Jornalista Paulo Figueiredo aponta bens de Alexandre de Moraes em nome de instituto familiar

Jornalista afirma que imóveis de alto valor estariam registrados em instituto familiar criado pelo ministro e sua esposa. O jornalista Paulo Figueiredo informou, em transmissão no canal “Paulo Figueiredo Show” no YouTube, que a inteligência dos Estados Unidos apontaria que todo o patrimônio do ministro do STF Alexandre de Moraes e de sua esposa estaria registrado em nome de um instituto familiar.  Segundo Figueiredo, o “Lex – Instituto de Estudos Jurídicos Ltda.” teria sido fundado no ano 2000 pelo ministro e sua esposa, Viviane Barci, e que seus sócios atualmente seriam ela e os três filhos, Gabriela, Giuliana e Alexandre Júnior.

O jornalista ainda relatou que o instituto não possui site ativo e que sua última postagem no Instagram data de 2017. Ele mencionou que imóveis de elevado valor estariam vinculados ao instituto, como um apartamento avaliado em R$25 milhões em São Paulo (Jardim Europa), além de uma mansão em Campos do Jordão e um apartamento no Guarujá. Por fim, Figueiredo destacou que a sede do instituto coincidiria com o endereço do escritório de advocacia da família, hoje denominado Barci de Moraes Advogados, e que o instituto compartilharia o mesmo local.

Diário do Poder

 

Advogado desmonta a farsa da soberania petista

Em mais uma de suas falácias para enganar o povo, Lula e sua turma insistem em afirmar que a Lei Magnistky é um ataque à soberania do Brasil. Durante participação no Jornal do JCO, o advogado André Marsiglia desmascarou as narrativas de forma brilhante:

“Qual é a grande soberania que nós temos aqui no Brasil para ser protegida, se nós dependemos de todos os sistemas americanos? Qual é a grande soberania aqui para ser defendida, se estamos na mão dos outros, agora a gente quer sair das mãos dos Estados Unidos e nos colocarmos na mão dos chineses. 

A gente não quer soberania, a gente quer só depender de quem está ideologicamente do lado do governo. Esse papo de soberania é um papo para boi dormir. E, constitucionalmente falando, a real soberania é a soberania do povo. Um país só é soberano se o povo está no comando. 

Aqui o povo está no comando? Ou nós que estamos submetidos a eles?”, questionou, de forma quase retórica, pois já sabemos a resposta… 

Jornal da Cidade Online

“Julgamento e condenação de Bolsonaro é a armação para o golpe eleitoral em 2026”, diz deputado ao Jornal JCO

Em entrevista exclusiva ao Jornal do JCO, o deputado federal Jose Medeiros (PL-MT) soltou o verbo, revelando o que pode estar por trás do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

“O ministro Alexandre de Moraes foi dragado pelo seu ex-assessor para uma situação de crime preparado, preparação de flagrante, numa situação que, se fosse para medir o ministro Alexandre com a régua que ele tem medido as pessoas do 8 de janeiro e Jair Bolsonaro, o camburão tinha que ter encostado na frente do STF e ter levado o ministro. 

A gente nota que existe um apanhado de quase mil folhas, tentando provar o que não tem como se sustentar. Não é possível esperar nada de justo em um documento onde a maioria ali são desafetos pessoais ou políticos do ex-presidente Bolsonaro. Esse julgamento é imprestável, na verdade é a preparação para um golpe eleitoral em 2026”, alertou o deputado. 

Jornal da Cidade Online

Como a carne brasileira está fora dos EUA, Lula pode pelo menos honrar a promessa de dar picanha ao povo

O tarifaço atingiu em cheio o setor pecuário do Brasil, já que a nossa carne ficou de fora da rota comercial norte-americana, entretanto, os pecuaristas estão lutando para encontrar novos mercados, como explica o engenheiro agrônomo e consultor de mercados da Pátria Agronegócios, Ronaty Makuko. 

“Por conta taxações, a nossa carne acaba ficando fora da rota para os Estados Unidos, mas outros países aumentaram as exportações rapidamente, um exemplo é o México, que aumentou em mais de 400% a exportação de carne do Brasil”, aponta o especialista. 

O tarifaço dos EUA, oportuniza a Lula, para que ele se reconcilie com o povo brasileiro, a quem prometeu em campanha distribuir carne com insinuações de que a picanha chegaria com fartura às famílias pobres, sempre acompanhada da cervejinha nos finais de semana.

Lula pode reclamar de tudo, mas não pode desconhecer a importante ajuda do presidente Donald Trump, que com o tarifaço proporciona a ele, cumprir pelo menos uma vez, uma promessa de campanha política. Agora tudo depende apenas do presidente, que com certeza, mais uma vez deixará de honrar promessa com o povo, a exemplo de tantas, que passam pela educação, saúde, infraestrutura, etc.

Jornal da Cidade Online e AFD

 

Líderes de partidos de oposição já contam com 300 votos pró-anistia na Câmara

Líderes partidários da Câmara, contando com centro e oposição, estão desde o início da semana com planilhas na contagem de votos para aprovar o projeto que pode anistiar os presos pela quebradeira do 8 de janeiro de 2023. O clima é de otimismo: 300 votos. Por mais que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), negue, as negociações para que a proposta seja pautada vêm desde a ocupação da Mesa Diretora da Câmara e do Senado, e pode sair ainda em setembro.

Agora vai

A “senha” para o projeto andar foi a visita de Arthur Lira (PP-AL), ainda influente no centrão, ao ex-presidente Jair Bolsonaro, segunda (1º).

Calendário

Nada deve ser pautado enquanto o julgamento de Bolsonaro estiver na pauta do Supremo. A sentença sai na próxima semana, sexta (12).

Frente ampla

Além do PL, que encabeça o projeto, as planilhas apresentam votos do PSD, União, PP, MDB, PSDB, Republicamos, Novo, e por aí vai.

Longe do STF

A depender do resultado da empreitada, a oposição quer colocar outro abacaxi no colo de Motta: a pauta do fim do foro privilegiado.

Coluna do Claudio Humberto

Julgamento na 1ª Turma do STF, faz história como o de sentença mais previsível

O julgamento na 1ª Turma do STF iniciado ontem (2), que põe mais um ex-presidente da República no banco dos réus, é também um dos mais previsíveis da história do Direito: ninguém aposta na absolvição de nenhum dos réus, ainda que seus advogados tenham se esforçado na alegação de falta de provas etc. Nos meios políticos e jurídicos de Brasil a voz corrente é que os acusados já estão condenados há muito, faltando só definir a dosimetria das penas para cada um dos oito réus.

Apenas uma dúvida

Apenas há incerteza em relação ao voto do ministro Luiz Fux, juiz-raiz de cuja cabeça não se sabe o que sairá. Bem ao contrário dos demais.

‘Cartas marcadas’

Descrente em julgamento justo e imparcial, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), o definiu como “cartas marcadas”.

Dúvida disseminada

Acusações de perseguição a Bolsonaro, feitas por Donald Trump, ajudaram a lançar dúvidas internacionalmente sobre o julgamento.

Holofote garantido

Além de quase todas as manchetes na imprensa, “Bolsonaro” se tornou o termo mais pesquisado online no Brasil, ontem, diz o Google Trends.

Coluna do Claudio Humberto

 

“Eduardo Tagliaferro COMPROVOU a podridão do STF,” diz o deputado Marcel van Hattem

O deputado Marcel van Hattem soltou o verbo em suas redes sociais:

“URGENTE! 

Eduardo Tagliaferro COMPROVOU a podridão do STF que corroeu a República e fez com que passássemos a viver em uma ditadura! Alexandre de Moraes e Paulo Gonet atuaram fora da lei e do processo para prejudicar cidadãos honestos apenas por opinião ou interesse político.

Isso não existe em um Estado de Direito! Moraes e Gonet precisam ser responsabilizados e penalizados, urgentemente! 

Chega dessa FARSA!

Jornal da Cidade Online

 

Senado aprova mudar a Lei da Ficha Limpa, o que abreviará a inelegibilidade de políticos corruptos

Texto aprovado antecipa início do prazo de inelegibilidade é de autoria da deputada Dani Cunha, filha do corrupto e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 192/2023, de autoria da deputada federal Dani Cunha (União-RJ), que altera a Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar nº 64/1990). A proposta estabelece que o prazo de oito anos de inelegibilidade passe a contar a partir da data da decisão judicial ou do evento que a motivou — como a perda do mandato, a renúncia ou a condenação —, e não mais após o cumprimento da pena, como prevê atualmente a Lei da Ficha Limpa. A longo prazo, a nova regra pode permitir que políticos condenados retornem à vida pública em um intervalo de tempo menor, o que pode impactar eleições futuras, como a de 2026.

O projeto foi aprovado por 50 votos a favor e 24 contrários. Seus defensores argumentam que a medida confere maior objetividade e segurança jurídica ao processo eleitoral. No entanto, a proposta tem sido alvo de críticas por parte de organizações da sociedade civil, que a consideram um retrocesso no combate à corrupção. Entidades como a Transparência Internacional – Brasil e a Rede de Advocacy Colaborativo (RAC) manifestaram-se contrárias ao projeto, alertando para o risco de enfraquecimento da Lei da Ficha Limpa e da integridade no processo político.

As mudanças teriam aplicação imediata, inclusive sobre condenações e fatos anteriores à aprovação da nova norma.

Diante da falta de consenso, a maioria das lideranças partidárias liberou a votação das bancadas. A única legenda a orientar voto contrário foi o MDB. O governo e o PT não orientaram seus parlamentares.

Diário do Poder

EUA encurralam 5 bancos sobre aplicação da Lei Magnitsky contra o então poderoso Alexandre de Moraes

Cinco dos maiores bancos que atuam no Brasil — Itaú Unibanco, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e BTG Pactual — receberam nesta terça-feira (2) uma notificação do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. 

A carta, enviada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), questiona como as instituições estão lidando com a aplicação da Lei Magnitsky em relação ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema, segundo fontes, já está sob avaliação dos departamentos jurídicos das instituições financeiras. O OFAC pediu esclarecimentos sobre medidas adotadas ou em andamento para cumprir as sanções contra Moraes, incluído na lista de penalizados em julho. 

A lei prevê o congelamento de bens e ativos nos EUA e veda transações com entidades financeiras americanas. Essa restrição atinge inclusive serviços como cartões de crédito das bandeiras Visa e Mastercard. O Cerco se fechou! Moraes está visivelmente abalado. A “conta” está chegando e logo estará batendo a porta…

Jornal da Cidade Online

Tagliaferro confirmou, que entregou as provas contra Alexandre de Moraes às autoridades dos EUA

Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, confirmou nesta quarta-feira (3) que forneceu todas as provas contra o magistrado para as autoridades dos Estados Unidos. “Eu já entreguei ao governo americano, ao governo do Estados Unidos. Enquanto eu respirar, ele [Moraes] pode fazer o que quiser, não vai impedir que eu faça o que deve ser feito, de levar a verdade a todos os parlamentos, de levar ao mundo as atrocidades, as violações dos direitos humanos que Alexandre Moraes está cometendo”, afirmou Tagliaferro.

O ex-assessor manteve as mesmas alegações apresentadas na audiência pública realizada nesta terça-feira (2). Tagliaferro acusou Moraes de ter cometido fraude processual em uma operação de busca e apreensão contra empresários em agosto de 2022, após o vazamento de mensagens trocadas em um grupo privado de WhatsApp.

O ex-assessor descreveu o que denominou de “rito inverso” nos processos conduzidos pelo ministro do STF.

“Tudo o que parte do gabinete de Alexandre de Moraes trata-se de rito inverso. Ao invés de partir de uma denúncia da Polícia Federal, do Ministério Público ou alguma outra parte que tenha feito uma investigação e peça a decisão, seguindo o rito comum, o ministro já sabe o que quer e faz com que aconteça”, explicou.

O caso mencionado refere-se a empresários que, em conversas privadas via WhatsApp, expressaram preocupações sobre um possível retorno do PT ao poder e criticaram decisões do STF relacionadas ao presidente Lula. Segundo Tagliaferro, Moraes interpretou essas mensagens como defesa de golpe de Estado, embora posteriormente tenha arquivado as investigações.

Jornal da Cidade Online