Concluindo essa semana tenebrosa para a economia brasileira, a PagSeguro – popular empresa de pagamento muito utilizada por internautas – anunciou a demissão de 500 funcionários. Desta forma, PagSeguro amplia a lista de grandes empresas que promovem demissões em massa se preparando para o impacto devastador que se desenha no horizonte desse novo governo.
Só nesta semana as gigantes Yoki em Cambará, a Memed de São Paulo e o Frigorifico Big Boi em Maringá. O frigorifico, aliás, fechou as portas deixando 800 pais de família desempregados. Nem a poderosa rede social Twitter escapou também deixou 150 funcionários na rua.
O PAGSEGURO emitiu um comunicado tentando explicar o inexplicável:
“Assim como empresas de tecnologia e fintechs no Brasil e no mundo, o PagSeguro também está fazendo alguns ajustes em sua estrutura. Após anos de crescimento contínuo do nosso time, estamos implementando redução de cerca de 7% do total de profissionais, de diversas áreas, com o objetivo de melhorar a eficiência da companhia”, afirmou a empresa em comunicado.
No fim de 2022, a PagSeguro tinha cerca de 7.000 funcionários. E nem falamos do ‘Titanic’ do mundo dos negócios nacionais, chamado Lojas Americanas que está em estágio pré-falimentar e emprega mais de 40 mil trabalhadores.
E, nesse cenário extremamente sombrio, ainda vem o Ministro da Fazenda, Haddad, em pleno Fórum Mundial de Davos (Suiça) ao invés de ‘vender’ uma boa imagem do Brasil e tentar atrair dólares e investimentos, usa o espaço para promover boicote à… empresas brasileiras.
Jornal da Cidade Online








