Supermercados Mateus reajusta preço do pão mini francês em mais de 60% na loja da Curva do 90

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A foto acima registra o preço do pão mini  francês no valor de R$ 6,99 comprado hoje no supermercado Mateus. No sábado, o mesmo pão era vendido no Mix Mateus da Curva da Noventa por R$ 11,29.   

                   As redes de supermercados de São Luís, praticamente são imunes à fiscalização de várias ordens, a não ser timidamente dos fiscos estadual e federal, mas quanto aos sucessivos aumentos de preços e de produtos estragados e com prazos vencidos, a impressão que se tem é que não temos vigilância sanitária. A verdade é que existem muitas influências e um grande jogo politico, até com contribuições para campanhas politicas, que não saem das empresas, mas do contribuinte na proporção em que os preços de produtos ficam a critério dos próprios empresários. Reajustes de alguns centavos em uma média de cem produtos de alta rotatividade representam valores significativos ao final de apenas uma semana em qualquer uma das redes, com observância de que, quem é maior ganha mais.

    Na última segunda-feira (29) de dezembro, comprei no Mix Mateus, da Curva do Noventa, pão mini francês com o quilo estabelecido em R$ 6,99. No último sábado (03) fui surpreendido com o elevado reajuste de R$ 6,99 para R$ 11,29. Questionei o valor com a vendedora e ela gentilmente me informou que era o que estava registrado no sistema, mas mesmo assim ponderei que se tratava de um reajuste abusivo e maneira de explorar o consumidor, naturalmente apostando na impunidade por falta de fiscalização.

   Para se observar como o engodo nas redes de supermercados é muito grande e maneira até um tanto furtiva para enganar o consumidor, o Mix Mateus, anunciava no sábado promoção da banana pacovan com o quilo estabelecido em R$ 2,99. A mesma banana com melhor qualidade era comercializada sem promoção pelo Atacadão por R$ 1,99. A verdade é que se consumidor não atentar para os preços toda vez que for a um supermercado, poderá ser surpreendido com aumentos bastante lesivos. Como não há fiscalização e entre o consumidor e o comerciante, naturalmente o privilégio das instituições sempre será para o último, o que infelizmente é a realidade.

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