Reabertura de convênio do INSS com a Contag, atolada na roubalheira favorece interesse do PT

O escândalo das falcatruas do INSS nem esfriou e está retornando. O órgão reativou um acordo de cooperação técnica celebrado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). A entidade, historicamente ligada ao PT, está no centro do escândalo da ‘Farra do INSS’.

A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (2) e é assinada pela presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira. A medida torna sem efeito a rescisão unilateral assinada em 16 de abril, em um dos primeiros atos da atual gestão. Pois bem, bastou o governo Lula reabrir esse nefasto convênio para que os benefícios que deveriam ser pagos no dia 2, não fossem honrados. Noutras palavras, recontrataram quem roubou e o caixa já travou. Mera coincidência.

Jornal da Cidade Online

 

A “atmosfera” predominante no STF no escândalo bilionário do Banco Master

O STF vai criar a atmosfera para silenciar Vorcaro e enterrar o escândalo do Master. Parte do Congresso já está ajudando, e muitos acordos serão construídos no intuito de que várias partes de todos os espectros saiam com alguma vantagem. Foi assim com Daniel Dantas. Não existem punições, apenas exposição. Não é hora de cobrar aliados ou fazer depuração. Flávio tem de emitir notas e não falar mais nada de Vorcaro. Deve existir uma construção entre centro direita e direita para focar na exposição dos crimes e erros de Lula. Esse é o jogo certo.

Victor Vonn Serran

Articulista

 

Brasileiro paga até pré-escola para servidor do TSE

Entre as inúmeras regalias e benesses que o pagador de impostos tem que se virar para bancar para servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), direito muitas vezes negado ao brasileiro comum, está até a “assistência pré-escolar”. A regalia ajuda a engordar os já generosos salários da turma que está na elite do serviço público e garante mais R$1.288,47 aos beneficiários. Este ano, o TSE só publicou a gastança referente ao mês de abril, que turbinou vencimentos de 155 servidores.

Atletas de rodízio

A turma do TSE não tem do que reclamar: só de “auxílio alimentação”, cada servidor ganhou R$1.860,51 em um mês, quase R$90 por dia útil.

Para todos

A casta tem filhos, mas quem banca a creche ou a “pré-escola” são os pagadores de impostos. Além dos R$791,21 de auxílio-odontológico.

Todos pendurados

A conta da assistência médica e odontológica é muito maior, já que entram na fatura 1.232 titulares o outros 2.060 dependentes.

Diário do Poder

 

Lula vai pagar com dinheiro do povo advogado nos EUA para defender Alexandre de Moraes

O tribunal federal da Flórida pode não reconhecer legitimidade da AGU, a Advocacia-Geral da União, na defesa de Alexandre de Moraes na ação das empresas Rumble e Trump Media. A AGU é órgão do Poder Executivo, subordinado a Lula (PT) e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, na prática, a AGU se limitará a contratar advogado americano. Em dólares. Advogados quase de ponta com atuação na Flórida cobram de US$300 a US$600 (R$3.120) a hora, mas grandes firmas (“big law”) só se mexem a partir de US$1.000 (R$5,2 mil) e as “top partners” ultrapassam US$1.300 (R$6.760) a hora. A depender da duração, processo desse tipo pode custar milhões de dólares.

Alô, Constituição

A AGU recebeu ordens do presidente do STF para defender Moraes, mas é órgão da Presidência, não presta obediência ao chefe do Judiciário.

Pode isso, STF?

A separação de poderes, pilar da Constituição de 1988, impede que um poder utilize recursos do outro para fins corporativos ou pessoais.

Primeira Emenda

Moraes é acusado de expedir ordens de censura, inclusive secretas, que violam a Constituição dos EUA, garantidora da liberdade de expressão.

Rota para o brejo

Sem rever ou debater as decisões de Moraes, o regime opta por uma rota que mistura Poderes e expõe o contribuinte a custos muito elevados.

Coluna do Claudio Humberto

 

Diário Oficial dos EUA confirma o PCC e o CV como organizações terroristas

O governo dos Estados Unidos oficializou, com publicação em seu diário oficial desta sexta-feira (5), a inclusão do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras. A decisão foi publicada no Federal Register, equivalente ao Diário Oficial americano, é assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio. No documento, o governo americano afirma haver elementos suficientes para enquadrar as duas facções brasileiras na legislação antiterrorismo dos EUA, alegando que os grupos representam ameaça à segurança nacional, à política externa e aos interesses econômicos do país. Com a medida, PCC e CV passam a ser tratados dentro do mesmo arcabouço jurídico utilizado por Washington contra organizações terroristas e grupos criminosos transnacionais.

A classificação permite o bloqueio de bens e ativos eventualmente ligados às facções em território americano, além de restringir transações financeiras, ampliar mecanismos de cooperação internacional e impedir a entrada de integrantes dos grupos nos Estados Unidos. Instituições financeiras também ficam obrigadas a informar às autoridades qualquer movimentação suspeita relacionada às organizações. Além da lista de Organizações Terroristas Estrangeiras, as facções também foram incluídas na categoria de Terroristas Globais Especialmente Designados, ampliando o alcance das sanções financeiras e restrições impostas pelo governo americano.

Jornal da Cidade Online

 

Governo Lula bate recorde histórico com 3 milhões de trabalhadores na fila do INSS

Enquanto o Palácio do Planalto infla cargos comissionados milhões de brasileiros enfrentam espera recorde e total abandono na Previdência Social.

O governo federal descumpriu as metas estabelecidas para a Previdência Social e permitiu que a fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atingisse o maior patamar de sua história. De acordo com os dados estatísticos da autarquia, o volume de requerimentos pendentes escalou até registrar a marca de aproximadamente 3 milhões de solicitações aguardando resposta. O cenário contrasta diretamente com os compromissos assumidos pela atual gestão de zerar o estoque de pedidos e reduzir o tempo de atendimento aos cidadãos.

Desde a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o represamento de benefícios previdenciários e assistenciais apresentou uma tendência de crescimento acentuado. Relatórios técnicos apontam que o estoque total de processos acumulados sofreu um incremento superior a 100% em relação ao início do mandato. Entre as principais categorias afetadas pelo atraso nas concessões estão os pedidos de aposentadoria por tempo de contribuição e idade, pensões por morte e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), voltado a idosos de baixa renda e pessoas com deficiência.

A deterioração dos índices de atendimento do INSS ocorre em paralelo a problemas na execução orçamentária do Ministério da Previdência Social.

O Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social, lançado com o objetivo de remunerar servidores e peritos médicos por tarefas extraordinárias e mutirões de atendimento, sofreu interrupções provocadas por restrições fiscais e falta de repasses. Sem a manutenção dos bônus de produtividade e com limitações na estrutura tecnológica da autarquia, o ritmo de análise de novos requerimentos não acompanhou o fluxo diário de entradas no sistema.

A retenção das análises administrativas e a demora no agendamento de perícias médicas obrigatórias geraram desdobramentos no âmbito de fiscalização do Estado. O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil público para apurar a responsabilidade administrativa pela lentidão crônica do órgão.

A investigação foca nas deficiências de gestão interna, na centralização decisória e nos critérios adotados na triagem de segurança dos benefícios, que acabaram ampliando o tempo médio de concessão para além do prazo legal de 45 dias acordado com o Tribunal de Contas da União (TCU). O expressivo represamento de 3 milhões de processos acabou funcionando de forma temporária como um freio artificial sobre as despesas obrigatórias da União, uma vez que o desembolso com novos benefícios foi postergado. Contudo, a necessidade posterior de processar o estoque acumulado gerou um impacto fiscal concentrado, forçando o Palácio do Planalto a promover bloqueios orçamentários bilionários em áreas como Defesa, Cidades e Educação para acomodar a posterior explosão de gastos previdenciários e o pagamento de retroativos.

Além do gargalo operacional, o período foi marcado por polêmicas na governança da autarquia, incluindo denúncias e investigações sobre descontos associativos não autorizados diretamente nas folhas de pagamento de aposentados. Enquanto os segurados enfrentam longos meses de espera por respostas, a estrutura administrativa do INSS registrou aumentos na ocupação de cargos comissionados e funções gratificadas, sem que essas nomeações se traduzissem na eficiência necessária para reverter o recorde histórico de pendências.

Diário do Poder

 

Josimar condenado, quer eleger esposa, filho e sobrinhos e manter influência política no Maranhão

Do Blog Marrapá

Fora da disputa eleitoral e, por consequência, da Câmara dos Deputados a partir de fevereiro do próximo ano, além da iminente prisão por condenação por corrupção, Josimar Maranhãozinho (PL) traçou uma estratégia familiar para manter influência nos legislativos estadual e federal. O plano é eleger a esposa Detinha, o filho Josimar Júnior e os sobrinhos Aldir Júnior e Fabiana Vilar, todos pelo PL, partido comandado por ele no Maranhão.

Atualmente deputada federal, Detinha deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, cargo que já ocupou antes de chegar à Câmara dos Deputados com a maior votação do Maranhão em 2022. O movimento também mira o fortalecimento do PL no Palácio Manuel Beckman e uma eventual disputa pelo comando da Mesa Diretora. Já Josimar Júnior deve estrear nas urnas concorrendo ao mesmo cargo. Na Câmara Federal, o grupo deve apostar nos nomes de Fabiana Vilar e Aldir Júnior. Deputada estadual, a sobrinha do “Moral da BR” faria o caminho inverso ao de Detinha. A parlamentar terá o primo Aldir Júnior, vereador por São Luís, como dupla. Caso a engenharia política seja referendada pelas urnas, Josimar terá um membro a mais da família em relação aos atuais três integrantes com mandatos a nível estadual.

Fonte: Blog do Marrapá

 

Flávio Bolsonaro pede ao STF afastamento de Alexandre de Moraes e imparcialidade no Master

Defesa cita repasses do Banco Master ao escritório da esposa do ministro e pede redistribuição do caso. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ministro Alexandre de Moraes seja declarado suspeito para atuar em procedimentos relacionados ao empresário Daniel Vorcaro e ao Banco Master. A petição foi apresentada após Moraes encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido do deputado Lindbergh Farias para apuração de supostas ligações entre Vorcaro e o senador. O requerimento do parlamentar petista tem como base o financiamento da cinebiografia “Dark Horse” que narra a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na ação, a defesa de Flávio sustenta que existem elementos que recomendam o afastamento de Moraes do caso para preservar a imparcialidade do julgamento. Os advogados citam informações da Receita Federal segundo as quais o Banco Master teria pago cerca de R$ 80 milhões ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, por serviços prestados. Os representantes do senador afirmam que não fazem qualquer acusação ou juízo de valor sobre a relação entre o magistrado e o empresário, mas argumentam que a legislação processual exige o afastamento de autoridades judiciais sempre que houver circunstâncias capazes de levantar dúvidas sobre a imparcialidade da condução do processo.

O pedido ganhou força após a divulgação de mensagens trocadas entre Flávio e Vorcaro, nas quais o senador solicitou ao banqueiro a destinação de recursos para a produção do filme sobre Bolsonaro. Para a defesa, entretanto, eventuais apurações devem ocorrer sob a relatoria de outro ministro da Corte. Por isso, os advogados solicitaram que o pedido formulado por Lindbergh Farias seja redistribuído ao ministro André Mendonça, afastando Alexandre de Moraes de qualquer decisão relacionada ao caso.

Diário do Poder

 

André Mendonça defende autocontenção judicial e pede respeito ao Poder Legislativo

Ministro do STF ainda criticou os que defendem o ativismo judicial quando é conveniente.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (5) que o Judiciário deve respeitar o Poder Legislativo. “Os tribunais devem respeitar as leis. Ela é a sua fonte, a sua matriz de interpretação e aplicação do Direito. O que defendo é a justa aplicação da lei. Ela não é só um detalhe, ela é essencial. É a garantia para que haja igualdade e liberdade”, ressaltou o magistrado ao participou do XVI Simpósio de Direito Constitucional no Teatro Guaíra, em Curitiba.

O ministro também defendeu uma atuação pautada pela autocontenção judicial e pelo fortalecimento do princípio da legalidade. “Eu tenho defendido uma atuação pela perspectiva da autocontenção, o que significa o fortalecimento do princípio da legalidade. Entendo que a legalidade é essencial para a segurança jurídica do País e também para o desenvolvimento em todos os setores da sociedade”, afirmou.

André Mendonça ainda avaliou que a relação entre os Poderes vive um momento de tensão e que esse cenário exige maior respeito às decisões tomadas pelo Legislativo.

“Hoje eu entendo que há uma situação de tensão na relação entre os Poderes e isso passa, volto a dizer, pelo fortalecimento do princípio da legalidade”, disse. “A lei tem como sua origem o Poder Legislativo. Não cabe ao Poder Judiciário, além da interpretação, ter um papel criativo ou inovador em torno da legislação. Esse talvez seja hoje o grande ponto de tensão entre os Poderes: o respeito, por parte do Judiciário, àquilo que é promulgado ou legislado a partir de uma decisão no âmbito do Legislativo”, destacou.

Ele ainda criticou os que defendem o ativismo judicial quando é conveniente e reforçou o seu posicionamento citando um exemplo prático. “Eu sou crítico a isso. E pergunto a esses que defendem o ativismo se são realmente favoráveis. Alguns dizem sim. Mas daí volto a questionar: e se em 10 anos mudar a composição do STF e houver uma maioria considerada conservadora? Você continua a favor do ativismo judicial? Essas pessoas respondem não. Ou seja, o ideal de Justiça não pode ser circunstancial”, afirmou.

O XVI Simpósio de Direito Constitucional segue até sábado e conta com a participação de juristas, magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores, pesquisadores e estudantes de diversas regiões do Brasil.

Diário do Poder

A desmoralização da Justiça brasileira: Perdão a Monique e condenação de Débora do batom

Desproporcional e inaceitável. A cabeleireira que escreveu “Perdeu, mané” condenada a 14 anos de prisão. A mãe que matou o filho de apenas 4 anos, perdão judicial concedido. Esse é só um exemplo das incoerências que estão desmoralizando a Justiça brasileira.

Na web, internautas contestaram a rigidez aplicada pela Suprema Corte no caso de Débora e a ausência do mesmo nível de severidade na aplicação de uma punição contra Monique. O grau de benevolência judicial usado ao aplicar o perdão para a mãe de Henry Borel não foi utilizado em favor de Débora. O detalhe é que a cabeleireira tem dois filhos ainda crianças que necessitam da presença e do carinho da mãe. Monique, por sua vez, teve participação no assassinato do seu filho.

O deputado Nikolas Ferreira fez uma das mais contundentes manifestações criticando essa situação. De fato, é incompreensível.

 

Jornal da Cidade Online