Luciano Huck ressurge ao afirmar: “A esquerda no Brasil é atrasada”

Durante sua participação no Rio Innovation Week, Luciano Huck, conhecido apresentador de TV e figura pública no Brasil, criticou a esquerda brasileira, descrevendo-a como “atrasada”. “Quero que todo mundo vá bem. Não estou fazendo discurso de esquerda. Até porque não acho que a esquerda no Brasil seja radical. A esquerda no Brasil é atrasada.”

Huck enfatizou que o Brasil é um país muito desigual, mas declarou que não tem nada contra o capital, afirmando:

“Sou um liberal progressista. As pessoas têm que ganhar dinheiro, lucro não é pecado. Se a gente não endereçar as nossas questões não só de desigualdade, mas de geração de oportunidade, isso aqui vai colapsar um dia. Se não fundamentar as bases, você vai entrar errado.”

O apresentador ainda continuou:

“Não estou discutindo aqui posicionamento político ou ideológico. Estou discutindo a gente enquanto nação, um país potente, que tem mercado, rico por natureza e pobre por escolha.”

Jornal da Cidade Online

 

Ministério da Saúde exonera diretor depois de dança erótica em evento nacional de saúde básica

O Ministério da Saúde informou, neste sábado (7), que vai exonerar “a pedido” o diretor do Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde, Andrey Roosevelt Chagas Lemos. A pasta afirma em nota que ele assumiu integralmente a responsabilidade pelo episódio ocorrido durante um evento promovido pelo ministério em que uma

Pelas imagens que viralizaram nas redes sociais, é possível ver o momento em que uma dançarina faz movimentos provocativos durante a apresentação. Segundo o Ministério da Saúde, a dança ocorreu durante o intervalo do encontro, que contou, ao todo, com a apresentação de sete grupos artísticos. “Uma das apresentações surpreendeu pela coreografia inapropriada. O Ministério da Saúde lamenta pelo episódio isolado, que não reflete a política da Secretaria nem os propósitos do debate sobre a promoção à saúde realizado no encontro, e adotará medidas para não acontecer novamente”, admitiu a pasta.

“Para evitar que situações semelhantes ocorram novamente, a pasta imediatamente criou uma curadoria de eventos, vinculada ao gabinete da ministra [Nísia Trindade], que avaliará se as participações artísticas propostas estão adequadas com a conduta e com a missão institucional do Ministério da Saúde”, acrescenta a pasta.

O diretor exonerado, Andrey Lemos, é doutorando no Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em políticas públicas em saúde pela Fiocruz, coordenou o Programa Municipal de IST, Aids e Hepatites Virais.

No Ministério da Saúde, como servidor da carreira de tecnologista, atuou nas políticas de Saúde Integral da População Negra e população LGBT e foi apoiador institucional na atenção básica junto a estados e municípios. Assessorou a Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho e a Câmara Técnica da Atenção Básica do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Dança em evento do governo gera revolta da oposição

A apresentação causou a indignação de opositores ao governo. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) afirmou que a situação retrata uma ideologia. “É um seminário de Atenção Primária do Ministério da Saúde!!! Atenção primária é isso aí? É isso que salva vidas num sistema que a OMS colocou em 125º lugar? O cupim identitário está corroendo o governo por dentro. E o Brasil real vê chocado tudo isso”, disse ele em uma rede social.

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) apresentou um requerimento para que Nísia Trindade preste esclarecimentos sobre o encontro. O documento pede à pasta que informe o custo total do evento, além de nomes e matrículas dos funcionários e servidores envolvidos em sua organização.

Fonte: R7

 

Senadores já comeram R$20,9 milhões do cotão para ressarcir despesas pessoais até em restaurantes de luxo

Os 81 senadores gastam sem piedade a indecorosa “Cota para Exercício da Atividade Parlamentar”, conhecida popularmente como “cotão”, que eles utilizam para ressarcir quaisquer despesas, do restaurante de luxo ao aluguel de jatinho. De 1º de janeiro até sexta (6), suas excelências embolsaram R$20.932.948,03, apontam registros dos próprios gabinetes na Transparência. Com esse dinheiro, eles também pagam aluguéis, propaganda do mandato, passagens e até serviço de segurança privada.

Topo do cotão

O senador que mais gastou foi Omar Aziz (PSD-AM), R$507,5 mil. É o único que supera o meio milhão de reais.

Renúncia

Já o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) tem custo zero para o pagador de impostos no Cotão: ele abriu mão da verba, não usou um único centavo.

Econômicos

No ranking dos que consomem menos a verba do Cotão tem ainda Leila Barros (PDT-DF), R$12,9 mil; e Eduardo Girão (Novo-CE), R$15 mil.

Coluna do Claudio Humberto

 

Secretária da ministra Marina da Silva era de ONG que levou R$30 milhões, diz CPI

Ouvida na CPI que apura falcatruas de ONGs na Amazônia, a secretária de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Toni, compôs o conselho deliberativo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), turbinada com recursos públicos milionários. Em 2012, a ONG Ipam assinou contrato com o BNDES para embolsar R$23,4 milhões e depois arrancou mais algum do governo federal, segundo apuração da CPI, levou outro caminhão de dinheiro: R$ 7.489.649,03.

Rebimboca da parafuseta

Todo esse dinheiro seria para “apoio a famílias assentadas” pelo Incra “compromissadas com a redução do desmatamento no Oeste do Pará”.

Comprovação difícil

Integrantes da CPI relatam a dificuldade de encontrar sinais da efetiva prestação dos serviços milionários das ONGs que foram investigadas.

Anos de bonança

Bancou o contrato milionário o Ministério do Desenvolvimento Agrário, outro antro de ONGs oportunistas, entre 2014 e 2018.

 Sangria interrompida

A ONG ainda conseguiu tomar os últimos R$144,6 mil do governo Michel Temer em setembro de 2018. O governo Bolsonaro acabou a farra.

Diário do Poder

Lula tenta enganar Rodrigo Pacheco com a troca de vaga no STF pelo TCU

Senadores de diferentes espectros políticos estão desapontados com os sinais de que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) embarca em um projeto que constrange por apequenar o próprio presidente do Senado. A ideia seria garantir a boquinha de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão de assessoramento do Poder Legislativo, desistindo do projeto de virar ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). De assessorado, Pacheco passaria a assessor, em troca do cargo vitalício.

Toma lá, dá cá

De acordo com senadores, a jogada é apoiar o presidente do TCU para a vaga no STF e, em troca, herdar o cargo de Bruno Dantas.

Olho na boquinha

Se Dantas for para o STF, a vaga no TCU será preenchida por indicação do Senado. Pacheco quer essa boquinha vitalícia, garantem senadores.

Mudança de atitude

Isso estaria na origem na mudança de Pacheco, que repentinamente deixou de impedir que senadores discutam mandato e limites para o STF.

Opção seria Justiça

Como a decisão será de Lula, Flávio Dino poderá ser o escolhido para o STF. Aí restaria a Pacheco a opção comandar o Ministério da Justiça.

Coluna do Claudio Humberto

 

Filho de senador Randolfe Rodrigues, desacata autoridade é preso e algemado

O filho do senador Randolfe Rodrigues (sem partido), Gabriel Marti Cruz Rodrigues, recebeu voz de prisão por suposto desacato à autoridade, em Macapá, capital do Amapá. O episódio aconteceu na madrugada deste sábado (7) durante ocorrência da Polícia Militar na Expofeira. No boletim de ocorrência consta que o filho do senador afirmou que a polícia não teria autoridade para fechar a sua boate, que funcionava no parque de exposições da feira.

Gabriel teria dito o seguinte para os policiais:

“Nenhum policial de merda vai fechar minha boate, vocês não sabem com quem estão falando… A farda de vocês não serve nem de pano de chão na casa do meu cachorro”.

Devido ao seu estado extremamente alterado, o desacato e a resistência a ordem de prisão, Gabriel foi algemado e conduzido a uma delegacia, mas não se sabe se ele foi autuado e se ficou preso. É aquele caso de um filho de político, que entende que a autoridade policial deve ser submetida e favorável ele, por extensão da autoridade de um pai conhecido pela subserviência e autoritarismo, que é titulado como senador DPVAT.

Jornal da Cidade Online

Ministério da Saúde virou esculhambação, afirma deputado sobre dança mostrando a bunda

Evair de Melo (PP-RS) apresentou requerimento pela convocação da Ministra da Saúde

O deputado federal Evair de Melo (PP-RS) também reagiu à dança erótica, registrada durante evento promovido pelo Ministério da Saúde.

No âmbito da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), o capixaba apresentou requerimento de convocação da ministra Nísia Trindade à Câmara “para prestar esclarecimentos sobre a necessidade e adequação em financiar apresentação de dança obscena com música pornográfica de bate c*” detalhou.

Ao Diário do Poder, o parlamentar comentou o episódio. “O ministério da saúde virou esculhambação geral. Depois de confundir ritos culturais com medicina, agora vem com essa pouca vergonha da dança do c”, refletiu o bolsonarista. 

E completou: “Essa ministra deveria ser denunciada em todas as instâncias possíveis”.

 Diário do Poder

 

STF determina que União e Estados façam plano para melhorar sistema prisional

Há um estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário brasileiro, o que exige a atuação conjunta de diversas autoridades para a construção de uma solução satisfatória. O entendimento é do Plenário do Supremo Tribunal Federal. 

O tribunal confirmou, por unanimidade, liminar de 2015 que reconhecia o estado de coisas inconstitucional e determinou a elaboração, em até seis meses, de planos nacionais, estaduais e distrital para solucionar os problemas envolvendo os presídios. Os planos devem ser executados em até três anos. O julgamento do mérito foi iniciado em junho de 2021, em sessão virtual. Relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello, hoje aposentado, votou por confirmar a liminar. Luís Roberto Barroso pediu vista e o julgamento foi retomado na terça-feira (3/10). 

No voto-vista, apresentado na quarta, Barroso, presidente do Supremo, afirmou que a situação prisional compromete a ressocialização e a garantia da segurança pública. A superlotação, disse, inviabiliza a prestação de serviços essenciais que integram o mínimo existencial. Por fim, considerou que o fato de os presos estarem sobre custódia do Estado suspendo apenas a sua liberdade, devendo ser assegurado o acesso à saúde, à educação e ao trabalho. 

“As demandas por melhores condições nas prisões são extremamente impopulares junto à opinião pública. Há uma certa resistência à ideia de que um país com recursos escassos e demandas sociais infinitas destine parte de tais recursos às pessoas que entraram em conflito com a lei, em prejuízo de outros grupos vulneráveis. Há, contudo, duas razões essenciais para dar atenção aos direitos dos presos: a primeira, ligada ao respeito aos direitos fundamentais protegidos pela Constituição e por outros diplomas. E a segunda, relacionadas ao impacto que o sistema prisional produz sobre a sociedade em geral”, disse Barroso.

O ministro seguiu Marco Aurélio em parte, mas ampliou algumas das determinações apresentadas em 2021 pelo relator. O relator também havia sugerido o prazo de três meses para a apresentação de planos nacionais e estaduais, o que foi ampliado pelo Supremo para seis meses, nos termos do voto de Barroso.

A decisão define:

  • que há um estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro;
  • determina que juízes e tribunais façam audiência de custódia, preferencialmente de forma presencial, em até 24 horas a contar da prisão;
  • que a não aplicação de medidas cautelares e penas alternativas sejam fundamentadas pelos juízes; 
  • ordena a liberação e o não contigenciamento dos recursos do Fundo Nacional Penitenciário;
  • determina a elaboração de plano nacional, estadual e distrital para a superação do estado de coisas inconstitucional, com indicadores que permitam o acompanhamento e a implementação dos planos;
  • define o prazo de até seis meses para a apresentação do plano e de até três anos para a implementação;
  • determina que o plano nacional deve ser efetuado pela União em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça;
  • que os planos dos Estados e do Distrito Federal serão feitos pelas respectivas unidades da federação, observado o diálogo com o CNJ e com a União;
  • que impasses envolvendo a elaboração dos planos devem ser submetidos ao Supremo para decisão complementar;
  • que todos os planos devem ser levados para homologação do Supremo; e
  • que o monitoramento da execução dos planos será feita pelo CNJ, com a supervisão do Supremo, se necessária.

O tribunal definiu a seguinte tese:

“1. Há um estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário brasileiro, responsável pela violação massiva de direitos fundamentais dos presos. Tal estado de coisas demanda a atuação cooperativa das diversas autoridades, instituições e comunidade para a construção de uma solução satisfatória;
2. Diante disso, União, Estados e Distrito Federal, em conjunto com o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Conselho Nacional de Justiça (DMF/CNJ), deverão elaborar planos a serem submetidos à homologação do Supremo Tribunal Federal, nos prazos aqui fixados, observadas as diretrizes e finalidades expostas no presente voto, especialmente voltados para o controle da superlotação carcerária, da má qualidade das vagas existentes e da entrada e saída dos presos;
3. O Conselho Nacional de Justiça realizará estudo e regulará a criação de número de varas de execução proporcional ao número de varas criminais e ao quantitativo de presos.”

O tribunal analisou Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental apresentada pelo Psol. O partido afirmou que a situação do sistema penitenciário brasileiro viola preceitos constitucionais e, em especial, os direitos fundamentais do preso.

Fonte: CONJUR

 

Câmara aprovou urgência de pena dura para homicídio de crianças, contra voto do PT

Partido estaria preocupado com os impactos no ‘sistema prisional’

Na Câmara dos Deputados, PT e Psol votaram contra a urgência de Projeto de Lei de autoria dos deputados Bia Kicis (PL-DF), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carla Zambelli (PL-SP), que aumenta para 50 anos as penas para crimes de homicídio contra crianças e adolescentes, qualificando também como crime hediondo a lesão corporal cometida contra a mesma faixa etária. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), o PT já havia tentado alterar o projeto, que foi relatado pelo deputado Pedro Lupion (PP-PR), impedindo a progressão da pena e alegando que a alteração ‘repercutiria em todo o sistema de execução penal’.

Um documento impetrado pelo partido, no sistema da Câmara dos Deputados, pede ‘desvinculação’ de uma outra proposta, assinada pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), com tema semelhante, do escopo do projeto que teve êxito na CCJC, alcançando o plenário.

O parlamentar alegou que o pedido de desapensamento se deve à preocupação com os impactos ‘sobre o sistema prisional brasileiro’.

No plenário, a base governista alegou que o projeto dos bolsonaristas, com urgência aprovada pela maioria dos deputados, tem caráter ‘punitivista’.

Uma das autoras da propositura, a deputada Bia Kicis falou ao Diário do Poder sobre a motivação da autoria. “É um projeto muito importante, porque quando se trata de crianças, se gera na sociedade comoção e revolta. O caso que serviu de base para esta proposição chocou o país, então estamos trabalhamos pra que não aconteça mais. Se acontecer, que seja severamente punido”, afirmou a deputada.

Uma vez aprovada pelo Congresso, a proposta deve ser denominada ‘Lei Rhuan Maycon’, menino de 9 anos esfaqueado e decapitado pela mãe, Rosana Auri da Silva Candido, e pela companheira dela, Kacyla Priscyla, no Distrito Federal. As investigações apontaram que a motivação do crime estava ligada a um impasse pela determinação da identidade de gênero da criança. Antes de cometer o assassinato, a mãe e sua companheira teriam mutilado o órgão sexual de Maycon. À Polícia, as condenadas pelo crime disseram que ele queria ser uma menina.

Diário do Poder

 

O “tribunal do crime” é um estado paralelo que se impõe no Brasil

Bandidos condenaram outros bandidos à morte ontem, em um macabro “tribunal de justiçamento”, por conta da execução dos médicos na orla da Barra da Tijuca (RJ). Os criminosos mandaram matar as pessoas, e depois de elas serem executadas avisaram a polícia (o Estado) onde seus corpos estavam.

A execução bárbara acabou sendo um alívio para os agentes de segurança, pois não precisam mais lidar com o fato, considerando que os bandidos estão mortos. E você não só não vê as forças de segurança agindo para acabar com o “Estado Paralelo”, como ainda se depara com a mídia “mainstream” usando o assunto para fazer politicalha venal.

O Brasil faliu! Esqueçam possibilidade de melhora!

É o “tribunal do crime,” que se impõe pela fragilidade do Sistema de Segurança Pública  e por extensão do Governo Lula, prevalecendo a pleno vapor.

Guillermo Federico Piacesi Ramos

Advogado e escritor. Autor dos livros “Escritos conservadores” (Ed. Fontenele, 2020) e “O despertar do Brasil Conservador” (Ed. Fontenele, 2021).