Deputada indígena denuncia manipulação de estrangeiros e interesses escusos na Amazônia

Em pronunciamento na Câmara dos Deputados, a deputada federal Sílvia Waiãpi apontou como os interesses internacionais estão manipulando narrativas a respeito da Amazônia, no que concerne à questão indígena no Brasil.

“Vivo e vivenciei todas as atrocidades que ocorrem no Norte do Brasil. Se nós tivermos que aderir a essa proposição que acusa pessoas de geno***, nós devemos arrolar os Governos dos últimos 40 anos. […] Hoje, eu vejo pessoas querendo usar a questão dos nossos antepassados e querendo usar a questão ianomâmi como palco político, para dançar e fazer festa em cima dos corpos e da memória dos nossos mortos. Isso é inadmissível. Nós temos que levar dignidade”, disse ela.

A deputada também explicou que a terra ianomâmi se estende pelo Brasil e também pela Venezuela, e que índios venezuelanos vêm para o lado brasileiro para receber assistência.

“Os enfermeiros nos informaram que venezuelanos indígenas atravessavam para o lado brasileiro para pedirem comida e suporte de saúde, porque nós somos o único país na América do Sul que dá atendimento a povos indígenas. Então, vamos parar de dançar em cima do sofrimento do nosso povo e de usar o sofrimento para fazer palco político! Vamos nos reunir para resolver o problema, e assim acabaremos com essa celeuma dando dignidade aos povos indígenas! Nós temos que viver no século XXI e não mais no ano de 1500!”.

Para finalizar, a deputada afirmou:

“Mas eu devo defender a soberania do meu País. E é isso que nós devemos fazer, proteger o nosso País de interesses internacionais que querem abocanhar a Amazônia brasileira, utilizando a questão ianomâmi, a questão indígena, para usurpar de nós, povo brasileiro, e nós, povos do Norte. Querem usurpar de nós, filhos da Amazônia brasileira, o direito que nós temos sobre as nossas próprias terras. Então, chega de palco político!”.

Jornal da Cidade Online

Justiça dos EUA e FBI investigam venda de informações confidenciais da Petrobras nos governos do PT

Departamento de Justiça e do FBI citam provas judiciais sobre o caso

Além do pagamento de propina para obtenção de contratos de petróleo e gás na Petrobras, nos governos do PT, desde 2010, investigações do Departamento de Justiça e do FBI, do governo dos Estados Unidos, colheram provas da venda de informações confidenciais ou privilegiadas de funcionários graduados da estatal brasileira à empresa americana, por meio dos responsáveis, tanto nos EUA, quanto no Brasil.

As informações privilegiadas da área de combustíveis foram compradas pelas tradings americanas, diz o Departamento de Justiça.

O Departamento de Justiça confirmou o envolvimento do americano Glenn Oztemel, de Connecticut, e do ítalo-brasileiro Eduardo Innecco.

Diário do Poder

 

 

Ministro Lewandowski encerra no STF três processos envolvendo Lula

Ministro do STF considerou que acusações contra o presidente se baseavam em provas que haviam sido anuladas pelo Supremo

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o trancamento e encerramento de três ações da Lava Jato e da Operação Zelotes contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As investigações, que estavam suspensas, diziam respeito a doações da empreiteira Odebrecht ao Instituto Lula, à compra do terreno do instituto e a supostas irregularidades na compra de caças suecos para a Aeronáutica durante o governo da ex-presidenta Dilma Rousseff.

As duas primeiras investigações estavam suspensas desde setembro de 2021 por ordem do STF. A apuração sobre um suposto tráfico de influência de Lula na aquisição dos caças F-39 Gripen havia sido suspensa em março do ano passado. As ações, que tramitavam na Justiça Federal em Brasília, foram encerradas.

Na decisão, Lewandowski indicou que as provas apresentadas nas ações são ilegais. Segundo ele, não há cabimento para que os processos continuem a tramitar. No texto, o ministro classificou as provas de “eivadas de vícios insanáveis e claramente desprovidas de lastro probatório mínimo”.

A interrupção definitiva das investigações havia sido pedida pela defesa de Lula no processo de anulação das provas que constavam do acordo de leniência entre a Odebrecht e força-tarefa dos procuradores da Lava Jato no Ministério Público Federal.

Os pedidos foram feitos com base em material apreendido pela Operação Spoofing da Polícia Federal, que prendeu um grupo de hackers que invadiram celulares de juízes e de procuradores da Lava Jato.

“Examinando com verticalidade o mosaico fático-jurídico pormenorizadamente descrito acima, não concebo a existência de denúncias temerárias, sem o mínimo de elementos probatórios hígidos [salutares], e, ainda, sabidamente desprovidas de correlação legítima entre elas e fase pré-processual. Trata-se, em verdade, de imputações calcadas em provas contaminadas, que foram produzidas, custodiadas e utilizadas de forma ilícita e ilegítima, o que evidencia a ausência de justa causa para o seu prosseguimento”, escreveu Lewandowski na decisão.

Fonte: R7

 

Sérgio Moro consegue desarquivar no senado o Projeto de Lei da prisão em segunda instância

O ex-juiz da Lava Jato e senador eleito pelo Paraná, Sérgio Moro (União Brasil), conseguiu assinaturas suficientes para desarquivar o Projeto de Lei 166/2018, que trata sobre a prisão após condenação em segunda instância.

O ex-Ministro da Justiça do Governo Bolsonaro foi quem apresentou o texto no pacote anticrime que ele propôs ao Congresso Nacional; mas que não prosperou na época.

– Conseguimos o apoio de 27 valorosos senadores e senadoras para desarquivar o projeto de lei já aprovado na CCJ que prevê a prisão em segunda instância. Um primeiro passo. Tenho certeza, que outros se somarão a esta luta – comemorou o senador.

Em 2019, a proposta foi aprovada na CCJ do Senado e já seria encaminhada para a Câmara dos Deputados, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) interferiu e barrou o trâmite.

– Foi uma surpresa positiva conseguir as 27 assinaturas num período curto de tempo, o que demonstra que essa pauta tem apoio importante dentro do Senado. Agora temos um desafio maior, que é levar o projeto de lei ao Plenário e ter aprovação. Mas é preciso estudar o melhor momento político para isso. Essa pauta é uma reclamação da sociedade. A impunidade, não só de corrupção, mas de outros crimes, é algo que afeta nosso sentimento de justiça. Algo que leva o país para trás. Vamos persistir nesta pauta, ainda que leve tempo – finalizou Moro.

Jornal da Cidade Online

Decisão polêmica do STF pode atingir frontalmente milhões de brasileiros

Com descomunal desproporção, foram autorizadas pelo STF cumprimento de medidas como apreensão de passaporte ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), para os devedores. Além disso pode haver proibição de participação em concursos públicos.

Dados apontam 69,83 milhões de brasileiros com o nome restrito. Traduzindo quase metade da força de trabalho nacional. Uma medida duríssima num país cuja tradição é exatamente o oposto.

O texto do ministro Luiz Fux teve voto favorável da maioria dos ministros, para quem é preciso garantir a efetividade da decisão judicial, e esse é o objetivo do Código de Processo Civil. A divergência parcial partiu do ministro Edson Fachin, que manifestou “preocupação” com a possibilidade de “medidas atípicas”.

Tomar uma ‘decisão atípica’ dessas no exato momento em que quase 70 milhões de brasileiros estão inadimplentes, é temerário para dizer o mínimo. Também é importante salientar que o mundo acaba de enfrentar uma pandemia e durante esse período muita gente foi obrigada a ficar sem trabalhar.

A decisão é totalmente insensata.

Jornal da Cidade Online

 

“Há em curso uma demolição do Brasil”, alerta analista político

Lula segue afirmando que o impeachment de Dilma Rousseff foi ‘golpe’, desafiando inclusive o ex-presidente Temer, que já ameaçou jogar os podres do petista no ventilador…

Para o analista político Carlos Dias, os ataques de Lula fazem parte de um conjunto de operações, uma demolição do Brasil que está em curso:

“Lula, sem dúvida nenhuma, quer atuar no campo social com a maior tensão possível. Então, ele precisa empreender um discurso pesado, forte, agredir figuras centrais da política recente brasileira, notadamente o ex-presidente Bolsonaro, que não tem nenhuma mácula, do ponto de vista da corrupção. Um governo com grandes efeitos positivos para a população brasileira”, ressaltou Dias.

O analista lembrou ainda que Lula e o PT não mudaram, pelo contrário:

“Lula precisa continuar com esse mote antigo, com o discurso de ódio, eles sempre foram agressivos, com invasão de terra, incentivo à criminalidade, se associando a membros de gangues e estruturas criminosas e ditaduras na América Latina”, destacou.

Jornal da Cidade Online

Indiferentes às facções criminosas, Flavio Dino e Lula vão desarmar o cidadão de bem

A entrevista coletiva concedida pelo ministro da Justiça, o comunista Flávio Dino, deixou ainda mais claro que o decreto publicado por Lula, ainda em seu primeiro dia de governo, suspendendo o direito dos cidadãos comuns adquirirem armas de fogo (de acordo com leis e regras rígidas) não passa de um grande teatro.

Isso porque há uma insistência de que todos, mesmo os que já adquiriram armas e estão com seus registros e obrigações em dia, terão que passar por um processo de recadastramento. Dino foi claro… e disse que não haverá exceções.

Como justificativa e sem apresentar dados, ele alega que a ‘legalização’, vejam só, aumentou o tráfico ilegal… um absurdo sem tamanho considerando que o crime organizado jamais se municiou por meio do mercado legal e segue aumentando o próprio arsenal, independente de decretos a favor ou contra as armas. Observando-se claramente, de que as facções criminosas querem sempre armamentos modernos, em que, nem o Sistema de Segurança muitas vezes não tem.

Flavio Dino ‘chutou’ ainda outras falácias, como, por exemplo, o aumento dos feminicídios, mas sem conseguir atestar se isso ocorreu com armas de fogo ou armas brancas e sem dados sobre se as armas utilizadas eram legais ou ilegais.

Ele omitiu, ainda que os feminicídios no Brasil só começaram a ser registrados sob esta nomenclatura, à parte dos demais casos de homicídio, a partir do segundo-semestre de 2016 e, desde então, a prática de diferenciação vem crescendo, gradualmente, não podendo dizer se trata de um aumento de casos, mas sim de ‘casos tipificados’.

O certo é que o tal recadastramento é uma forma de mapear e encontrar cada cidadão armado e, muito provavelmente, forçar seu desarmamento, seja imputando-lhe algum tipo de irregularidade no registro ou mesmo no tal processo de ‘recompra’ pelo Estado.

Quanto às hordas criminosas que se espalham pelo país armadas até os dentes e assaltando, traficando e matando… bem, essas não precisarão se recadastrar, afinal, jamais adquiriram uma só arma no mercado legal. Esse é o mesmo processo realizado em ditaduras de esquerda, como Cuba e Venezuela…

Mário Abrahão. Jornalista.

 

Saudosas lembranças de José Washington Lobo e Silva na cidade de Caxias

As fotos são de uma confraternização no sítio de Wilton Lobo, em Caxias, no dia seguinte ao casamento da sua filha Dinara, 18 de abril de 2016, em que estiveram reunidos familiares, que há muito não se não encontravam. José Washington era o irmão mais velho de Wilton Lobo, que ainda têm os irmãos Belina, João Filho, Afonso, Neusa e Pedro, integrantes de uma família construída pelo comerciante João Lobo e Silva e Helena Souza e Silva, que era das raízes dos Moreira Lima, de Colinas.

Na primeira foto estão: em pé – Antonio Carlos Moreira Lima Filho, Antonio Carlos Moreira Lima, Lindalva Dantas, Vilma Moreira Lima e Wilton Lobo. Sentado aparece José Washington.

Na segunda foto estão: – José Washington, Antonio Carlos, Heloisa Brandão, Roseane Pantoja, Wilton Lobo e Lindalva Dantas.

Na terceira foto estão: – Wilton Lobo Filho e eu. Sentados – Antonio Carlos e José Washington

José Washington faleceu no último dia 11, após uma delicada cirurgia no Rio de Janeiro, onde residida há vários anos, desde quando foi gerenciar a agência do Banco do Estado do Maranhão, naquele Estado. Depois foi convidado para fazer parte da administração do governador Leonel Brizola, período em que exerceu a direção da Companhia de Navegação Estadual e posteriormente foi assessor parlamentar e era bastante respeitado pela sua competência administrativa, o que lhe merecia convites para assessorias públicas e privadas.

Fonte: AFD      A publicação foi feita no dia 18 de abril de 2016

 

Estados Unidos investigam corrupção na Petrobrás no 2º governo de Lula

Departamento de Justiça dos EUA, anunciou hoje (17) investigação de corrupção que envolve “funcionários” da estatal brasileira nos governos Lula, Dilma e Temer

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (17), através de comunicado oficial, que indiciou dois homens, incluindo um brasileiro, por um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro, que envolve funcionários da estatal brasileira Petrobras. O caso já está sob investigação do FBI, a Polícia Federal de lá.

Glenn Oztemel, 64, cidadão americano do estado de Connecticut, e Eduardo Innecco, 73, cidadão brasileiro e italiano, são acusados de conspiração, violações repetidas da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior e lavagem de dinheiro, num esquema de pagamento de propinas a funcionários brasileiros para ganhar contratos com a Petrobras.

O FBI investiga ramificações do esquema e dos “co-conspiradores”.

Diário do Poder

 

O Maranhão perdeu hoje Haroldo Silva; comunicador que marcou o jornalismo maranhense

Não conheço ninguém dentro do jornalismo e fora dele, que tenha pelo menos alguma crítica ao jornalista e radialista Haroldo Silva. Era um se humano diferenciado e sabia como poucos, com o seu sorriso contagiante, se comunicar com as pessoas e de uma maneira especial os colegas. Era uma referência, quando em qualquer roda de amigos em que estivesse, com certeza a descontração era certa.

Em setembro do ano passado, estive em sua casa no residencial Pinheiros em companhia do seu compadre, o radialista Raimundo Atan, da TV Brasil. Por mais de duas horas lembramos de amigos e tive oportunidade de ouvir grande parte da sua trajetória profissional no Rio de Janeiro e no Maranhão. Era um eterno saudosista e fez muitas referências a inúmeros colegas que já haviam partido para a glória e outros com quem conviveu e dividiu vitórias e derrotas, sempre com responsabilidade e dignidade.

Lembrei Haroldo Silva, que o jornalista e escritor Bernardo Coelho de Almeida tinha uma grande admiração por ele, que o qualificava como profissional polivalente e se referia a ele, como o baixinho que mais acertava no futebol, que era na verdade, a chamada para comentários esportivos nas emissoras em que ele trabalhava. Deixei bem claro a ele, que por duas vezes tive oportunidade de ouvir a manifestação carinhosa do respeito profissional de Bernardo Almeida a ele. Ser reconhecido por um intelectual do nível de Bernardo Almeida é orgulho e responsabilidade aumentada, disse na ocasião.

Pela sua competência e muita versatilidade foi assessor de comunicação da social da Assembleia Legislativa do Maranhão e chefe de gabinete do deputado Celso Coutinho, quando presidente do legislativo estadual e posteriormente permaneceu trabalhando no parlamento estadual a convite do deputado Carlos Guterres.

Sempre tive em Haroldo Silva, não apenas um excelente profissional, mas acima de tudo, um grande amigo e ser humano digno e semeador da paz e da solidariedade.

A sua partida nos entristece, mas ao mesmo tempo, temos a certeza plena de que está no Reino da Glória. As suas histórias, brincadeiras e o seu sorriso contagiante, jamais se apagarão das nossas mentes. Afinal de contas, ele agora reside distante de nós, mas logo estaremos todos juntos.

Aqui expresso a minha solidariedade a todos os seus familiares, pela perda irreparável de um grande ser humano – Haroldo Silva. Paz e Bem!

Aldir Dantas