluída pela CGU (Controladoria-Geral da União) nem uma investigação da Polícia Federal encontraram nenhum vínculo de Padilha com irregularidades.
  • Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação): em 2019, foi condenada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco por improbidade administrativa pela contratação para gerenciar a iluminação pública da cidade. À época, a defesa dela disse que não houve prejuízo ao patrimônio público municipal e que a sentença da Justiça reconheceu que Luciana não recebeu nem desviou dinheiro público.
  • Jorge Messias (Advocacia-Geral da União): ficou conhecido como “Bessias” por ter tido o nome citado na interceptação de uma conversa entre Lula e Dilma em 2016. Ele seria o responsável por entregar o termo de posse como ministro ao ex-presidente. A intenção seria deixar Lula com foro privilegiado. Ele não se manifestou.
  • Márcio França (Portos e Aeroportos): investigado em inquérito de desvios na Saúde. Foi alvo de operação da Polícia Civil em janeiro deste ano. Em sua defesa, ele disse que a operação era política, e não policial, e afirmou não ter nenhuma relação comercial nem advocatícia com as pessoas jurídicas e físicas envolvidas na investigação.
  • Luiz Marinho (Trabalho e Emprego): foi condenado neste ano pela 8ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, junto com o ex-prefeito de Santo André Carlos Grana, por nepotismo cruzado. A ação foi movida pelo Ministério Público de São Paulo, com o argumento de que foram dados cargos de confiança à filha de Grana em São Bernardo do Campo, onde Marinho foi prefeito, e à cunhada de Marinho em Santo André. Os dois foram condenados ao pagamento de multa equivalente a seis vezes a última remuneração.
  • Wellington Dias (Desenvolvimento Social, Assistência, Família e Combate à Fome): foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2020 que investigou os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações na Secretaria da Educação do Piauí, estado do qual foi governador. À época, ele classificou a operação como “ridícula” e “mais um espetáculo em nome de investigação”.
  • Camilo Santana (Educação): em 2011, quando era secretário das Cidades do Ceará, teve o nome envolvido no escândalo dos banheiros, esquema no qual a secretaria teria desviado milhões de reais que seriam utilizados na construção de sanitários populares. Santana se defendeu à época e disse que os contratos foram assinados antes que ele tivesse assumido o posto.

Fonte: R7

 

Filhas pedem liberdade do pai como “presente de Natal,” e juiz atende

O magistrado Denis Bonfim, do município Posse/GO, disse que ficou emocionado ao receber as cartinhas em seu gabinete. Às vésperas do Natal, duas meninas ganharam um presentão do juiz Denis Bonfim, de Posse/GO. O pai delas foi colocado em liberdade após o magistrado ler e se emocionar com as cartinhas das pequenas pedindo a volta dele para casa.

“Seu juiz, manda meu pai de volta para casa antes do Natal por favor, estou com muita saudade dele”, diz trecho do pedido.

O comerciante, de 34 anos, é dono de uma distribuidora de bebidas e foi acusado de tentar matar um homem a tiros por causa de uma dívida de R$ 600. Na avaliação do juiz, todavia, “não há elementos precisos que demonstrem indícios suficientes de autoria ou de participação do acusado” no crime.

O caso ganhou repercussão no último dia 6 de dezembro, após o próprio magistrado publicar uma das cartinhas em sua rede social.

“Esse foi o melhor Habeas Corpus que já recebi!! Eu sempre digo que não precisa escrever muito!! Prometo que irei olhar com toda atenção e critério com que vejo todos os outros”, escreveu Denis Bonfim.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, o magistrado disse que ficou emocionado ao receber as cartas em seu gabinete, que foram entregues pelo advogado do réu.

“Quando ela escreveu ‘Deus te proteja’, isso me tocou especialmente, porque naquele momento ela estava desamparada e desprotegida precisando do seu provedor. Imaginei comigo: não posso protegê-la, mas talvez eu possa devolver a ela alguém capaz de fazer isso.”

O pai das meninas já foi solto, depois de cinco meses preso, e poderá passar o Natal em casa na companhia da família.

Fonte: Migalhas

 

 

O intrigante jantar de Flavio Dino com o ministro Gilmar Mendes, decano do STF

Nesta quinta-feira (22), o comunista Flávio Dino foi flagrado num jantar com um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Não se sabe o que conversaram, mas é preocupante. O ministro do STF é o decano Gilmar Mendes, seguramente o mais influente entre os seus pares, capaz de fazer os seus colegas mudarem o voto, como fez recentemente com a ministra Cármen Lúcia.

Flávio Dino, por sua vez, é ex-juiz federal, conhecedor das brechas jurídicas. Um homem de esquerda, comunista de carteirinha, ex-militante do Partido Comunista do Brasil.

No início desta semana, Dino ameaçou manifestantes que protestam contra a eleição de Lula. Ele também disse que pedir “S.O.S., Forças Armadas” é crime.

“Essa pessoa não só pode, como deve ser presa”, disse o comunista, no programa Roda Viva, da TV Cultura, ao ser interpelado sobre as manifestações pacíficas em frente a quartéis, que se opõem a Lula”

“Está no Código Penal”, complementou Dino, ao arrancar um sorriso do jornalista Felipe Frazão, do jornal O Estado de S. Paulo. “Nós não estamos no governo ainda. O futuro ministro da Defesa, José Múcio, vai, com certeza, dialogar com as instituições, visando ao cumprimento da lei.”

Interpelado sobre manifestações em áreas das Forças Armadas, protegidas por lei, disse que medidas judiciais podem ser cumpridas nesses locais. “Eu acredito no diálogo”, disse Dino. “Mas, se falhar, cada dia a sua agonia.” Dino é um homem perigoso e está encarnando todo o ódio da esquerda.

Jornal da Cidade Online