“Nossos criminosos”? A frase de Lula que chocou o Brasil

Por Jayme Rizolli

O Brasil ouviu uma declaração que dificilmente passará despercebida.

Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o presidente Lula demonstrou irritação e afirmou estar triste porque autoridades americanas disseram que “nossos criminosos são terroristas”. A frase caiu como uma bomba. Não porque exista qualquer dúvida sobre a soberania nacional ou sobre o direito do Brasil de conduzir sua própria política de segurança. Esse debate é legítimo. O problema é outro. O cidadão comum não olha para PCC e Comando Vermelho e enxerga “nossos criminosos”. O brasileiro enxerga assassinos. Enxerga traficantes. Enxerga facções que aterrorizam bairros inteiros, impõem toque de recolher, recrutam jovens para o crime, executam rivais, atacam policiais e transformam comunidades inteiras em reféns do medo. São organizações que espalham violência por presídios, cidades, fronteiras e rotas internacionais do narcotráfico.

Por isso, quando um presidente utiliza a expressão “nossos criminosos”, ainda que em outro contexto, a reação popular é inevitável. Porque esses criminosos não pertencem ao povo. Não representam o Brasil. Não falam em nome das famílias honestas que enterraram filhos vítimas da violência. Não falam em nome dos policiais mortos em serviço. Não falam em nome dos moradores de periferias dominadas pelo terror das facções. Pertencem apenas ao mundo do crime. A indignação nacional deveria estar voltada contra aqueles que sequestram a paz da população e transformam comunidades em zonas de medo permanente. Nenhum brasileiro de bem considera PCC ou Comando Vermelho como “nossos”. São inimigos da sociedade. São inimigos das famílias. São inimigos da ordem pública. E quanto mais poder acumulam, mais sofrimento produzem.

O que o povo espera de seus governantes não é qualquer gesto que possa soar como complacência verbal com facções criminosas. O povo espera firmeza. Espera enfrentamento. Espera que a preocupação principal esteja sempre do lado das vítimas — jamais do lado daqueles que espalham o terror. Porque os criminosos têm donos. E esses donos são as próprias organizações criminosas. O povo brasileiro não. Se o combate ao crime organizado exigir cooperação internacional sem precedentes, que ela aconteça. O que o povo brasileiro não aceita mais é assistir ao avanço de facções criminosas enquanto autoridades parecem mais preocupadas com a forma como elas são classificadas do que com o rastro de destruição que deixam pelo país.

Jayme Rizolli

Jornalista.

 

A construção da espúria máquina de poder petista: “Conquistar o poder é diferente de ganhar eleição”

Segundo explicitamente definido pelo corrupto petista Zé Dirceu do Mensalão: “Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição”. Assim agiu o PT, e as esquerdas, durante suas décadas de existência.

Fizeram alianças com organizações das esquerdas internacionais, países governados pela esquerda, utilizaram da infiltração da Teologia da Libertação na Igreja Católica, a Comissão Pastoral da Terra, a CNBB, criaram o MST, MTST, além do domínio quase total dos sindicatos, grêmios estudantis, universidades, grandes mídias, meios artísticos, criando um enorme conglomerado de propaganda e assassinato de reputações. A medida que conquistavam cargos eletivos, como vereadores, deputados, prefeitos, governadores etc., os eleitos tinham que doar parte de seus salários para o partido (a rachadinha oficializada em regimento partidário), além dos cargos de confiança, ocupados por militantes, que também eram obrigados a “doar” partes dos salários ao partido. Quando perdiam uma prefeitura, os militantes aboletados nos cargos daquela prefeitura eram transferidos para outras prefeituras dominadas pelo PT.

Assim garantiam sempre uma militância na máquina estatal em todos os níveis. Assim conseguiam dificultar e sabotar administrações de opositores. Adversários incômodos, como Enéas Carneiro, eram prontamente ridicularizados e desqualificados por toda a máquina de assassinato de reputações, criada nessa “conquista do poder”.

Lula, um revolucionário comunista radical (apesar de nem saber o que é o comunismo, na verdade), causava medo na elite financeira nacional e teve que escrever uma “Carta ao Mercado”, prometendo manter os marcos econômicos criados durante os governos Itamar-FHC, garantindo que não promoveria aventuras revolucionárias marxistas, caso eleito. Foi criado o novo personagem “Lulinha Paz e Amor”, pelo marqueteiro Duda Mendonça, dando um certo ar de civilidade ao sindicalista radical, tosco e semiletrado, para que o mercado o aceitasse com menos resistência.

No início dos anos 2000, o PT já era uma organização enorme e bilionária, envolvido em inúmeras suspeitas de corrupção e financiamentos externos (o que é proibido pela legislação nacional). Em 2002, ano da eleição de Lula, Celso Daniel, tesoureiro da campanha, foi assassinado, logo após ameaçar denunciar “companheiros” que estavam enriquecendo através de propinas e desvios de verbas públicas. Cerca de 7 pessoas, entre testemunhas, investigadores, legista e suspeitos relacionados ao caso, foram assassinados ou misteriosamente morreram, em sequência ao assassinato de Celso Daniel.

Nesse período era proibido falar sobre o Foro de São Paulo, apesar de seus membros já presidirem a maioria dos países latino-americanos. Quem procurava documentar e divulgar o que seria o Foro, era tratado como lunático e criador de teorias da conspiração. Há uma entrevista gravada ao vivo em outubro de 2002, em plena campanha presidencial, na TV Record, em que Boris Casoy pergunta a Lula sobre suas vinculações com Fidel e Chavez, ao que Lula responde:

“O Boris, você sabe que isso é, no mínimo, uma piada de mau gosto lá, e eu te aconselho até não repetir isso no video” (sic).

Contando com todo esse aparato externo e interno, finalmente Lula é eleito presidente e assume o poder em 2002.

Pedro Possas. Médico.

 

Empresa VLI Logística confirmou morte em acidente com trabalhadores no Complexo Portuário do Itaqui

A VLI Logística confirmou o acidente envolvendo quatro trabalhadores em um silo de grãos localizado dentro do Complexo Portuário do Itaqui, em São Luís, na madrugada deste sábado (30). Os funcionários teriam sido soterrados durante uma ocorrência na estrutura usada para escoamento de grãos. Um deles morreu. Os três sobreviventes foram retirados do local nas primeiras horas da manhã e encaminhados para atendimento hospitalar. O quarto teve o óbito constatado ainda no local. Os silos da VLI integram a estrutura logística do Corredor Norte, responsável pelo escoamento de grãos produzidos no Maranhão e em estados vizinhos. As causas do acidente ainda deverão ser apuradas.

Confira a nota da VLI na íntegra:

A VLI informa que registrou uma ocorrência na madrugada deste sábado, durante uma atividade em um dos silos no Terminal Portuário São Luís (MA). O Corpo de Bombeiros e a brigada interna do porto foram imediatamente acionados para atuar no resgate. Três envolvidos foram encaminhados para atendimento hospitalar e estão fora de risco, conforme as informações mais recentes.

Lamentavelmente, foi confirmado o falecimento de um colaborador da VLI.A companhia manifesta profundo pesar pelo ocorrido e reforça que, neste momento, está integralmente dedicada ao apoio aos familiares e à apuração rigorosa das circunstâncias do acidente. As autoridades competentes foram acionadas e acompanham o caso.

Fonte: Blog Marrapá

 

O Foro de São Paulo: “nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição”

Aqui a história de Lula escancara de vez uma frase dita por Dilma Roussef, o poste de Lula: “…nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição”.

Com o fim da URSS, após a Glasnost e a Perestroika de Gorbachev, a queda do muro de Berlim, os países satélites soviéticos da América Latina perderam o financiamento de sua “galinha dos ovos de ouro”. Fidel nunca conseguiu transformar Cuba em um país autônomo. O país só produzia rum, charutos, açúcar e a população entrou em estado de miserabilidade, após o golpe de Castro, contrastando com o país próspero da época pré-revolução comunista. Fidel precisava conseguir dinheiro de alguma forma, no início da década de 90. Foi assim que Fidel teve a “brilhante” ideia de tentar reunir todos os partidos e organizações de esquerda (legais e ilegais, como as FARCs p.ex.), para tentarem conquistar a hegemonia de poder na América Latina, substituindo a extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) pela URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).

A URSAL, tratada como teoria da conspiração pela mídia amestrada, nunca existiu oficialmente, apesar de funcionar na prática através da UNASUL e do Foro de São Paulo (de explícito viés marxista), que sempre buscaram a união “política, social, cultural, econômica e de infraestrutura” entre os países membros da América Latina. O Foro de São Paulo, criado por Fidel e Lula, no início dos anos 90, teve reuniões anuais durante toda a década, procurando dominar todos os países da região, atingindo seu ápice entre os anos 2000 e 2010, quando conquistaram o poder em 18 países ou 90% dos 20 países soberanos da AL. O projeto sempre foi buscar a hegemonia do poder e a submissão das soberanias nacionais aos ditames do “Foro”, conforme a dita “teoria da conspiração” da URSAL.

Segundo denunciou Juan Reinaldo Sanchez, ex-segurança de Fidel, em seu livro “A Face Oculta de Fidel Castro”, o ditador já utilizava financiamento do narcotráfico como fonte de renda para seu regime. Leonardo Coutinho, em seu livro “Hugo Chavez, o espectro: Como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global”, narra como Chavez foi convencido por Fidel a se associar ao narcoterrorismo, com fins revolucionários, para combater o “imperialismo estadunidense”.

“…podemos fazer o diabo…”

Lula perdeu 3 eleições presidenciais na década de 90, mas ajudou a criar uma das maiores e mais poderosas organizações marxistas-narcoterroristas do mundo: O Foro de São Paulo.

Pedro Possas. Médico.

 

Direita articula retomada de sanções americanas contra Alexandre de Moraes

Em ofensiva nos EUA, aliados de Bolsonaro denunciam abusos do STF. Interlocutores e aliados políticos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificaram os esforços diplomáticos e políticos em Washington para que o governo dos Estados Unidos reative as sanções baseadas na Lei Global Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. 

A ofensiva ocorre em solo americano e busca restabelecer as punições financeiras e as restrições de viagem que haviam sido aplicadas ao magistrado. A movimentação é liderada pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pelo empresário Paulo Figueiredo, que cumprem agendas estratégicas na capital americana. 

Em reuniões com autoridades governamentais e parlamentares do Partido Republicano, a comitiva brasileira tem apresentado denúncias e relatórios que apontam supostos abusos de autoridade, violações de direitos humanos e censura prévia a perfis conservadores e a empresas de tecnologia dos EUA por parte do Judiciário brasileiro.

A Lei Global Magnitsky é um mecanismo da legislação americana utilizado pelo Departamento de Estado e pelo Tesouro dos EUA para punir cidadãos estrangeiros acusados de corrupção ou de violações graves aos direitos fundamentais. As sanções decorrentes dessa norma preveem o congelamento de bens e ativos financeiros sob jurisdição norte-americana, além do cancelamento de vistos e da proibição de ingresso no país. 

O ministro Alexandre de Moraes havia sido incluído na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) em meados de 2025, mas as penalidades foram suspensas pelo governo americano em dezembro do mesmo ano. Paralelamente à pressão pelo retorno da Lei Magnitsky, a comitiva obteve avanço em outra pauta considerada prioritária para a segurança nacional e para o espectro político de direita: a designação oficial das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas por parte da administração de Donald Trump. 

O reconhecimento formal das duas maiores organizações criminosas do Brasil como entidades terroristas internacionais eleva o nível de cooperação e monitoramento financeiro global por parte das agências americanas. Os articuladores da oposição apontam que as duas medidas (a classificação das facções e o pedido de retomada das sanções a Moraes) enfraquecem a narrativa do atual governo federal e dão visibilidade internacional às denúncias sobre a fragilização institucional do país. 

No plano político doméstico, os aliados avaliam que o avanço dessas pautas em Washington fortalece o posicionamento da direita e projeta a pré-campanha de Flávio Bolsonaro rumo aos próximos pleitos eleitorais. Por outro lado, integrantes do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores manifestaram forte oposição às movimentações em solo americano. 

O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Celso Amorim, emitiu uma nota oficial criticando as medidas adotas pelos EUA. Embora tenha reconhecido a necessidade de combater o crime organizado de forma conjunta, o ex-chanceler rechaçou a inclusão de grupos nacionais em listas de terrorismo e classificou as iniciativas como “pretextos para intervenção estrangeira” inaceitáveis na soberania do Brasil.

Mesmo diante das críticas do governo federal e da resistência do meio jurídico, os aliados do bloco conservador confirmaram que a reaplicação da Lei Magnitsky continuará sendo uma pauta permanente nas próximas agendas oficiais nos Estados Unidos. A estratégia visa manter os holofotes do Congresso americano sobre a condução das investigações e dos inquéritos conduzidos pelo STF no Brasil.

Diário do Poder

 

Escancarada obstrução da Justiça no caso Lulinha impõe intervenção do ministro André Mendonça

Inicialmente, o delegado que comandava o caso Lulinha foi afastado do caso, numa manobra sinistra da direção da PF petista, sem justificativa plausível. No decorrer desta semana, mais uma notícia bombástica e preocupante. O informante que denunciou Lulinha no escândalo do INSS estaria com medo e recuou do que disse. Diante disse, surge o questionamento do jurista André Marsíglia:

“O que o ministro André Mendonça, relator, espera para determinar a investigação de todos os envolvidos por eventual obstrução de justiça?

Falta o quê? Espero que não seja de coragem.”

 Força ministro André Mendonça!

Jornal da Cidade Online

Brasileiro trabalhou de janeiro a maio, só para pagar impostos ao governo Lula

Termina neste sábado (30) os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos. Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006. Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, controlava a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou.

Só subindo

Em 2023, o brasileiro passava 40,27% do ano ralando para bancar impostos. Passou para 40,71% (2024), 40,82%, aos atuais 41,10%.

Tudo em vão

O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, diz que a carga é alta, mas a população não percebe um retorno proporcional em serviços públicos.

Labuta dobrada

Em 1986, início da série histórica, eram 82 dias trabalhados, número que chegou a cair para 74 (1987) e até 73 (1988). Hoje, são 150 dias.

Herança de Haddad

O instituto destaca alguns dos vilões que turbinaram a arrecadação, como aumento de tributação sobre fintechs e a taxa das blusinhas.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lula e a defesa insana às organizações terroristas PCC e CV

Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta sexta-feira ter ficado “triste” com o anúncio de que o governo dos Estados Unidos passarão a considerar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.O petista lembrou que em sua reunião com Trump, há três semanas, o secretário do Departamento de Estado, Marco Rubio, não participou. Rubio foi o responsável pelo anúncio sobre o PCC e o CV, um dia após ter encontrado Flávio.

“Seu Marco Rubio não estava lá. Possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar o filho de um bolsonarista, que é candidato a eleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria, ir nos Estados Unidos pedir intervenção americana do Brasil”, afirmou.

Causa estranheza tamanha a ira em prol da bandidagem. Isso faz lembrar os tais ‘diálogos cabulosos’.

Jornal da Cidade Online

 

Lula e a defesa insana das organizações terroristas PCC e CV

Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta sexta-feira ter ficado “triste” com o anúncio de que o governo dos Estados Unidos passarão a considerar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.O petista lembrou que em sua reunião com Trump, há três semanas, o secretário do Departamento de Estado, Marco Rubio, não participou. Rubio foi o responsável pelo anúncio sobre o PCC e o CV, um dia após ter encontrado Flávio.

“Seu Marco Rubio não estava lá. Possivelmente porque ele tivesse preparado para ajudar o filho de um bolsonarista, que é candidato a eleição aqui nesse país, que não tem vergonha na cara de trair a nossa pátria, ir nos Estados Unidos pedir intervenção americana do Brasil”, afirmou.

Causa estranheza tamanha a ira em prol da bandidagem. Isso faz lembrar os tais ‘diálogos cabulosos’.

Jornal da Cidade Online

Sorria. Você é saqueado à luz do dia

*Marli Gonçalves

Ah, sorria. Tranquilo. Os assaltos que sofre, até sua morte, tudo será filmado. Quem matou, quem assaltou, faltou dar tchauzinho para a câmera. E só. Cuidado que também agentes americanos logo poderão estar nos vigiando. Tomara que usem aqueles ternos xadrez pavorosos, óculos escuros e bigodes que nos ajudavam a identificar os ridículos agentes da ditadura.

Em Pinheiros, bairro que era bem legal aqui de São Paulo, a população apavorada com tantos assaltos e mortes instalou uma faixa: “Cuidado! Trecho com alto índice de assalto por motoqueiros. Fiquem atentos!”. Não é que em menos de duas horas apareceu gente da Prefeitura para arrancar, com o prefeito tendo a coragem de alegar que ela feria o projeto Cidade Limpa? Tapa na cara. Vocês, se não são daqui, não imaginam a atual situação da cidade, totalmente coberta por faixas, propagandas, telas, postes, tabuletas cheias de avisos de um tudo, videntes amarrando amores, reformas de sofás e tapetes, e claro, tabuletas de venda dos prédios horrorosos que estão sendo fincados em todos os espaços.

Pensam mesmo que somos todos idiotas e a situação se espalha pelo país nesse terrível ano eleitoral que já enfrentamos. Ora!!! Tão legais.Não, não tiraram a faixa por conta de pressão dessas construtoras e incorporadoras que devem estar em pânico com a desvalorização do bairro por conta da violência. Não, imagine! Como são atentos e ágeis os fiscais dessa subprefeitura! – não veem mais nada, árvores sendo destruídas, lixo por todos os cantos, calçadas esburacadas, etc, etc, etcetera. Prender esses que fazem a “coleta diária” – motoqueiros que não entregam – buscam, recolhem, armados e em bando – celulares e alianças, ah, isso já é outra história. Depois de casos mais violentos aparecem patrulhas ruidosas, previamente avisadas para “espantar” o perigo, e logo deixadas de lado. Até que um próximo caso pavoroso ocorra.

Enquanto isso o prefeito Ricardo Nunes está dando pulos “dessa altura” por ter tido suspenso o milionário e sem sentido projeto da tal Times Square no centro da cidade, painéis quilométricos de led, estes sim, tentativa de tiro de morte contra o Cidade Limpa. Que suspenso continue.

Outra coisa: deve ter gente por aí achando o máximo a notícia de que o Coisinha com Sobrenome candidato à Presidência e já pego bem antes com a boca na botija, querendo disfarçar e andando como lacaio lá pelos Estados Unidos, festeje que Donald Trump ordene que sejam consideradas organizações terroristas as facções criminosas tipo PCC, CV e outras letras. Abrindo caminho para sérios (e ainda desconhecidas formas e dimensão) ataques à nossa soberania, economia e segurança. Medida que vêm sendo seriamente, e com razão, contestada pelos maiores especialistas locais e mundiais no assunto. Nossas organizações criminosas são antes de mais nada ladrões, muitos com apelidos extravagantes que se espalharam, mas com o poder dos milionários que as sustentam e formas que vemos serem desmascaradas diariamente nas imediações da Faria Lima e no mundo mágico dos “influenciadores”, bets e fintechs. Mais as milícias nascidas justamente no ninho das altas organizações políticas e policiais que tomaram alguns Estados, como o Rio de Janeiro. Tipo a do amigo do Coisinha, o ex-governador Cláudio Castro que acaba de ver reveladas suas estrepolias com Daniel Vorcaro, do Banco Master, como nas festas vespertinas em NY, como dito, “só com homens, 10, para degustar whisky”, ao custo de um milhão de dólares. Faz a conta.

Pior: fotos mostram agora a presença nesses rendez-vous de muitos parlamentares. Incrível: quase todos do PL! Já pensaram se o feitiço vira contra o feiticeiro e mais essas letrinhas, e outras, acabem consideradas organização criminosa? Bye byeCoisinha com Sobrenome, amigos e “parentes”.

Marli Gonçalves – Jornalista, cronista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano, Coleção Cotidiano, Editora Contexto