TCE-MA dá parecer pela desaprovação da prestação de contas de 08 municípios maranhenses

Os municípios que receberam parecer prévio de desaprovação de prestação de contas, são os seguintes: Dom Pedro, Araioses, Lago dos Rodrigues, São João Batista, Governador Edison Lobão, Serrano do Maranhão, Presidente Dutra e Água Doce

Receberam parecer prévio pela aprovação as prestações de contas apresentadas pelos seguintes gestores públicos: Albérico de França Ferreira Filho (Barreirinhas/2017); Américo de Sousa dos Santos (Coelho Neto/2018); Joserlene Silva Bezerra de Araújo (São João do Sóter/2022); Juscelino Oliveira e Silva (Açailândia/2018) e Maria da Luz Bandeira Bezerra Figueiredo (Governador Eugênio Barros/2018).

As prestações de contas de Ana Lea Barros Araújo (Lajeado Novo/2021); Divino Alexandre Lima (Conceição do Lago Açú/2019); Erlândio Furtado Luna Xavier (Igarapé Grande/2020) Eudes da Silva Barros (Raposa/2021); Francisco de Assis Andrade Ramos (Imperatriz/20217) e Thalyta Medeiros de Oliveira (Raposa/2020) receberam parecer prévio pela aprovação com ressalvas.

Foram objeto de parecer prévio pela desaprovação as prestações de contas apresentadas por Alexandre Carvalho Costa (Dom Pedro/2019); Cristino Gonçalves de Araújo (Araioses/2019); Edijacir Pereira Leite (Lago dos Rodrigues/2019); Eduardo Henrique Tavares Dominici (São João Batista/2010); Geraldo Evandro Braga de Sousa (Governador Edison Lobão/2021); Jonhson Medeiros Rodrigues (Serrano do Maranhão/2018); Juran Carvalho de Souza (Presidente Dutra/2014) e Thalita e Silva Carvalho Dias (Água Doce do Maranhão/2017).

Em relação às Câmaras Municipais, foi julgada regular a prestação de contas de José Alberto Lopes Sousa (Nova Olinda do Maranhão/2015). A prestação de contas de Francisco Eudes da Silva (São Raimundo do Doca Bezerra/2016) regular com ressalvas, com multas no total de R$ 6.000,00.

Fonte: ASCOM – TCE-MA

Evangélica, mãe, avó e cuidadora de deficiente é condenada a 14 anos de prisão, sem provas pelo STF

Como é possível que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sentencie uma senhora, dona de casa, de 57 anos, cujo único antecedente é ser evangélica, mãe de 3 filhos, 4 netos e cuidadora de deficiente mental a 14 ANOS de PRISÃO APENAS por ter adentrado desarmada no recinto do palácio do Planalto em 8/1, não havendo quaisquer outras provas de que tenha cometido qualquer ilícito?

Como podem acusar a Sra. Jupira por associação criminosa armada, sem o uso de armas?

Abolição violenta do Estado Democrático de Direito sem o uso de violência?

Golpe de Estado sem nenhuma organização concreta para dar um “golpe”?

Dano qualificado sem prova de que tenha danificado nada?

É ridícula a desproporcionalidade da pena aplicada ao suposto ilícito!

É ainda mais absurda se comparada a penas aplicadas a bandidos e assassinos reais! 

Não subsiste qualquer resquício de justiça ou razoabilidade em citada decisão!

 Érica Gorga. Doutora em direito pela USP – Jornal da Cidade Online

 

Para vice-líder da oposição, protagonismo de Janja é ‘escárnio com o dinheiro público’

Ao TCU, Evair de Melo afirmou que governo Lula pratica ‘malversação do dinheiro público’

Conforme antecipado pela coluna do jornalista Claudio Humberto, o vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados, deputado Evair de Melo (PP-ES), levou à Procuradoria Geral da República (PGR) e ao Tribunal de Contas da União (TCU) o pedido de investigação sobre a viagem da primeira-dama do Brasil, Rosângela Silva, a Janja, ao Rio Grande do Sul, compromisso em que Janja teria usurpado o cumprimento da agenda presidencial.

O Diário do Poder teve acesso ao documento enviado ao TCU por Evair, que detalha a preocupação do deputado com “indícios da ineficiente malversação do dinheiro público gastos em favor de quem não detém competência legal para exercer determinada função pública”.

O documento ainda enfatiza: “Janja da Silva, sem estar investida em qualquer função pública, usufrui tão amplamente dos recursos do erário público para desempenhar funções que não lhe competem. O que justifica essa assunção de responsabilidades públicas e a legitimidade em gastar dinheiro público? Parece-nos bastante temerário e motivo assaz para auditoria do TCU”.

Opositor insistente do governo Lula e aliado de primeira hora do ex-presidente, Jair Bolsonaro, Evair considera que a viagem em que Janja desempenhou suposta usurpação da função do vice-presidente, Geraldo Alckimin (PSB-SP), fere o princípio da eficiência na administração pública.

“Esse princípio caminha lado a lado com o da economicidade, que destaca que os recursos públicos devem ser empregados de forma racional”, afirmou.

Ao Diário do Poder, o deputado declarou que o governo demonstra com a “usurpação da agenda presidencial e a busca por dar protagonismo à Janja, um deboche com o contribuinte, e escancara o escárnio com o dinheiro público”.

Diário do Poder

Senado reage ao STF impondo limites a decisões monocráticas

A PEC estabelece que decisões que suspenda lei ou ato normativo por um único magistrado seja vedada e que pedido de vista seja decidido coletivamente

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (04) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas e pedidos de vista nos tribunais superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF).

A PEC estabelece que quando forem deferidas decisões cautelares em ações que peçam declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato, ou questionem descumprimento de preceito fundamental, o mérito da ação deve ser julgado em seis meses. Depois desse prazo ele terá prioridade sobre os demais processos.  

A concessão de decisão monocrática, que é aquela proferida por um único magistrado, veda que suspenda a eficácia de lei ou ato normativo com efeito geral do presidente da República, do Senado Federal, da Câmara dos Deputados ou do Congresso Nacional. 

Processos no STF que pedem a suspensão da tramitação de proposições legislativas ou que afetem políticas públicas ou criar despesas para qualquer Poder também ficarão submetidos a essas regras. 

Entretanto, será permitido conceder a decisão monocrática em casos de grave urgência ou risco de dano irreparável, mas o tribunal deverá julgar esse caso no período de trinta dias após a retomada dos trabalhos, sob pena de perda da eficácia da decisão. 

Pedidos de Vista

Além da decisão monocrática, a PEC também estabelece que pedido de vista, prazo que os magistrados determinam para estudar o processo, devem ser concedidos coletivamente e por um prazo de seis meses. Após tal prazo, o processo será incluído com prioridade na pauta de julgamentos. Atualmente, no poder judiciário, cada ministro pode pedir vista individualmente, sem prazo específico, o que possibilita casos suspensos por tempo indeterminado.

A PEC foi apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) que na sua opinião o grande número de decisões monocráticas acaba antecipando decisões finais e gerando relações inseguras jurídicas. “São enormes os riscos à separação de Poderes e ao Estado de Direito provocados pelo ativismo irrefletido, pela postura errática, desconhecedora de limites e, sobretudo, pela atuação atentatória ao princípio da colegialidade verificado no Supremo Tribunal Federal”, afirma Oriovisto na justificação da proposta.

A PEC recebeu voto favorável do relator e senador Esperidião Amin (PP-SC) e agora será encaminhado para deliberação do Plenário do Senado.

Diário do Poder

 

Prefeitos fizeram o L e se arrependeram com o governo Lula, avalia deputado

O deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES) fez, ao Diário do Poder, análise do cenário municipalista brasileiro

Sobre a mobilização de prefeitos que se dá essa semana, em Brasília, para pedir socorro à União em vista de alegada crise fiscal nas cidades brasileiras, o deputado federal Messias Donato (Republicanos-ES) fez, ao Diário do Poder, análise do cenário a partir das interações com os chefes dos municípios. “Fizeram o L e agora estão frustrados”.

E continuou: “Confesso que nunca vi, na minha vida, tanto prefeito desanimado. Tive a oportunidade de conversar com seis prefeitos e notei um desespero muito grande diante do tratamento que estão recebendo desse desgoverno. Muitos acreditaram, abraçaram a causa, a partir de falsas promessas, e agora amargam a incompetência que se instalou no Executivo”.

Para o parlamentar, o movimento que ocorre fora da tradicional ‘marcha dos prefeitos’, responsável por movimentar Brasília todos os anos, imita uma romaria em que não há esperança de ‘milagre’ para os fiéis.

Por falar em milagre, Donato reproduziu ao DP pérolas que resultaram das conversas com os gestores. ‘Estamos desesperados’ e ‘à espera de um milagre’ foram algumas delas. “Não tem gestão, é uma coisa assustadora”, disse sobre o governo federal.

Em ‘romaria’ pelo Congresso e o Tribunal de Contas da União, prefeitos reclamam do não pagamento de verbas para o Sistema Único de Assistência Social (Suas), perdas no Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), atrasos bilionários nos repasses do INSS na compensação previdenciária do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), enfraquecimento do Fundo de Participação dos Municípios, entre outras demandas.

A confederação dos municípios divulgou que 44,3% dos prefeitos acreditam que a situação fiscal vai piorar nos próximos meses. No primeiro semestre de 2023, 51% das cidades tiveram déficit, enquanto em 2022 esse percentual era de 7%.

Diário do Poder

 

Estadão denuncia crime de Responsabilidade de Lula com dinheiro brasileiro na campanha da Argentina

Lula atuou para autorizar empréstimo de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões), do Brasil para a Argentina em tentativa de beneficiar o atual candidato governista e intervir nas eleições do país. Isso é muito grave!

Há recursos dos brasileiros no Banco de Desenvolvimento da América Latina. São recursos dos nossos impostos indo diretamente para um governo corrupto e perdulário, com alto risco de calote. Além da intervenção direta nas eleições do país. É um escárnio e um desrespeito à autodeterminação do povo argentino. Brasil não deve intervir em eleições em outros países.

É preciso que os órgãos de fiscalização e o Congresso Nacional investiguem as condições dessa atuação. Não pode terminar em pizza.

Fonte: Ramiro Rosário. Vereador em Porto Alegre.

 

Comissão de Segurança da Câmara aprova convocação do ministro Flavio Dino

Audiência com o ministro deve ocorrer no dia 10

Deputados da Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovaram a convocação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para prestar esclarecimentos sobre as invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e de suposta interferência na Polícia Federal (PF). A audiência deve ocorrer no dia 10 de outubro.

Os parlamentares ficaram irritados com falas do ministro associando CACs e facções criminosas, além de suspeitares que Dino tem interferido no trabalho da PF. Os deputados também querem esclarecimentos sobre as imagens desaparecidas das câmeras de monitoramento que filmaram o que ocorreu em 8 de janeiro.

Outro assunto que deve dar dor de cabeça para o ministro é a violência na Bahia. Há ao menos três matérias sobre o assunto na comissão. São dois pedidos de repúdio e outro pedido de convocação de Dino, que atribuiu ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, dizem os documentos, pelo aumento da violência no estado.

Diário do Poder

Fabio Gondim, ex-secretário de governo no Maranhão incomoda como candidato ao Iate Clube de Brasília

O Diário do Poder ouviu nesta segunda-feira (2), o candidato a comodoro do Iate Clube de Brasília, Fábio Gondin, sobre os desdobramentos das eleições, com votação agendada para a próxima quinta-feira (5).

O candidato falou ao DP sobre denúncia de que ele teria fraldado informações no Portal da Transparência na época de sua gestão à frente da Secretaria de Planejamento no estado do Maranhão.

“Essa denúncia tem um viés politizado, de rivalidade. Fui denunciado, mas nunca fui réu. A justiça nunca acatou essa denúncia por falta de materialidade”, explicou.

Ele se autodenomina o candidato dos associados, em detrimento do adversário Luiz André Almeida, que, segundo ele, é o ‘candidato dos antigos comodoros’.

“Enquanto ele [Luiz André Almeida] estava levantando falso testemunho contra mim, eu estava ouvindo as pessoas sobre como preservar a história do clube, mas também como trazer modernidade ao nosso dia a dia”. 

E completou: “Precisamos de uma ouvidoria com respeito ao associado. De inglês como segunda língua para crianças, programas turísticos para idosos e atrativos para que o jovem volte a frequentar o clube. 

Gondim é ligado ao PT?

Na avaliação de Gondin há uma tentativa de tornar partidária a disputa pela gestão do tradicional Iate Clube. “Os meus opositores estão tentando dar coloração partidária para a disputa, estão tentando trazer desdobramentos da política nacional e distrital”.

Acusado de ser ligado ao PT, o candidato diz ‘que não é pecado, nem defeito’ ser um comodoro ligado ao partido do atual presidente da República, no entanto, nas palavras dele, a chapa adversária ‘finge se esquecer’ que Gondin compôs o grupo de transição ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Todos os associados devem ser tratados com respeito, independente da ideologia partidária. Usam essa atribuição como se fosse algo criminoso. Mas eu não sou ligado ao PT.  Participei da transição do presidente Bolsonaro”. 

Diário do Poder

 

Presidente do Senado encara de frente o STF e Gilmar ‘acusa o golpe’

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), reiterou nesta segunda-feira (2) seu apoio à ideia de introduzir mandatos com prazo definido para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, os nomeados podem permanecer no tribunal até completarem 75 anos, quando a aposentadoria se torna compulsória.

“Considero que é uma proposta interessante para o país. Muitos países adotam essa abordagem, e vários ministros do Supremo já a apoiaram. Há propostas legislativas nesse sentido no Senado, e acredito que seja um tema que merece uma análise cuidadosa e evolutiva, não apenas uma aprovação apressada. Isso seria benéfico para o Poder Judiciário, para a Suprema Corte e para o país”, afirmou o senador.

Dada as divergências em relação aos posicionamentos do STF, senadores de diferentes partidos têm intensificado a defesa da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece mandatos temporários para os ministros da Suprema Corte. Além disso, Pacheco também defendeu o aumento da idade mínima para ocupar uma vaga no STF, que atualmente é de 35 anos.

No Twitter, o ministro Gilmar Mendes se manifestou:

“Agora, ressuscitaram a ideia de mandatos para o Supremo. Pelo que se fala, a proposta se fará acompanhar do loteamento das vagas, em proveito de certos órgãos. É comovente ver o esforço retórico feito para justificar a empreitada: sonham com as Cortes Constitucionais da Europa (contexto parlamentarista), entretanto o mais provável é que acordem com mais uma agência reguladora desvirtuada”. Talvez seja esse o objetivo.

A pergunta essencial, todavia, continua a não ser formulada: após vivenciarmos uma tentativa de golpe de Estado, por que os pensamentos supostamente reformistas se dirigem apenas ao Supremo?” Pelo visto, Gilmar ‘sentiu’ e ‘acusou o golpe’.

Jornal da Cidade Online

Congresso aprova lei que garante direitos e segurança jurídica às propriedades rurais

O Projeto de Lei 2903/2023 reforça o que determina a Constituição Federal em relação à demarcação de terras indígenas no Brasil, ao ratificar a data da promulgação da Carta Magna brasileira (5 de outubro de 1988) como Marco Temporal para o reconhecimento de ocupação dessas áreas. Trata-se, inclusive, de um entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ainda em 2009, no caso Raposa Serra do Sol. A aprovação no Senado Federal, e consequente sanção presidencial, reduzirá significativamente os conflitos no campo, graças também, à articulação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) dentro do Congresso Nacional.

O PL, de autoria originalmente do Deputado Homero Pereira, em 2007, busca em linhas gerais positivar no ordenamento legal brasileiro os critérios e as condicionantes para a gestão e demarcação das terras indígenas. A adoção da tese do chamado Marco Temporal é constitucionalmente compatível com o art. 231 da Constituição Federal de 1988, tanto por positivar o entendimento do STF sobre o tema, quanto por uma interpretação histórica e sistemática do texto constitucional.

O Congresso Nacional buscou avançar no processo de regulamentação da Lei do trâmite de demarcação de terras no Brasil e resguardar todos os direitos dos povos indígenas. O projeto fomenta a pacificação no campo, sem retirar direitos. Tendo um marco para a demarcação, para a questão da posse e para comprovar a presença do índio na terra, a razoabilidade para o debate está posta no Projeto de Lei.

PL 2903/2023

Distribuído em 33 artigos, o Projeto de Lei de relatoria do senador Marcos Rogério (PL-RO), considera como terras tradicionalmente ocupadas apenas aquelas que assim se encontravam na data de promulgação da Constituição (5 de outubro de 1988), e considera, ademais, que são somente terras tradicionalmente ocupadas aquelas que simultaneamente atendam aos requisitos de habitação, utilização, imprescindibilidade e necessidade.

Um ponto importante diz respeito ao art. 5º, que prevê a participação dos Municípios, Estados e entidades da sociedade civil no processo de demarcação. Apesar disso, não pode haver ampliação de terras indígenas já demarcadas. O texto permite, ainda, a retomada das terras pela União, ou sua destinação à reforma agrária, no caso de alteração dos traços culturais da comunidade indígena ou de outros fatores ocasionados pelo decurso do tempo.

Isso acontece porque são terras indígenas reservadas, ou seja, que não são tradicionalmente ocupadas pelos índios, mas destinadas pela União para auxiliar na continuidade de preservar as comunidades indígenas.

Em relação à gestão de terras indígenas, o Projeto impõe cautelas adequadas no contato com povos isolados. Isto é, o diálogo sempre será intermediado pela Funai, de natureza excepcional. O PL altera também a legislação ambiental, a fim de permitir o cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) nas terras indígenas que não se enquadram como unidades de conservação ambiental.

Indenizações

Além do Marco Temporal, a proposta aprovada nas duas Casas Legislativas inclui a indenização por demarcação de terras indígenas. Os proprietários, que obtiveram as terras de boa-fé, e tiverem terras demarcadas poderão ser indenizados, caso comprovem a posse legítima. Este ponto, aliás, foi objeto de entendimento por parte do STF. Os ministros da Corte fixaram uma tese com previsão de pagamento de indenização prévia a proprietários de terrenos em locais ocupados tradicionalmente por indígenas.

Os ministros definiram, ainda, que caso não haja ocupação tradicional indígena ou renitente esbulho (usurpação da posse) na data da promulgação da Constituição, em 1988, há “particular direito à justa e prévia indenização das benfeitorias necessárias e úteis pela União”.

Jornal do Agro Online