Ser criança, é ter a graça e a beleza, o encanto fenomenal da natureza, correr campo à fora sem vestir camisa, andar de mãos dadas com a boa brisa.
Saltitar, correr ouvindo o eco do seu próprio grito, empinar papagaios protegido por Deus e pela mãe natureza, se sentir adentrando de forma incondicional no Quintal da infância, que em tamanho não podemos mensura-la, me fazendo relembrar Alceu Amoroso Lima (o Tristão de Ataíde), imaginem comigo, qual seria o tamanho da Própria infância ou do Universo Celestial?
Ali, a felicidade reina exuberante, chegando às raias da beleza, nos levando a fazer uma viagem ao infinito, não mensuráveis como está prescrito nas obras do Criador, que nos mostra ser a infância incomparável em felicidade e grandiosa em tamanho, livre como a brisa que sopra nos campos rumando para eternidade.
A energia quase infindável existente em cada criança saudável, é sopro que recebeu do Criador, ainda no ventre da mãe, razão de não existir, papais, mamães e babás que o acompanhe por se tratar de uma obra divina, onde o Criador primou pela perfeição.
José Olivio Cardoso Rosa é advogado e poeta
