Preços abusivos de hospedagem em Belém, assustam organizadores da ‘pré-COP30,’ reunidos na Alemanha

Os preços astronômicos de hospedagem em Belém (PA) durante a realização da COP30 causaram espanto e dominaram as discussões na Conferência do Clima de Bonn, na Alemanha, espécie de “pré-COP” para discutir a infraestrutura da sede do encontro oficial, em novembro. Hotéis de duas estrelas cobram até R$80 mil por duas semanas de estadia. Um membro de delegação encontrou um quarto de pousada por R$170 mil e casas para alugar por temporada nos milhões de reais.

Choque geral

“Uma semana não sai por menos de R$30 mil” aponta a advogada ambientalista Samanta Pineda, que participou do encontro em Bonn.

Dor no bolso

“As delegações estão achando um absurdo,” revela Pineda. O governo brasileiro jurou, em Bonn, que “haverá hospedagem para todo mundo”.

Outro mundo

Há casas em Belém anunciadas no Booking.com por R$2 milhões para a temporada e apartamentos com diárias entre R$100 mil e R$200 mil.

Passagens

As passagens aéreas ainda não sofreram o mesmo aumento de preços que hotéis em Belém, mas o trecho de São Paulo já custa R$1,2 mil.

Coluna do Claudio Humberto

 

O desastroso governo Lula: Retrocesso, falta de credibilidade e crise institucional e moral

O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, iniciado sob o lema de “reconstrução nacional”, rapidamente perdeu a credibilidade, retrocesso e crise institucional. A figura do Lula que um dia mobilizou as massas parece hoje deslocado, encobrindo um governo em crise, moralmente desgastado e politicamente incoerente. Já não se trata de debate ideológico até setores historicamente simpáticos ao petismo reconhecem: o Brasil vive um colapso de liderança, de ideias e de prioridades.

A retórica da justiça social sucumbiu ao pragmatismo de gabinete. A política econômica, travestida de responsabilidade, preserva os lucros recordes dos bancos enquanto penaliza quem vive do salário. Os juros altos estrangulam o consumo, a inflação esvazia o carrinho do mercado, e a reforma tributária, longe de ser o avanço prometido, ameaça ampliar a desigualdade sob a sombra de uma burocracia cada vez mais hostil ao pequeno empreendedor. O resultado é um paradoxo cruel: enquanto os grandes bancos celebram, o povo aperta o cinto. Lula, outrora símbolo da luta popular, hoje governa como fiador das elites que jurava combater. É uma inversão simbólica que define o fracasso moral do projeto petista.

No exterior, o Brasil voltou sim, mas como motivo de perplexidade. Lula coleciona declarações desastrosas: relativizou a escravidão, igualou agressor e vítima na guerra da Ucrânia, desdenhou democracias ocidentais e elogiou regimes autoritários. A política externa “ativa e altiva” virou, na prática, reativa e atabalhoada. A imagem do Brasil, construída com esforço durante décadas, está sendo comprometida por improvisos e uma retórica desconectada das exigências diplomáticas contemporâneas. Num mundo em conflito, o país precisava de liderança. O que temos é um presidente que fala mais do que entende e entende menos do que deveria.

A coalizão de esquerda que deu sustentação ao retorno do PT ao poder está em frangalhos. Os movimentos sociais foram engolidos pela máquina estatal, silenciados por cargos ou ignorados pela lógica centralizadora do Planalto. A militância digital, antes engajada, hoje ironiza o governo que ajudou a eleger. A taxação de importados, o abandono de pautas ambientais e o distanciamento de agendas progressistas evidenciam a desconexão crescente entre o discurso e a prática. Há, no ar, um sentimento de traição. Lula voltou ao poder prometendo justiça e diálogo, mas governa como se estivesse sitiado mais próximo de bancos e caciques partidários do que da sociedade civil que o sustentou nas urnas.

Os números divulgados pelo governo não traduzem a realidade das ruas. O PIB rasteja, o desemprego “oficial” ignora o exército de subempregados, e a inflação da cesta básica corrói o salário mínimo com eficiência matemática. O dólar dispara, o arroz vira símbolo da crise, e a solução do governo é taxar a classe média consumidora de plataformas internacionais, como se isso resolvesse um desequilíbrio estrutural. Enquanto isso, bilhões são despejados em crédito subsidiado, emendas parlamentares e favores setoriais. A lógica é clara: alimentar a base fisiológica no Congresso, mesmo que à custa da sustentabilidade fiscal e da confiança do setor produtivo.

O discurso da transparência naufragou. Há sigilos inexplicáveis, escândalos abafados, e práticas antigas recicladas sob nova embalagem. O caso do INSS e dos consignados, com envolvimento de sindicatos, parlamentares e a máquina estatal, é um sintoma grave: indica que o velho Brasil clientelista, opaco, instrumentalizado voltou com força. Promessas feitas em palanque se dissolvem na prática: o pobre voltou a ser taxado, o Congresso voltou a mandar, e o discurso de “governar para o povo” virou uma sombra retórica. A gestão Lula 3, até aqui, parece ser menos um governo e mais uma coalizão de conveniências que se equilibra sobre um castelo de areia política.

O governo Lula caminha para entrar na história como um governo sem projetos e sem rumo. Um governo que perdeu a conexão com o presente, que traiu o seu passado e que não oferece perspectiva de futuro. A reconstrução prometida se converteu em estagnação; o estadista em declínio.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

 

Lula expressa apoio solidário a ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner condenada e presa por corrupção

Lula (PT) vergonhosamente utilizou suas redes sociais para expressar apoio e solidariedade à ex-presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, após a confirmação de sua condenação por corrupção pela Suprema Corte do país vizinho. Kirchner foi sentenciada por envolvimento em um dos maiores escândalos de desvio de dinheiro público da história argentina: o caso “Vialidad”, que apurou o superfaturamento de 51 obras rodoviárias entre 2003 e 2015, período em que ela e seu falecido marido, Néstor Kirchner, estiveram no poder.

A manobra beneficiou diretamente o empresário Lázaro Báez, figura central do kirchnerismo, e gerou prejuízos bilionários aos cofres públicos. Cristina foi considerada culpada por fraude na administração pública e foi condenada à prisão, além de estar proibida de exercer cargos políticos e obrigada a devolver cerca de 84 bilhões de pesos argentinos.

Mesmo assim, Lula telefonou para parabenizar a ex-presidente por sua “serenidade” diante da condenação com a seguintes expressão: “Telefonei hoje no final da tarde para a companheira Cristina Kirchner e manifestei toda a minha solidariedade”, publicou o petista, destacando ainda que ela segue “determinada a lutar”.

A manifestação vergonhosa, feita abertamente pelo presidente Lula, gerou inúmeras críticas não apenas dentro do Brasil, mas na comunidade internacional pelo decisivo apoio solidário a ex-presidente, diante da sua condenação e prisão por corrupção, e naturalmente que ela possa merecer uma reviravolta na maior Corte de Justiça da Argentina e possa voltar a cena do crime e destrua todo o País. Mais uma vergonha mundial para o país!

Jornal da Cidade Online

 

EUA atacam instalações nucleares do Irã para neutralizar ameaça da ditadura iraniana

Operação militar dos EUA foi confirmada pelo próprio presidente Trump. O ataque norteamericano a três instalações nucleares do Irã, no início da madrugada (horário local), pode ter neutralizado a ameaça do regime de Teerã de desenvolver e usar artefatos nucleares contra Israel e Estados Unidos, como prometem há anos.

A operação militar dos EUA foi confirmada pelo próprio presidente Donald Trump nas redes sociais. Em um segundo post, ele anunciou que às 22h (23h de Brasília) fará um pronunciamento em rede de TV para explicar sua decisão.

“Este é um momento histórico para os EUA”, afirmou Trump em sua rede social”, para em seguida aconselhar o regime uraniano a negociar a paz.

Diário do Poder

Gestão petista dos Correios, além de rombo bilionário promove assédios e humilhações a servidores

A situação dos Correios sob a gestão petista é muito pior do que se imagina. Além do acúmulo de prejuízos bilionários, desmonte institucional e penúria, servidores do órgão estariam sendo vítimas de assédio e humilhações.

Reportagem da coluna Radar da Veja descreve a situação:

“O MPT recebeu denúncia que ilustra os tempos de penúria e desmonte institucional vividos pelos Correios e na atual gestão de Lula no Palácio do Planalto. O procedimento obtido pelo ‘Radar’ cita assédio moral ao corpo administrativo da estatal, em especial os trabalhadores que atuam no departamento jurídico dos Correios. Com prejuízos bilionários, a estatal perdeu alguns serviços de dia a dia, como o pessoal de copa, que organizava café, água e outras tarefas. Sem tais serviços, os gestores dos Correios resolveram improvisar. Para não limparem a própria sujeira, decidiram obrigar auxiliares administrativos a fazer o serviço. Alguns servidores, segundo a denúncia, ‘além de serem obrigados a manter o copo de café dos atuais gestores limpos ao longo do dia, são responsáveis diariamente pelo preparo de café para os advogados e por montar uma bandeja com copos limpos, água e cafés frescos’.

‘Quando não realizada essa atividade, vista como essencial pela gestão da área jurídica para seu bom funcionamento, outros empregados auxiliares administrativos são compelidos à execução da tarefa e, caso não o façam, são chamados à atenção pelas empregadas’, segue a denúncia obtida pelo Radar.

Uma técnica em administração e uma administradora do quadro da estatal foram destacadas pelos gestores da área para ‘fiscalizar’ se os servidores da estatal estão mesmo lavando a louça.

‘No âmbito da ECT, atualmente não há serviço de copeiragem, por isso, no âmbito da área jurídica se atribuiu, de forma constrangedora, essa tarefa aos auxiliares administrativos’, segue a denúncia. ‘Além de ter que aturar humilhações diárias, as empregadas são forçadas a organizar as festas de aniversário e confraternizações da área jurídica. As festas são o meio encontrado pelos atuais gestores para forjar provas de bom clima organizacional para encobrir o ambiente agressivo e ameaçador’. A investigação foi aberta pela Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região. Recentemente, os Correios foram notificados a entregar documentos ao órgão.

Jornal da Cidade Online

Filhos da bandidolatria! A força do Direito dos Manos!

Foi com a eleição do Bolsonaro em 2018 que caiu a ficha para o povo brasileiro de que a esquerda havia tomado por completo a Educação e a Cultura desse país. A sala dos professores havia se tornado reduto da militância esquerdista, tanto nas escolas quanto nas universidades e a Lei Rouanet tratara de comprar os artistas. Por fim, o povo se deu conta de que as gordas verbas publicitárias também haviam comprado os veículos de comunicação.

Eles dominaram tudo!

Em 2022 o povo constatou que até as Forças Armadas estavam cooptadas. O Brasil sofreu um processo eleitoral corrompido até a alma e uma eleição realizada através de urnas extremamente suspeitas. Efetuaram prisões ao arrepio da lei – inventaram um golpe para disfarçar o que eles mesmos aplicaram no país. Com a cumplicidade da Ordem dos Advogados do Brasil foi instituída a Ditadura da Toga, resultado do consórcio STF/Lula. A Constituição Federal foi invertida e subvertida por quem tinha o dever de protegê-la.

Reza a lenda que o PCC pagou os estudos de uma geração inteira até se formarem e que hoje eles contam com um exército de juízes, promotores, defensores públicos e advogados. Muito antes disso, já se percebia no meio acadêmico, a existência de um movimento “pró direitos humanos”. Notáveis operadores do Direito distorciam os ideais do Garantismo para, em nome dele, patrocinarem políticas públicas obscuras. Deixou de ser uma militância em prol dos direitos humanos para ser em prol de um “direito dos manos”. Concomitantemente, com o sistema prisional colapsando, optaram por adotar uma política de desencarceramento, no lugar de se criarem novas unidades prisionais. Com os índices da criminalidade na estratosfera, eles preferiram soltar os delinquentes.

Parece ser contra o bom senso, correto? E realmente é. Estão patrocinando o caos.

Esvaziaram o poder da polícia, que se limita a enxugar gelo. Na segunda-feira passada, o meliante que trocou tiros com a Polícia do Rio apresentava uma folha corrida com 183 anotações e passagens pela polícia. Engessaram a polícia. Começaram a perseguir a atividade policial. Instituíram o que se chama de “Policiofobia”. A grande mídia dedicou-se a buscar as falhas e assuntos controversos pertinentes às operações policiais.

De outro lado, uma imprensa comprometida que enaltece a bandagem – e a cultura do baile funk, patrocinada pelo crime organizado, acaba por gerar frutos. Por mais incrível que pareça ser, eles conseguiram uma legião de adeptos. Pessoas que se identificam com esses valores: que não gostam da polícia e os veem como malfeitores. Os mocinhos são os bandidos – as vítimas do sistema. Realmente, até a alguns anos atrás, víamos um aglomerado de gente fechando uma rua, protestando a morte de pessoas da comunidade que sucumbiram numa troca de tiros com a polícia – e pensávamos que era o tráfico que estava mandando aquele povo fazer isso. E podia ser mesmo, mas hoje isso mudou.

Três fatos recentes farão você enxergar os primeiros resultados da “idiotização do povo” – doutrinação em massa com a subcultura da bandidolatria e da policiofobia. O primeiro fato remete você às imagens da soltura do MC Poze do Rodo. Investigado por associação ao tráfico, quando sai do presídio é recebido por uma multidão. Ninguém estava ali obrigado ou forçado. Ao contrário, estavam ali porque queriam – por vontade própria. O segundo fato que é um desdobramento do primeiro, diz respeito ao Oruam, filho de um dos maiores traficantes do Brasil, que convocou seus seguidores para irem até a porta do presídio. As cenas do Oruam no meio da multidão correram o mundo. Os seguidores do Oruam foram para lá por vontade própria também – não foram obrigados.

Por fim, o terceiro fato remete o leitor para outras imagens, talvez ainda mais grotescas – e que ocuparam os holofotes da mídia e das redes sociais: o enterro do traficante Fhillip da Silva Gregório, mais conhecido como “Professor”, ocorrido no dia 3 de junho, no Cemitério de Inhaúma, zona norte do Rio de Janeiro. Além de uma multidão sem precedentes no sepultamento, uma motociata gigante desfilou pelas ruas da cidade, como um cortejo de motos. Mais uma vez, ninguém que estava presente no sepultamento ou na motociata foi obrigado a participar daqueles atos. Todos estavam lá por vontade própria – uma multidão.

Assim como toda uma geração foi contaminada e catequisada pela ideologia comunista nas escolas, que descontrói a família como núcleo social, relativiza a propriedade e a democracia, uma boa parte dessa geração também foi cooptada, seduzida e doutrinada por essa cultura subversiva que é a bandidolatria. É surreal! Estamos diante de um novo fenômeno social! Mais uma vez o Rio de Janeiro desponta na vanguarda da sociologia: o culto à bandidagem e seus discípulos!

A Deputada Federal Erika Hilton não perdeu tempo e já convidou o Oruam a se engajar nas lutas políticas do PSOL. Esse mundo está do avesso.

Carlos Fernando Maggiolo

Advogado criminalista e professor de Direito Penal. Crítico político e de segurança pública.

 

Ministro Flavio Dino marca reunião com órgãos de controle e bancos para rastrear emendas parlamentares

Decisão leva em conta uma nota técnica conjunta de órgãos de controle. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, agendou para o dia 5 de agosto uma reunião técnica com representantes do Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste. O objetivo é discutir formas de aperfeiçoar o rastreamento das emendas parlamentares por meio de contas bancárias.

A decisão leva em conta uma nota técnica conjunta de órgãos de controle que apontou limitações na transparência das movimentações financeiras ligadas às emendas. Dino já havia determinado, em fevereiro, que Banco do Brasil e Caixa incluíssem informações como CPF e CNPJ dos destinatários finais nos extratos bancários. Apesar de avanços, a CGU avalia que as mudanças ainda são insuficientes.

O órgão defende a criação de contas específicas para emendas, que permitam acompanhar cada etapa dos projetos financiados e cruzar dados com outras bases públicas. Além da reunião técnica, o ministro também convocou para o dia 27 de junho uma audiência pública sobre emendas impositivas, com o objetivo

Jornal da Cidade Online

Senador denuncia venezuelanos refugiados na fronteira de Roraima, riscos à segurança e eles no Bolsa Família

O senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) pediu mais controle nas fronteiras do país. Ele disse que já encaminhou um requerimento ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, cobrando informações sobre as medidas de segurança nas regiões de fronteira, principalmente entre Roraima e Venezuela. Mecias convidou os colegas senadores para visitarem Boa Vista e conhecer a situação difícil de venezuelanos que chegam ao Brasil por Roraima. Segundo o senador, os venezuelanos são vítimas fáceis para serem cooptadas pelo crime. Ele citou como exemplo uma operação em que a Polícia Federal desmantelou grupos que fraudavam o benefício de prestação continuada (BPC) com a utilização de migrantes venezuelanos. O senador também disse que sempre vai pautar seu mandato pela defesa dos roraimenses.

Para o senador, causa estranheza o grande aumento do número de estrangeiros dentro do programa Bolsa Família. Ele disse que os dados revelam um aumento de 540% nos últimos cinco anos de estrangeiros beneficiados com o programa. São mais de 170 mil estrangeiros, sendo a metade de venezuelanos. Ele reconheceu que a fome “não tem cor ou nacionalidade, mas tem urgência”. O senador também apontou a importância de combater a xenofobia.

“Porém, a solidariedade não pode servir como justificativa para o surgimento de organizações criminosas especialistas em corrupção”, ponderou o senador.

Jornal da Cidade Online

 

Comunidade italiana homenageia Bispo de Grajau

 A comunidade italiana, que se reuniu no dia 02 de junho para festejar os 76 anos da República da Itália, volta a se encontrar em São Luís, no Restaurante Rossetti, para prestar uma homenagem a Dom Giuseppe Luigi Spiga, que, em 17 de fevereiro deste ano (2025) foi nomeado bispo da Diocese de Grajaú pelo Papa Francisco e, em maio, assumiu o cargo na sede da Diocese, naquele município maranhense

Para a posse, em Grajaú, Dom Giuseppe recebeu, dia 18 de maio, a ordenação episcopal, na catedral da cidade, do cardeal Arrigo Miglio, arcebispo emérito de Cagliari, na Itália, cidade onde nasceu o novo bispo da Diocese de Grajau, Giuseppe Spiga. O Cardeal Miglio foi coadjuvado pelos bispos Sebastião Lima Duarte, da Diocese de Caxias, Evaldo Carvalho dos Santos, da Diocese de Viana. Participaram também da cerimônia o Arcebispo de São Luís Giberto Pastana e os demais bispos do Maranhão.

Dom Giuseppe, até sua nomeação pelo Papa Francisco, foi reitor do Seminário Maior de São Bonifácio, em São Luís, desde 2015, e Vigário Geral da Diocese de Viana, desde 2019. Além de outras funções, em 2024 assumiu o cargo de Diretor Administrativo do Instituto de Estudos Superiores do Maranhão – Faculdade Católica.

Italiano, Giuseppe Spiga teve oportunidade de reunir-se com integrantes da comunidade italiana no Maranhão, que, agora, sente-se honrada com a ascensão do conterrâneo ao episcopado e, mais ainda, pela sua designação para uma Diocese no Maranhão, intensificando o processo de integração da comunidade italiana com os maranhenses.

A proposta da homenagem a ser feita pela comunidade italiana foi iniciativa de Mario Cella, ítalo-brasileiro residente no Maranhão há mais de cinquenta anos, e Francesco Cerrato, atual Agente Consular da Itália no Maranhão, prontamente acatada pelo presidente do Circolo Italia, Carlos Nina, que designou o próprio Mario Cella para organizar a homenagem, que se realizará neste sábado, 21 de junho, no Restaurante Rossetti, no Tropical Shopping, em São Luís.

Fonte: AFD

Documento de ação de ministro do STF sobre Alexandre de Moraes chega ao governo Trump

Advogados que representam a Trump Media e a plataforma Rumble criticaram duramente, em um processo nos Estados Unidos, a decisão do ministro Dias Toffoli que resultou na centralização de inquéritos sob o comando de Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF). O foco principal das críticas é a abertura do chamado “Inquérito das Fake News”, instaurado em março de 2019. De acordo com os representantes legais da empresa ligada ao presidente Donald Trump, a origem do inquérito estaria relacionada a uma reportagem publicada em 2018, que mencionava Toffoli em suposta ligação com a empreiteira Odebrecht, envolvida na Operação Lava Jato. A petição afirma: “Em março de 2018, um grande jornal brasileiro informou que o ministro José Antonio Dias Toffoli – colega de Moraes no STF – estava implicado na Operação Lava Jato e ligado à Odebrecht (um conglomerado que admitiu cerca de US$ 788 milhões em propinas).”

Segundo os advogados, a reação foi imediata:

“Três dias depois dessa denúncia, em 14 de março de 2019, o STF – por meio do ministro Toffoli – instaurou o Inquérito nº 4781, conhecido como ‘Inquérito das Fake News’.” O texto acrescenta que o Supremo utilizou o artigo 43 do seu regimento interno, tradicionalmente voltado a temas administrativos, para justificar a abertura de uma investigação criminal sem a participação do Ministério Público. Segundo informações, o documento que embasa as críticas aos ministros brasileiros já circula no alto escalão dos Estados Unidos. Fontes indicam que o texto com recomendações da Casa Branca, incluindo sanções contra Alexandre de Moraes, chegou às mãos do secretário de Estado Marco Rubio no domingo, 22 de junho.

Jornal da Cidade Online