Governo Federal coloca 1,7 mil médicos para atuar nos municípios brasileiros

Programa Médicos pelo Brasil teve início oficial em cerimônia no Palácio do Planalto na segunda-feira (18)

A médica especialista em Saúde da Família Patrícia Aramuni fez a assinatura simbólica do contrato de trabalho pelo Programa Médicos pelo Brasil durante solenidade, nesta segunda-feira (18), no Palácio do Planalto. Ela vai para Aracati, no interior do Ceará. Além dela, outros 1,7 mil profissionais estarão nos municípios brasileiros até o final de abril. O programa foi idealizado em 2019, antes da pandemia.

A meta do programa, custeado pelo Governo Federal, é contratar mais de 16,3 mil médicos. O programa busca oferecer remuneração atraente e bônus para profissionais que estão dispostos a trabalhar em municípios mais carentes e remotos.

“Onde nós vamos – e no ano passado eu fui nas 27 unidades da federação cumprindo o lema do nosso governo de ‘Mais Brasil, menos Brasília’ – os gestores solicitam e colocam como seu maior pedido o problema da necessidade de médicos. E esse programa vem para suprir essa necessidade dos municípios, principalmente dos municípios menores e mais vulneráveis”, expôs o secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara. Pelo programa, serão atendidos 1.911 municípios e 26 distritos sanitários indígenas.

Os profissionais participaram de processo seletivo para contratação pelo regime da CLT.  Os salários dos médicos podem chegar a R$ 30 mil, somados bônus e benefícios. Para Raphael Câmara, esse é um programa que valoriza os médicos e o atendimento à saúde da população brasileira. Hoje, o Brasil conta com 48 mil Unidades Básicas de Atendimento à Saúde (UBS) e 53 mil equipes de família, formadas por profissionais multidisciplinares.

Avaliação por desempenho

As equipes e os novos profissionais serão avaliados e terão os recursos suplementados pelo programa Previne, que estabelece metas de cadastramento dos atendimentos, realizações de consultas, aferição de pressão e medição de glicemia basal, por exemplo.

“Se fala em apagão no Ministério da Saúde, o apagão existia antes. Agora, não. Agora nós estamos conhecendo os brasileiros porque mais de 85% da população brasileira que é atendida nas unidades básicas de saúde está cadastrada”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Na cerimônia, o ministro destacou os avanços nos investimentos na atenção básica à saúde: “De R$ 17 bilhões de reais de recursos subiu para R$ 25 bilhões. E isso se caracteriza também por uma política importante porque nós temos uma mudança no modelo de remuneração na atenção primária”, informou. O ministro destacou ainda que foram empregados para o combate à Covid-19 mais de R$ 10 bilhões de créditos extraordinários entre 2020 e 2021.

Mais médicos 

Na cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro comparou o atual programa “Médicos pelo Brasil” com o anterior “Mais médicos”, em que era possível a contratação de profissionais estrangeiros antes mesmo da revalidação do diploma de medicina. “Isso não é uma continuação do programa Mais Médicos, da senhora Dilma Rousseff. Quando esse projeto chegou na Câmara, ele foi pouco discutido. Entre outras coisas, 80% do salário [dos médicos cubanos] ia diretamente para Fidel Castro. O pessoal ficava com aproximadamente 20% aqui”, argumentou o presidente.

O Programa Médicos pelo Brasil tem previsão orçamentária de R$ 780 milhões, em 2022, e de R$ 1,6 bilhão em 2023.

Fonte: Brasil 61

Encontro com Carlos Nina e Georgino Silva marcado por importantes lembranças

À noite de ontem (18), convidado por Carlos Nina, participei de um encontro bastante amigável e recheado lembranças. Fazia parte, o procurador federal Georgino Melo Silva, maranhense de Vargem Grande e que atualmente trabalha em Florianópolis. No centro dos inúmeros assuntos, destacaram-se lembranças de grandes profissionais que ajudaram a construir a história do rádio e do jornalismo em São Luís, assim é que Georgino, como grande ouvinte de rádio, foi perguntando para mim e Carlos Nina, sobre muitos profissionais. Os que eu tinha informações ou que sabia onde e como estavam, fazia os devidos esclarecimentos. Assim é que foram lembrados os nomes de José Branco, Florisvaldo Sousa, Fernando Sousa, Bernardo Almeida, Canarinho, Oton Santos, Josué Furtado, Moreira Serra (pai e filho) Jota Alves, Lima Coelho, Edy Garcia, Gojoba, Leonardo Monteiro, Mauro Bezerra, Haroldo Silva, Carlos Henrique, Betinho Pereira, Jairzinho, Neres Pinto, Roberto Fernandes e inúmeros outros profissionais, que com absoluta certeza ajudaram a fazer a história da imprensa no Maranhão. Ele lembrou e disse que era um grande apreciador dos escritores e jornalistas Carlos Cunha e Benedito Buzar. Registrou com grande mérito o nome de Jámenes Calado, como importante jornalista e advogado brilhante.

Lembramos também o período em que Carlos Nina coordenava e tínhamos uma equipe de jovens que promoviam os Encontros Espirituais, no teatro da Igreja de São Pantaleão com amplos debates sobre importantes assuntos e mesmo no período da repressão tratávamos da conjuntura política, que tivemos que acabar por pressão. A Página da Juventude no Jornal Pequeno e o Jornal do Maranhão, quando Carlos Nina foi assessor de imprensa da Arquidiocese de São Luís, convidado pelo arcebispo Dom Mota Albuquerque e que foram com ele, eu, João Alexandre, Wilson Martins e outros jovens irrequietos.

O procurador federal Georgino Melo Silva constantemente vem a São Luís e não deixa de rever familiares em nossa capital e em Vargem Grande, e com Carlos Nina discute importantes assuntos relacionados a área jurídica e a questão do ativismo judicial. Dentro de poucos dias, o blog iniciará publicações de artigos diversos do procurador.

Fonte: AFD

 

 

 

Josimar de Maranhãozinho vai de mala e cuia apoiar Carlos Brandão e será candidato a reeleição

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho de há muito vem mentindo de que seria candidato a governador do Maranhão. Primeiramente não tem cacife, liderança e muito menos votos para uma disputa, mas vinha alimentando uma falsa pretensão com o objetivo de barganhar. Chegou a aparecer nas pesquisas com percentuais interessantes, mas como nunca foi levado a sério e os seus envolvimentos com emendas parlamentares, que resultaram em várias operações da Polícia Federal e inquéritos na Justiça Federal, sabe que ficar sem mandato é um sério risco para cair na caçapa.

Dirigente estadual do PL e como ninguém acreditou em sua candidatura a governador do Estado, vinha sendo sondado pelo senador Weverton Rocha e pelo governador Carlos Brandão, mas procurava se valorizar relatando que a sua liderança era referência para palanque de Bolsonaro.

O Antagonista registra hoje, que Josimar de Maranhãozinho já teria feito um acordo com o governador Carlos Brandão, em que também receberá apoio para a sua reeleição a deputado federal e a sua esposa deputada Detinha, candidata à reeleição. A antecedência para firmar o acordo com o governador é que a cada pesquisa, ele definha mais e estava correndo o risco de perder a barganha em condições favoráveis.

Josimar de Maranhãozinho, que já teve alguns desentendimentos com o ex-governador Flavio Dino, segundo os comentários sobre o acordo com Carlos Brandão, o apoio ao senado não estaria no pacote dos entendimentos políticos.

Fonte: AFD

 

 

 

Surgem rumores de suposta desistência da candidatura de Lula

São cada vez mais frequentes os rumores em Brasília de que o ex-presidente Lula desistirá da sua candidatura presidencial. Sua intenção, na qual acreditam inclusive próceres do PT, é passar o bastão para Fernando Haddad “na hora certa”, quando avaliar que sua campanha necessitar de uma jogada como esta para empolgar o eleitorado de classe média que resiste a votar nele, em razão dos processos e das múltiplas acusações de corrupção, tráfico de influência, quadrilha etc.

Promessa é dívida

Na cúpula do PT atribui-se a provável desistência de Lula a sua mulher, Janja, a quem ele teria prometido, ao ser solto, que não seria candidato.

Trabalhar nunca mais

Alegando que foi presidente duas vezes e já tem lugar na História, ele pretenderia “curtir” o resto da vida com Janja, viajando, divertindo-se.

Solução do impasse

A eventual desistência resolveria o problema da aliança PT-PSB em São Paulo, liberando Lula para apoiar Márcio França ao governo estadual.

Fator surpresa

Esse assunto recebe tratamento de “proibido”, na cúpula do PT, até para não esvaziar as consequências políticas do “fator surpresa”.

Coluna do Claudio Humberto

Para acabar com covardias contra animais, PL pode proibir carroças no RS

Está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (Alrs), um Projeto de Lei que promete por fim a uma das maiores covardias contra os animais: o fim da utilização de animais em veículos de tração, como carroças.

O autor do PL é o deputado estadual Rodrigo Maroni. baseado em milhares de casos de maus-tratos, o projeto deve avançar e ser aprovado ainda em 2022.

O deputado Maroni, conhecido por ser um dos maiores defensores dos animais do Brasil, denuncia diariamente o sofrimento de cavalos em suas redes sociais. Na maioria das vezes, devido a crueldade do trabalho, os animais acabam morrendo, decorrentes de doenças, abandono e maus-tratos.

Confira:

O deputado destacou na justificativa do projeto que, no contexto atual, não mais se admite que veículos de tração animal sejam conduzidos em áreas urbanas.

“Atualmente não há espaço para carroças, carregando cargas excessivamente pesadas para os animais, em meio ao trânsito de automóveis e em ruas de asfalto que podem atingir temperaturas superiores aos 50 graus Celsius”, concluiu.

Mantendo uma importante coerência, o PL prevê que será permitida a tração animal de veículos ou instrumentos agrícolas e industriais exclusivamente em zonas rurais ou turísticas e somente pelas espécies bovinas, equinas e muares.

Jornal da Cidade Online

 

Cadê a logomarca do governo Carlos Brandão?

O governador Carlos Brandão já está quase 20 dias em pleno exercício do cargo e com praticamente toda a sua equipe completa, mas estranhamente as propagandas institucionais veiculadas nos principais órgãos de imprensa, ainda permanecem com as marcas do governador Flavio Dino, que está fora de cena.

A Secretaria de Comunicação do Estado já deveria ter adotado todas as providências, independentes das formalidades legais para massificar a imagem do novo governador. As observações já chamaram a atenção de vários segmentos, inclusive o político. O secretário Ricardo Capelli, que foi importado pelo ex-governador Flavio Dino, do Rio de Janeiro e que continua no cargo, como parte de acordo com o ex-governador parece não estar bastante atento quanto às suas responsabilidades para dar os destaques devidos e necessários ao governador, principalmente no campo da sua mobilização como gestor e outras ações inerentes à administração pública com a devida logomarca do novo governo.

Fonte: AFD

 

 

 

 

Carnaval da Globo em abril é um fracasso comercial de R$ 200 milhões

De maneira terrivelmente amarga, a Rede Globo está descobrindo que a mudança da data do carnaval não vai produzir o resultado que havia planejado. A transmissão, marcada para a próxima semana, conseguiu vender apenas uma cota de publicidade, das seis colocadas à venda.

A emissora ainda esperneia, tenta vender as cotas encalhadas, mas o prejuízo deve ultrapassar a casa dos 200 milhões de reais. O único cliente garantido, que irá pagar a bagatela de R$ 42,2 milhões para a emissora, é a Ambev, que comprou um espaço para divulgar a marca Brahma.

Os desfiles das escolas de samba serão apresentados por Alex Escobar e Maju Coutinho no Rio de Janeiro e Chico Pinheiro e Michelle Barros em São Paulo.

A população do Rio de Janeiro em pesquisa revelou ser contra o carnaval fora de época. Assim, a Globo coleciona mais um fracasso.

Jornal da Cidade Online

 

A voz quase solitária do presidente do Senado

A atitude dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que fizeram ataques velados contra o governo federal no exterior, foi fortemente repudiada pelo senador Lasier Martins (PODEMOS-RS). Ele criticou duramente a participação de Luís Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski na Brazil Conference, encontro já tradicional, realizado na cidade de Boston, nos EUA.

Lewandowski afirmou que o STF foi decisivo para impedir que o governo federal tivesse o monopólio das decisões nas ações de combate à pandemia de Covid-19, e que o negacionismo do poder executivo teria causado mais mortes pela doença, em fala carregada de contradição. Barroso preferiu jogar com as palavras, quando disse que ‘era preciso parar de supervalorizar o inimigo e passar a enfrentá-lo, pois eram mais poderosos e representavam a democracia’.

Os ataques, ainda que sem citar nomes, foram claramente dirigidos a Jair Bolsonaro e deixaram o senador Lasier Martins indignado.

Em pronunciamento, ele cobrou providências ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco:

“Não é crível que lá fora, verberando contra o nosso país, foram diante de plateias estrangeiras, se manifestando e criticando um presidente da República, ministros de um poder que não tem essa atribuição”, disse Lasier, ressaltando que, semanas antes, Barroso fez a mesma coisa em outro evento, no Texas.

O Senador prosseguiu relatando as decisões polêmicas e carregadas de ativismo judicial cometidas pelo STF nos últimos anos, mas aproveitou para citar os inquéritos e investigações tocados por Alexandre de Moraes, voltando a exigir a presença dele no congresso ou mesmo a abertura de um processo de impeachment:

“O Senado precisa tomar uma posição. Eu continuo pedindo que se faça, pelo menos, o processo, que se abra o processo, o que não quer dizer que ele vá ser cassado, mas, pelo menos, que venha a responder aqui, no Senado Federal, o ministro Alexandre de Moraes que é o campeão de arbitrariedades”.

Jornal da Cidade Online

 

Reclamações contra empresas aéreas sobem 94% no 1º trimestre e chegam a 43,6 mil

Número saltou de 22 mil em 2021 para 43 mil neste ano

As reclamações no Portal Consumidor.gov.br sobre transporte aéreo, durante o primeiro trimestre deste ano, quase dobraram em comparação ao mesmo período de 2021.

Entre janeiro e março de 2022, foram 43.605 reclamações contra 22.458 registros no ano passado – crescimento de 94%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a pasta, o problema mais demandado envolve atrasos e dificuldades de reembolso, com 35.590 registros em 2022. O segundo maior motivo de reclamação é o cancelamento de voo, com 4.592 manifestações. E em terceiro lugar está a oferta não cumprida ou serviço não fornecido, no período de janeiro a março deste ano.

Reclamações

O índice de solução das reclamações deste ano tem sido de 70,88% e o tempo de resposta tem sido, em média, de 6 dias. Dos 61 itens de avaliação das companhias aéreas, os mais reclamados pelos consumidores são: a dificuldade de reembolso, o cancelamento de voos e a dificuldade de comunicação.

Para reverter o cenário negativo, a Secretaria Nacional do Consumidor emitiu uma orientação aos Procons de todo o país. O documento pede a verificação de denúncias de descumprimento de cláusulas pelas empresas.

Entre 2020 e 2021 foram registradas 101.661 reclamações no Consumidor.gov.br contra as três companhias aéreas operantes no Brasil. Destas, 38.667 se referiram a dificuldade de reembolso, 20.430 eram referentes a cancelamento de voo e outras 11.708 queixas, referentes à ineficácia do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

O levantamento considera o período entre 2020 e 2021. Essa é a primeira vez que o governo federal divulga dados específicos sobre a atuação do setor aéreo no período mais crítico da pandemia.

Atendimento

A Senacon ainda recomendou às empresas aéreas que invistam no Serviço de Atendimento ao Consumidor. O intuito é fazer com que as demandas sejam solucionadas pelas empresas, antes de serem judicializadas. Outro ponto é a simplificação da linguagem dos textos apresentados aos consumidores nas plataformas de comunicação.

O documento também orienta as empresas a disponibilizarem informações sobre mudanças regulatórias e medidas emergenciais em locais de fácil acesso, inclusive na internet, assim como facilitar aos consumidores a alteração de bilhetes de maneira autônoma, com uso de ferramentas digitais.

(Com informações da Agência Brasil)

 

PGR dá resposta desmoralizante a Miriam Leitão: “Acusação vazia”

A militância política travestida de ‘jornalismo profissional’, desenvolvida por Miriam Leitão, foi novamente desmascarada. Em artigo publicado no jornal O Globo, Miriam afirma que há um alinhamento entre o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, e o governo federal.

Em seus delírios, a ‘jornalista profissional’ afirma que o governo do presidente Jair Bolsonaro “enfraqueceu a Polícia Federal, neutralizou a PGR e comprou uma parte do Congresso”. Pura e irresponsável sandice. Mais uma fake news de que não tem nenhum compromisso com a verdade.

O procurador Augusto Aras bateu duro. Disse que o texto faz “ilações desconectadas da realidade”.

O PGR ainda acrescentou:

“Ao afirmar que o governo ‘neutralizou’ a PGR, a autora do texto faz uma acusação vazia, que desconsidera aspectos relacionados ao trabalho do Ministério Público Federal, que é de natureza jurídica e cujos limites técnicos estão previstos em leis e na própria Constituição Federal”.

De fato, todas as acusações contidas no texto são absolutamente desprovidas de conteúdo, mero devaneio que quem transformou jornalismo em militância. Miram é vazia. Assim, o resultado de seus ataques não poderia ser outro.

Eis abaixo a íntegra da nota da PGR:

“A propósito do artigo Corrupção no Atual Governo, publicado pelo jornal O Globo nesta 5ª feira, a Secretaria de Comunicação do Ministério Público Federal esclarece: ‘Mais uma vez, o texto apresenta ilações e faz afirmações desconectadas da realidade e dos fatos. Ao afirmar que o governo ‘neutralizou a PGR’, a autora do texto faz acusação vazia, que desconsidera aspectos relacionados ao trabalho do Ministério Público Federal, que é de natureza jurídica e cujos limites técnicos estão previsto em leis e na própria Constituição Federal.

No caso de suspeitas de irregularidades do Ministério da Educação — um dos temas mencionados no artigo — cabe destacar que os fatos são objeto de inquérito policial instaurado por requisição do procurador-geral da República. Requisição essa apresentada ao Supremo Tribunal Federal tão logo o PGR tomou conhecimento de representações enviadas ao órgão ministerial.

Respeitar os prazos e regramentos que disciplinam o andamento de apurações, sejam elas de caráter penal ou cível, é obrigação de todos e condição para se assegurar os resultados pretendidos, quais sejam: a correta investigação e responsabilização de quem quer que tenha cometido atos ilícitos. É o que a atual gestão à frente da Procuradoria-Geral da República tem feito desde o início dos trabalhos.

Em relação a informações atribuídas à ONG Transparência Internacional (TI) sobre supostas preocupações com retrocesso no combate à corrupção no Brasil, o tema tem sido recorrente e já foi devidamente esclarecido pela PGR, inclusive, com dados da atuação. Além das respostas enviadas e já publicadas pela imprensa, o Relatório Transparência Internacional 2022 foi objeto de ofício enviado à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) pela Secretaria de Cooperação Internacional do MPF, em 30 de março.

O documento informa à entidade aspectos da atuação institucional do MPF, apresenta dados que rebatem as alegações da TI e deixa claro que o objetivo é ‘evitar a exposição indevida e midiática de instituições autônomas, independentes e essenciais para a democracia brasileira’, tal como ocorre no referido artigo jornalístico publicado nesta 5ª feira.

Finalmente, é de se estranhar que se continue dando crédito a documento elaborado por entidade que foi indevidamente indicada para participar do processo de destinação de R$ 2,3 bilhões a serem pagos pelo grupo econômico J&F como parte do acordo de leniência firmado com a unidade do MPF no Distrito Federal (PRDF). O fato, que é objeto de apuração na Corregedoria Nacional do Ministério Público vinculada ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), não se concretizou por causa das providências adotadas por Augusto Aras.”

Jornal da Cidade Online