Vereador Marcial Lima conduz debate sobre obras do “Minha Casa, Minha Vida” em São Luís

         aldir

  Muito participativa a audiência pública no legislativo municipal sobre Minha Casa, Minha Vida, iniciativa do vereador Marcial Lima.

  Sair do aluguel e ter uma casa própria é o sonho de muitos maranhenses. Em São Luís, algumas dessas pessoas conseguiram realizar tal sonho por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal. No entanto, tais moradias viraram motivos de reclamação por parte daqueles que foram beneficiados com o programa federal. Problemas de infraestrutura, de segurança e transporte público atormentam quem mora nos condomínios Amendoeiras, Santo Antônio, Ribeira e Moradas do  Sol, localizados na zona rural da capital. E, com o objetivo de discutir medidas para solucionar tais situações, a Câmara Municipal de São Luís promoveu uma audiência pública na quinta-feira (18).

De autoria do vereador Marcial Lima (PEN), a audiência contou com a participação de vários órgãos e entidades: Secretaria de Estado de Cidades, Instituto de Colonização e Terras do Maranhão, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), Polícia Militar e Conselho Comunitário de Defesa Social da Zona Rural de São Luís. Apesar de terem sido convidadas, a Prefeitura de São Luís e a Caixa Econômica Federal não mandaram representantes.

Em seu discurso, Marcial Lima apresentou os principais problemas sofridos por quem mora nesses condomínios da zona rural. Nessas áreas, a população reclama da falta de infraestrutura. Segundo os moradores, desde o momento em que os imóveis foram entregues, algumas residências possuem rachaduras. Além disso, é alto os índices de violência, faltam creches, escolas, postos de saúde e um transporte público eficiente, que deveriam ser proporcionados pela Prefeitura de São Luís e pelo governo do Estado.

“Nestes condomínios do ‘Minha Casa, Minha Vida’ não possuem lazer. Vamos cobrar que a prefeitura leve praças para estes condomínios. O sistema de transporte é outra problemática. As pessoas não conseguem sair de casa para ir para o emprego. Não existem creches. A insegurança toma conta já que a polícia tem dificuldades de ir a estes locais porque faltam vias de acesso. Temos que discutir isso e não vamos parar por aqui”, declarou o vereador do PEN. Ao fim da audiência, ficou decidido a criação de uma comissão temporária para discutir a temática novamente.

Fonte – Diret-Comunicação-CMSL

Áudio de conversa de Temer com Joesley reacende discussão sobre flagrante armado

Por Marcos de Vasconcellos e Brenno Grillo

             Agora que foi divulgada a conversa do presidente da República Michel Temer com o presidente do frigorífico JBS, Joesley Batista, começa a discussão sobre se a gravação realmente incrimina o presidente. Juristas apontam que Joesley, como delator, agiria como braço do Estado, instigando o presidente ao crime — o que caracteriza o flagrante preparado, que não é aceito como prova. Já a Procuradoria-Geral da República afirma que se trata de “ação controlada”, perfeitamente legal.

              O juiz federal Ali Mazloum explica a diferença: a ação controlada envolve o flagrante esperado, que é quando a polícia sabe previamente que um crime vai acontecer e se posiciona para o flagrante, podendo retardar a prisão para ver o crime se consolidar.

               No entanto, não é isso que ele diz ver no caso de Temer: “Em tese, parece-me que foi criada uma situação ilegal, assemelhada ao que a doutrina denomina ‘flagrante preparado’, isto é, o agente é colocado como um mero protagonista inconsciente de uma peça teatral, de um espetáculo”.

                Advogados ouvidos pela ConJur deixam claro que investigados não poderiam ser incentivados por agentes do Estado a cometer crimes. A questão foi bastante discutida no caso de Sérgio Machado, delator da “lava jato” que gravou as próprias conversas. A utilização das chamadas gravações clandestinas (quando um dos interlocutores grava a conversa sem avisar o outro) só deve ser aceita, segundo especialistas em Direito Penal, em dois casos, sempre em defesa própria: para a preservação de direitos (um acordo verbal, por exemplo) ou para se proteger de uma investida criminosa (como uma extorsão).

                O jurista Ives Gandra Martins, no entanto, aponta que o Supremo Tribunal Federal passou a validar tal atitude ao determinar a prisão do ex-senador Delcídio do Amaral com base na gravação feita pelo filho do ex-gerente da Petrobras Nestor Cerveró. A corte alterou uma jurisprudência até então pacificada sobre a ilicitude de flagrantes previamente montados pelas autoridades.

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Temer foi acusado de pedir a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.
Gandra Martins Divulgação

             “Depois do Delcídio passamos a ter uma aceitação do Supremo de que, se o Ministério Público pedir, deixa de ser prova ilícita” diz Ives Gandra.

               Delcídio foi gravado oferecendo ajuda a Cerveró, inclusive apresentando um plano de fuga ao Paraguai, para que ele não firmasse acordo de delação premiada. Depois da prisão, Delcídio ficou sem partido e foi cassado pelo Senado com 74 favoráveis e nenhum contra de um total de 81.

               O juiz Ali Mazloum afirma, no entanto, que, mesmo na chamada ação controlada, não se pode criar a situação do flagrante preparado. De acordo com o magistrado, no flagrante preparado, como há a produção do resultado pelo Estado, incide o chamado “crime impossível”.

Para Bruno Silva Rodrigues e Rafael Serra de Carvalho, do escritório Bruno Rodrigues Advogados, o problema é que esse “novo método de reconstrução da verdade, longe de revelá-la, pode provocar incorreções, afinal, o contexto processual não comporta apenas uma narrativa homogênea”.

Daniel Bialski, advogado criminalista e sócio do Bialski Advogados, considera a questão controvertida. “Se ficar evidenciada a indução e provocação pré-ordenada, efetivamente se poderá recorrer à Súmula 145 do STF e se desclassificar os elementos sob o enfoque de prova proibida de ser usado por ter sido obtida de forma ilícita”.

O dispositivo citado por Bialski define que não há crime, quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação.

Sem prisão
O especialista em Direito Penal Leonardo Pantaleão, afirma que, caso seja comprovado o crime de Temer — pedido de pagamento a Cunha para manter o silencia do ex-parlamentar que está preso desde 2016 —, ele não poderá ser preso. “Neste tipo de delito não é previsto o cerceamento físico com a pena de prisão. Tratar-se-ia de um ato de atentado à probidade administrativa, com sanções específicas.”

Já Bialski tem entendimento totalmente oposto. Para ele, Temer pode sim ser alvo de prisão cautelar caso fique caracterizada tentativa de obstrução da coleta de provas. “Essa é uma das hipóteses do artigo 312 do Código de Processo Penal, quando fala dos requisitos da custódia”, afirma.

O advogado criminalista e constitucionalista Adib Abdouni lembra que a Constituição Federal define que o presidente da República só poderá ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal após a autorização prévia, por dois terços dos membros da Câmara dos Deputados. “É relevante observar que enquanto não sobrevier sentença condenatória, o chefe do Poder Executivo Federal não estará sujeito à prisão”, diz.

De acordo Sylvia Urquiza, sócia do Urquiza, Pimentel e Fonti Advogados, a denúncia de que Temer teria pedido a compra do silêncio de Cunha pode ser considerada ato que motivasse o afastamento do peemedebista da presidência. ”O processo de impeachment diz respeito a infrações político-administrativas que constituam crime de responsabilidade e, dessa forma, poderia ser instaurado, em tese, já que a obstrução da Justiça seria causa de quebra de decoro”, conclui.

Relembre o caso de Delcídio
Delcídio apareceu em gravações oferecendo R$ 50 mil por mês à família de Cerveró para que o executivo não assinasse um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Se optasse por assinar, Delcídio pedia que nem ele nem o dono do banco BTG Pactual, André Esteves, que também foi preso, fossem mencionados na delação.

Delcídio também garantia que Cerveró sairia da prisão. Ele contou que já havia conversado com os ministros Teori Zavaschi e Dias Toffoli, já estava com um café marcado com o ministro Luiz Edson Fachin e falaria com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e com o então vice-presidente Michel Temer para que procurassem o ministro Gilmar Mendes.

Dessa forma, ele garantia uma maioria na 2ª Turma para a concessão de um Habeas Corpus. E concedido o HC, Delcídio também já havia preparado um plano de fuga para a Espanha, por meio do Paraguai, em um jato.

As reuniões foram gravadas pelo filho de Cerveró, Bernardo, que procurou a PGR depois de ter dito perder a confiança no advogado do pai, Edson Ribeiro (que também teve a prisão decretada por estar envolvido nas negociações de Delcídio). A gravação das reuniões, então, passou a fazer parte do acordo de delação premiada de Cerveró.

Em depoimento a um dos responsáveis pela operação “lava jato”, Cerveró disse que seu filho gravou a reunião que levou Delcídio do Amaral à prisão “com sugestão do próprio procurador”. Logo depois, no entanto, ele trocou olhares com seus advogados e mudou a versão: disse que o procurador apenas alertou que, sem provas, a acusação de que o ex-senador conspirava sua soltura não teria validade.

Fonte – Conjur

Policia Federal prende advogado da JBS que veio a São Luís fechar a compra do Sistema Difusora de Comunicação

           aldir

O advogado Willer Tomaz caiu na caçapa e pode atrapalhar a compra do Sistema Difusora

As bombásticas operações realizadas hoje pela Policia Federal em Estados da Região Sudeste e Minas Gerais, acabou chegando ao Maranhão. Foi preso esta manhã  em São Luís, o advogado Willer Tomaz, que seria sócio do deputado federal Weverton Rocha, na compra do Sistema Difusora de Comunicação, negócio especulado em mais de 100 milhões de reais.

           O advogado Willer Tomaz é sócio da rádio JK FM de Brasília e pretende estender seus negócios no Maranhão em sociedade com o deputado Weverton Rocha  com vistas a construção de uma grande rede de comunicação no norte e nordeste do iniciando no Maranhão.

            De acordo com informações do Correio Brasiliense, o advogado Willer Tomaz também advoga para o governador Flavio Dino e foi pego em cooptação ao procurador da República, Ângelo Goulart  ( assessor do Procurador Geral  da República Adjunto, Nicolao Dino Neto e irmão do governador Flavio Dino), para que este interferisse na Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão Funcep, Petros e Postalis – e de atrapalhar o processo de negociação do acordo  de colaboração premiada  do empresário Joesley Batista, um dos sócios da holding J&F, dona do frigorífico JBS.

            Willer Tomaz foi preso no mesmo hotel em que a Policia Federal prendeu o doleiro Alberto Youssef, quando se preparava para deixar o local em que estava hospedado para participar de uma importante reunião na sede do Sistema Difusora de Comunicação para o andamento das negociações para a compra da empresa. Há poucos dias foi iniciado um processo de demissão no sistema de comunicação, atingindo os departamentos administrativos e financeiros e algumas mudanças no departamento de jornalismo. O advogado foi conduzido para a sede da Policia Federal em São Luís e dentro das próximas horas será levado para Brasilia.

           Os comentários é que diante da prisão do principal sócio de Weverton Rocha, o negócio possa vir a não ser concretizado.

Fachin abre inquérito para investigar Temer por corrupção e obstrução de Justiça

aldir

Fachin autorizou abertura de inquérito contra o presidente Temer na tarde desta quinta-feira (18)

Fachin abre inquérito para investigar Temer por corrupção e obstrução de Justiça
Presidente foi gravado com autorização judicial avalizando pagamento pelo silêncio de Cunha. Repasses foram garantidos pela JBS, uma das principais doadoras de campanha das últimas eleições

Fachin autorizou abertura de inquérito contra o presidente Temer na tarde desta quinta-feira (18)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o pedido de abertura de inquérito da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente da República Michel Temer (PMDB). A partir de agora, o presidente passa à condição de investigado na Operação Lava Jato por obstrução da justiça e corrupção.
Temer foi gravado pelo empresário e um dos donos do grupo JBS Joesley Batista, em março deste ano, dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba. Joesley e seu irmão, Wesley Batista, fizeram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). A delação já foi homologada por Fachin.
Ao ouvir de Joesley que estava dando a Cunha e a ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?” A informação foi publicada pelo jornal O Globo na noite de ontem (quarta-feira, 18).
Na presença de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Em seguida, segundo O Globo, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados pelo empresário goiano.
Pela Constituição, um presidente da República só pode ser investigado por atos cometidos durante o exercício do mandato e com autorização do STF. Como os fatos narrados aconteceram durante o exercício do mandato de Temer, em março deste ano, Fachin autorizou a abertura da investigação.
Fatos anteriores ao mandato
Citado por executivos e ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Lava Jato, em março deste ano Temer não teve investigação aberta pelo STF por se tratar de fatos narrados que ocorreram anteriores ao mandato. Na ocasião, quando as delações vieram a público, a PGR encaminhou ao STF uma manifestação que dizia não poder investigar o presidente Michel Temer por fato estranho ao mandato.
O despacho foi dado após a análise de um trecho da delação do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em que o delator afirma ter recebido, em 2012, um pedido do então vice-presidente da República de apoio à candidatura de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo.
Sérgio Machado disse que a solicitação de Temer foi atendida por meio de um repasse da construtora Queiroz Galvão no valor de R$ 1,5 milhão para o diretório do PMDB — “valores estes fruto de comissão paga por contratação com a Transpetro”, conforme apontou relato da PGR sobre a delação.
Fonte – Congresso em Foco

 

 

Fachin abre inquérito para investigar Temer por corrupção e obstrução de Justiça
Presidente foi gravado com autorização judicial avalizando pagamento pelo silêncio de Cunha. Repasses foram garantidos pela JBS, uma das principais doadoras de campanha das últimas eleições

Fachin autorizou abertura de inquérito contra o presidente Temer na tarde desta quinta-feira (18)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o pedido de abertura de inquérito da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente da República Michel Temer (PMDB). A partir de agora, o presidente passa à condição de investigado na Operação Lava Jato por obstrução da justiça e corrupção.
Temer foi gravado pelo empresário e um dos donos do grupo JBS Joesley Batista, em março deste ano, dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba. Joesley e seu irmão, Wesley Batista, fizeram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). A delação já foi homologada por Fachin.
Ao ouvir de Joesley que estava dando a Cunha e a ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?” A informação foi publicada pelo jornal O Globo na noite de ontem (quarta-feira, 18).
Na presença de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Em seguida, segundo O Globo, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados pelo empresário goiano.
Pela Constituição, um presidente da República só pode ser investigado por atos cometidos durante o exercício do mandato e com autorização do STF. Como os fatos narrados aconteceram durante o exercício do mandato de Temer, em março deste ano, Fachin autorizou a abertura da investigação.
Fatos anteriores ao mandato
Citado por executivos e ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Lava Jato, em março deste ano Temer não teve investigação aberta pelo STF por se tratar de fatos narrados que ocorreram anteriores ao mandato. Na ocasião, quando as delações vieram a público, a PGR encaminhou ao STF uma manifestação que dizia não poder investigar o presidente Michel Temer por fato estranho ao mandato.
O despacho foi dado após a análise de um trecho da delação do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em que o delator afirma ter recebido, em 2012, um pedido do então vice-presidente da República de apoio à candidatura de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo.
Sérgio Machado disse que a solicitação de Temer foi atendida por meio de um repasse da construtora Queiroz Galvão no valor de R$ 1,5 milhão para o diretório do PMDB — “valores estes fruto de comissão paga por contratação com a Transpetro”, conforme apontou relato da PGR sobre a delação.
Fonte – Congresso em Foco

 

Joesley revela propina de R$ 60 milhões a Aécio e compra de partidos em 2014, diz O Globo

aldir

Joesley revela propina de R$ 60 milhões a Aécio e compra de partidos em 2014, diz O Globo
Os pagamentos, conforme a coluna de Lauro Jardim, foram feitos por meio de notas fiscais frias a diversas empresas. Irmã e primo do senador foram presos. STF afasta tucano do mandato e vai analisar pedido de prisão dele

Alvo de seis inquéritos na Lava Jato, Aécio diz que sua relação com Joesley era estritamente pessoal
Autor da reportagem que revelou a existência de gravações feitas pelo empresário Joesley Batista contra o presidente Michel Temer (PMDB) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a coluna de Lauro Jardim, do Globo, informa nesta quinta-feira (18) que o dono da JBS contou ter pagado propina de R$ 60 milhões ao tucano em 2014.
Os pagamentos, conforme a coluna, foram feitos por meio de notas fiscais frias a diversas empresas. Joesley também contou que comprou o apoio de vários partidos políticos para apoiar a candidatura de Aécio à Presidência da República naquele ano. O senador chegou ao segundo turno, mas acabou derrotado pela presidente Dilma Rousseff (PT), então reeleita.
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar pedido de prisão do senador e do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Joesley gravou conversa com Aécio em que o tucano lhe pede R$ 2 milhões. O dinheiro foi entregue em quatro parcelas de R$ 500 mil a Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador. Além de Frederico, foram presos nesta manhã Andréa Neves, irmã de Aécio, e Menderson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrella (PSDB-MG).
As residências e os gabinetes de Aécio, Perrella e Rocha Loures foram alvo de mandados de busca e apreensão.
Gravações
De acordo com o jornal O Globo, Rocha Loures foi flagrado recebendo R$ 500 mil de Joesley para tratar de assuntos da JBS. Perrella é pai de Gustavo Perrella, apontado como o dono da empresa que recebeu os recursos destinados a Aécio. Um assessor do senador foi identificado como a pessoa que transportou os valores.
Em negociação para acordo de delação premiada, Joesley e seu irmão Wesley entregaram documentos e gravações à Procuradoria-Geral da República e ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato. No encontro, segundo o jornal O Globo, Joesley contou a Temer que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro – presos em Curitiba – uma mesada para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.
Após a revelação do caso, dois pedidos de impeachment foram apresentados contra Temer na Câmara. Na presença de Joesley, o presidente indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Em seguida, segundo a reportagem, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados pelo empresário goiano.

Fonte – Congresso em Foco

Polícia Federal Desarticula Grupo De Fraudadores Do Seguro-Desemprego

            aldir

A Policia Federal se tornou uma referência de defesa de direitos da população e combate a corrupção.

 – A Polícia Federal em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, deflagrou na manhã de hoje, 18/05, a Operação Stellio a fim de desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra Programa De Seguro Desemprego e FGTS que atuava em diversos estados.
Participam da operação cerca de 250 policiais federais. Ao todo estão sendo cumpridos 136 mandados judiciais, sendo 56 mandados de busca e Apreensão, dez mandados de condução coercitiva, nove prisões preventivas e 61 prisões temporárias.     Os mandados estão sendo cumpridos nos Estados de Tocantins, Goiás, Pará, Maranhão, Roraima, Paraná e Santa Catarina.
A PF descobriu que requerimentos fraudulentos eram inseridos nos SINES por agentes credenciados e em escritórios montados pela organização mediante a utilização das senhas desses agentes cooptados pelos criminosos. A investigação apontou um prejuízo efetivo na ordem de R$ 320 milhões, conforme dados de requerimentos fraudados entre janeiro de 2014 e junho de 2015.
A Justiça Federal em Palmas/TO determinou a prisão de 14 agentes e ex-agentes de SINES dos estados de Tocantins, Goiás e Maranhão que atuaram na inserção de milhares de requerimentos fraudulentos no sistema do MTE.
Também foi determinada a prisão de três ex-funcionários da CAIXA que facilitavam os saques dos benefícios fraudulentos por outros integrantes da organização criminosa.
Além disso, a Justiça determinou a indisponibilidade financeira de 96 pessoas integrantes da organização criminosa visando ressarcir o erário público pelos prejuízos, impedindo a dispersão patrimonial dos envolvidos após a deflagração da operação.
Os fatos em apuração configuram, em tese, os crimes de estelionato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, cujas penas somadas ultrapassam 50 anos.
A operação faz referência ao nome em latim stellionatu, estelionato, fraude, que veio de stellio, um tipo de camaleão que tem a pele com manchas que parecem estrelas. Stellio ganhou o sentido de trapaceiro, pela capacidade do animal de mudar a cor da pele para se confundir com o ambiente.

Assessoria de Comunicação
Divisão de Comunicação Social

Sessão especial da Câmara Municipal presta homenagem ao vereador Edmilson Jansen

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A família do extinto vereador Edmilson Jansen esteve presente à homenagem póstuma prestada pela Câmara Municipal

Sessão solene realizada pela Câmara Municipal de São Luís, na manhã da quarta-feira (17), presidida pelo vereador Francisco Carvalho (PSL), homenageou o vereador Edmilson Jansen (PTC), falecido no ultimo sábado (13) devido a uma complicação pós -cirúrgica no Hospital São Domingos, em São Luís.

      A homenagem foi idealizada pelo vereador Estevão Aragão (PSB), que se manifestou ainda na noite de terça–feira (16), sugerindo aos colegas parlamentares que a sessão ordinária da quarta fosse aberta e que fosse, em seguida, decretada uma sessão solene em homenagem a Edmilson Jansen. O decreto legislativo foi aprovado.

HOMEM DE CARÁTER

            Idealizador da proposta que homenageou Edmilson Jansen, o vereador Estevão Aragão fez um discurso enaltecendo o caráter do parlamentar.

            “Temos delineados muitos assuntos difíceis, assuntos que envolvem a nossa cidade, mas não chega nem perto das dificuldades, semelhante a que me traz a esta tribuna, para falar de um grande companheiro. A gente não se conforma, porque nunca estamos preparados para isso,  perder um companheiro.  “Com certeza, ele tinha os problemas pessoais, como muito de nós temos, mas nunca observei  o Edmilson Jansen triste. Isso nunca. Porque a lembrança que vou levar e carregar na minha memória, era de um homem alegre, porque assim eu quero ser também, mesmo com tantas dificuldades“, lembrou Estevão Aragão.

A TRISTE PERDA DE UM LÍDER

          O vereador Francisco Chaguinas (PP) relatou a convivência e as lembranças do amigo durante a passagem de Edmilson Jansen na Câmara Municipal. “Sabíamos os problemas que ele passava com a família, mas em nenhum momento vimos o Edmilson Jansen de cabeça baixa. Ele era sempre bem humorado”.

          O vereador Ricardo Diniz (PC do B) manifestou profunda tristeza com a perda do colega. Disse que São Luís perde um pedaço e um líder que tinha objetivos de sempre trabalhar pelo próximo. “São Luís perdeu um pedaço, um líder, uma pessoa extrovertida que tinha um compromisso muito grande com a cidade e com objetivos de sempre trabalhar pelo próximo. A área do esporte fica órfã porque ele tinha vários objetivos  que o colocavam como um dos grandes parlamentares da casa. E hoje  a cidade  fica pequena  diante deste trágico incidente  após   aquela   cirurgia, em que ele  acabou nos deixando”, lamentou.

          Ricardo Diniz apresentou projeto de Resolução à Mesa Diretora da Câmara Municipal
de São Luís solicitando que a sala de reuniões da Casa passe a se chamar vereador Edmilson Jansen.
Para Ricardo Diniz a homenagem é um reconhecimento ao colega. “Edmilson Jansen sempre foi um grande companheiro, vereador exemplar e um pai de família dedicado, seu nome será eternizado pelo seu caráter e sua atuação política e essa é a forma que a gente escolheu de prestar mais uma homenagem importante ao vereador ” disse
Ricardo Diniz.

              Presentes na sessão solene,  os filhos do saudoso vereador, George Jansen, Ana Carolina Jansen, Edmilson Jansen Junior, a esposa Fernanda Silva, o irmão Edmar Jansen, os assessores Daniel Ferreira (Base), Ildimira Amaral (Gabinete), Mauro Garcia (Comunicação), Rômulo Silva e Joseane Rabelo. Os parlamentares também aproveitam a ocasião para prestar solidariedade a toda equipe que trabalhava com o vereador.

HOMENAGEM À COMUNICAÇÃO

              A Superintendente de Comunicação da Câmara Municipal de São Luís, Itamargareth Correia de Lima, não foi esquecida pela família do vereador.  A jornalista foi lembrada pelo empenho, dedicação e respeito que sempre teve por parte do vereador Edmilson Jansen durante a sua passagem pela CMSL.

              Mesmo não estando presente na solenidade, o presidente da Casa, vereador Astro de Ogum (PR), destacou que o saudoso político tem uma gama de serviços prestados à população de São Luís, principalmente as camadas mais carentes da periferia.

Fonte – Diret – Comunicação – CMSL

Será nesta sexta-feira na Câmara Municipal a audiência pública sobre regularização fundiária em bairros de São Luís

             aldir

A iniciativa do vereador Cézar Bombeiro em lutar pela regularização fundiária de vários de São Luís vem de muitos anos. Na primeira eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior ele prometeu aos moradores do bairro da Liberdade, que seria prioridade da sua administração e nunca honrou a promessa. Quando a associação comunitária ADECRESS, do bairro da Liberdade pediu à prefeitura a regularização fundiária, a Secretaria de Governo do Município, sem maiores explicações, disse  simplesmente ser impossível e se esqueceu até da promessa do prefeito.

              Eleito vereador Cézar Bombeiro continuou a luta, não apenas com o bairro da Liberdade, mas com a Camboa, Fé em Deus, Monte Castelo, Alemanha e Vila Palmeira e deve estender a luta a outras comunidades.

               Nesta sexta-feira no plenário da Câmara Municipal será realizada uma audiência pública para amplo debate com várias instituições e políticos comprometidos com as lutas comunitárias. A presença de moradores dos bairros acima citados no legislativo municipal será importante a partir das 10 horas, diz o vereador Cézar Bombeiro.

Polícia Federal deflagra Operação de combate a disseminação de Pornografia Infantil na internet

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje, 18/05, a Operação Cabrera, destinada a reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de pornografia infantil na internet.

Cerca de 370 policiais cumprem 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva, em 18 Estados (AC, AM, AP, BA, CE, GO, MG, MT, MS, PA, PE, PR, RJ, RO, RS, SC, SP) e no Distrito Federal.

A Operação reuniu informações e alvos de investigações de várias unidades da Polícia Federal pelo Brasil, não diretamente relacionadas entre si, mas que tratam da disseminação transnacional de pornografia infantil, por meio de redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens e vídeo.

A Operação unificada e coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal – URCOP ocorre no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

O nome da operação presta homenagem a Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune. Posteriormente, a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de posse, compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, com penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código penal Brasileiro que variam de 1 a 6 anos de reclusão.

Assessoria de Comunicação
Divisão de Comunicação Social

Associação dos Jovens Empresários começam nesta sexta-feira a desenvolver Ações do Feirão do Imposto

A Feijoada Sem Imposto vai abrir o cronograma de ações do Feirão do Imposto no mês de maio. Em sua 15ª edição em 2017, a campanha é realizada em São Luís por meio da Associação dos Jovens Empresários do Maranhão (AJE-MA). O mote do Feirão, a propósito, é conscientizar a população sobre a alta carga tributária no Brasil.

              Essa primeira ação vai acontecer na Feijoada Sabor, no bairro do Parque Shalon, das 11h30 às 14h30. Já no dia 21, o destaque vai para a blitz educativa na Avenida Litorânea. A venda de itens livres de impostos em 10 bares e restaurantes vai acontecer no dia 23. No dia 24 será a vez do Chopp e Petiscos Sem Imposto. Vale ressaltar que todas as ações ocorrem com o apoio de estabelecimentos parceiros da AJE-MA.

               Por último, no dia 27 de maio, vai ocorrer o Dia D, evento principal do projeto, quando várias lojas de shopping centers locais venderão produtos sem incidência tributária. Segundo o coordenador do Feirão em São Luís, Felipe Mesquita, a meta é que aproximadamente 200 estabelecimentos participem.