Governador Claudio Castro deixou o ministro Alexandre de Moraes sem ação no encontro realizado no Rio de Janeiro

O governador do Rio de Janeiro recebeu nesta segunda-feira (3) o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes chegou ao local da reunião acompanhado do seu assessor Wellington Macedo. Pelo governo do Rio estavam, além do governador Castro, o secretário de Segurança Pública, Victor Santos; o secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes; o secretário da Polícia Civil, Felipe Curi; o secretário de Polícia Judicial, Marcelo Schettini; o diretor do Instituto Médico Legal, André Luís Medeiro; o procurador-geral do Estado, Renan Miguel Saad, e o representante do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Antonio Edílio.

Segundo informações, a reunião começou sob forte tensão. Alexandre de Moraes teria ao seu estilo, feito cobranças a partir da sua percepção de que as determinações do STF na ADPF das Favelas não haviam sido respeitadas, além do seu conhecido autoritarismo.

No decorrer do encontro, contudo, o próprio governador e os secretários de Segurança Pública e da Polícia Civil teriam feitos esclarecimentos, apresentado documentos e explicado todo o planejamento e execução da operação, o que desarmou Alexandre de Moraes, se havia a intenção de intimidação. Assim, tudo terminou bem e em razão de tudo o que foi apresentado e da necessidade das ações, relatado pelo governador Castro, o ministro do STF, emudeceu. Foi literalmente desarmado.

Jornal da Cidade Online

 

A metódica destruição da democracia

“Quando o justo governa, o povo se alegra; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” Provérbios 29:2.

Infelizmente a sabedoria milenar, expressa na Bíblia, é arrogantemente ignorada e menosprezada pelos que se autointitulam como sendo as “elites intelectuais” de nossa era. Fazem com o conceito de “democracia” o mesmo que o bêbado faz com a bituca do cigarro.

Esculhambação com método. Diferentemente do bêbado, que até tem a intenção de acender o cigarro, acabando por destruí-lo, nossos “intelectuais” destroem a democracia metodicamente, para possibilitar que um ímpio domine seu povo. O resultado todos estamos vendo. Nem é necessário exemplificar a total inversão de valores em que vivemos.

Se “intelectuais”, educadores, sociólogos, historiadores, antropólogos, filósofos, etc, se preocupassem realmente com as gerações futuras, permanece a questão: Em qual matéria do curriculum escolar é ensinado às crianças como avaliar se um candidato é justo ou ímpio?

“Ah! Fundamentalismo, fanatismo, obscurantismo, a verdade é relativa, não existe certo e errado, tudo é questão de perspectiva….”

Sim, é exatamente esse o discurso que nos levou à essa catástrofe, na qual um governo de ímpios defende terroristas assassinos e tenta reprimir os que ainda têm coragem de enfrentar esses bandidos.

Não sei qual é o conceito de PAZ, para os relativistas.

Para mim é a harmonia entre sentimentos, pensamentos e ações.

Isso é PAZ, mesmo que para isso, seja necessário a utilização da força.

O combustível que nos move é inesgotável, incomparável ao dos ímpios.

Lutamos para defender o que conquistamos: nossa família, nossas propriedades e nossa fé.

Nunca perderemos esse combustível, nem desistiremos.

Mesmo que tenhamos que sofrer, ou morrer, por isso.

Os ímpios lutam por grana, poder e para destruir seus inimigos.

Funciona por um tempo, mas logo o combustível acaba.

Estamos chegando nesse tempo.

Talvez, nossa maior responsabilidade seja ensinar às próximas gerações, NUNCA MAIS PERMITIREM QUE ÍMPIOS ASSUMAM O GOVERNO.

Se conseguirmos deixar esse legado, teremos cumprido nossa missão.

Pedro Possas. Médico.

 

“Alexandre de Moraes busca assumir o comando informal da segurança pública do Rio de Janeiro,” afirma jurista

O advogado André Marsiglia, comentou a ida do ministro Alexandre de Moraes ao Rio de Janeiro para realizar audiências com autoridades públicas envolvidas na recente operação policial. Para o jurista, “Moraes busca assumir o comando informal da segurança pública do Rio”

Marsiglia revelou ponto a ponto os planos do ministro:

1) A ADPF serve para discutir teses abstratas, não para produzir provas e julgar autoridades. A convocação de audiências é medida abusiva e inconstitucional. O ministro poderia, no máximo, requisitar informações, jamais interrogar as autoridades públicas.

2) Interrogatórios competem à polícia e ao Ministério Público, não ao Supremo Tribunal Federal, menos ainda em uma ADPF.

3) As audiências, em parte ocorridas a portas fechadas, suprimem o caráter público exigido de atos judiciais. Parte da imprensa noticiou os encontros como reuniões políticas, o que demonstra a percepção de ilegitimidade dos atos de Moraes.

4) Na prática, Moraes busca assumir o comando informal da segurança pública do Rio, esvaziando a autoridade do governador Cláudio Castro, potencial nome ao Senado, e cumprindo a ambição do governo federal de centralizar o controle estadual sobre a segurança pública.

5) A permanência de Moraes na relatoria da ADPF das Favelas pode ser a consolidação de um instrumento de intervenção permanente nos estados. Por “prevenção”, ele poderá, em processos correlatos, impor ordens a qualquer governador que ouse exercer sua autonomia constitucional da segurança pública

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‘Comando Vermelho’ exerce ditadura nas favelas, diz autor de ‘Tropa de Elite’

Ex-capitão do Bope diz que favelas vivem situação de autêntica guerra civil

O ex-capitão do Bope da Polícia Militar do Rio de janeiro, Rodrigo Pimentel, especialista em segurança pública, afirmou neste domingo (2) ao programa Canal Livre, da Band, que os bandidos do Comando Vermelho impõem um regime de “ditadura local” aos moradores das favelas cariocas e que o Estado vive uma guerra civil.

Autor de livro que serviu de base ao filme “Trope de Elite”, do qual foi um dos roteiristas, Pimentel discorreu durante a entrevista sobre os fatos ocorridos na megaoperação policial contra o CV nos Complexos da Penha e do Alemão no último dia 28.

“Não se trata mais de polícia e ladrão, se trata de um conflito armado não internacional”, disse ele, para justificar sua convecção de que o Rio de Janeiro vive uma situação de guerra civil.

“É uma verdadeira guerra civil. Guerra irregular. É uma guerra irregular onde bandidos com muitos fuzis, tomam o controle de um território por duas décadas, afrontam o poder estatal, o Estado Democrático de Direito, fazem os moradores de reféns, impõem uma ditadura local”, afirmou.

Pimentel concorda com a definição do Comando Vermelho, como organizações criminosas do gênero, é uma facção terrorista e destacou o sucesso da operação, fazendo ressalvas como a morte dos policiais durante o confronto.

“Certamente foi a maior ação contra o Comando Vermelho na história do Rio de Janeiro, um prejuízo para essa facção de terroristas”, disse ele. “Eu não chamo de sucesso em função da questão da morte dos policiais, do Bope, da Polícia Civil, mas no que se refere a impacto na facção e também na tentativa de se recuperar o território, é um sucesso, sim”.

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Petistas desesperados: “Se Maduro cair, Lula pode ser o próximo”, afirma analista internacional

Lula e sua trupe estão tentando salvar o ditador Maduro, mas o governo Trump está irredutível, como explica o analista político José Carlos Sepúlveda:

“Lula sabe que, se Maduro for capturado, ele vai acabar ‘cantando’ muita coisa do Foro de São Paulo e o petista está no meio. Eles sabem que, se cair a Venezuela, se cair o regime narco comunista da Venezuela, cai Cuba também, eles ficarão asfixiados. 

Lindsey Graham, um dos mais importantes senadores dos Estados Unidos, deu um recado de que vão atacar também a Colômbia. Há uma determinação de afastar os governos socialistas da América do Sul”, frisou Sepúlveda, durante participação no Jornal do JCO. 

Jornal da Cidade Online

A não aplicabilidade da Lei Magnitsky no Brasil

                                                                                                                              *Ives Gandra Martins

O Ministro Gilmar Mendes declarou que deve haver uma lei proibindo a aplicação da Lei Magnitsky no Brasil. Tenho grande admiração e já escrevo livros com ele, pois somos amigos há 45 anos. Ainda assim, tenho a certeza de que essa lei não é aplicável no país, razão pela qual, a meu ver, não há necessidade dessa proibição. Ora, a Lei Magnitsky não tem efeito na legislação brasileira, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos.

Entretanto, o que pode acontecer — dependendo da forma como a Lei Magnitsky for aplicada pelo governo americano — é que atinja as empresas que trabalham tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil.

Tem razão o Ministro Gilmar Mendes ao dizer que a referida lei não é aplicável e não pode ser aceita no Brasil. Contudo, as empresas que trabalham nos dois países podem enfrentar problemas, pois se o governo americano for ao extremo de exigir que tais empresas se sujeitem a essa lei no território brasileiro – desobedecendo, portanto, no Brasil, o que é imposto às empresas americanas em relação a uma condenação —, poderão ser multadas, prejudicadas e até proibidas de trabalhar nos EUA.

Não há, entretanto, ferimento à soberania nacional de qualquer país. Se as empresas que estiverem no Brasil entenderem que serão prejudicadas porque negociam nos Estados Unidos, e estes limitarem suas atividades por força da Lei Magnitsky, caberá a elas decidirem se aceitam ou não essa exigência e, não aceitando, arcar com as consequências nos EUA.

Se não aceitarem e os Estados Unidos quiserem puni-las, terão a opção de deixarem de atuar naquele país. Se as empresas aceitarem, significa que aplicarão no Brasil aquilo que é imposto pelo governo americano, a fim de não serem prejudicadas nos Estados Unidos.

Reitero que a soberania não está em jogo e o Ministro Gilmar Mendes tem razão, mas não é necessária norma alguma para dizer que a Lei Magnitsky não é aplicável no Brasil.

Outra coisa são as consequências para as empresas que optarão por seguir o regime americano, trabalhando ou tendo relações nos Estados Unidos. São, pois, essas empresas que podem sofrer as sanções nos Estados Unidos, com reflexos para todos os países do mundo.

Isso é bom esclarecer para não dar a impressão de que está ocorrendo interferência internacional em território brasileiro. Resumindo, no Brasil, aplicam-se as leis brasileiras; nos Estados Unidos, as leis americanas, sendo que a Lei Magnitsky permite que se apliquem sanções a empresas que lá trabalham.

Embora a lei não tenha efeito per se no Brasil, as decisões tomadas por empresas multinacionais em face das sanções americanas criam um precedente de adequação voluntária a uma norma estrangeira. Esse alinhamento, motivado pela necessidade de acesso ao mercado dos EUA, não deve ser confundido com a recepção formal da Lei Magnitsky pelo sistema legal nacional, mas sim como uma consequência da globalização econômica e da interconexão financeira.

Ademais, é fundamental considerar a perspectiva da nossa política externa e das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos diante de tais cenários. Caso o governo americano intensifique a aplicação extraterritorial de suas sanções, levando a um impacto significativo em empresas sediadas no Brasil que operam nos EUA, o Brasil poderá se sentir compelido a tomar medidas protetivas, não necessariamente para “proibir” a Magnitsky, mas para salvaguardar o ambiente de negócios nacional contra o que poderia ser visto como uma pressão indevida. Isso que é importante realçar, para que não reste nenhuma dúvida de que a soberania brasileira está garantida.

*Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região,

 

O perigoso “tour” realizado por Ricardo Lewandowski em defesa de uma PEC de Segurança de Poder para Lula

O ministro da Justiça está fazendo um tour pela militância de redação, vendendo a ideia de que a solução para o problema da segurança pública seria o Congresso aprovar uma PEC proposta pelo próprio governo — uma PEC cujo verdadeiro objetivo é concentrar ainda mais poder nas mãos do governo federal.

Como acreditar que o governo federal vá realmente combater o crime? Pouco antes de assumir o ministério, Lewandowski participou de um evento do MST — grupo notoriamente envolvido em invasões de propriedades e outros crimes. Dias atrás, o mesmo Lewandowski celebrou o fato de metade dos detidos nas audiências de custódia estar sendo solta. Não há a menor chance de uma mentalidade como essa reduzir a criminalidade. O risco é outro: o projeto autoritário petista depende da concentração de poder policial — não para enfrentar o crime organizado, mas para reprimir opositores políticos, exatamente como ocorre na Venezuela.

E falando na Venezuela, o líder do MST, João Pedro Stédile — aquele mesmo que sempre aparece ao lado de Lewandowski na foto — está agora organizando “brigadas de militantes” para defender a narco ditadura venezuelana, atualmente acossada por Trump. Quem esse pessoal acha que engana?

Leandro RuschelJornal da Cidade Online

 

“Lula está rifando Alexandre de Moraes e jogando o STF na fogueira,” diz juíza brasileira exilada nos EUA

Na negociação entre Lula e Trump para rever o tarifaço, o problema maior se chama ‘STF’, segundo a juíza Ludmila Lins Grilo, exilada nos Estados Unidos: “O Supremo Tribunal Federal está perseguindo cidadãos americanos, está perseguindo empresas americanas, violando a soberania dos Estados Unidos. 

Lula até podia ‘colocar uma pilha’ para que o STF se adequasse, voltasse a respeitar as leis, a Constituição, mas me parece que Lula está rifando Alexandre de Moraes, ele fala: ‘Rubio, esse seu problema é com Alexandre de Moraes, com o STF, eu não tenho nada a ver com isso’. 

Essa reunião de Lula e Trump não teve resultado nenhum. Lula queria que caísse a Magnitsky e não caiu, queria que caíssem as tarifas, não caíram. Só conseguiram marcar uma nova reunião…”, ironizou a juíza, durante participação no Jornal do JCO. 

Jornal da Cidade Online

Gente! A CNBB existe? Pede anulação de votos de ministros em processo no STF sobre aborto

A CNBB argumenta que os ministros legislaram indevidamente, invadindo competência do Congresso. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) protocolou uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a nulidade dos votos dos ministros Luiz Roberto Barroso e Flávia Arruda de Faria Weber no julgamento sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. A entidade alega que ambos teriam extrapolado os limites da ação ao propor a criação de um novo tipo penal, com penas de 6 meses a 2 anos para quem realiza aborto após esse prazo, o que configuraria inconstitucionalidade por violação ao princípio da reserva legal.

A CNBB argumenta que os ministros legislaram indevidamente, invadindo competência do Congresso Nacional, e solicita a anulação dos votos para que o tema seja devolvido ao Legislativo. A petição foi assinada pelo advogado Rodrigo Pedroso e reforça que o STF não pode criar crimes ou penas, sob risco de ferir a separação de poderes. O julgamento, iniciado em 2023 por iniciativa da relatora Rosa Weber (aposentada), foi suspenso por pedido de vista do ministro Barroso. A ação, proposta pelo PSOL, busca descriminalizar o aborto precoce, mas a proposta de Barroso e Weber de tipificar a conduta posterior gerou críticas de entidades religiosas e conservadoras.

Fonte: Diário do Poder

 

Polícias de Estados governados pela esquerda são as mais letais do Brasil e o governo Lula se mantém em silêncio

Não é no Rio de Janeiro, mas na Bahia, que há 18 anos tem o PT no comando do governo, onde está a polícia mais letal do País, considerando números absolutos da recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2025). Foram 1.556 mortes em 2024, uma taxa de 10,5 a cada 100 mil habitantes. São mais do que o dobro dos 703 registrados pela polícia fluminense no mesmo período, com taxa de 4,1.

Números vergonhosos

A Bahia de Jerônimo Rodrigues (PT) teve número ainda pior na edição anterior do anuário: foram 1.700 mortes, 11,5 em cada 100 mil.

DNA vermelho

O Amapá de Clécio Luís, hoje no Solidariedade, ex-Rede, ex-Psol e ex-PT, lidera a letalidade 17,1 ou 137 em números absolutos.

Acima da média

Os dois Estados têm índices bem piores do que o registrado na média nacional, com taxa em 2,9 para cada 100 mil habitantes.

Dados oficiais

Agora lacrando na favela, Benedita da Silva (PT) fez um governo em que a letalidade policial no Rio disparou de 592 (2001) para 900 em 2002.

Coluna do Claudio Humberto