Quando estamos a menos de duas semanas das eleições, a temperatura subiu com denuncias de parte a parte dos candidatos, principalmente dos candidatos que disputam os cargos majoritários.
Estão sendo disparados petardos de todos para todos e a perspectiva é que muita munição venha ser detonada até o final da propaganda, com o objetivo de denegrir adversários e assim entendem que podem conquistar o eleitorado.
Nas últimas horas foi tornado público por decisão judicial um dossiê com denuncias com supostas práticas de falsidade ideológica, estelionato e violência contra mulheres, muito bem ligados a uma candidata a cargo majoritário, que defende de maneira voraz a Lei Maria da Penha e abomina com contundência a corrupção, mas que acabam se tornando contraditórios nos seus discursos, diante dos fatos que a envolvem por laços bem estreitos. Pela seriedade das denúncias, a resposta com o silêncio é bastante comprometedor, uma que ela havia tentado uma censura prévia para impedir a divulgação pela imprensa, mas a justiça liberou o dossiê.
Há também casos de parlamentares que disputam cargos protegidos por mandatos, embora pesem sobre eles acusações pertinentes de corrupção e assim a criminalidade continua viva e causando males terríveis para a população e enriquecendo muitos bandidos dentro dos parlamentos estadual e federal.
A verdade é que a campanha está polarizada entre três grupos políticos e em todos eles existem bandidos protegidos por mandatos, sendo que as proporções não merecem avaliações, tendo em vista que uma laranja podre estraga um cesto e assim sucessivamente, mas mesmo assim os sujos continuam falando dos maus lavados.
