Presidio construído com milhões de reais como de segurança máxima está se desintegrando e é o mais frágil do Complexo de Pedrinhas

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O Presidio São Luís 3, construído na administração passada com investimentos de milhões de reais para ser de segurança máxima e até com referências de presídios federais, está se desintegrando. Desde o mês de abril vêm sendo feitas improvisações nas unidades com a constatação da fragilidade das ferragens colocadas e o material de péssima qualidade com que foi executada a obra. O mais grave é que existem suspeitas de superfaturamento e a unidade em relação às demais do Complexo Penitenciário de Pedrinhas é o mais vulnerável.

Para que se tenha uma dimensão da bandalheira realizada na construção, um poço artesiano perfurado para atender as necessidades fisiológicas dos presos, apresenta água barrenta e tem sido motivos de inúmeras reclamações de detentos. Das quatro cercas existentespara a proteção da unidade, apenas uma conta com concertina, o oferece melhores condições para fugas.

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As tubulações de água e esgotos estão entupidas e a energia elétrica é oscilante. O prédio foi construído próximo a um túnel de uma linha férrea, que é um sério risco para bandidos fazerem interdição terrestre para resgates em massa, o que demonstra claramente que não foi feito estudo técnico do local para a construção.

O mais grave é que estão sendo feitos improvisos com colocação de sustentação de ferro, soldadas e chumbadas nas paredes para evitar que vigas possam vir a desabar, além de que paredes não estão amarradas às vigas de concreto.

O problema é da maior seriedade e necessário se torna que seja inspecionado pela CPI do Sistema Penitenciário da Câmara dos Deputados, que deve chegar ao Maranhão na próxima terça-feira.

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