A ultrajante vitória da política do “toma lá, dá cá” no senado

O embate entre Rogério Marinho e Rodrigo Pacheco parecia que seria disputado voto a voto. No entanto, o governo Lula entrou em campo com o “toma lá, dá cá” e a velha política venceu a batalha com negociatas de votos por cargos e outros interesses, numa demonstração vergonhosa de que a corrupção continua bem acesa.

Ao final, o placar ficou em 49 a 32 votos favoráveis a Pacheco, contra Marinho. A boa notícia do dia, é que a nova direita formou uma bancada renovada e este é o principal legado de Bolsonaro.

Os parlamentares conservadores não deixarão este governo ter vida fácil, com a observância quanto as questões, em que o senado tem o dever e a responsabilidade de posicionar diante dos vergonhosos engavetamentos de pedidos de impeachment de ministros do STF e mais recente do presidente da república.

Emílio Kerber Filho

Escritor. Jornalista. Autor dos livros “O Mito – Os bastidores do Alvorada”, “O Mito II – O inimigo agora é outro” e “O Mito III – Temos um presidente motoqueiro”.

 

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