Projeto que torna Lei de Planos de Saúde mais cruel, tem como relator o deputado Duarte Jr (PSB-MA)

Relator do projeto que altera a Lei dos Planos de Saúde, o deputado Duarte Junior (PSB-MA) está espantado com a ousadia do texto original, pró-operadoras, cujo faturamento anual é estimado em mais de R$250 bilhões. O projeto 7419 autoriza, por exemplo, aumento de até 500% no valor do plano quando o cliente atinge 59 anos. A jogada é criminosa: a lei do Estatuto do Idoso proíbe reajuste a partir dos 60 anos em razão da idade, daí a proposta que autoriza o aumento escandaloso aos 59 anos.

Olha a canalhice

O projeto reduz a cobertura de doenças graves adquiridas como câncer, sem cobertura de cirurgia, e diabetes. O plano teria responsabilidade apenas os remédios.

Votação até junho

Não é uma possibilidade remota: o projeto que prejudica ainda mais o consumidor tramita em regime de urgência e será votado até junho.

Segmentações

Duarte promete substitutivo que proteja o cidadão, removendo jabutis como a criação de mais segmentações que desamparam o paciente.

Investidas a granel

O projeto do ex-senador Luiz Pontes (PSDB-CE) tramita com 265 outras propostas, a maioria ruim, de mudanças no sistema privado de saúde.

Coluna do Claudio Humberto

 

Colunista Mônica Bergamo revela, que Lula cai na real e “chora”

O Lula está decepcionado. Caiu a ficha…

Lula finalmente percebeu que não tem o mesmo poder de outrora, como nos dois mandatos anteriores. A informação é de uma jornalista extremamente próxima ao PT, tida como uma porta-voz do partido, Mônica Bergamo.

Eis o registro da jornalista:

“Auxiliares e ministros que despacham com frequência com Lula dizem que os momentos em que ele deixa transparecer maior decepção são aqueles em que percebe as diversas limitações que tem para fazer valer a sua vontade —e que são maiores do que as que existiam em seus dois mandatos anteriores”.

E acrescenta:

“Lula estaria, de acordo com assessores próximos, vivendo um paradoxo: se elegeu com ambições maiores do que as que tinha em eleições anteriores e determinado a, desta vez, não fazer tantas concessões como as que teve que fazer anteriormente para governar. Porém, ele tem hoje muito menos poder”.

E diz ainda:

“As aflições de trabalho contrastam com seu momento pessoal, de felicidade em que, como diz, está cada vez mais apaixonado pela mulher, Rosângela da Silva, a Janja”.

Parece que aí, Mônica tenta aliviar para Lula, mas não é bem assim. Janja tem demonstrado enorme insatisfação com o parceiro, em todos os sentidos, inclusive com gestos em público. Recentemente, uma cena viralizou e expôs a situação complicada da relação conjugal.

Janja da Silva ignora o momento em que seu ‘marido’, o ex-sindicalista Lula, tenta pegar em sua mão na saída do hotel em Londres. Ela puxa o braço e aponta que ele deve seguir para o outro lado, bruscamente.

Jornal da Cidade Online

TSE cassa o deputado Deltan Dallagnol

O Tribunal Superior Eleitoral cassou agora à noite, o registro de candidatura do deputado federal Deltan Dallagnol.

Isso significa a perda de mandato.

Pela decisão, os votos recebidos por Deltan serão destinados ao seu partido.

A decisão foi unânime.

O pedido de cassação foi apresentado pela federação PT, PCdoB e PV e pelo PMN.

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) rejeitou o pedido, mas os partidos recorreram ao TSE.

Isso tem cheiro de vingança. O sistema é terrível.

Jornal da Cidade Online

 

Briga de ministros pelo espólio de Lula trava o governo petista

O presidente Lula tem sido aconselhado a admitir candidatura à reeleição, ainda que não seja o seu desejo, só para aplicar “freio de arrumação” nos ministros que se engalfinham para sucedê-lo como se a disputa fosse este ano. Fernando Haddad (Fazenda) briga com Alexandre Padilha (articulação), que briga com Rui Costa (Casa Civil), que briga com todos. Há outros menos votados na desordem, tipo Paulo Pimenta (Comunicação) e, claro, Gleisi Hoffman. Cada um quer o lugar de Lula no PT e no Planalto.

Guerra pelo espólio

O confronto tem a ver com a idade avançada de Lula e o temor de que o partido tende a se fragmentar sem a sua liderança, e até acabar.

Governo paralisado

Políticos experientes como o presidente da Câmara, Arthur Lira, estão preocupados com o governo travado pela disputa de egos dos ministros.

Favorito virou alvo

Há ministros negligenciando a defesa do arcabouço fiscal só para ajudar a impor uma derrota política a Haddad, aparentemente o favorito de Lula.

Arrogância não dá

Haddad, por sua vez, é criticado na própria “seita” pela atitude arrogante de cobrar dos rivais a adesão incondicional a seu projeto político.

Coluna do Claudio Humberto

 

Sobre excessos de Alexandre de Moraes: Arthur Lira defende ‘autocontenção dos Poderes’

Presidente da Câmara também cobra atitudes do Senado, que sabatina e aprova indicados ao STF

Em entrevista nesta segunda (15) à Rádio Bandeirantes e TV BandNews, o deputado Arthur Lira não evitou temas delicados e, com elegância, defendeu “relação harmônica e respeitosa” e “autocontenção dos Poderes”, ao ser indagado sobre as queixas de que o ministro do STF Alexandre de Moraes tem extrapolado e confrontado prerrogativas parlamentares. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, que participou da entrevista.

Para Lira, “a autocontenção é importante para o equilíbrio da democracia”, mas lembrou o papel do Senado nessa discussão.

O presidente da Câmara lembrou que o Senado é a Casa da Federação e deve cuidar de questões do STF, cujos ministros sabatina e aprova.

Arthur Lira também está convencido de colocar cada um dos Três Poderes em seu quadrado passa por solução legislativa. E consensual. Ele admitiu o “recuo exagerado do Poder Legislativo” diante dos avanços do Judiciário em suas prerrogativas, após a criminalização da política.

Diário do Poder

Governo Lula repete erros de Dilma, altera política de preços e afeta ações da Petrobras

Mudança pode desvalorizar ações, prejudicando inclusive o próprio governo

O governo Lula 3 resolveu assumir suas verdadeiras feições, de “Dilma 3”, e fez a Petrobras anunciar, nesta terça-feira (16), alterações na política de preços da empresa com medidas e conceitos muito parecidos com aqueles do governo Dilma Roussef, que levou a empresa praticamente à ruína, transformando-se na mais endividada do mundo.

Com isso, foi anunciado o “abrasileiramento” dos custos da Petrobras, como se uma petroleira pudesse ignorar o mercado internacional, e o fim da paridade com o dólar e os preços praticados em todo o mundo, tanto no petróleo quanto nos combustíveis como gasolina e diesel.

Antes mesmo da abertura da bolsa de valores, o chamado “pré-mercado” sinalizava queda no valor das ações da empresa. A depender da extensão dos prejuízos aos acionistas, poderá haver consequências na Bolsa de Valores de Nova York, onde são rigorosas as regras de proteção aos investidores de prejuízos causados pela gestão irresponsável das empresas listadas. Entre os mais prejudicados estão milhares de trabalhadores que, convidados pelo governo do PT, investiram seu FGTS em ações. Mas também a União, representada pelo governo federal, perde em receita no seu quinhão de mais da metade dos dividendos distribuídos.

Comunicado confuso

As medidas adotadas pela Petrobras foram informadas em comunicado de redação confusa, ainda sob exame.

“Os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida”, informou a direção da Petrobras em nota, “evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

A nova “estratégia comercial” usa duas referências de mercado: o “custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação”, e o “valor marginal para a Petrobras”.

“O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos”, explica o comunicado da Petrobras. Já o “valor marginal”, segundo a petroleira, é “baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino”.

Diário do Poder

 

Bandidos colocaram revolver contra criança autista de 04 anos em assalto no Olho D’agua

A violência é cada vez mais acentuada não apenas na capital, mas em todo o Estado. Os casos de assaltos em São Luís, estão banalizados e só há registro policial, quando o aparelho celular da vítima tem rastreador, os casos de necessidade para as pessoas recorrerem à segunda via de documentos, e ainda se a vítima sofreu lesões corporais, desde que sejam graves. Tem se tornado comum se ver pessoas serem assaltadas nas ruas, em que os bandidos impõem as suas periculosidades abertamente, e quem não sofrer violência física, devem se julgar até privilegiado, diante das atitudes perversas da bandidagem.

À semana passada tive oportunidade de ver por duas vezes, assaltos nas ruas do centro histórico, em que os criminosos tomaram as bolsas de duas mulheres e desapareceram sem maiores dificuldades. Por algumas vezes tive oportunidade de ver o comandante geral da Polícia Militar em entrevista tentar passar a impressão de que existe enfrentamento a criminalidade, pode ser, mais de uma forma bem tímida, uma vez que que o medo das pessoas é cada vez bem maior.

Se a PM tem as suas estratégias de ação, os criminosos são também organizados, além de trocarem informações com os grupos que se instalam nos mais diversos pontos da cidade. Há ações em que eles utilizam bicicletas, motos e veículos, sem falarmos em que muitas das vezes conseguem êxito, pela velocidade, escapando correndo. Geralmente os crimes dos assaltos feitos abertamente são praticados por elementos que buscam qualquer objeto de valor para trocar por drogas. Se foram presos, sabem que não terão maiores dificuldades em serem liberados na audiência de custódia.

               Bandidos colocaram saúde de criança autista em risco

À semana passada tive a informação através de um familiar de uma mãe de uma criança a autista, que reside na Zona Rural e cumpre uma peregrinação diária de pegar 03 coletivos para chegar ao Centro de Tratamento do Espectro do Autismo no Olho D’agua, que foi assaltada, quando deixou a unidade tratamento e se dirigia para uma parada de coletivo num trecho bem deserto. Dois elementos em um veículo abordaram a mãe da criança, que a carregava num sol intenso. Empunhando um revólver, queriam o celular dela, que informou já ter perdido em assalto anterior. Diante da resposta, um dos bandidos colocou a arma de fogo contra a criança, que chorava diante da cena e das ameaças de morte á mãe. Ela em momento algum resistiu e entregou a bolsa com documentos e uma pequena importância em dinheiro, e como outro veículo se aproximava do local, eles foram embora. O importante é que o local é bem conhecido pelos constantes assaltos, mas com certeza deve ser ignorado pela PM.

Desde o dia do assalto, a criança que vinha num tratamento bem progressivo, com o forte impacto sofrido entrou em um processo regressivo sério e de risco, que está sendo avaliada pelos profissionais do Centro de Tratamento do Espectro do Autismo do Olho D’agua.

Fonte: AFD

 

 

 

Alexandre Moraes decide: Opiniões contrárias às dele, ou do governo, não podem ser publicadas

Em mais um texto extremamente corajoso e elucidativo, publicado originariamente na Revista Oeste, o conceituado jornalista José Roberto Guzzo demonstra que a censura está definitivamente instalada no Brasil. A decisão do ministro Alexandre de Moraes contra o aplicativo Telegram expõe quais as reais intenções: “impedir que alguém, qualquer um, publique pensamentos ou ideias que o STF e Lula não admitem que sejam publicados”.

Leia o texto na íntegra:

O ministro Alexandre de Moraes, o presidente da República e a esquerda nacional em peso exigem a aprovação, no Congresso, de uma lei de controles sobre a internet que abre o Brasil para as misérias da censura política. Ficam exaltados, todos os dias, dizendo que não é isso — querem até obrigar que se diga o contrário. Mas os fatos, um após o outro, provam que o STF e o governo Lula estão fazendo tudo o que podem para destruir o direito de livre expressão nas redes sociais.

Como seria possível alguém ter ainda alguma dúvida sobre as suas verdadeiras intenções depois do que fizeram com o aplicativo de mensagens Telegram?

O aplicativo publicou uma mensagem com críticas ao projeto de censura que o governo Lula quer socar na Câmara dos Deputados; basicamente, diz que a nova lei pode gerar restrições sérias à liberdade de expressão. Como se chama isso? Isso se chama opinião; pode ser verificado em qualquer dicionário da língua portuguesa, e sua livre manifestação está garantida no artigo 5 da Constituição. Mas o ministro, mais uma vez, decidiu que as opiniões contrárias às dele, ou do governo, não podem ser publicadas — e mandou que a mensagem fosse apagada.

Pior: num momento de ditadura explícita, obrigou o Telegram a publicar um texto escrito pelo STF, no qual o aplicativo dizia o contrário do que tinha dito antes e confessava a prática de crimes contra a “democracia”, etc., etc. É a volta, em 2023, às “confissões espontâneas” da ditadura soviética de Stalin. Back in the U.S.S.R., diriam os Beatles.

A mensagem do Telegram não foi, obviamente, fake news, até porque não se trata de news nenhuma, e sim de uma opinião sobre um projeto de lei aberto à discussão pública; basta ler o que está escrito, e que foi apagado.

Não era “discurso do ódio”, nem desinformação, nem afirmação “fora do contexto”, ou “enganosa”, ou algum outro delito criado pelo STF. Era um ponto de vista, só isso.

E é aí, justamente, que os militantes da censura mostram o que realmente querem: impedir que alguém, qualquer um, publique pensamentos ou ideias que o STF e Lula não admitem que sejam publicados. Não tem nada a ver com o combate à mentira, ou aos “massacres de crianças nas creches”, como diz o PT. Tem tudo a ver com a proibição de opiniões de oposição.

O presidente Lula, enquanto isso, está dizendo que houve “bandidagem” e “crime de lesa-pátria” na privatização da Eletrobras.

É uma acusação direta, sem o menor vestígio de prova. É também um insulto: a privatização foi decidida por lei aprovada no Congresso e confirmada por 7 a 1 no Tribunal de Contas da União.

E então: o STF vai mandar Lula apagar o que disse?

Jornalista José Roberto Guzzo

Lula qualifica o agronegócio como fascista e decide continuar com o MST

Se algum parlamentar da base do governo ainda tinha esperança de uma futura aproximação com a FPA (frente parlamentar do agronegócio) na Câmara, essa ponte foi queimada. O comparecimento do presidente Lula, do vice Alckmin e de diversos ministros a feira Nacional do MST enviou um recado claro para todos os produtores rurais do Brasil. O governo federal vê os empresários rurais – que são a coluna dorsal da economia brasileira – como inimigos, tendo o presidente qualificado o agronegócio como fascista. 

O deputado Evair de Melo (PP-ES) vice-presidente da frente foi bem claro: “o governo arrancou a ponte com o Agro, não tem mais diálogo. É a fotografia que nós precisávamos para poder provar o envolvimento do governo com o MST, nessas invasões de terra”.

Aliás, Geraldo Alckmin, ministro da Indústria e Comércio, nem teria necessidade de estar presente, mas entre respeitar o produtor rural paulista, que sempre o apoiou em diversas eleições ou agradar o presidente Lula, ele optou em fazer média com o ‘chefe’, decepcionando milhões de eleitores que não esperavam esse tipo de comportamento do ex-governador de SP.

Além de Alckmin o ministro da Fazenda Fernando Haddad, o ministro do Trabalho Luiz Marinho e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira se fizeram presentes. Foi uma demonstração inequívoca e gratuita de apoio ao ‘movimento’ que sempre fez história invadindo, saqueando e depredando propriedades rurais fossem elas produtivas, improdutivas ou voltadas para pesquisa.

O aceno do governo Federal irritou até deputados da base como Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), um dos líderes da frente da agropecuária na Câmara:

“O governo dá sinais absolutamente contraditórios e tem vivido uma certa esquizofrenia com o Agro. Dá uma no cravo e outra na ferradura, mas vai ter que se definir”, alertou Jardim.

O ministro da agricultura Carlos Fávaro, que ainda tenta se equilibrar no cargo prometeu um aporte de 200 milhões de reais para reforçar o plano Safra/23 mas isso tem pouco efeito enquanto Lula faz discursos na Bahia novamente vinculando de forma irresponsável, o Agro ao Fascismo.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

A falência da saúde pública e privada e a indiferença dos órgãos de fiscalização e controle no Maranhão

São cada vez mais precários os serviços de saúde à população do Maranhão nas redes públicas municipais, estadual e federal. Um paciente doente para conseguir uma consulta é um verdadeiro desafio, tendo muitas vezes ter que dormir numa fila de uma central de marcação, sem que tenha a certeza se conseguirá. As vezes as pessoas, dentre as quais, idosos e deficientes são humilhados e aconselhados ao retorno para nova fila, mas sem um mínimo de garantia. Doentes são tripudiadas em seus direitos, avaliemos quando recorrem as redes públicas em busca de uma cirurgia?

O caso de uma criança indígena de 10 meses, que teve a internação recusada pelo Hospital da Criança e os seus familiares fizeram uma verdadeira peregrinação por várias UPA,s e na última em que foi aceita, apenas para o registro do óbito. O caso da criança indígena não é um fato isolado, trata-se de uma realidade cruel, em que infelizmente se constituem em banalização da vida, em que os pais ou parentes, são apenas informadas das mortes.

Nos casos de cirurgias, muitos pacientes são submetidos a exames de riscos cirúrgicos, mas quando são chamados para o procedimento são descartados, em razão de que os exames estão vencidos, uma verdadeira sacanagem e que concorre para excluir as pessoas que estão na fila, que pelo visto não é séria e nem observado o direito de quem muitas vezes dos estão situação séria de risco de vida.

                          Servidores Públicos Estaduais gritam pelo direito a saúde

Mais recentemente e de forma bem acentuada, o Sindicato dos Servidores Públicos do Maranhão – SINDSPEM, veio a público denunciar que os hospitais responsáveis pelo atendimento médico aos servidores públicos estaduais e familiares, os quais pagam mensalmente um valor descontado dos seus salários, não estão recebendo os serviços médicos. Inúmeros de servidores públicos denunciaram que os hospitais estão recusando atendimentos pelo reduzido número de profissionais e várias equipes de profissionais clínicos e cirurgiões ameaçam abandonar os hospitais por falta de pagamento dos seus salários, em atraso há mais de 03 meses.

O presidente Cleinaldo Bil Lopes, do SINDSPEM, solicitou informações à Secretaria de Estado da Administração, ao mesmo tempo em que pede urgência ao restabelecimento dos serviços, diante da revolta e indignação dos servidores públicos.

   Saúde na rede privada é o desrespeito praticado pelos planos de saúde

Os problemas na rede privada com os planos de saúde, a bandalheira é bem excludente. Muitas negam atendimento, sob vários pretextos, daí o portador do seguro saúde vai a justiça e ela autoriza os procedimentos solicitados. Outra sacanagem é feita com as solicitações de consultas, em que respondem que as agendas dos médicos especialistas não estão abertas, mais ainda desrespeitoso é quando as pessoas pedem retorno e o atendimento terá que ser feito em data, quando os exames estão vencidos, o que tem gerado muitos problemas.

Se houvesse um mínimo de compromisso e seriedade por parte dos órgãos de controle, inspeções permanentes nos hospitais públicos e privados em que não há diferença quanto a superlotação, em razão de que a oferta do serviço é bem reduzida em relação a procura, principalmente quando surgem as chamadas viroses. É uma realidade e como tal precisa de providências.

                      Cadê o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Procon

Caso haja disponibilidade dessas instituições de fiscalização e controle em ver de perto a situação grave e bem excludente da saúde, pelo menos em São Luís, terão que adotar providências duras e urgentes. Elas devem ser estendidas com memo rigor e determinação às unidades públicas e privadas. A necessidade da vigilância sanitária se faz necessária em todas as fiscalizações tanto públicas como privadas.

Fonte: AFD