Serasa Experian registra cerca de 7 milhões de tentativas de fraudes em 2023

A gerente de produtos da Serasa Experian Ana Júlia Andrade esclarece que o “Fraudômetro” avalia o volume total de consultas mensais em sua base, utiliza modelos analíticos e comportamentais para estimar os riscos de fraude e, com isso, atualiza o número total de tentativas detectadas

Em 2023, até agora, o Brasil registrou cerca de 7 milhões de tentativas de fraudes, conforme dados do “Fraudômetro” — um contador em tempo real criado pela Serasa Experian. Ana Júlia Andrade, gerente de produtos da Serasa Experian, esclarece que a ferramenta avalia o volume total de consultas mensais em sua base, utiliza modelos analíticos e comportamentais para estimar os riscos de fraude e com isso, atualiza o número total de tentativas detectadas.

“E a gente tem como principal objetivo alertar e compartilhar com a sociedade, empresa e até os consumidores, sobre os avanços dessas tentativas de fraude no país e reforçar que a cada minuto os criminosos sempre buscar novas modalidades e maneiras de lucrar por meio desses golpes”, explica.

A estimativa é de que tenham sido evitadas, nos primeiros 9 meses do ano no país, perdas de R$ 41,4 bilhões pelas empresas e consumidores. A gerente enfatiza a importância de buscar alternativas ou medidas para se proteger, como a utilização de senhas fortes, ativação de métodos de autenticação de duplo fator em suas contas e acessos.

“Garanta sempre que seus documentos e cartões estejam em lugares seguros, com senhas fortes para acesso aos seus aplicativos, desconfie no ambiente de compra digital, e-commerce, marketplaces de ofertas de produtos com serviços que fogem do preço padrão aplicado no mercado”, alerta.

Tipos de fraude

  • Fraude de identidade

A fraude de identidade ocorre quando alguém utiliza dados pessoais de outra pessoa, como nome, endereço ou números de documentos, para acessar ilegalmente serviços financeiros ou contas diversas, incluindo redes sociais e plataformas de streaming. Muitas vezes, essa fraude é realizada com documentos furtados. Em outros casos, há a combinação de informações verdadeiras com dados inventados para criar documentos falsificados, como na criação de cartões de crédito ou na abertura de contas bancárias, prática conhecida como fraude sintética.

  • Fraude financeira

Tem como principal objetivo enganar ou causar prejuízos financeiros a empresas ou pessoas. A fraude financeira ocorre através da apropriação ou uso indevido de dados e documentos alheios, falsificação de registros, invasão de contas bancárias e outros mecanismos que visam explorar serviços financeiros. As consequências desses atos podem acarretar perdas monetárias e de reputação, muitas vezes irreversíveis para quem é afetado.

  • Vazamento de dados

Revelar dados sensíveis de indivíduos ou empresas é criminalizado pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Organizações que não garantirem a integridade dessas informações e vierem a ter seus dados divulgados – mesmo sem intenção – podem enfrentar sérias implicações legais e financeiras. Segundo a LGPD, as vítimas de vazamentos podem requisitar compensações por danos materiais e morais.

  • Uso de documentos falsos

A fraude documental representa um desafio significativo para as empresas, pois frequentemente envolve a adulteração de documentos físicos. Estes, na era atual, são frequentemente digitalizados para reduzir a burocracia. Nesse cenário, o fraudador modifica informações do documento original, como certidões ou atestados, buscando obter benefícios indevidos.

O pesquisador do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), Paulo Rená aconselha que, em caso de vítima desse tipo de fraude, é crucial notificar a instituição financeira o mais rápido possível. Além disso, é importante registrar um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

“Em qualquer situação em que alguém se perceber que caiu em um golpe, o ideal é primeiro não alimentar a conversa, não dar novos dados, mas sempre fazer de registro possível, registrar horário em que você percebeu que tinha alguma coisa errada na sua conta e aí buscar a delegacia. Normalmente fazer um boletim de ocorrência e a partir daí prestando todos os dados dar início às investigações para que enfim se possa recuperar o que tenha sido perdido e também comunicar o banco”, expõe.

Fraudômetro

O Fraudômetro analisa consultas mensais de CPFs e estima riscos de fraude usando modelos probabilísticos baseados em dados dos brasileiros e tecnologias globais da Experian. A métrica é obtida relacionando a quantidade de CPFs consultados à probabilidade de fraude. O indicador também incorpora registros de tentativas de fraudes ligadas à verificação de documentos, biometria facial e roubo de identidades.

BRASIL 61

 

Vereador Chaguinhas registra na câmara destaque da Secretaria do Tesouro Nacional à prefeitura de São Luís

O vereador Francisco Chaguinhas (Podemos), registrou hoje legislativo municipal os resultados do diagnóstico anual realizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que analisa a situação fiscal e o impacto de novos endividamentos por estados e municípios. A cidade de São Luís recebeu a nota máxima no levantamento da Capacidade de Pagamento (CAPAG) dos municípios brasileiros.

“Apenas três capitais brasileiras atingiram nota máxima, quanto a saúde financeira por honrar compromissos sem comprometer a saúde financeira das cidades. Rio Branco, Vitória e São Luís foram as classificadas com merecido reconhecimento. É uma satisfação enorme, pois, o nosso estado sempre fica nas últimas colocações nos indicadores sociais, mas a administração competente e séria do prefeito de São Luís, mudou o cenário e a nossa capital desponta nacionalmente, de igual para igual, no equilíbrio financeiro e fiscal com grandes cidades e conseguiu superar inúmeras delas,” afirmou, o vice-presidente da Câmara Municipal de São Luís.

O vereador Francisco Chaguinhas, reconhecido por sua luta em defesa de direitos sociais para o povo de São Luís, fez o seguinte registro: “Quero parabenizar a gestão do prefeito Eduardo Braide, que levou São Luís a se destacar a nível nacional. Para nós e a população é motivo de grande orgulho”, declarou.

ASCOM – CMSL e AFD

Parlamentares do PT em 2021 assinaram manifesto em defesa do Hamas

Estão todos impressionados com a crueldade e a covardia dos terroristas do Hamas. Não é pra menos, pois as cenas da invasão ao território de Israel, em menos de 24 horas tomaram o mundo. Esses vermes desfilaram com o corpo nu de uma mulher morta como se fosse um troféu. Porém, não é de hoje que esses filhos do demo fazem da maldade que praticam suas campanhas publicitárias, tamanha a falta de consciência e empatia com a humanidade.

Quem não se lembra dos vídeos de prisioneiros sendo torturados, fuzilados, decapitados e afogados, que circularam intensamente nas redes sociais muito antes da ditadura que foi imposta no Brasil, quando ainda podíamos nos expressar com liberdade? É tudo farinha do mesmo saco, não se iludam. O que se vive no Brasil é uma questão muito mais profunda do que um país que foi tomado de assalto por uma máfia poderosa – o que se vive aqui é uma guerra espiritual.

Como que alguém em sã consciência poderia apoiar atos dessa natureza? Pois bem, o brasileiro tem memória curta. Em novembro de 2021, deputados do partido das trevas e afins, assinaram um manifesto que condenava a Secretária do Interior britânica, Priti Patel, por querer incluir o Hamas na lista de organizações terroristas, considerando-a “fundamentalmente e radicalmente antissemita”.

Assinaram o documento os deputados:

Deputada Érika Kokai (PT-DF)

Deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS)

Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ)

Deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC)

Deputada Professora Rosa Neide (PT-MT)

Deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP)

Deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ)

Deputado Alexandre Padilha (PT-SP)

Deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP)

Deputado David Miranda (PSOL-RJ)

Deputado Enio Verri (PT-PR)

Deputado Gláuber Braga (PSOL-RJ)

Deputado Helder Salomão (PT-ES)

Deputado Ivan Valente (PSOL-SP)

Deputado Nilto Tatto (PT-SP)

Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP)

Deputado Padre João (PT-MG)

Deputado Paulão (PT-AL)

Deputado Paulo Pimenta (PT-RS)

Deputado Zeca Dirceu (PT-PR)

Diz o teor do manifesto:

“Resistência não é terrorismo!

Todo apoio ao povo palestino na luta por legítimos direitos

Os parlamentares, entidades e lideranças brasileiras que subscrevem este documento, expressam o seu profundo descontentamento à declaração da secretária do Interior da Inglaterra, Priti Patel, que atribuiu ao Movimento de Resistência Islâmico – Hamas, a designação de ‘organização terrorista’, alegando falsamente que o Movimento palestino seria ‘fundamentalmente e radicalmente antissemita’.

Este posicionamento representa uma extensão da política colonial britânica, em desacordo com a posição da maioria do povo da Inglaterra, que se opõe à ocupação israelense e aos seus crimes. Seu objetivo é claro: atingir a legítima resistência palestina contra a ocupação e o apartheid israelense, numa clara posição tendenciosa em favor de Israel e tornando-se cúmplice das constantes agressões aos palestinos e aos seus direitos legítimos.

O direito à resistência assegurados pelo Direito Internacional e Humanitário, pela Carta das Nações Unidas e por diversas Resoluções da ONU, entre elas as de nº 2.649/1970, 2.787/1971 e 3103/1974, reiterando o direito de todos os povos sob dominação colonial e opressão estrangeira de resistir ao ocupante usurpador e se defender.

A resistência é um legítimo direito dos palestinos contra a ocupação e as reiteradas violações dos direitos humanos, bem como os crimes de guerra. Direito que os palestinos não abrem mão e para o qual, contam com o nosso apoio e solidariedade à sua causa de libertação e pelo seu Estado nacional palestino.

Brasil, 23 de novembro de 2021.”

Vale lembrar que o Brasil preside o Conselho de Segurança da ONU e convocou uma reunião de emergência para definir ações que visem retomar a paz e a convivência harmoniosa entre dois Estados independentes.

Vamos assistir, de camarote, uma narrativa que tentará minimizar os atos terroristas desse grupo satânico que deveria ser extirpado da face da Terra.

Realmente vivemos uma guerra espiritual.

Carlos Fernando Maggiolo

Advogado criminalista e professor de Direito Penal. Crítico político e de segurança pública.

 

 

 

O ‘menosprezo’ do Planalto às pretensões do ministério comandado por Flávio Dino

A situação do ministro Flávio Dino dentro do governo não é nada boa. O PT não engole o comunista. Pouca gente tolera o tom debochado do ex-governador do Maranhão. Demonstração clara dessa situação é que o plano de reestruturação do Ministério da Justiça segue sem aprovação pelo governo Lula e áreas importantes da pasta estão sem servidores.

A informação é do site Metrópoles:

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) entrou em seu décimo mês de funcionamento no governo Lula sem conseguir montar a estrutura desejada pelo ministro Flávio Dino quando ele assumiu, em 2 de janeiro deste ano.

Falta pessoal para que seja aplicado o plano de trabalho planejado pelo ministro, e isso influencia diretamente no funcionamento de partes importantes do ministério, como o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e a assessoria de Direitos Digitais, que operam apenas com o cargo de chefia, sem uma equipe de servidores.

Sem as vagas de servidores previstas no desenho inicial, a atual assessora especial Estela Aranha não pode comandar uma Secretaria Nacional Direitos Digitais, que até agora funciona apenas no papel.

Já o Pronasci, coordenado por Tamires Sampaio, não pode tocar mais projetos e ampliar sua área de atuação, ainda bem aquém do que foi o programa na época da sua criação, no segundo governo Lula.

Outra área afetada é a Secretaria de Assuntos Legislativos, extinta no governo Bolsonaro, e que hoje funciona com sete servidores, de vagas herdadas de duas antigas diretorias que foram fundidas.

A falta de servidores estaria impedindo, por exemplo, a formação de grupos de trabalho para elaborar projetos que seriam levados ao Congresso Nacional. A área é comandada pelo ex-deputado federal Elias Vaz (PSB).

Também entram na lista de áreas prejudicadas, a Secretaria de Acesso à Justiça (SAU), comandada por Marivaldo Pereira, que deveria ganhar mais estrutura com adicional de funcionários, e a criação da Diretoria de Dignitários dentro da Polícia Federal (PF), que seria uma área específica para a segurança de autoridades que visitam o país.

Essas novas vagas para o Ministério da Justiça estão previstas em um plano de reestruturação que foi apresentado ao Ministério da Gestão e Inovação (MGI), comandado por Esther Dweck, em abril.

Número dois de Dino, o secretário executivo Ricardo Cappelli cuida pessoalmente dessa situação no MGI, cobrando pela tramitação do plano de reestruturação, que já estaria na fase final antes de seguir para a Casa Civil, comandada por Rui Costa.”

Metrópoles e Jornal da Cidade Online

O passamento do jornalista Antonio Carlos Lima

Causou um profundo pesar nos mais diversos segmentos sociais do Maranhão e em outras unidades da federação, o passamento do jornalista Antonio Carlos Lima, conhecido carinhosamente como Pipoca. Era acima de tudo uma grande pessoa, pela sua simplicidade de profissional competente e dedicado. Pelo seu potencial, ocupou vários cargos de destaque no Maranhão e em instituições do governo federal, sempre marcado pelas suas referências intelectuais. Foi Secretário de Comunicação do Governo do Maranhão e por obras publicadas e conceitos altamente valorizados, Antonio Carlos Lima foi eleito membro da Academia Maranhense de Letras. O sepultamento do corpo do jornalista será  hoje em São Luís e o seu velório está sendo realizado no salão nobre da Academia Maranhense de Letras. Aqui faço o meu registro de solidariedade a todos os seus familiares.

Fonte: AFD

 

Desistência da candidatura de Paulo Vitor à revelia dos apoiadores foi um desastre político ao vereador

                A iniciativa do vereador Paulo Vitor, presidente da Câmara Municipal de São Luís, em desistir da pré-candidatura à prefeitura de São Luís, foi uma atitude considerada intempestiva pelos então aliados, uma vez que ele não teve um mínimo de respeito de comunicar ao grupo de apoiadores. Estive conversando com vários políticos e colegas jornalistas, quando do anúncio feito por Paulo Vitor à sua pré-candidatura pelo PSDB, num evento pomposo em que deu como certo, importantes apoios capitaneados pelo governador Carlos Brandão. A maioria me afirmou, não será candidato e se tinha realmente apoio do governador perdeu e também da legenda do PSDB, uma vez que ainda não detinha cacife para disputar uma convenção. O desastre que já vinha de outras práticas do vereador tomou proporções maiores, e o que resultou, já era previsto.

               Paulo Vitor não tem um mínimo de experiência política, não sabe transitar por falta de habilidade e a seu desfavor é autoritário e sua própria postura fechada afasta qualquer possibilidade de carisma. Ele recebeu do governador Carlos Brandão, oportunidades para se viabilizar como candidato a prefeito de São Luís, mas por falta de sensibilidade e habilidade jogou os burros n’agua. As suas duas passagens pela Secretaria de Estado da Cultura e a coordenação política da candidatura do governador Carlos Brandão, ele conseguiu mostrar fragilidades e desacertos até no trato com a administração pública.

O vereador Paulo Vitor tem ainda contra muitas das suas ações, por falar muito e na maioria das vezes, o que não deve e promete sempre para nunca honrar, além de demonstrar não ter a mínima noção do jogo político. A sua decisão de recuar da pré-candidatura deve ter sido orientação de alguém sensato, que o advertiu que mais à frente, o que poderia enfrentar transtornos, e que o levou à interpretação da desistência.

              O presidente da Câmara Municipal de São Luís, com a arrogância e autoritarismo, que lhes são inerentes, com a decisão considerada intempestiva de desistência da pré-candidatura, causou revolta, indignação e para muitos, até traição em decorrência dele não ter sido leal com o grupo de políticos, líderes comunitários e cabos eleitorais, a maioria que estava numa campanha antecipada a partir do ato de filiação dele ao PSDB. A repercussão foi tão grande, que vereadores que se alinhavam à candidatura do presidente da casa, alguns se sentiram órgãos e outros decepcionados por não terem merecido a confiança do colega de parlamento, que poderia, antes do anúncio, ter socializado a sua intenção, evitando surpresas e agora as chacotas naturais.

              O que se especula é que o vereador Paulo Vitor quer se recompor com o parlamento, principalmente com os vereadores que lhes eram solidários e que foram açoitados pela sua arrogância e prepotência, por terem princípios e valores, de que na política há o devido espaço e necessidade do respeito institucional. Se não houver alguém para orientar o vereador Paulo Vitor, que o momento exige uma trégua, diante da sua tentativa de querer ser negociador com barganha, a queda poderá ser maior e o tombo pode não fazê-lo levantar.

Fonte: AFD

 

 

Terroristas do Hezbollah se juntam ao Hamas e já são mais de 1.300 mortos em Israel

Exército israelense continua localizando corpos de pessoas executadas

O número oficial de mortos em território israelense chegou a 1.120 pessoas neste domingo (8), segundo informações oficiais. Do total de vítimas, mais de 700 são moradores de Israel. O Exército do país encontrou corpos em cidades perto da Faixa de Gaza.

O conflito se ampliou com a participação do Hezbollah, grupo terrorista que resolveu se associar aos terroristas do Hamas disparando foguetes contra a população civil.

Israel declarou estado de guerra neste domingo. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se posicionou duramente contra o Hamas e afirmou que o estado israelense prepara vingança. Netanyahu detalhou que o Hamas matou crianças, mulheres e idosos e que em, contra-ataque, Israel fará “entrada com força em cada lugar onde tiver um militante de Israel escondido”.

Diário do Poder

 

‘Israel vai vingar cada um dos reféns’, diz primeiro-ministro Benjamin Netanyahu

Estado israelense acaba de oficializar estado de guerra contra o Hamas

O gabinete de segurança de Israel oficializou, na manhã desse domingo (8), estado de guerra, segundo informou a assessoria de imprensa do governo. A guerra “foi imposta ao Estado de Israel num ataque terrorista assassino a partir da Faixa de Gaza”, afirmou o governo.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se posicionou duramente contra o Hamas e afirmou que o estado israelense prepara vingança.

Netanyahu detalhou que o Hamas matou crianças, mulheres e idosos e que em, contra-ataque, Israel fará “entrada com força em cada lugar onde tiver um militante de Israel escondido”. E completou: “Israel vai vingar cada um dos reféns”.

As forças terrestres de Israel devem atuar na Faixa de Gaza nas próximas horas. Netanyahu alertou aos palestinos que não fazem parte do Hamas que deixem os lugares onde o grupo terrorista está escondido em virtude do contra-ataque que ocorrerá.

Diário do Poder

 

Deputada mostra a Flavio Dino dados relevantes da violência e afirma. “É o maior mentiroso do Brasil”

A situação de Flávio Dino perante a opinião pública é cada vez mais deprimente. Envolto num emaranhado de declarações duvidosas e comprovadas fake news, o ministro está cada vez mais desmoralizado. Recentemente, em evento na Bahia, Flavio Dino voltou a extrapolar, tentando justificar o injustificável sobre a violência no estado que é governado há 17 anos pelo PT. A deputada Julia Zanatta, desmascarou o ministro com um texto esclarecedor.

Leia o texto abaixo:

“Flávio Dino: O pior ministro do Brasil

Bahia é o estado com o maior número de mortes violentas no primeiro semestre de 2023. Entre janeiro e junho deste ano, 2.515 pessoas morreram em casos de feminicídios, homicídios dolosos, latrocínios ou lesões corporais seguidas de morte, segundo o Monitor da Violência.

O número absoluto significa uma média de 13,89 mortes por dia no primeiro semestre. Janeiro foi o mês com o maior número de assassinatos na Bahia e também no Brasil.

A Bahia também não consta na lista dos estados mais armados do país, ocupando apenas a 12ª posição. Lula ganhou na Bahia no primeiro e no segundo turno. O atual governador da Bahia é do PT, Jerônimo Rodrigues. E a Bahia é governada pelo PT desde 2007.

Mais uma vez Flávio Dino usa o espantalho do armamento e coloca a culpa em algo que nada tem a ver apenas para atacar uma bandeira de seu adversário político e assim escapar de suas responsabilidades.”

Jornal da Cidade Online

 

A força, amizade e lealdade do jornalista Udes Cruz

                                                                                              *Djalma Rodrigues

A gratidão não é apenas a maior de todas as virtudes, ela é a mãe de todas as outras, conforme concepção do político, escritor, orador e filósofo romano Marcus Tulius Cícero, (106 – 43 a.C.). Sou adepto dessa tese, gosto de externar tal sentimento àqueles que me dispensaram e me dispensam auxílio nas horas necessárias. Por conta disso, decidi escrever, em forma de agradecimento, sobre as pessoas que me apoiaram na carreira de jornalista. Tudo começou com Udes Cruz, um dos mais talentosos, competentes e brilhantes comunicadores do Maranhão. Chegou a assumir cargos de destaque, como chefe da Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de São Luís, Secretário de Comunicação da Prefeitura e também do governo do Estado.

Ele me abriu as portas do mundo mágico do jornalismo como fruto de mera casualidade. Eram aproximadamente 13h do dia 14 de junho de 1979, quando fui procurá-lo na redação do O Jornal, que ficava localizado na Rua Cândido Ribeiro, para pedir-lhe um favor. Ele era destacado repórter e imediatamente me diz que o matutino estava precisando de um revisor de texto, indagando se eu topava assumir a função, para começar naquela mesma tarde.
À época, eu trabalhava como colocador de acessórios na Casa Califórnia, no Canto da Fabril, para onde fui levado por Luziberto Souto (Pinto), depois que deixei o Exército, no final de 1977. Nunca mais voltei lá. Udes me apresentou a Mauro Bezerra, que formava o grupo dirigente do jornal, juntamente com Dejard Ramos Martins, Ruy Ilayno Coelho de Abreu e Raimundo Nonato Cordeiro Filho.

Almocei na cantina, fui conhecer a redação, a gráfica e depois o local de trabalho. Era pura magia para mim. Estava extasiado com o movimento dos repórteres em suas máquinas datilográficas, o barulho intermitente do aparelho de telex, na recepção de matérias das agências de notícias. Um mundo novo se abria. O Jornal tinha uma seleção de célebres jornalistas: Benedito Buzar, Jersan Araújo, Othelino Filho, Aldir Dantas, Samuel Filho, Batista do Lago, José Salim, que era o editor, Eloy Cutrim, Douglas Cunha, Adenis Matias e Ribamar Cardoso, dentre outros, além de vários colaboradores, entre os quais se destacava om poeta e escritor Carlos Cunha e os colunistas sociais Flor de Lys e Chico Coimbra

Minha função era ler todas as matérias e fazer correções gramaticais. Ainda estávamos a anos-luz das comodidades e rapidez que a internet nos propicia atualmente. Jornais eram de feitura quase que artesanal, mas de forma tecnológica avançada para a época. Eram vários processos até a fase final, a impressão. Às vezes, uma pane ou falta de energia elétrica fazia com que a impressão só viesse a ser encerrada pela manhã.

Estava morto de feliz naquele primeiro dia. Comecei no período da tarde e semanas depois, o outro revisor, Fernando Campelo, filho do lendário radialista Murilo Campelo, da Rádio Difusora, pediu que trocasse de horário com ele, porque precisava estudar para um concurso da Polícia Federal, de onde hoje ele é aposentado.
Trabalhava até a madrugada, sempre curioso em aprender todo o funcionamento daquela engrenagem, tanto na parte jornalística como gráfica. Aprendi a operar máquina de fotomecânica, montagem de páginas e outras operações. Tinha bastante tempo à noite.

Meu passaporte para a redação foi por conta de um impulso, em decorrência de uma tragédia. No início de agosto, estava na redação, por volta das 22h, esperando a composição de matérias para revisão, quando atendo a um telefonema. Era do Instituto Médico Legal (IML), com o plantonista afirmando que havia acontecido um acidente em frente à Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com resultado de duas mortes.

O forte do O Jornal era matéria policial. Vi que a manchete que estava pronta para o dia seguinte era assunto sem muito impacto. Chamei o motorista e pedi que ele fosse comigo no Bairro de Fátima. De lá rumamos para o local do acidente. As vítimas era o diretor do Colégio Santos, que funcionava no Anjo da Guarda e sua secretária.
Fiz o texto. Mudei a manchete.

Quando, no dia seguinte chegou ao local de trabalho, alguém me diz que estavam querendo minha presença numa reunião na redação. Fiquei preocupado. Sem sentido a preocupação, pois na realidade queriam me parabenizar pela iniciativa. Estavam a me esperar o editor, José Salim, Aldir Dantas, Udes Cruz e o próprio Cordeiro Filho, que dirigia a redação e a gráfica do matutino. O Aldir sugeriu que fosse deslocado direto para a redação. Mas não havia substituto para a noite. Decidi da minha forma. Aos domingos, eu faria a ronda policial. Daí iniciei a carreira.
O ano de 1979 foi de muita agitação política e social pelo Brasil afora.

João Castelo foi escolhido, no ano anterior, governador, pelo presidente Ernesto Geisel cuja opção evitou um confronto entre as facções arenistas de José Sarney e Nunes Freire. Assumiu em 15 de março de 1979. Sua indicação, atendeu a um pedido de seu primo, o brigadeiro Paulo Sobral Ribeiro Gonçalves.

Quem me fez tal revelação foi o engenheiro João Rodolfo Ribeiro Gonçalves, que foi secretário de Obras e Transportes durante a administração castelista, realizando a execução de uma série de obras estruturantes em todo o Estado. Rodolfo ressalta que o próprio Sarney queria voltar ao governo, mas enfrentava a rejeição do então governador Nunes Freire e de outras correntes arenistas.
Em 1979, o Brasil registrou inflação de 77,21%, a mais alta desde o início da ditadura militar.

O então presidente João Baptista Figueiredo e sua equipe econômica buscavam soluções para o problema que cada vez mais afetava o poder de compra da população e gerava instabilidade na economia.
O ano foi marcado também por uma importante mudança política, com a promulgação da Lei da Anistia, que permitiu o retorno de exilados políticos e a retomada de atividades políticas de muitos opositores ao regime militar. Isso marcou o início do processo de redemocratização do país.

São Luís vira palco de um dos maiores movimentos populares de sua história, a lendária Greve da Meia Passagem, visando a adoção da meia passagem para estudantes. A greve foi marcada por forte repressão policial às passeatas e assembleias. Desenvolvida entre 14 a 22 de setembro, marcou São Luís pelo grande número de adesões e pela brutalidade policial empreendida.

Foi iniciada após o terceiro aumento das passagens de ônibus no mesmo ano pelo prefeito Mauro Fecury. Estudantes da Universidade Federal do Maranhão declararam greve e foram reprimidos ao sair em passeata para o centro da cidade ao entrarem na Rua de São Pantaleão.

Apesar da repressão e da vigilância presentes na época conseguiram angariar apoio dos outros estudantes da cidade e dos mais variados segmentos da sociedade ludovicense.
Os dias 17 e 18 de setembro concentraram a maior parte da violência. O ato público na Praça Deodoro reuniu 15 mil pessoas no dia 17 e foi brutalmente reprimido por forças policiais. O dia 18 amanheceu com o comércio fechado, transporte público parado e mais enfrentamento entre a polícia e manifestantes.

O Governador do Estado, João Castelo, decidiu negociar e determinou a libertação de alguns presos e concede parte do estádio Nhozinho Santos para uma assembleia dos grevistas. Eles decidem diminuir os enfrentamentos devido a postura de negociação do governo, mas continuam a greve até o dia 22. No dia 28 foi sancionada a leia da meia passagem e no dia 1º de outubro entrou em vigor.
A greve foi de grande significado para a política do Maranhão e João Castelo foi muito criticado pela brutalidade da repressão policial aos manifestantes. Mesmo na eleição municipal de 2008, 29 anos depois, Castelo foi teve que responder politicamente com repressão policial. Vale registrar, aqui, que a meia passagem para estudantes foi fruto de uma lei de autoria do vereador Carlos Alberto Pinto, em 1958. Sancionada, jamais havia sido colocada em vigor.

Nesse ano, o Brasil registrou inflação de 77,21%, a mais alta desde o início da ditadura militar. O então presidente João Baptista Figueiredo e sua equipe econômica buscavam soluções para o problema que cada vez mais afetava o poder de compra da população e gerava instabilidade na economia.
O ano foi marcado também por uma importante mudança política, com a promulgação da Lei da Anistia, que permitiu o retorno de exilados políticos e a retomada de atividades políticas de muitos opositores ao regime militar. Isso marcou o início do processo de redemocratização do país.Atento a tudo, trabalhava de domingo a domingo. Me sentia orgulhoso, principalmente quando o Fusca ostentando a logomarca do O Jornal me apanhava nas manhãs de domingo no Anjo da Guarda. Virei celebridade no bairro. Estava iniciando uma carreira de muitos percalços, mas de ações que considero de vitórias.

Udes Cruz foi um exemplo de profissional. Começou como repórter no Diário da Manhã, com Amorim Parga, depois se transferiu para O Jornal, foi redator político do Jornal de Hoje e, em 1994, fundou, em formato de revista, o ATOS E FATOS. Em dezembro de 1997, me convidou para que transformássemos esse semanário em jornal diário. Aceitei o desafio e, às 3 horas da manhã do dia 18 daquele mês, estava nas bancas o primeiro número do mais novo matutino de São Luís.

Foi um profissional que deixou enorme lacuna no jornalismo do Estado, ao falecer, no dia 4 de fevereiro de 2012. Legou uma história de vida, ao lado de sua esposa, a pedagoga Maria do Rosário Azevedo da Cruz, uma mulher extraordinária, minha amiga, como se fosse minha irmã. Deixou registrada uma bela página na comunicação e os filhos Udes Filho, jornalista, Jusse Cruz, jornalista e professora universitária na Itália, Maira, serventuária do Tribunal de Justiça do Maranhão e Saíle, advogada e professora universitária e o Hilário Marques, empresário.
Hoje, ainda percorro com os mesmos princípios e valores os caminhos da comunicação com a força marcada por lembranças do inesquecível irmão Udes Cruz.

*Djalma Rodrigues é jornalista