Família de Sílvio Santos revela pedidos dele com a sua morte, os quais serão respeitados

A família Abravanel divulgou uma carta, neste sábado (17), onde fez sua primeira manifestação sobre a morte de seu patriarca, Silvio Santos. O apresentador e empresário, um dos maiores nomes da televisão brasileira, morreu aos 93 anos em São Paulo, vítima de uma broncopneumonia após infecção por influenza.

Na nota, a família surpreendeu com a revelação dos desejos que Silvio expressava em vida, inclusive sobre o seu enterro:

“Ele pediu que, assim que ele partisse, nós o levássemos direto para o cemitério e fizéssemos uma cerimônia judaica. Ele pediu que não explorássemos a sua passagem. Ele gostava de ser celebrado em vida e gostaria de ser lembrado com a alegria que viveu”, informa o comunicado.

O desejo de Silvio Santos será respeitado.

O seu velório não será aberto ao público.

O comunicado da família é complementado da seguinte forma:

“Por este motivo, pedimos a compreensão de todos vocês. De guardar na memória tudo de bom que ele fez e de tantas alegrias que ele nos trouxe ao longo dos anos. Ele foi muito feliz com tudo que fez. E sempre fez tudo do fundo do seu coração. Ele amou o Brasil e os brasileiros”.

Jornal da Cidade Online

 

Partido questiona no STF regra para participação em debates eleitorais

O partido Novo ingressou no Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade para mudar o prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral para a contagem do número de parlamentares de cada legenda no Congresso Nacional. Essa contabilidade é adotada pela Justiça Eleitoral como critério para a participação de candidatas e candidatos em debates nas emissoras de rádio e televisão. A ação foi distribuída, por sorteio, ao ministro Gilmar Mendes.

Atualmente, conforme previsto na Resolução TSE 23.610/2019, os partidos devem ter, no mínimo, cinco deputados federais até 20 de julho do ano da eleição para que garantam um lugar nos debates. O Novo, contudo, pede que essa data seja alterada para 5 de agosto, momento no calendário eleitoral que marca o fim das convenções partidárias.

Em despacho assinado na última quarta-feira (14/8), Gilmar ressaltou a relevância da matéria e determinou que o TSE preste informações, com urgência, em até cinco dias. Na sequência, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República devem se manifestar dentro de um prazo de três dias.

Com informações da assessoria de imprensa do TJ-SP.

 

Polícia Federal é acusada de cometer escândalo em cumprimento de ordem de Alexandre de Moraes

A filha de 16 anos do jornalista Oswaldo Eustáquio jamais esquecerá do que aconteceu durante a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (14/8), em Brasília, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Ela afirma ter sido apalpada no órgão genital. A revista, com toques e apalpamentos, ocorreu após nove policiais não conseguirem localizar o celular da adolescente na casa em que ela mora com a mãe, no Lago Sul.

Os advogados da família de Eustáquio entraram com uma representação na Corregedoria da PF cobrando que sejam apurados os abusos no procedimento. A Polícia Federal sustenta que a ação ocorreu dentro da legalidade e respeitou o Código de Processo Penal (CPP). Os policiais chegaram à residência por volta das 8h. Durante as buscas, não encontraram o telefone da filha de Eustáquio e questionaram a jovem.

Ela alegou “não lembrar” onde havia deixado o celular. Por volta das 13h, com a casa revirada e ainda sem encontrar o aparelho, os delegados informaram que revistariam a filha de Eustáquio e a esposa do jornalista, Sandra Mara Eustáquio. A revista pessoal foi feita pela única delegada mulher que participou da operação. Segundo os advogados da família Eustáquio, que acompanharam a abordagem, a adolescente se “assustou” e “deu um pulo” quando foi tocada, por cima da calça, no órgão genital.

Na representação enviada à corregedoria da PF, eles reclamam do procedimento adotado.

“De forma desproporcional, a busca contra uma mulher e uma adolescente foi realizada por 9 (nove) policiais federais, o que não é comum nesses casos, uma vez que a família já passou por sete buscas desde 2020 até a última quarta-feira.”

“Além da ausência de informações, Sandra e a filha foram coagidas a entregar o passaporte, sob ameaça de cumprimento de imediata prisão preventiva [de Sandra], fato diferente do que diz o mandado entregue depois aos advogados da família”, continuaram os defensores da família Eustáquio.

“Diante de tantos abusos ocorridos na ação da Polícia Federal, nosso objetivo com esse documento é solicitar que esta douta corregedoria investigue os nove policiais que participaram da busca por dois motivos: a quantidade desproporcional de policiais na ação com objetivo claro de coação, e a desnecessária revista íntima realizada na jornalista Sandra Eustáquio e em sua filha de 16 anos, inclusive tocando na genitália da jovem.”

O documento é assinado pelos advogados Ricardo Freire Vasconcellos, Taniéli Telles de Camargo e Luiz Felipe Cunha.

PF se manifesta sobre abordagem à filha de Eustáquio. Em nota enviada à coluna, a Polícia Federal afirmou que a operação ocorreu dentro da legalidade e respeitou o Código de Processo Penal.

“A revista pessoal foi realizada em decorrência da existência de ordem judicial de busca pessoal em face da menor, uma vez que o celular pertencente a ela possui elementos imprescindíveis à apuração do crime de corrupção de menores do qual há indícios de que ela é vítima, inclusive em face dos próprios responsáveis legais.”

“A revista pessoal realizada balizou-se no que dispõe o art. 240, §2º c/c art. 249 do Código de Processo Penal, os quais não fazem restrição à busca pessoal em menor de idade, excetuando-se que a busca em mulher seja realizada PREFERENCIALMENTE por policial feminina, o que efetivamente ocorreu.”

“A revista realizada ocorreu de forma superficial, sem exposição ou utilização de qualquer técnica invasiva. Acrescenta-se que a diligência foi realizada de forma reservada, na presença da mãe, da advogada e do Conselho Tutelar.”

No fim das contas, o celular não foi encontrado, mesmo após a revista. Certamente, trata-se de um dos casos mais absurdos da história da Polícia Federal.

Jornal da Cidade Online

 

Eleições 2024: Especialista alerta para limites no uso de redes sociais para promoção de candidatos

Os candidatos às prefeituras nas Eleições de 2024 têm utilizado o espaço nas mídias sociais para chamar a atenção dos cidadãos e, assim, conquistar votos. A criatividade é bem-vinda, mas especialista aponta que postagens devem utilizar de especificidades do perfil do próprio candidato para não “beirar o ridículo”

Com o avanço da tecnologia e a alta adesão da população às redes sociais, os candidatos às prefeituras nas Eleições de 2024 têm utilizado o espaço nas mídias sociais para chamar a atenção dos cidadãos e, assim, conquistar votos. A criatividade é bem-vinda, mas podem existir apelos na comunicação dos candidatos que fogem do habitual.

O especialista em marketing político da Fundação Índigo, Júlio Pontes, explica que não existe um padrão a ser seguido durante a promoção dos candidatos por meio das redes sociais. Segundo ele, as estratégias para chamar a atenção do eleitor são sempre bem-vindas de forma criativa. “Não tem muito esse padrão, inclusive é o que difere campanhas destacadas e campanhas normais. Quando você foge um pouco do padrão e leva a mensagem principal da candidatura de maneira criativa e respeitosa, é quando se tem realmente um destaque e, provavelmente, o melhor resultado nas urnas”, afirma Pontes.

Apesar do potencial do uso das redes sociais para conseguir votos, Pontes pondera que quem está no planejamento das postagens deve utilizar de especificidades do perfil do próprio candidato para criar os vídeos e posts. Do contrário, Júlio Pontes afirma que a publicação pode “beirar o ridículo”, caso destoe da própria personalidade do candidato ou candidata, causando, assim, um resultado negativo.

“Prefeitos no Brasil todo, principalmente prefeitos, mas deputados também, têm usado da criatividade. E às vezes beira o ridículo, mas o beirar o ridículo pra um candidato que já tem esse perfil mais despojado, às vezes não é tão prejudicial, às vezes nem é prejudicial, às vezes passa-se do ponto”, avalia.

Pontes usa como exemplo as redes sociais do vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo Pontes, os perfis de Alckmin recebem ataques dos usuários com frequência “por tirarem o Alckmin do lugar comum de médico e conservador que ele sempre foi com a publicação de memes. Nesse caso acho que já é uma coisa bem positiva, afinal ele leva mensagem para o Brasil todo. Mas é sempre um limiar entre o ridículo e o criativo.”

Viralizar não é sinônimo de mais votos

Recentemente, o prefeito da cidade de Mirandópolis (SP), Ederson Pantaleão (União), viralizou nas redes sociais ao postar um vídeo em que finge ser atropelado por um carro. O objetivo foi anunciar a disponibilização de ambulâncias em um dos bairros da cidade.

Júlio Pontes avalia a iniciativa como “marcante”, mas salienta que é necessário uso do bom senso e não romantizar tragédias a fim de buscar cliques. Ele destaca, ainda, que alcançar muitos cliques nas redes sociais – apesar de ser o objetivo nas redes – não garante a conquista de muitos votos, já que a população que interessa para este fim são os moradores da cidade e não os de outros estados.

“A gente não pode normalizar e gourmetizar tragédias, mas o objetivo dele era chamar atenção e ele chamou a atenção; a gente tem que ficar atento só a um fato: de que nem sempre o viralizar é uma coisa efetiva, até porque ele concorre a um cargo público em São Paulo, no interior de São Paulo, e o vídeo dele foi visto no Brasil todo. Tirando as pessoas de Mirandópolis, quem viu aquele vídeo não tem muita relação com o que de fato interessa que é o voto do eleitor.”

Potencial das redes sociais nas eleições

O especialista em marketing político, Júlio Pontes, aponta que as redes sociais vão ser o principal canal de contato dos candidatos com os eleitores nas eleições 2024. Em especial, segundo ele, por conta da permissão de anúncios no Facebook e no Instagram, mas o Google proibiu esse tipo de impulsionamento de conteúdo nas redes.

“Então vai ser bastante focado no marketing eleitoral. E é muito importante, principalmente nas redes sociais, o que faz com que muitas pessoas sejam procuradas para fazer esse trabalho de comunicação”, diz. Ele ressalta que é necessário que os profissionais da área de marketing estejam atualizados quanto às especificidades do marketing político eleitoral para não cair em deslizes. 

“Tem muita casca de banana, que o profissional que está cuidando ali, por não entender necessariamente de política e sim de redes sociais ou de marketing, não leva em consideração. Então, tem uma diferença grande de comunicação e de comunicação eleitoral. A comunicação, o marketing visa sempre uma venda e a eleição é uma venda de uma pessoa que vai se converter em voto, então é uma diferença crucial”, pondera.

BRASIL 61

 

Brasil perdeu hoje Sílvio Santos, um dos seus grandes comunicadores

A morte de Silvio Santos, aos 93 anos, na madrugada deste sábado (17/8) vai abalar o Brasil. Ícone da TV brasileira, o apresentador e dono do SBT estava internado no Hospital Albert Einstein desde o dia 1º de agosto. Duas semanas antes, ele já havia passado pela unidade de saúde para receber cuidados médicos após contrair H1N1. Apenas dois depois voltou a ser internado.

A equipe do Albert Einstein seguiu monitorando o estado de saúde do artista, adotando um esquema de “blindagem total” para que não vazasse nenhuma informação sobre ele. Nenhum boletim foi emitido durante a hospitalização. Ao que tudo indica, a H1N1 pode ter se agravado.

Silvio Santos deixa a esposa, Íris Abravanel, e as filhas Patrícia Abravanel, Rebeca Abravanel, Silvia Abravanel, Daniela Beyruti, Renata Abravanel e Cintia Abravanel.

O SBT divulgou comunicado:

“Hoje o céu está alegre com a chegada do nosso amado Silvio Santos.

Ele viveu 93 anos para levar felicidade e amor a todos os brasileiros. A família é muito grata ao Brasil pelos mais de 65 anos de convivência com muita alegria. Para nós, o Senor Abravanel é ainda mais especial e somos muito felizes pelo presente que Deus nos deu e por todos os momentos maravilhosos que tivemos juntos. Aquele sorriso largo e voz tão familiar será para sempre lembrada com muita gratidão. Descansa em Paz que você sempre será eterno em nossos corações.”

Jornal da Cidade Online

Nova denúncia de Glenn Greenwald refuta diretamente a defesa do ministro Alexandre de Moraes no STF

O ministro Alexandre de Moraes utilizou um órgão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) secretamente e em benefício próprio. É isso que revela matéria publicada nesta sexta-feira (16) na Folha de São Paulo. Moraes usou um órgão do TSE para levantar ficha de contratado para obra em sua casa.

O jornalista Glenn Greenwald, autor das matérias que estão sendo publicadas na Folha fez a seguinte observação:

“Tão importante quanto: observe que este artigo refutou diretamente a defesa de Moraes esta semana no STF de que todos os pedidos ao TSE foram documentados e públicos. Essa afirmação é falsa. Este é apenas um exemplo em que os pedidos ao TSE eram totalmente secretos:”

E prosseguiu:

“Previsivelmente, pessoas na esquerda e em Brasília que passaram anos venerando Moraes anunciaram — no primeiro dia da reportagem — que Moraes não fez nada de errado (a mesma coisa aconteceu com Moro).

Aqui, até aqueles em seu gabinete ficaram bem desconfortáveis ​​com tudo.”

Talvez Glenn tenha razão. A diferença crucial é que Moro combateu corruptos e Moraes combate pessoas com quem não tem afinidade ideológica.

Jornal da Cidade Online

Folha de São Paulo revela que Alexandre de Moraes usou o TSE para obter dados confidenciais da Polícia

Um pedido informal de um segurança do ministro Alexandre de Moraes resultou no acesso do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a informações confidenciais da polícia de São Paulo. O policial militar Wellington Macedo, que atua na equipe de segurança do ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a produção de relatórios ao setor de combate à desinformação da Justiça Eleitoral.

Conforme revelado por mensagens de WhatsApp obtidas pela Folha de São Paulo, não foi apenas o juiz auxiliar Airton Vieira, principal assessor de Moraes no STF, que fez essas solicitações a Eduardo Tagliaferro, chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE na época. Wellington Macedo também pediu a Tagliaferro para investigar questões relacionadas à segurança pessoal de Moraes e de sua família.

Esses pedidos incluíam a investigação de vazamento de dados pessoais, ameaças enviadas para números ligados ao ministro ou publicadas nas redes sociais, além de informações sobre prestadores de serviços na residência do magistrado.

Acesso a informações confidenciais e uso inadequado do TSE

De acordo com as conversas no WhatsApp, em ao menos uma ocasião, Tagliaferro mencionou que obteve informações sigilosas com a ajuda de um policial civil de São Paulo, cuja identidade deveria permanecer em sigilo. O uso da assessoria especial do TSE para questões de segurança de Moraes estava fora do escopo tradicional do órgão, cuja função é lidar com assuntos eleitorais.

Jornal da Cidade Online

 

TJMA tornou público comunicado de cumprimento às determinações do STJ na operação “18 Minutos”

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) comunica que, ao longo da quarta-feira (14/8) e quinta-feira (15/8), deu cumprimento às determinações administrativas do Superior Tribunal de Justiça (STJ) dirigidas à instituição, decorrentes da “Operação 18 minutos”, realizada pela Polícia Federal, que incluem afastamento de magistrados(as); exoneração de servidores(as); proibição de acesso às dependências do Poder Judiciário; cancelamento de acesso a sistemas; entre outras, conforme ATO – 17752024; e PORTARIAS-GP Nº 983/2024; Nº 984/2024;  Nº 985/2024;  Nº 986/2024; Nº 987/2024; e Nº 991/2024, disponibilizadas no Diário da Justiça Eletrônico de 16/8/24 (pag. 65, 72, 73 e 74).

O TJMA comunicou e comprovou ao STJ sobre o cumprimento da decisão proferida pelo relator, ministro João Otávio de Noronha, no que cabia à administração. O Tribunal de Justiça reafirma seu compromisso com os princípios de transparência e probidade administrativa, e seguirá colaborando com a operação no que for cabível.

Agência TJMA de Notícias

 

Quem mandou fritar o “Xandão”?

Nós já estamos carecas de saber que a esquerda não dá ponto sem nó. Nada acontece por acaso. Por algum motivo mandaram fritar o Xandão. Mas que motivo será esse? Quem está por trás dessa manobra? O que sabemos é que eles são estrategistas e têm o dom de prever o futuro, ou melhor, de antever o desenrolar dos fatos. Uma peça que eles mexam no tabuleiro, é uma jogada ensaiada que o adversário só vai perceber depois que outras peças mudarem de posição e estiver preparado o xeque-mate. Aí é tarde.

Pensem: a grande mídia comprada até na alma, que sempre defendeu ou passou panos quentes nos escândalos de seus patrocinadores, dessa vez resolveu virar a mesa contra Alexandre de Moraes – o que nos faz concluir que tiveram o aval do Lula para isso, já que ele é quem sustenta os contratos milionários com a mídia. A impressão é de que estão jogando uma moeda de ouro do outro lado da colina para que seja encontrada, de molde a despistar a localização de todo o pote de ouro. Seria esse pote de ouro a nulidade das eleições de 2022?

À primeira vista não faz sentido tal conjectura, pois essa pequena moeda de ouro já vem com elementos suficientes para se anular as eleições passadas. Afinal, restou comprovado que o presidente do Tribunal responsável por realizar o pleito eleitoral agiu de forma não apenas parcial ou tendenciosa, mas criminosa, ao perseguir os opositores de seu preferido. Uma perseguição contumaz que perdura até os dias de hoje.

Glenn Greenwald, por sua vez, não iria rifar a sua carreira se baseando em prova ilegal ou obtida por meio ilícito. Assim, apesar de preservar a sua fonte, fecha muito o leque de opções de quem teria sido o seu informante – a origem da prova.

Uma conversa privada de WhatsApp como meio de prova somente será legal se obtida de duas formas: através de mandado judicial que quebre o sigilo da conversação ou através de um de seus interlocutores, que forneça o conteúdo da conversa espontaneamente, de forma livre e consciente.

Temos apenas uma das pontas desse fio desencapado. Sabemos que um dos assessores da “gestapo” do careca deu a alguém o acesso às conversas, mas que não necessariamente seja o Glenn Greenwald. Sabemos, também, que a grande Imprensa, que sempre foi capacho das gordas verbas públicas, está tratando Alexandre de Moraes como trata os bolsonaristas – e para isso tem a benção do Lula.

Quando essas provas foram vazadas e por que só agora detonaram essa bomba?

É óbvio que há um plano em andamento – mas qual? A esquerda sempre anda na frente – essas movimentações no cenário demonstram que existe um plano em execução.

Nesse exato instante, o maior inimigo da nação se chama Rodrigo Pacheco. Essa blindagem que o presidente do Senado proporciona aos ministros do STF, aí incluído o careca, chega a ser uma omissão delituosa. São mais de 60 pedidos de impeachment contra os ministros da Suprema Corte engavetados por essa criatura.

As denúncias contra Moraes chegaram na hora que ele está enfraquecido. No momento que as aberrações da Ditadura da Toga foram internacionalizadas, batendo à porta do Congresso americano e com a eleição de Trump chegando à galope.

Eles querem trocar o ministro, por quê? Seria uma forma de “queima de arquivo”? Retira-lo das engrenagens visando esconder maracutaias ainda piores do passado recente?

De qualquer forma, a notícia que se tem é de que ainda não vai ser dessa vez. O presidente do Senado não vai iniciar um processo de impeachment contra o Xandão. É claro, ele também conta com a blindagem do STF: uma mão suja lava a outra.

Essa cumplicidade criminosa manchada de sangue, que já ceifou a vida de brasileiros e privou a liberdade de outros, intimidando toda a nação, justificaria uma intervenção militar, se tivéssemos um generalato digno das honrarias que carregam. É chegada a hora de um levante popular para que se veja cair o imperador da capa preta. Não há outra forma de se resgatar os princípios democráticos de Direito e o devido processo legal, nesse país, sem a queda do careca.

Independentemente de qualquer panorama futuro, quem está por trás dessa fritada de omelete? Quais as suas reais intenções? Será que realmente está dando um ovo para proteger todo o galinheiro?

Deus nos proteja…

Carlos Fernando Maggiolo

Advogado criminalista e professor de Direito Penal. Crítico político e de segurança pública. Presidente da Associação dos Motociclistas do Estado do Rio de Janeiro – AMO-RJ. 

 

Arthur Lira dá o troco a Flavio Dino e ao STF, retomando a PEC que limita poder de ministros do STF

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu nesta sexta-feira (16) reativar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que restringe as decisões individuais dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa movimentação de Lira surge como uma reação direta à recente decisão da maioria dos ministros do STF, que suspendeu o pagamento das emendas impositivas, incluindo as chamadas “emendas Pix”.

A PEC, aprovada pelo Senado em novembro de 2023, estava parada na Mesa Diretora da Câmara desde então. Nesta sexta-feira, Lira encaminhou a proposta para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O principal objetivo da PEC é limitar as decisões monocráticas dos ministros do Supremo e outros tribunais superiores, especialmente quando essas decisões suspendem a eficácia de leis aprovadas pelo Congresso. A proposta já recebeu críticas públicas de membros do STF. A expectativa é que, com o reinício da sua tramitação, a PEC seja aprovada rapidamente na Câmara. Uma pesquisa realizada pela Quaest revelou que 72% dos deputados são favoráveis à limitação das decisões monocráticas dos ministros do STF.

Ainda nesta sexta-feira, o plenário virtual do STF confirmou a decisão monocrática de Flávio Dino, que suspende o pagamento das emendas impositivas até que o Congresso estabeleça regras claras de transparência para a liberação desses recursos.

Diário do Poder