CGU, MPF e PF no indevido saque do Auxílio Emergencial por 84 mil servidores públicos de São Luís e do Estado

A Controladoria Geral da União, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal com o apoio do Tribunal de Contas do Estado vão chegar aos 84 mil servidores públicos municipais e estaduais, que efetuaram saques indevidos do Auxílio Emergencial de R$ 600,00, destinados a pessoas carentes e trabalhadores informais, que ficaram praticamente sem renda com a pandemia do covid-19.

Ao constatar o considerável número de pessoas que efetuaram saques em São Luís, a Controladoria Geral da União foi acionada e através de um cruzamento das folhas de pagamento da prefeitura de São Luís e do Governo do Estado, constatou a origem do rombo de R$ 62 milhões nos cofres do governo federal.

A participação do Ministério Público Federal e da Polícia Federal é decorrente de que estão sendo procedidas investigações com vistas a identificar possíveis casos de fraudes nos saques dos benefícios, o que poderá resultar em prisões e denúncias do Ministério Público a Justiça Federal .

Para a superintendente da Controladoria Geral da União no Maranhão, Leylane Maria da Silva, todas as providências estão sendo adotadas para o ressarcimento do dinheiro sacado indevidamente, observando que as pessoas que receberam devolvam o quanto antes e faça a devida informação, haja vista que todos os 84 mil servidores públicos já foram identificados. Quem se recusar a devolver o dinheiro deverá enfrentar sérios problemas com a Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal, registra a superintendente. A devolução de maneira amigável com o reconhecimento de uma atitude indevida é o caminho correto, afirmou Leylane Maria da Silva, superintendente da CGU.

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