O Procon que recentemente vinha atuando até na marcação de testes para covid, além de ter se constituído como uma instituição mais voltada para ações de interesses políticos partidários, precisa ser colocada pelo governador para atuar dentro das suas finalidades e em consonância com os interesses coletivos. Com a redução do ICMS, as redes de postos de vendas de combustíveis já deveriam estar enquadradas na nova ordem, mas pelo visto, demonstram não acreditar numa possível fiscalização e vão mantendo as suas regras de exploração.
Antes do ato do governador Carlos Brandão, a gasolina, na maioria dos postos podia ser encontrada pelo valor de R$ 6,35. Com a redução do ICMS, o preço recuou para R$ 6,08 e pelo visto é o valor que estão querendo prevalecer, embora ainda se encontre inúmeros postos de exploradores com valores superiores a R$ 6,50 e nos mais sensatos chega R$ 5,98. A verdade é que o consumidor ainda não tem uma definição do valor básico, principalmente para a gasolina.
O Procon precisa mostrar a sua cara, agindo como instituição de fiscalização pública e em defesa dos consumidores, para fazer valer o preço correto dos combustíveis com o máximo de transparência e evite fazer politicagem, fiscalizando uns e fazendo vistas grossas para outros.
Fonte: AFD