Correios no governo Lula registra rombo de R$ 5,4 bilhões apenas no 1º semestre de 2026

No atual governo Lula, o rombo saltou de R$597 milhões em 2023 para R$2,6 bilhões em 2024 e R$8,5 bilhões em 2025. Os Correios registrou prejuízo de R$5,4 bilhões somente no primeiro semestre de 2026, sinalizando que até o fim do ano esse rombo deverá chegar aos 11 bilhões de reais. Os números do desastre estão em balancete prévio que, como sempre, o governo deixou vazar na calada do fim de semana. No segundo trimestre, o rombo foi de R$2,2 bilhões. As receitas não aumentaram e nem compensam despesas acima do razoável, agravadas por juros de empréstimos de R$12 bilhões e provisões judiciais. O Correios segue no fundo do poço.

Essa sangria não é casual. Sob o governo Lula (PT), o rombo explodiu: de R$597 milhões em 2023 para R$ 2,6 bilhões em 2024 e R$8,5 bilhões em 2025 — o pior da história. Acumulam-se mais de R$ 11 bilhões em perdas desde 2023. A empresa, que lucrou R$ 3,7 bilhões em 2021, foi retirada do Programa Nacional de Desestatização logo no início do mandato petista, interrompendo qualquer chance de saneamento via privatização. O histórico de desacertos é longo e estrutural. Desde o mensalão de 2005, originado em esquemas de propina nos Correios no primeiro governo Lula, a estatal serve de instrumento político: loteamento de cargos, indicação de aliados sem expertise técnica, aparelhamento sindical e corporativo.

O pagador de impostos banca o prejuízo por meio de garantias do Tesouro Nacional e novos empréstimos, tudo porque o governo não quer admitir o próprio fracasso nos Correios. Manter uma máquina deficitária e politicamente aparelhada só perpetua o desperdício de dinheiro público e favorece a corrupção política.

Diário do Poder

 

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