Calotes e empréstimos feitos por Flavio Dino a bancos desestabilizam o governo Carlos Brandão

Flávio Dino deixou o Governo do Maranhão com dívida milionária após contrair sucessivos empréstimos, que o sucessor, Carlos Brandão, está obrigado a honrar. Dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), órgão vinculado ao Governo Federal, apontam que o calote aplicado pelo ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), atual senador da República licenciado para exercer o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, referente a empréstimos contraídos em sua gestão (2015-2022), deixou um rombo de R$ 372 milhões na administração do sucessor, Carlos Brandão (PSB), apenas nos primeiros dois meses deste ano.

Só em janeiro de 2023, a União pagou, em dívidas garantidas do Maranhão, R$ 327,33 milhões. Em fevereiro, o valor não honrado pelo estado quitado pelo Tesouro Nacional foi de R$ 44,26 milhões. O somatório dos primeiros dois meses de créditos não quitados pelo Estado outrora sob o jugo comunista gerou um débito de mais de R$ 372,04 milhões, passivo legado por Flávio Dino ao povo maranhense.

O rombo causado pelo Maranhão nas contas do Tesouro Nacional começou em 2020, segundo ano do segundo mandato do então governador Flávio Dino. Naquele exercício, o valor acumulado referente a parcelas de um empréstimo não quitadas ao Bank of America atingiu R$ 280,16 milhões. Na parcial, correspondente a dezembro do ano passado, a dívida total acumulada já superava R$ 607 milhões.

No momento, o Maranhão tem R$ 957 milhões em contragarantias de dívidas saldadas pela União desde 2016. Importante ressaltar que desde meados do ano passado, o Estado está desobrigado a repassar valores ao Tesouro Nacional referentes a essas pendências financeiras, por força de decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Origem

O déficit crescente teve origem em agosto de 2020, quando o então governador Flávio Dino deixou de pagar a parcela de um empréstimo contraído junto ao Bank of América referente àquele mês, da ordem de R$ 276,18 milhões. Desde então, a dívida vem rolando, com juros de aproximadamente R$ 4 milhões ao mês. Além do débito com o Bank of America, o Maranhão tem pendências de crédito com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Brazil Loan Trust 1, dentre outras instituições financeiras que emprestaram dinheiro ao Estado em governos anteriores.

A situação do Maranhão junto ao Tesouro Nacional vai na contramão do cenário positivo ostentado pela grande maioria das 27 unidades da federação. Em 2022, as análises de capacidade de pagamento de 21 estados foram classificadas com notas A e B, que permitem que o ente receba garantia da União para novos empréstimos, contra 20 no ano anterior.

Somatório

No total, desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 53,94 bilhões não quitados por estados com o objetivo de honrar garantias em operações de crédito. Além do Relatório Mensal de Garantias Honradas – RMGH, as informações estão disponíveis no Painel de Garantias Honradas, uma ferramenta para visualização de dados com recursos visuais inovadores e gráficos interativos. Vale destacar que desde julho de 2022, o RMGH passou a divulgar também as informações de recuperação de contragarantias.

Fonte: Blog do Daniel Matos

 

Lula lança ‘Brasil contra Fake’, fingindo ‘golpe em Dilma’ e ‘armação do Moro’

Governo petista inicia luta contra desinformação, derrotada pelas mentiras do presidente

Com tema “Quem espalha fake news espalha destruição”, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou nesse sábado (25) a campanha “Brasil contra Fake”, contra desinformação sobre os fatos que afetam a vida dos brasileiros. Porém, mentiras ditas pelo próprio presidente seguem sendo tratadas como fatos reais, a exemplo de ter tratado como “golpe,” o impeachment de Dilma Roussef, em 2016; e de dizer que a trama da facção PCC para matar o senador Sérgio Moro (União-PR) seria uma “armação” do próprio parlamentar.

Com vídeo institucional, site e dicas para denunciar informações mentirosas nas redes sociais, a campanha diz querer reduzir o impacto da divulgação de mentiras no dia a dia da população. “A ideia é retratar os mais variados perfis de pessoas para mostrar que estamos todos do mesmo lado e qualquer um pode se tornar vítima de uma notícia falsa”, justifica o governo de Lula.

Sem golpe…

Entre as notícias relacionadas como fake news no site do governo, não constam declarações falsas do próprio presidente Lula, a exemplo dos momentos em que o presidente petista deturpou o processo de impeachment da ex-presidente petista Dilma Roussef, em 2016. Na Argentina, em janeiro, e no Brasil, neste mês de março, Lula chamou de “golpe” o processo de impeachment contra sua afilhada política, que seguiu ritos do julgamento político, previstos pela Constituição Federal.

Conduzido pelo Congresso Nacional, sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o processo de cassação foi motivado por fatos concretos de decretos e “pedaladas fiscais” de Dilma, por ação e omissão dolosas. O Tribunal de Contas da União (TCU) comprovou em relatório que as “pedaladas fiscais” constituíam crime de responsabilidade fiscal. Fato confirmado em parecer do Ministério Público.

As “pedaladas fiscais” consistiam no atraso proposital do Tesouro Nacional de repasses de dinheiros bancos e autarquias, para maquiar como positivas as contas do governo de Dilma.

…Nem armação

A campanha “Brasil contra Fake” do governo petista ainda não restabeleceu a verdade sobre a falsa acusação de Lula de que o senador Sérgio Moro teria conduzido uma suposta “armação”, no caso do plano da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para matar o ex-juiz federal da Lava Jato, que foi responsável por condená-lo por corrupção e lavagem de dinheiro e o levar à prisão em 2018.

Lula sorriu e mentiu, ao ser questionado sobre a Operação Sequaz, deflagrada na quarta-feira (22) para desarticular a trama da facção que também mataria a família do senador e o promotor de Justiça de São Paulo, Lincoln Gakiya, este implacável denunciador de criminosos do PCC. Em fala irresponsável e marcada pela sua confessa sede de vingança, o presidente da República acusou Moro, sem provas, de “armar” um plano investigado e combatido pelas próprias forças de segurança brasileiras.

A ficção de Lula desmoralizou o Judiciário e o próprio ministro da Justiça, Flávio Dino, que comemorou a operação executada pelo Polícia Federal, também desrespeitada por ter investigado e levantado provas de que o PCC tinha, sim, um plano para matar o rival político de Lula, sua família e o promotor paulista.

“Eu não vou falar, porque eu acho que é mais uma armação do Moro. Mas eu quero ser cauteloso. Eu vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro”, mentiu Lula, que teve condenações revogadas por irregularidades processuais do então juiz Sérgio Moro.

Diário do Poder

 

Planos de ‘ferrar’ e matar dão sobrevida a Sérgio Moro

A descoberta da trama para matar Sergio Moro e as falas ameaçadoras de Lula, em seu ódio obsessivo, e a mentira da “armação”, não apenas recolocaram o ex-juiz da Lava Jato na elite da política como garantiram o mandato do senador, ao menos por enquanto. O ex-juiz da Lava Jato, que meteu Lula na cadeia por ladroagem, está na mira do empoeirado Conselho de Ética do Senado, agora controlado por lulistas, que têm a “missão” de procurar cabelo em ovo para cassar seu mandato.

Caça ao investigador

Querem para Moro o mesmo destino do juiz da Operação Mãos Limpas, da Itália, Antonio Di Pietro, cassado pelos políticos ladrões que puniu.

Mau presságio

A intenção de lulistas, alvos da Lava Jato, era óbvia: controlar o Conselho de Ética para blindar aliados e emparedar os opositores.

Olha a turma

Seis integrantes da CPI da Pandemia estão agora no Conselho de Ética, além de outros que usaram a comissão para garantir lugar sob holofotes.

História curta

O último senador cassado foi Delcídio do Amaral, ex-ministro de Dilma ex-PT, enrolado na Lava Jato. Desde 1988, só três perderam mandatos.

Coluna do Claudio Humberto

 

O PT “vai dar PT”… E a culpa disso parece bem evidente

Claro que o timing da operação de prisão dos envolvidos no sequestro de Moro, é estranho. Tem gente que acredita em coincidências na política. Eu não acredito. Nem por isso Lula devia ter dito sobre armação. Ele fez justamente o que seus inimigos políticos esperavam.

Agora, além das questões sobre a CPMI dos infiltrados, Dino terá de dizer se a PF é ou não, aparelhada por algum agente político. Além da preocupação envolvendo a situação do Senador, Inácio foca no problema das MPs travadas, envolvendo Lira e Pacheco.

Ele sabe que se expirar o prazo sem definição, um governo em crise pode escalar níveis absurdos de reprovação. E a situação piorou com a declaração do líder da Câmara, e seu potente recado de guerra ao líder do Senado, que segundo ele, segue orientações de velhos caciques da política brasileira.

Com as complicações na crise da pandemia, as MPs ficaram com o texto final dirigido pela Câmara, e assim, quem decide qual jabuti entra ou sai é Lira. Os articuladores de base governista no Senado querem mudar isso, e Lira não vai deixar. Tudo se agrava com a Selic mantida, e a dificuldade do executivo em lidar com sua guerra civil interna por protagonismo e poder.

Muitos já começam a abandonar o barquinho do molusco, e parte dos influenciadores de esquerda não consegue mais elaborar boas defesas, sem parecerem ridículos à opinião pública.

As comparações com o governo anterior estão mais recorrentes, e tudo é avaliado com calma pelo governo atual. O clima é de apreensão. Tucanos observam, e começam a abandonar seu disfarce de arara vermelha.

Estão contentes com a conclusão, que a maioria das pessoas que acompanham Brasília, começa a cogitar.

O PT vai dar PT.

E a culpa disso é do próprio PT.

Victor Vonn Serran

Articulista

 

Ministro de Lula é machista e desrespeitoso com a jornalista Raquel Landim, da CNN

O ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Paulo Pimenta (PT/RS), foi um dos que endossou a afirmação absurda do Lula de que as investigações da Polícia Federal (PF) que desbarataram um plano de sequestro e assassinato do senador Sérgio Moro e família, teria sido uma ‘armação’ do ex-juiz.

“Eu não vou falar porque acho que é mais uma armação do Moro. Quero ser cauteloso, vou descobrir o que aconteceu. É visível que é uma armação do Moro”, disse Lula na quinta-feira (23), ignorando que até mesmo o Ministro da Justiça, o comunista Flávio Dino, já havia exaltado a operação.

Dada a gravidade do tema, ele foi questionado ao vivo pela jornalista da CNN Brasil, Raquel Landim, sobre a declaração do presidente e o fato de torná-la praticamente oficial:

“A investigação nunca é colocada na rua só pela juíza. Você tem uma série de policiais federais envolvidos, do Ministério Público envolvido, isso requer uma preparação de dias. Então como é que o senhor colocar uma armação do Sérgio Moro com a juíza e isenta dessa armação todos esses policiais e esses procuradores e promotores que estavam envolvidos nesta mesma operação, faz sentido?”

Evidentemente contra a parede, Pimenta respondeu com outra pergunta, desrespeitosa e machista:

A senhora é jornalista?

Landim rebateu:

“Sim, formada pela Universidade de São Paulo”.

O ministro prosseguiu, dizendo que também era, em uma evidente tentativa de desmerecer a apresentadora, mas, covardemente, se esquivou do assunto.

Raquel Landim ainda demonstrou sua indignação com um post nas redes sociais, onde veiculou o trecho do vídeo em que é atacada: “Sou jornalista, sim. Meu papel é fazer as perguntas; o da autoridade pública deveria ser trazer os esclarecimentos”, disse

O jornalista Felipe Moura Brasil, que também participava da entrevista, cobrou posição das ditas ‘feministas’: “A ala das ‘feministas até a página 2’ não se solidariza com uma mulher jornalista questionada por um político de esquerda se ela é jornalista mesmo, diante de uma pergunta incômoda. O repúdio é ideologicamente seletivo.”

Pimenta é mais um que corre sérios riscos, primeiro de ser chutado do poder executivo, junto com seu chefe. E depois ainda terá que se explicar ao Congresso Nacional, ao reassumir seu mandato de deputado federal.

Jornal da Cidade Online

 

Policiais Federais se revoltam contra o desrespeito e deboche de Lula

O Sindicato dos Policiais Federais de São Paulo mostrou-se indignado com a declaração do Lula (PT), no sentido de que a investigação em torno dos planos do Primeiro Comando da Capital (PCC) de matar o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), seria uma “armação” do congressista. A presidente do Sindicato, Susanna do Val Moore, em entrevista, afirmou que não seria possível o ex-juiz da Lava Jato enganar o órgão mais importante de investigação do Brasil e que o próprio ministro da Justiça do atual governo, Flávio Dino (PSB), elogiou a atuação dos policiais, em público.

“Os atos foram deferidos pela PF, pelo Ministério Público e pela Justiça. A PF segue as leis e a Constituição Federal. E a Operação Sequaz foi trabalhada dentro dessa linha. A PF hoje é respeitada pela sociedade e pelas autoridades justamente por ser uma polícia de Estado”, explicou Susanna.

Lula se viu numa situação bem contraditória esta semana porque, menos de 24 horas após ele ter confessado que queria “foder” o ex-magistrado que o mandou para a prisão, a PF descobriu um plano sórdido do PCC para matar o senador e outras autoridades, como o promotor de Justiça Lincoln Gakiya. 

O PCC, por sinal, é aquela facção criminosa que, em 2019, teve ligações telefônicas entre os líderes interceptadas pela polícia, confidenciando que o grupo criminoso tinha uma relação “cabulosa” com o Partido dos Trabalhadores.

Sem provas, Lula riu do episódio na quinta-feira (23), minimizou os atos e classificou a investigação como “armação”. “É visível que é uma armação do Moro, mas eu vou pesquisar e vou saber o porquê da sentença. Até fiquei sabendo que a juíza não estava nem em atividade quando deu o parecer para ele, mas isso a gente vai esperar. Eu não vou ficar atacando ninguém sem ter provas. Eu acho que é mais uma armação”, afirmou. Um inconsequente e irresponsável.

Jornal da Cidade Online

 

Planalto entra em “parafuso” e quer usar viagem à China diante da indignação e revolta contra Lula

Ainda está causando uma forte polêmica, a fala do Lula (PT) sobre a investigação da Polícia Federal (PF) que desvendou plano do Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa da América do Sul, para matar o ex-juiz federal da Lava Jato e senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, considerado a maior autoridade e estudioso sobre o grupo de bandidos.Lula, que foi condenado à prisão por Moro e, horas antes do caso vir à tona, foi flagrado afirmando que sempre pensava em “f****” o ex-magistrado quando estava detido, minimizou os planos do PCC e ainda disse que tudo não passava de suposta “armação” do ex-Ministro da Justiça.

A declaração irresponsável e precipitada do petista, claro, não pegou bem e causou uma forte indignação em todo o país. Na verdade, deixou o Planalto baratinado. Um ministro atrás do outro corria para justificar o desatino do chefe de Estado. Mas, já era tarde. Com repercussão tão negativa, a cúpula do Partido dos Trabalhadores, que tem “diálogo cabuloso” com o PCC, agora, só quer mandar Lula pra China, literalmente. E quase ele vai mesmo. 

A ideia era de que o preisdente viajasse na sexta-feira (24) com uma imensa comitiva – imensa mesmo – para fazer a sociedade esquecer as declarações desastrosas. Mas, Lula passou mal e o encontro com o ditador Xi Jinping foi adiado.

Em 45 dias, a PF concluiu as investigações e prendeu 11 integrantes da facção, incluindo Janeferson Aparecido Mariano Gomes, identificado como o “cabeça” do plano para matar Moro e Gakiya. Ele é chefe nacional da “Sintonia Restrita”, uma espécie de centro de inteligência que arquiteta ações contra autoridades para executá-las em favor da organização criminosa.

A PF conseguiu coletar provas dos celulares com conversas sobre o esquema de sequestro e assassinato, identificou os imóveis alugados, rabiscos de planos e até o sinal dos aparelhos telefônicos que indicam integrantes do PCC rondando vários endereços ligados a Moro. A suspeita da polícia é a de que a facção queria o ex-juiz federal morto, antes mesmo de assumir o cargo de senador.

Com provas tão contundentes, líderes do PT admitem reservadamente que Lula foi catastrófico ao jogar dúvidas sobre toda a apuração e criou um problema sério com a Polícia Federal.  E, como palavras lançadas são penas ao vento, o partido acredita que a única saída para despistar a atenção da imprensa e da população sobre o episódio é trazer resultados financeiros concretos das negociações com o gigante asiático, mas pelo visto o problema não será fácil de ser amenizado, diante de que nunca se sabe, quando Lula poderá aprontar outra, diante do seu psicótico desejo de vingança e obsessivo de ódio.

Jornal da Cidade Online

 

Morre o músico e humorista Juca Chaves

O músico e humorista Juca Chaves morreu na noite deste sábado (26), em Salvador. O artista tinha 84 anos e estava internado no hospital São Rafael, na capital baiana. De acordo com o hospital, Juca foi internado há 15 dias e morreu “devido à complicações de problemas respiratórios”. A família pediu para que mais detalhes não fossem divulgados.

O hospital divulgou a seguinte nota:

“O Hospital São Rafael lamenta a morte do paciente Juca Chaves na noite deste sábado (25) devido a complicações de problemas respiratórios e se solidariza com a família e amigos por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes”.

O velório está sendo realizado na tarde deste domingo, no Cemitério Bosque da Paz. O corpo de Juca Chaves será cremado, às 16h.

Jornal da Cidade Online

 

Caso Moro: e-mail ‘lulalivre’ era usado por membro do PCC

Contas vinculadas a celulares seriam usadas por terceiros para não deixar rastros, segundo investigação da PF

Documentos da investigação da Polícia Federal sobre o plano do PCC para sequestrar o senador Sergio Moro mostram que um dos e-mails usados pelos suspeitos era “lulalivre1063.icloud.com”, em referência ao mote usado durante o período em que Lula estava preso.

A informação foi divulgada neste sábado (25) pelo Estadão e confirmada por O Antagonista. Segundo a PF, as contas de e-mail vinculadas aos aparelhos seriam usadas por terceiros para não deixar rastros que levassem até os criminosos.

A quebra do sigilo da investigação da PF ocorreu horas depois de Lula chamar de “armação” de Moro o relato sobre as ameaças da facção criminosa ao ex-juiz. O acesso aos documentos da investigação comprovou que os membros do PCC que foram presos planejavam sequestrar o senador.

O Antagonista

 

Jornalista da Globo choraminga e descobre quem é o verdadeiro Lula

Andréia Sadi foi uma das jornalistas mais engajadas na campanha de Lula. Ignorando totalmente os princípios de imparcialidade e pluralismo, o seu canal GloboNews, chegou a realizar mesas redondas com OITO comentaristas com a mesma postura ideológica. Agora, com o presidente petista eleito e os previsíveis descalabros de seu governo (Lula deixou claro na campanha o que faria) esses mesmos jornalistas choram lágrimas de crocodilo.

Durante programa exibido pela Globo News, a apresentadora demonstrou espanto com a postura nada republicana de Lula ao abordar o tema em destaque da semana, o atentado do PCC contra Sérgio Moro. Ela chegou a fazer algumas críticas contra o Lula e esqueceu que foi uma defensora contundente da sua candidatura e mostrou claramente que fez o L.

“Durante a campanha foi Lula paz e amor, não tem revanchismo, só ‘love’, o Ministério do namoro coisa e tal. Ministério do namoro coisa e tal. Olha Valdo (Cruz) eu vou te falar tá me parecendo um hashtag #vingativo. E muitas das declarações dele, sim, que estão contaminando; geralmente é ministro professor que contamina o andamento do governo com esse tipo de declaração, quem tá contaminando neste momento é o próprio presidente”.

Só tenho um conselho: Sadi, Valdo Cruz, Camarotti: não chorem, nem se assustem. Só façam o ‘L’.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.