Câmara de São Luís elege mesa diretora em chapa única e vereadores novos formam a maioria

          Depois de tomarem posse, em solenidade presidida pelo decano do parlamento municipal, o vereador Francisco Carvalho, os vereadores eleitos se reuniram para a eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís.

Alguns vereadores se manifestaram depois da abertura da sessão, os quais salientaram que não haveria disputam, e em consenso, decidiram pela chapa única “Unidos por São Luís”, que  elegeu o vereador Osmar Filho à presidência, sem a questão de reeleição, uma vez que agora se trata de uma nova legislatura.

A chapa eleita que dirigirá a mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís, pelos dois próximos anos é a seguinte:

          Presidente: Osmar Filho

          1º Vice-Presidente: Gutemberg Araújo

          2º Vice-Presidente: Paulo Vitor

          3º Vice-Presidente: Thyago Freitas

           4º Vice-Presidente: Octávio Freitas

           1º Secretário: Aldir Junior

           2º Secretario: Ribeiro Neto

           3º Secretario: Karla Sarney

            4º Secretário: Rosana da Saúde

A importante observação que chegou a causar surpresa, mas dentro do contexto política e por se tratar de articulações políticas, que passam naturalmente por barganhas e o resultado é que os vereadores novos chegam bem fortalecidos e articulados, muito embora o cargo de presidente, as duas primeiras vice-presidências e primeira secretaria estarem com vereadores reeleitos.

 

 

 

 

Começam hoje as alterações de idades para recebimento da pensão por morte

 Portaria do Ministério da Economia desta terça-feira (29/12) alterou as idades para o tempo de recebimento da pensão por morte a partir de 2021. Cada faixa etária foi acrescida de um ano.

Emerson Lemes, diretor do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), explica que a medida segue as previsões da Lei nº 13.135/2015. A norma fixou as idades e estabeleceu que elas poderiam ser modificadas por ato ministerial caso a expectativa de vida no país aumentasse pelo menos um ano.

Em 2015, a expectativa era de 75,5 anos, enquanto em 2019 o número subiu para 76,6. O governo pode repetir o feito a cada vez que a esperança de vida crescer mais um ano.

Confira as regras que valerão a partir desta sexta-feira (1/1):

Faixa etária do pensionista na data do óbito Tempo de recebimento
menos de 22 anos 3 anos
entre 22 e 27 anos 6 anos
entre 28 e 30 anos 10 anos
entre 31 e 41 anos 15 anos
entre 42 e 44 anos 20 anos
45 anos ou mais vitalício

Para óbitos ocorridos até esta quinta-feira (31/12), ainda valem as idades estabelecidas em 2015, com um ano a menos em cada faixa etária. Ou seja, três anos de pensão para a faixa etária de menos de 21 anos, seis anos para a faixa etária entre 21 e 26 e assim por diante.

Caso a pessoa falecida tenha menos de 18 contribuições ou a união estável tenha durado menos de dois anos, permanece a regra de recebimento da pensão por apenas quatro meses.

Fonte: CONJUR

 

 

 

STF pediu mais vacinas para atender familiares dos ministros, diz o Estadão

O Supremo Tribunal Federal (STF) aumentou de 04 mil para 07 mil, o número de doses de vacinas contra a covid-19 que pediu para o Instituto Butantan e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reservarem para seus servidores, apontam documentos internos da Corte obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo os registros, o médico Marco Polo Freitas preparou duas minutas com pedidos de vacina às duas instituições. Nas solicitações, Freitas fazia menção a uma quantidade menor de imunizantes. No entanto, a versão final dos documentos, enviada pelo diretor-geral do STF, Edmundo Veras dos Santos Filho, aos dois institutos, pede doses para 07 mil pessoas.

Em 16 de novembro, Freitas escreveu ao diretor-geral do STF um pedido de reserva de 4 mil doses do imunizante que seria feito ao Butantã. Dois dias depois, ele preparou uma minuta similar que seria enviada para a Fiocruz. No dia 23 de novembro, o próprio Freitas sugere ao diretor-geral a inclusão de dependentes econômicos dos servidores do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nos pedidos, o que foi atendido.

O STF e o Butantan não se manifestaram até a conclusão desta edição. A Fiocruz recusou-se a atender, na semana passada o pedido do STF de “reserva” de vacina para 7 mil pessoas.

Demitido pelo presidente do Supremo, Luiz Fux, Freitas disse que soube da exoneração pela imprensa e que não tomou nenhuma decisão sozinho.

“Respeito rigorosamente a hierarquia administrativa do Supremo. Nesses 11 anos no STF, nunca realizei nenhum ato administrativo sem a ciência e a anuência dos meus superiores hierárquicos”, escreveu o médico, em resposta enviada por e-mail ao jornal.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Engenheiro assassino extorquia magistrada, revelam áudios

A juíza Viviane Vieira do Amaral, assassinada na véspera de Natal pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronenzi, em áudios, enviados a uma amiga, relata ‘desvios de comportamento’ e extorsão.

Depois da separação, a pressão teria aumentado.

“Eu achava que depois do divórcio, se eu desse tudo do jeito que ele tava querendo, tudo ia acabar. Mas não, piorou”, diz a juíza em um dos áudios.

Viviane também relata as ‘extorsões’’:

“Já fiz vários depósitos pra ele. Fica me pedindo dinheiro disso, daquilo. Quando eu vi, já tinha depositado pra ele mais do que ele me deu de pensão esse mês”.

As mensagens, já entregues para a polícia, demonstram o comportamento ‘marginal’ do criminoso.

“Eu morro de medo dele, sempre fiquei pianinho com medo das alterações dele, dos desvios de comportamento, das violências que ele fazia”.

“Ele batia porta o tempo inteiro, atos de grande violência. E eu sempre botando na conta, que depois ele vinha pedir perdão, dizendo que estava nervoso porque estava desempregado, ou porque o pai estava doente, ou porque estava longe da família”.

“[E eu] sempre tentando fazer dar certo. Eu jurava que daria certo. Mas eu sempre coloquei na minha cabeça um limite. O dia que ele me machucasse fisicamente isso ia acabar”.

O limite que resultou na separação teria sido motivado por um ato de violência contra uma das filhas, conforme revelado em outro áudio:

“Quando ele machucou a minha filha, chegou ao limite”, disse Viviane.

O engenheiro já foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio quintuplamente qualificado e a importância de R$ 640 mil foi bloqueada em suas contas, para assegurar eventual indenização e garantir a educação das filhas.

Jornal da Cidade Online

 

Mais de 220 camelôs foram vitimas do engodo de Edivaldo Holanda

O prefeito Edivaldo Holanda Jr mostrou claramente a sua irresponsabilidade quanto gestor e os problemas criados. Quando do inicio das obras de construção das novas praças Deodoro e Pantheon, o dirigente municipal firmou um pacto com camelôs que ocupavam as duas praças, solicitando que provisoriamente eles ocupariam a frente e a lateral direita do Liceu Maranhense, enquanto ele paralelamente construiria um camelódromo para abrigar todos, garantindo inclusive que o camelódromo seria inaugurado no mesmo dia das duas praças.

Como motivação, o prefeito garantiu que no mesmo local ficaria uma parada para diversas linhas de transporte coletivo. As obras das duas praças foram concluídas e ninguém mais falou em camelódromo e os pequenos comerciantes estão bastante preocupados. Quando procuravam a Blitz Urbana e a Semosp, recebiam resposta de que não sabem de nada e, se a promessa foi do prefeito, que cobrem dele para obter informações, uma vez que nas duas instituições não existia nada de concreto.

As fotos acima foram feitas no final novembro, quando o local estava praticamente vazio e num feriado. Alguns dos poucos camelôs que estavam no local, chamaram o prefeito Edivaldo Holanda Jr de mentiroso e vigarista, principalmente que já ouviram conversa que eles podem ser desalojados do local e sem qualquer definição para onde vão. A ação deveria ser concretizada depois das eleições, segundo revelaram à época os camelôs, e que o sério problema passaria a ser de responsabilidade do próximo prefeito de São Luís, afirmaram à época.

Na  placa está bem explícito: Parada de Ônibus Provisória. O transporte passa e a obra fica.  Qual obra? O prefeito Edivaldo Holanda Jr também enganou os usuários de transportes coletivos, o que não é nenhuma novidade. Depois da publicação. Aqui no blog, de uma matéria mostrando a placa, os camelôs disseram que à noite um caminhão da prefeitura de São Luís e vários trabalhadores, dizendo que era ordem do prefeito, retiraram a placa do local.