Presidente do Clube Militar dispara verdades contra ministros do STF

Em entrevista à TV JCO, o General Eduardo José Barbosa, presidente do Clube Militar, abordou diversos temas, como os recentes ‘ataques’ às Forças Armadas; o ativismo judicial de alguns ministros do STF; a importância dos militares para garantir a soberania do país; e as eleições 2022, entre outros temas.

Sem medo de dizer o que pensa, o General Eduardo José Barbosa lembrou que o ministro Alexandre de Moraes está fazendo tudo diferente do que disse na sabatina ao Senado Federal:

“O Senado deveria fiscalizar e colocar alguns ministros nos seus lugares e não deixar que eles tomem atitudes que são claramente inconstitucionais. Algumas decisões nos dão repulsa, enjoo. 

Eles não têm competência necessária para usar aquela toga, que deveria ser colocada em pessoas melhores escolhidas e preparadas, e não por apadrinhamento político”, detonou.

Convocação para as eleições

O General Eduardo José Barbosa falou também sobre a participação das Forças Armadas nas eleições e criticou a postura do TSE:

“Tínhamos quase certeza que esse convite para que as Forças Armadas participassem das eleições seria só para que elas pudessem avalizar o processo como um todo. 

Parece-me que nossos ‘doutos’ lá do TSE não esperavam que nas Forças Armadas tivessem técnicos competentes, temos especialistas em guerra cibernética, e que pudessem, numa análise bastante rápida do processo, identificar tantas falhas e tantas vulnerabilidades”, frisou.

Ciente da importância das eleições para o futuro do Brasil, o General fez uma importante convocação ao povo:

“Compareçam às eleições. Eu sempre falo para meus conhecidos: ‘Deixa para ir à praia no outro dia’. Vá lá e exija seu direito de voto. Se você não escolher seu representante, outro escolhe por você”, alertou.

Clube Militar: assinatura da Lei Áurea e primeiro presidente da República 

O General revelou ainda detalhes sobre a história do Clube Militar, associação onde os militares podem discutir assuntos de interesse nacional, políticos, o que é vedado aos oficiais que estão na ativa:

“Entre os assuntos que foram tratados no âmbito do clube assim que houve sua fundação, em 1887, foi a assinatura da Lei Áurea para libertação dos escravos e, posteriormente, em 15 de novembro de 1889, a Proclamação da República. 

O Marechal Deodoro da Fonseca, que foi o primeiro presidente do Clube Militar, veio a ser então o primeiro presidente da República”, destacou.

Jornal da Cidade Online

 

Alexandre de Moraes diz que “internet deu voz aos imbecis” e Barroso retribui com outra “pérola”

A afirmação acima, acreditem, partiu de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi dita por Alexandre de Moraes, na noite desta sexta-feira (13), em participação no XXIV Congresso Brasileiro de Magistrados, em Salvador – BA. Horas antes, outro ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, também aproveitou para deixar sua ‘pérola’ no mesmo evento, ao afirmar o seguinte sobre o período em que foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE):

“Tive que gastar tempo discutindo a bobagem do voto impresso”.

Neste mesmo congresso, o presidente do senado federal, Rodrigo Pacheco, foi na mesma linha e disse que as lideranças do Legislativo e do Judiciário não estavam conseguindo solucionar os problemas do Brasil: “Tinham que defender a democracia de ataques populistas demagógicos e covardes”, afirmou o parlamentar, deixando claro a quem era o recado, ao não citar o terceiro poder interessado, no caso, o Executivo.

Três falas e três ataques daqueles que insistem, o tempo todo, que estão sendo atacados, sem conseguir mostrar por quem e de onde vem os ataques.

Tudo sob os olhos atentos de outros ministros do STF, que também participam do evento, que se encerra neste sábado (14) e, olhem só, assistido também pelo governador da Bahia, o petista Rui Costa, acusado de participar de um escandaloso esquema de corrupção envolvendo desvios milionários de verbas federais que estavam destinadas para a compra de insumos e equipamentos no combate à pandemia de Covid-19.

Costa, aliás, aproveitou para se encontrar com presidente do STF, Luiz Fux, durante a abertura do evento, e trocou um efusivo cumprimento, sem distanciamento e sem álcool gel. De Pacheco, tudo pode ser esperado. Afinal, é um político em eterna campanha eleitoral, escolhendo lados, fazendo conchavos e ‘dividindo o poder’ de forma a garantir a maior e melhor fatia para si.

Mas de ministros da mais alta corte do país, tal ativismo judicial e político ultrapassou todos os limites permitidos pela Constituição, em ações e palavras que não encontram sustentação legal nem mesmo em livretos de regras dos diretórios acadêmicos de universidades públicas.

Caberia ao senado, do Sr. Pacheco, o papel de chamar a atenção do STF sobre o seu papel e os limites que deveriam ser respeitados, atuando como uma ferramenta de freios e contrapesos.

Mas o parlamentar deixa claro de que lado está quando se reúne para jantares a portas fechadas com estes mesmos ministros, como o que ocorreu esta semana, na casa da Senadora Kátia Abreu.

Além da anfitriã, declarada opositora do governo, e de Rodrigo Pacheco, estavam lá, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Na mesma mesa, ainda participaram, olhem só, Renan Calheiros e seu filho, o ex-governador de Alagoas, Renan Filho, o petista Jaques Wagner, Tasso Jereissati, Weverton Rocha, Marcelo Castro e, claro, Randolfe Rodrigues.

Uma reunião macabra com opositores ferozes de Jair Bolsonaro e a presença de três – não apenas um ou dois, mas três – ministros do STF. O que teriam tramado? Todos já imaginamos (para não dizer que já sabemos), mas preferimos que você, leitor, use sua imaginação e conte, nos comentários, o que eles conversaram neste jantar.

Aqui você tem voz e não será chamado de imbecil!

Uélson Kalinovski

Jornalista desde 1996, com especialização em Ciência Política e mais de uma década de experiência na cobertura dos temas nacionais, em Brasília.

 

Prazo sobre impeachment inclui ministros do STF

O julgamento de imposição de prazo para o presidente da Câmara decidir sobre pedidos de impeachment do presidente da República levará os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a experimentarem o velho adágio “pau que bate em Chico, bate em Francisco”. É que, por isonomia, também ficaria definido prazo para o presidente do Senado deliberar sobre o impeachment contra ministros do STF. Só contra Alexandre de Moraes são 29 pedidos na gaveta de Rodrigo Pacheco.

Gaveta lacrada

Desde 2019, foram apresentados 63 pedidos de impeachment no Senado contra ministros do STF. Mas nenhum deles deu em processo.

Julgamento virtual

Primeiro, os ministros do STF decidirão se é caso para ser julgado no plenário virtual ou no presencial. A tendência é que fique no virtual.

Sem prazo

A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, que defende o julgamento virtual, é contra a fixação de prazo para o presidente da Câmara decidir.

Decisões criativas

A ministra alega que a Constituição não fixa prazo, como quer a oposição a Jair Bolsonaro. Mas no STF, em geral, isso não impede decisões.

Coluna do Claudio Humberto

 

Maranhão do PCdoB teve o pior nível de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego)

A divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar Contínua (PNAD) mostrou que o desemprego no Brasil continua em 11,1%, mas confirmou a disparidade entre os estados. A Bahia, governada pelo PT há 16 anos, tem o pior nível de desemprego (17,6%), seguido de perto por Pernambuco (17%), que é comandado pelo PSB por igual período. O Maranhão, que esteve nas mãos do PCdoB, está entre os piores níveis de desalentados, empregados com carteira assinada e de informalidade.

Difícil explicar

Intriga até os mais experientes analistas a perenidade de governos de esquerda em alguns estados, apesar do fraco desempenho econômico.

Movendo a economia

Focados no agro e governados por partidos mais à direita, Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%) também têm baixo desemprego.

O oposto

Do outro lado, Santa Catarina, governado há 20 anos por partidos de centro e de direita, tem o menor nível de desemprego, apenas 4,5%.

Coluna do Claudio Humberto

 

Incomoda a SEAP o assassinato do corretor de imóveis por agente penitenciário temporário

 

A vigília feita por familiares e amigos Dino Márcio, no local em que ele foi executado causou uma forte comoção. Outras estão programadas, assim como manifestações públicas com o clamor por justiça.

Há poucos dias recebi a informação de que as minhas denúncias sobre os desmandos praticados no Sistema Penitenciário do Maranhão estavam incomodando muita gente e que tentariam uma estratégia de me criticar profissionalmente e acreditar em algumas criações diferentes criadas por eles para me levar a sair do foco real. O assassinato covarde do corretor de imóveis Dino Márcio pelo agente penitenciário Edson Guedes e as cobranças que estamos fazendo por justiça, aumentou ainda mais o incomodo no Sistema Penitenciário do Maranhão. Saliento, aos subservientes do poderoso chefão, que doravante não vou perder tempo com tentativas de justificativas improcedentes com comentários, e aviso ainda, que não vou tolerar qualquer tentativa de intimidação e as críticas e denúncias continuarão.   

A verdade é que o assassinato covarde praticado pelo agente penitenciário Edson Guedes, na porta de um estabelecimento comercial na avenida Daniel de La Touche, veio à tona de que servidor do Sistema Penitenciário não tem porte de arma, uma vez que armas dentro dos presídios devem ser usadas apenas por Policiais Penais, mas nas unidades prisionais do Maranhão, existe a Força de Pronto Emprego – FPE, também conhecida como a Milícia do Murilo Andrade. São agentes e auxiliares como servidores temporários, que são utilizados para o exercício de funções específicas de Policiais Penais. Para que se tenha uma dimensão da grave distorção, o Governo do Estado não faz concurso público, o que estabilizou o número de Policiais Penais em um pouco mais de 400, enquanto agentes e auxiliares superam os quatro mil.

Infelizmente, os órgãos de fiscalização e controle, em que estão o Ministério Público, o TJMA e o CNJ, tratam o problema com muita indiferença. A Força de Pronto Emprego é de conhecimento das instituições e justificada como necessidade para enfrentar rebeliões, mas não consegue evitar fugas e assassinatos dentro dos mais diversos presídios. A impressão que fica é que os Policiais Penais são ignorados, uma vez que a farda do Policial Penal e igual a do agente penitenciário, justamente para criar uma igualdade, que existe apenas na cabeça de mentes doentias e que pode criar sérios problemas

O Sistema Penitenciário do Maranhão, de há muito é gerenciado por uma república importada de Minas Gerais pelo todo poderoso secretário Murilo Andrade, que manda e desmanda em todo o sistema e tem o aval político do Governo do Maranhão.

Por outro lado, os advogados contratados pela família de Dino Márcio trabalham junto as autoridades policiais na apuração da procedência da arma utilizada para o crime e sobre a contratação do criminoso como segurança privada pelo proprietário do estabelecimento, onde ocorreu o assassinato. Familiares e amigos do extinto Dino Márcio estão unidos e com os seus advogados estão acompanhando o inquérito policial e querem que os princípios emanados da lei sejam cumpridos, e que o agente penitenciário Edson Guedes seja realmente punido pelo crime covarde que praticou. Estamos solidários com os seus sofrimentos de todos, e aqui o espaço está aberto para a luta por justiça.

Fonte: AFD

 

 

 

 

 

Outdoor no Amazonas dribla proibição judicial e causa polêmica

O Partido dos Trabalhadores tem ingressado com ações na justiça pedindo a proibição da veiculação de Outdoors que sejam depreciativos ao ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva.

A Justiça tem acatado esses pedidos, entendendo que se trata de propaganda eleitoral antecipada negativa.

Diante disso, o Movimento Conservador Amazonas fez esta semana a publicação de um Outdoor na Capital Amazonense que não cita o pré-candidato à Presidência, mas deixa no ar que é direcionado a ele, pois a postagem tem uma mão faltando um dos dedos, e a referência de que a população que tem caráter não vota em Ladrão. Nada como a criatividade para driblar decisões judiciais esdrúxulas.

Jornal da Cidade Online

 

Para Lula entregar comida não é emprego, mas 32 milhões de brasileiros garantiram renda na pandemia

O pré-candidato do PT à presidência da República, apesar de se autodenominar “progressista”, se mostra mais uma vez avesso ao progresso, criticando inovações e sendo contra iniciativas que não estão totalmente submetidas ao controle do Estado.

Mais uma vez ele volta a criticar os empregos por aplicativo e publicou em uma rede social (da forma mal escrita a seguir) que “esse país não quer eternizar empregos por aplicativo que as pessoas não conhecem o patrão e não tem direito à férias”. Viva Paulo Freire!

Para Lula, entregar comida não é emprego. Segundo levantamento do Instituto Locomotiva, só em 2021, aproximadamente 20% dos brasileiros adultos utilizaram algum tipo de aplicativo para trabalhar, o que representa cerca de 32,4 milhões de pessoas. Não fosse a facilidade de cadastramento e de acesso ao trabalho, com horários flexíveis e da possibilidade de compor o próprio salário, como esses milhões de trabalhadores estariam hoje? Como teriam pagado suas contas e colocado comida na mesa durante a pandemia?

Mas para Lula, “entregar comida” não é emprego. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, de Pernambuco, ele questionou: “onde estão as férias e o descanso semanal remunerado?” e declarou que o trabalhador “voltou a quase ser escravo.” Para ele é mais importante manter o velho modelo de “carteira assinada” para poder, por exemplo, retornar com a obrigatoriedade da contribuição sindical. De 2017 para cá, a arrecadação dos sindicatos caiu 97,5%, ou seja, com o pagamento facultativo, nem os “companheiros” estão pagando.

Para o “descondenado” é melhor garantir férias e descanso estabelecidos pelo Estado (o que não passa de ilusão, pois tudo sai do bolso do próprio empregado), do que o trabalhador ter flexibilidade de horário (para descansar quando lhe seja conveniente) e compor seus ganhos conforme sua capacidade de trabalho (não sendo obrigado a arcar com toda carga tributária que um empregado CLT tem).

Poder estabelecer o próprio horário e ser remunerado conforme a produtividade não se parece, nem de longe, com trabalho escravo. Ser obrigado a ver o salário mutilado por impostos e depender do Estado para tudo e qualquer coisa se parece muito mais.

Como disse Ronald Reagan, “o melhor programa social que existe é o emprego”. E a liberdade de poder oferecer emprego e renda sem o engessamento que a CLT impõe deveria ser prioridade de qualquer proposta séria de governo e não o contrário. Fale mais, Lula! Seus adversários agradecem.

Patrícia Lages R7

 

Explode bomba de R$ 18 milhões no colo de Lula

Lula escapou da cadeia, mas não vai se livrar da conta. O ex-presidiário terá que pagar uma dívida de 18 milhões de reais do Instituto Lula e da LILS Palestras. E mais honorários advocatícios de 829 mil reais, numa ação movida pela Procuradoria da Fazenda Nacional (PGFN).

No mesmo julgamento, o TRF-3 manteve decisão da primeira instância que bloqueou 525.000 reais da LILS Palestras para garantir quitação de parte das dívidas. O tribunal no entanto, liberou os 40 salários mínimos de uma conta bloqueada de Lula.

Em outro processo na Justiça Federal a PGFN aponta o envolvimento de Lula em esquemas de corrupção, recebimento de vantagem ilícita, apresentação de declaração falsa e prática fraudulenta e cobra uma dívida de 1,3 milhão de reais.

Nos dois processos as dívidas do petista perfazem a bagatela de 19,3 milhões.

Entre 2011 e 2015, Lula recebeu 27 milhões de reais em 72 palestras pagas por empreiteiras que conseguiram contratos fraudados na Petrobras ou favores nos governos do PT.

Eis o que escreveu na petição o procurador da Fazenda Nacional Leandro Groff:

“Demonstrou a União que o Instituto Luiz Inácio Lula da Silva arquitetou verdadeiro esquema de corrupção na Petrobras, investigado na operação denominada ‘Lava Jato’, deflagrada pelo Ministério Público Federal, Polícia Federal e Receita Federal, no qual estavam envolvidas as maiores empreiteiras do País, as quais também foram as maiores doadoras do Instituto Luiz Inácio Lula da Silva (Instituto Lula)”.

E acrescentou:

“Assim, foi fartamente comprovado nos presentes autos que os apelados se utilizaram da estrutura do Instituto Luiz Inácio Lula da Silva, ‘associação civil para fins não econômicos’, isenta de IRPJ e desobrigada da apuração da CSLL, para receber valores em forma de “doação” e desviá-los ao ex-presidente Lula e à empresa de palestras L.I.L.S Palestras”.

Fonte: Revista Veja

 

Flávio Dino em crise recorre ao presidente da Alema para articular sua pré-candidatura ao Senado

O presidente da Alema com a sua limitada liderança vai tentar abrir diálogo onde ex-governador sofre forte resistência. Apelo ocorre após ruptura com Weverton Rocha e a formação de frente ampla pela reeleição de Roberto Rocha. ´Tem crescido a resistência ao ex-governador, principalmente de prefeitos e ex-prefeitos e outros segmentos políticos que foram tripudiados pelo então todo poderoso Flavio Dino.”

Jogado ao isolamento político desde que perdeu o poder que exercia por ser mandatário do Estado, o ex-governador Flávio Dino (PSB) recorreu ao presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto (PCdoB), para salvar a articulação de sua pré-candidatura ao Senado.

A decisão do apelo foi tomada poucos dias após o anúncio da ruptura do senador Weverton Rocha (PDT), que disputará ao Palácio dos Leões contra Carlos Brandão (PSB), mas vinha afirmando que apoiaria Dino ao Senado, e de lideranças de quase dez partidos formarem uma frente ampla de apoio à reeleição do senador Roberto Rocha (PTB).

Após um mês fora do comando do Executivo, Dino foi abandonado por praticamente todos antigos aliados, entre os que tinham apenas interesses e os que sentiam ameaçados, não recebeu quase nenhuma visita e não encontrou espaço para que pudesse criar uma agenda favorável à sua pré-campanha.

Dos poucos seguidores que ainda lhe sobraram, a maioria, como o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), preferiu não se arriscar a ficar sem mandato e está se dedicando exclusivamente à própria campanha eleitoral ou, no máximo, também a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto, mas isso de olho nos votos do petista.

A repulsa provocada nas classes política e empresarial pelo tesoureiro do PSB no Maranhão, o ainda secretário de Comunicação Ricardo Cappelli, aumentou ainda mais a crise e fechou portas para o ex-governador. Para retomar uma agenda positiva, a saída foi recorrer ao deputado estadual Othelino Neto, que por sua vez não tem grande alcance de liderança política, e que trabalha intensamente para a sua reeleição e de uma irmã a deputada federal.

Diferentemente de Dino, o presidente da Alema procurou desenvolver boas relações e respeitosa com setores de poder, mas lhe falta carisma. Na função, pode facilitar muito timidamente a abertura de diálogo onde o ex-governador sofre forte resistência, a começar com prefeitos e ex-prefeitos do interior do Maranhão e deputados estaduais.

Além de reforço ao acordo para eventual 5º mandato consecutivo de presidente da Assembleia Legislativa do Estado, e de ter a esposa, Ana Paula Lobato (PSB), indicada para a vaga de primeira suplente de Dino ao Senado, em troca da difícil a missão, o deputado acertou apoio do Palácio dos Leões para a irmã, Flávia Alves Maciel (PCdoB), na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados. Diante da intensa busca de apoios, torna bastante complicada a missão do presidente do presidente da Alema, de atrair parlamentares estaduais e federais para uma base onde estão concorrentes e que pelo ponto de vista eleitoral, eles não vêm vantagens e muito pelo contrário terão apenas a ofertar e nada a receber.

Até o momento, porém, nenhuma resistência a Flávio Dino conseguiu ser quebrada, mas o ex-governador mantém a postura autoritária, mesmo vendo o aumento do seu isolamento político e o barco a deriva.

Fonte: Yuri Almeida – Atual7 e AFD

 

Ricardo Murad faz sérias críticas ao ex-governador Flavio Dino sobre o sucateamento da saúde no Maranhão

O ex-secretário estadual de saúde, Ricardo Murad, distante das discussões políticas, reapareceu hoje em entrevista concedida ao programa Ponto Final, do jornalista Jorge Aragão. Anunciou que é pré-candidato a deputado estadual e destacou o seu apoio ao pré-candidato ao Governo do Maranhão, Lahésio Bonfim. Reconhece nele um político de coragem e que tem potencial para governar o nosso Estado e que pode se constituir na grande surpresa nas eleições, o que tem se constituído em muitas apreensões para os seus adversários, conforme registrou.

Ricardo Murad se sentiu à vontade quando abordou as questões da saúde na administração de Flavio Dino, que diante do que foi deixado pela administração em que foi gestor do Sistema Estadual de Saúde, houve um retrocesso danoso ao povo do Maranhão, até o sucateamento dos dias atuais. Destacou que a maioria dos hospitais maquiados pelo ex-governador foram construídos pelo governo anterior, ressaltando que efetivamente o único que ele construiu foi o Hospital da Ilha, que não funciona. As UPAs que eram referências no atendimento digno a população, hoje não detêm suporte e nem medicamento para atender a população que necessita de um serviço de urgência. Ricardo Murad salientou que toda a estrutura de saúde para atendimentos na capital e no interior foram destruídas, registrando o caso de um movimento na Baixada Maranhense pela reabertura de hospitais. O ex-governador até hoje não explicou o caso dos respiradores comprados e pagos adiantados e nunca recebidos, que poderiam ter salvos muita gente na pandemia.

O pré-candidato falou do aumento da fome e da miséria no Maranhão e do clientelismo com restaurantes populares como tentativa para amenizar a fome, sem qualquer tipo de política ou mesmo programa de geração de emprego e renda. Ressaltou o sério problema dos ferrys boats, em que levou 07 anos para fazer licitação e quando fez conseguiu fazer um contrato vergonhoso protecionista a duas empresas, uma sucateada e outra que não é do Maranhão, que não tem ferry boat para operar, e muito menos experiência. O que se podia esperar, que nos mesmos sete anos, se Flavio Dino não conseguiu concluir a ponta entre Central e Bequimão, que mesmo assim foi inaugurada para indignação da população, e que atualmente está em processo de conclusão.

                     Flavio Dino que ataca todos os dias Bolsonaro se calará para Ricardo Murad?

O ex-governador Flavio Dino se tornou um crítico e agressor contumaz do presidente Bolsonaro, mesmo não tendo exemplos e muito menos legitimidade, busca uma polarização inadmissível pela diferença de status, mas na verdade, o que ele pretende é ganhar espaço na mídia nacional, o que não conseguiu, até quando andou sonhando em ser candidato e presidente da república, posteriormente vice-presidente, até ter os seus sonhos sepultados pelo PT. Será que o ex-governador terá coragem de rebater Ricardo Murad ou vai escalar um dos seus inúmeros subservientes para dar recado do chefe, ou ainda manter o silêncio para evitar que a chapa esquente com novas denúncias. A questão agora é esperar. Afinal de contas quando a campanha chegar, será a hora de vaca não conhecer bezerro.

Fonte: AFD