Depois de ofender Sérgio Moro, Lula diz que está ‘proibido’ de mencionar a ‘coisa’ e o ‘coiso’

Depois de passar uns dias sumido logo após ter sido flagrado desejando “f****” a vida do ex-juiz federal da Lava Jato, Sérgio Moro (União Brasil), que o mandou para a prisão, Lula (PT) disse, nesta quinta-feira (6), em encontro com jornalistas, que foi orientado a não mais tocar no nome do senador e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

– (Paulo) Pimenta (ministro da Secom) tem me orientado todo dia a não falar nesses nomes que você falou (Moro e Bolsonaro). Por isso que nem citei os nomes. Eu não tenho que falar nem da coisa nem do coiso – respondeu, ao ser questionado sobre os dois.

– Vou começar a falar das coisas que nós vamos fazer daqui para frente – acrescentou.

O que se pode esperar de um sujeito que é orientado pelo Montanha? (codinome de Paulo Pimenta nas listas de propina da Odebrecht).

Jornal da Cidade Online

 

Lula quer mexer na constituição para proibir militares na política

O governo de Lula planeja uma ação contra militares na política, conforme informa o Estadão. De acordo com o jornal, o Planalto possui uma minuta de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) pronta, a qual proibiria militares da ativa de assumir cargos no Executivo e de participar em eleições. A intenção é que um parlamentar de centro aliado ao governo apresente a PEC.

A reportagem do Estadão afirma que a minuta estabelece a transferência para a reserva, demissão ou licença ex officio do militar que se candidatar, independentemente do resultado das eleições. A licença ex officio equivale a uma aposentadoria imediata, mesmo sem o tempo de serviço, com vencimento proporcional ao período trabalhado.

Atualmente, a Constituição permite que militares com mais de dez anos de serviço voltem às atividades caso participem das eleições e não tenham sucesso nas urnas. A proposta também estabelece a criação de uma regra de afastamento para quem ocupar cargo de ministro de Estado.

O texto adiciona um parágrafo ao artigo 87 da Constituição, estabelecendo que os titulares da Esplanada devem ser maiores de 21 anos e estar no exercício dos direitos políticos. O dispositivo incluído determina que “para tomar posse no cargo de ministro de Estado, o militar deve ser transferido para reserva”.

O Estadão ainda informa que o texto foi elaborado pelo Ministério da Defesa, após diálogo com os comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, e enviado à Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. A medida faz parte do plano do governo de despolitizar as Forças Armadas.

A relação entre o Planalto e a caserna sofreu forte desgaste no início do ano, após as críticas de Lula à atuação de militares no 8 de janeiro, quando ocorreu a invasão às sedes dos três Poderes.

 ESTADÃO

 

Deputado Deltan mostra a verdade ao Papa Francisco e apresenta provas irrefutáveis sobre a corrupção de Lula

O ex-procurador da Lava Jato e atual deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos/PR) ficou indignado com a recente afirmação do Papa Francisco, em defesa do ex-presidiário Lula: “Lula foi condenado sem provas… e Dilma tem mãos limpas”, disse, o sumo-pontífice da Igreja Católica, em entrevista recente. A afirmação correu o mundo e repercutiu principalmente no Brasil, onde as centenas de processos originadas a partir das investigações da operação que desvendou e ainda segue investigando, o maior esquema de corrupção de nossa história, com dezenas de condenações e a devolução de pelo menos R$ 6 bilhões aos cofres públicos.

Deltan Dallagnol gravou um longo vídeo (compilado em apenas 7 minutos em nosso canal de cortes), não só esclarecendo cada um dos pontos dos processos que levaram à condenação do ex-sindicalista, com detalhes dos esquemas bilionários de desvios, bem como o número de pessoas envolvidas nas investigações e sentenças e ainda as decisões obscuras que levaram ao cancelamento das penas.

A cada ‘prova’ apresentada, o deputado faz questão de questionar: “Será que o Papa sabe?… Será que o Papa foi informado sobre isso?”, esclarecendo que a afirmação do Papa Francisco foi baseada apenas no que a velha mídia divulga lá fora, sem os devidos detalhes, que deveria merecer uma atenção bem ampla por parte do Vaticano e princípios de seriedade e transparência.

Na gravação, o parlamentar, que se declara religioso, demonstra respeito ao Papa, mas aproveita para dar também uma verdadeira aula sobre cristianismo e combate à corrupção. Que Deus nos perdoe pela afirmação, ‘mas se o Papa assistir esse vídeo, com certeza mudará de opinião, pois é uma verdadeira ‘catequização’ sobre combate à corrupção”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

 

Entidades públicas vão ao Governo Lula contra nomeação do marido da senadora Eliziane Gama: desqualificado

Empregados de entidades públicas fizeram apelo ao governo Lula contra a nomeação de Inácio Melo Neto, marido da senadora Eliziane Gama: “Desqualificado.” A vida pregressa do indicado criará mais problemas para o governo Lula

Empregados públicos do Serviço Geológico do Brasil fizeram um apelo ao governo Lula. Que rejeite o nome de Inácio Cavalcante Melo Neto para a presidência do órgão. Apontado como “desqualificado” para a função, Melo Neto é marido da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do PT. O Serviço Geológico do Brasil-CPRM é uma empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Três entidades que representam empregados do órgão enviaram uma carta ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. Cabe à pasta chancelar nomes para cargos de comando no governo. No documento, as entidades se dizem “estarrecidas devido à desqualificação do indicado para liderar o SGB-CPRM”.

O documento relaciona processos arquivados ou em trâmite contra Melo Neto. As entidades citam processos por crime ambiental, uso de documentos falsos, sonegação de tributos, além de denúncias de agressão à ex-mulher. Em 2021, Melo chegou a ter a prisão decretada pela Justiça no Maranhão pelo não pagamento de R$ 560 mil de pensão alimentícia do filho do primeiro casamento.

“Outro agravante é a inaptidão técnico-científica confirmada pela falta de formação para o cargo pretendido, sendo formado em administração, além de inexistência de conhecimento prévio ou experiência na área de geociências ou mesmo relacionada ao setor mineral”, acrescenta o documento enviado a Rui Costa.

De acordo com fontes, a nomeação de Melo Neto já está em fase final para receber a chancela da Casa Civil.

Questionada sobre a insatisfação dos servidores, a senadora Eliziane Gama se manifestou por meio de nota:

“Entendemos que as indicações políticas fazem parte do sistema de nomeação para ocupação de função pública. Inácio Melo possui experiência pública e privada, portanto, tem capacitação adequada para cumprir com a agenda deste governo, se eventualmente for convidado”.

Em 2022, Melo disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão pelo PSDB. Ele recebeu pouco mais de 35 mil votos e não conseguiu se eleger.

Coluna do Paulo Cappelli – Metrópoles

 

Líder da oposição no senado diz que vai acionar AGU e PGR para investigar Lula sobre caso Moro

Sem apresentar provas, o presidente disse que a ação da Polícia Federal, que prendeu suspeitos de planejar ataques contra ex-juiz foi ‘armação’ do  senador Sérgio Moro

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse que a oposição vai acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o caso que envolve o senador Sergio Moro (União-PR). 

Nesta quinta-feira (23), o presidente comentou, sem provas, que o plano descoberto pela Polícia Federal (PF) que tinha como alvo o ex-juiz e a família dele é uma “armação”. “É visível que é mais uma armação, mas isso a gente vai esperar, não vou atacar ninguém sem ter provas”, disse o petista ao ser questionado sobre o fato de estar ou não acompanhando os desdobramentos da operação.

Para Marinho, a fala do presidente põe em dúvida a atuação da PF. Ele disse também que há a possibilidade de Lula ser investigado pelo grupo da AGU que apura a divulgação de fake news.

“Eu acho que o presidente, com essa fala, está desmoralizando o ministro da Justiça dele, que deu uma declaração mais cedo de que a Polícia Federal, de uma forma republicana, estava atuando no caso há quase dois meses. Eu acho que colocou sob suspeita o Judiciário do Paraná e a própria Polícia Federal”, disse Marinho, que é líder da oposição no Senado. “É importante, até pela responsabilidade do cargo, que isso fosse apurado. Se realmente é uma armação, se não é uma armação. Se não for uma armação, que o presidente seja responsabilizado pela sua leviandade”, completou.

Para Izalci Lucas (PSDB-DF), líder da legenda no Senado, a fala do presidente é uma estratégia para tirar o foco de questões importantes. Ele citou a necessidade da abertura da CPMI para investigar se houve omissão por parte do governo nos atos de 8 de janeiro. “Cadê o anúncio da âncora fiscal, que ainda não chegou? Eu não conheço o plano de governo. Tudo o que está sendo feito só aumenta a insegurança jurídica e política.”

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) classificou a fala do presidente como uma “irresponsabilidade muito grande”. “Fazer um questionamento desse, colocando sob suspeita a ação da PF, uma das instituições mais acreditadas do Brasil, mostra que ele está completamente perdido, assim como o governo dele”, comentou.

Ataque contra Sergio Moro

Na última quarta-feira (22), a PF cumpriu 11 mandados de prisão contra suspeitos de planejar os atentados. Durante as apurações, foi identificado que um olheiro, ligado à facção criminosa PCC, estaria fazendo campana na frente da casa do senador, em Curitiba. As investigações mostram que os suspeitos pretendiam realizar os ataques de forma simultânea em vários estados.

A operação foi anunciada pelo ministro da Justiça, Flávio Dino, que afirmou que as investigações começaram há cerca de 45 dias, depois que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), informou sobre a possibilidade dos ataques.

“Especificamente em relação ao senador Moro, chamou atenção, e foi determinante para a PF, o fato de já haver atos de montagem de estruturas para a perpetração de crimes no Paraná. Foi isso que levou parte da investigação a tramitar no Paraná”, afirmou o ministro.

Fonte: R7

 

Oposição vai a PGR por mansão de Paulo Pimenta de mais de R$ 3 milhões declarada por R$ 193 mil

Deputados da oposição acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar a origem de bens omitidos na prestação de contas eleitorais do chefe da Secom do Planalto, Paulo Pimenta. A mansão, em área nobre de Brasília e avaliada em mais de R$3 milhões, não foi declarada. A oposição diz na notícia-crime que a origem do recurso pode se caracterizar como “lavagem de dinheiro”. Pimenta declarou à Justiça Eleitoral um valor bem irrisório da mansão espetacular: R$192.839,00.

Empurra

Em março, quando o escândalo se tornou público, o ministro disse que a declaração omitindo a propriedade seria orientação do seu partido, o PT.

Esfarrapada

A oposição sustenta que “a justificativa de ter seguido orientação do partido não é algo que exime da responsabilidade”.

Assinam o pedido

Deltan Dallagnol, Dr. Frederico, Rosangela Moro, Kim Kataguiri, Luiz Lima, Luiz Phillipe O. e Bragança, Marcel Van Hattem, Maurício Marcon.

Nada disse

A coluna procurou Paulo Pimenta, por sua assessoria, para registrar seu posicionamento sobre o caso, mas não houve retorno.

Coluna do Claudio Humberto

 

Assassino de crianças de uma creche em Blumenau é produto da impunidade

O assassino de Blumenau é filho da impunidade. Há dois anos, ele esfaqueou o padrasto, mas continua livre, leve e solto. Seu crime bárbaro, nesta quarta (5), até sugere que em sua cabeça sociopata havia o projeto de fazer o mal, sem olhar a quem, até na expectativa de ser preso, de que fosse contido. Após atacar crianças inocentes e indefesas, ele não tentou fugir, entregando-se à polícia. Se tivesse sido condenado por tentar matar o padrasto, estaria preso. E as criancinhas, vivas.

Decisão editorial

Corretamente, grupos de comunicação, como a Band, decidiram não divulgar o nome do bandido, tampouco fotos ou vídeos sobre o crime.

Busca de holofotes

A Band divulgou comunicado interno destacando que, em muitos casos, criminosos como o de Blumenau buscam notoriedade.

Contra o ódio

A Band acredita que “a visibilidade pode ser também um objetivo e uma conquista, valorizado em comunidades virtuais que disseminam o ódio”.

Coluna do Claudio Humberto

 

Comissão de Segurança da Câmara interroga ministro Flavio Dino na terça-feira (11)

Deputados querem esclarecer omissões e falhas na segurança no dia 8

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados receberá, na próxima terça-feira (11), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. A audiência será realizada no plenário 6 a partir das 14h30.

Objetivo dos deputados é buscar esclarecimentos sobre as omissões e falhas na segurança e na proteção do patrimônio público decorrentes dos atos de vandalismo contra às sedes dos Três Poderes no dia 8 de janeiro; as mudanças na política de controle de armas; a visita de Dino ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro e a escalada de invasões de terras que estão ocorrendo no país nos últimos três meses.

A audiência foi confirmada com base nos requerimentos de convocação de autoria de 16 deputados, entre eles Tenente-Coronel Zucco (Republicanos-RS).

Zucco é autor do pedido de criação da CPI do MST e irá questionar Dino sobre a política de segurança pública do governo federal para conter a onda de invasões de terras nos últimos meses.  “É preciso lembrar ao ministro que as invasões de terra podem ser caracterizadas como atos antidemocráticos, pois ao atacar um dos alicerces do Estado de Direito, que é a propriedade privada, os criminosos estão violando a estabilidade, a paz e ordem pública”.

O pedido de criação da CPI do MST foi protocolado na Câmara dos Deputados no dia 15 de março e desde então o presidente da Câmara, Arthur Lira (PL-AL) não autorizou a instalação da comissão. Enquanto isso as invasões continuam pelo país.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lojas Marisa amargam prejuízos enormes e vão fechar 90 lojas das suas 334 no governo Lula

A frase “quem lacra, não lucra” nunca fez tanto sentido. O fundador das lojas Marisa, Bernardo Goldfarb, acaba de anunciar um plano de reestruturação radical para reduzir o endividamento, melhorar a estrutura de custos e dar uma liquidez mínima à empresa. De cara, serão injetados R$ 90 milhões de reais dos acionistas controladores, a família Goldfarb, no seu braço financeiro, a MPagamentos, em transação já submetida ao Banco Central; a previsão é de fechamento de cerca de 90 lojas, que tenham “sistematicamente geração de caixa negativo” em sua rede com 334 unidades.

Ainda existe a possibilidade de os sócios aportarem mais R$ 26 milhões de reais até agosto de 2023 – o que gera desconfiança, pois nem foi feito o 1º aporte e já se fala num 2º aporte. O aporte será realizado em abril para reenquadrar a MPagamentos nos índices regulatórios e prudenciais exigidos de instituições financeiras. A decisão decorre da análise tomada pela nova gestão que tomou posse há pouco mais de um mês, liderada pelo CEO João Pinheiro Nogueira Batista.

Com o fechamento de 90 lojas é fácil prever que as demissões passarão de milhares…

Numa informação ainda mais preocupante a rede informa a contratação da caríssima banca de advogados Lefosse Advogados e da consultoria Deloitte Brasil para compor uma comissão externa para análise de alçadas e práticas contábeis, em decisão também tomada pela nova gestão e apoiada pelo conselho de administração. Ninguém gasta milhões com advogados a menos que esteja com sérios problemas.

Jornal da Cidade Online

Fórum de Defesa das Carreiras cobra do governo estadual a segunda etapa do PGCE e reabertura de novas adesões

Mais de 4 mil funcionários do serviço público do Maranhão estão fora do PGCE.

Como parte das reivindicações do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo do Maranhão, a entidade voltou a cobrar do Governo do Estado a implantação da segunda etapa do Plano Geral de Carreiras e Cargos (PGCE), bem como a reabertura do prazo para novas adesões. Essas pautas também constam no ofício encaminhado ao governador Carlos Brandão.

Mais de 4 mil funcionários do serviço público do Maranhão estão fora do PGCE. Os servidores que não aderiram estão, em comparação aos outros do mesmo cargo ou grupo ocupacional que fizeram a adesão, com o salário-base bem abaixo da tabela remuneratória do Plano, recebendo como vencimento o valor do salário mínimo atual, ou seja, R$ 1.032,00.

É importante frisar que a maior parte dos servidores que não optaram pelo PGCE são funcionários aptos ou próximos da aposentadoria e não desejam ir para a inatividade antes de fazer a adesão e terem seus salários atualizados.

Segundo Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo, essa é uma demanda da categoria desde 2015. “Os servidores não podem ser penalizados por uma opção de política salarial equivocada no passado, tendo em vista que eles são os únicos funcionários no serviço público estadual que possuem vencimentos de valor igual ao salário mínimo nacional”, afirma.

Segunda etapa

Já a implantação da segunda etapa do PGCE é o maior pleito atualmente dos servidores do Estado, uma vez que define as tabelas de vencimentos dos servidores abrangidos pelo Plano. O Fórum de Defesa das Carreiras demonstrou em vários estudos a viabilidade da implantação da nova etapa, sem comprometer as finanças do Estado. A iniciativa também permitiria a abertura para novas adesões.

“O Fórum acredita na boa vontade do governador Carlos Brandão, na certeza de que ele reconhecerá a importância de se ter uma política salarial de valorização dos servidores. Por isso, solicitamos a abertura do diálogo com as entidades representativas”, assinala Cleinaldo Bil Lopes.

Fonte: SINTSEP-MA