Brasil tenta manobra pró-terroristas na ONU, denuncia jornal

Minuta brasileira pretende conter avanço de Israel contra o Hamas

O jornal Gazeta do Povo publicou neste domingo (15) que o Itamaraty rascunhou uma minuta de resolução, a ser proposta ao conselho de segurança da ONU, com manobras que configurariam vitórias políticas do grupo terrorista Hamas. Há nove dias, o grupo terrorista atacou a população civil de Israel, assassinando centenas de pessoas a sangue frio, incluindo idosos e até bebês, e sequestrou mais de 13o pessoas, até hoje mantidas como reféns dos criminosos.

De acordo com a publicação, a minuta da resolução trata da libertação imediata de todos os civis feitos de reféns durante a guerra, mas também se posiciona contrária a conduta da Israel no combate: “Exorta as autoridades israelenses a revogarem imediatamente a sua ordem de que os civis e o pessoal da ONU evacuem todas as zonas de Gaza a norte do Wadi Gaza”.

A Gazeta do Povo afirmou que o documento circula entre diplomatas israelenses que procuraram a oposição ao governo, no Congresso, para se queixar A manobra tenta abrir espaço para impor sanções a Israel, Estado legítimo cujos cidadãos foram covardemente atacados, mortos, sequestrados e seviciados, como no caso do estupro de reféns pelos terroristas do Hamas, que, por serem criminosos, nem sequer integram a Organização.

O Diário do Poder solicitou manifestação do Itamaraty e aguarda resposta, e irá apurar com a oposição no Parlamento a repercussão da resolução mencionada.

Diário do Poder

Congresso derrubará eventuais vetos do presidente ao Marco Temporal, garantem líderes do PL e da FPA

Lideranças das maiores frentes partidárias do Congresso, como o presidente da FPA e o líder do PL, afirmam que vetos já são esperados, mas serão inócuos; prazo termina nesta semana

Os deputados federais Pedro Lupion (PP-PR) e Altineu Côrtes (PL-RJ) afirmaram, em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61, que eventuais vetos do presidente Lula ao projeto do Marco Temporal aprovado pelo Congresso Nacional “já são esperados, parciais ou integralmente, mas serão inócuos”. O prazo final para o Palácio do Planalto sancionar ou vetar, ainda que parcialmente o texto, termina na próxima sexta-feira (20).

A nova lei estabelece que são terras indígenas apenas as que comprovadamente já eram ocupadas até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. O projeto aprovado pelo Congresso contraria decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que deliberou por 9 votos a 2 que a data a ser considerada para indígenas reivindicarem propriedades de terras no Brasil remonta ao ano de 1.500 — ou seja, o ano do descobrimento do Brasil pelos portugueses, quando os indígenas já estavam aqui. 

O deputado Pedro Lupion preside a influente Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), uma das bancadas mais mobilizadas do Congresso, composta por 374 integrantes. Já o deputado Altineu Côrtes é o líder do PL na Câmara, partido do ex-presidente Bolsonaro, que possui o maior número de deputados na Casa (98 cadeiras).

O entendimento de Lupion e de Côrtes é de que, assim como o projeto foi aprovado com folga na Câmara e no Senado, eventuais vetos do Executivo serão derrubados “tranquilamente”, com ampla maioria de votos, pelo Legislativo. Lupion destaca que o Marco Temporal aprovado pelo Congresso “representa a vitória do direito de propriedade e da segurança jurídica” no país.

“Temos que aguardar qual será a decisão da Presidência da República, se vai vetar por completo ou parcial. Se vetar, nós temos os votos para derrubar esse veto, mas também temos outras medidas tramitando no Congresso, a PEC 48 no Senado, que trata da data do Marco Temporal, que já pode votar na CCJ, e também a PEC 132, que já passou pelo Senado, está na Câmara, aguardando a designação do presidente de uma comissão especial, que trata da indenização [por desapropriações de terras para fins de reservas indígenas]”, afirmou, acrescentando: “Anda tem um longo processo pela frente, para a gente conseguir resolver essa questão”. 

Decisões do Supremo

Quanto à reação do Congresso Nacional, contrariando o Supremo Tribunal Federal (STF), que havia deliberado sobre o tema no sentido contrário ao decidido pelos deputados e senadores, o presidente da FPA foi taxativo: “O que nós fizemos foi garantir o que está escrito no artigo 49 da Constituição. E lá diz, no parágrafo 11º, que cabe ao Congresso zelar por suas atribuições. É o que nós estamos fazendo, mostrando que cada um tem a sua responsabilidade dentro desses 3 Poderes da República e da separação dos Poderes e da convivência harmônica entre eles”, declarou.

Da mesma forma que seu colega, o deputado Altineu Côrtes, defende a autonomia do Poder Legislativo nesta questão: “Quem tem que legislar é o Congresso Nacional e eu acredito que isso vai prevalecer”, declarou. O líder da bancada do PL afirma que o Congresso “está preparado” para eventuais vetos do presidente da República, mas destaca que o diálogo é a solução para solução dos impasses. 

“É essa a pauta que eu defendo: diálogo, conversa entre os Poderes, para que nós possamos ter um equilíbrio, o Brasil não pode viver conflito entre Poderes. O projeto do Marco Temporal foi aprovado pela maioria dos deputados, na Câmara dos Deputados — e pelos senadores, no Senado Federal. Se o presidente Lula vetar eu acredito que o Congresso irá derrubar”, declarou.

O dilema de Lula

Caso opte por sancionar ou apenas vetar parcialmente a proposta, o presidente Lula vai contrariar a ala mais à esquerda de seu governo, que defende o veto total. Mas se vetar na totalidade, vai contrariar boa parte de seus apoiadores que se posicionam mais ao centro do espectro político.

De qualquer maneira, Lula deve enfrentar o risco de desgaste político, considerando que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) conta com votos suficientes para derrubar os vetos. Composta por 374 parlamentares, sendo 324 deputados e 50 senadores, a FPA é o maior bloco político do Congresso. Além de contar com um grande número de deputados e senadores, a FPA se uniu a outras 21 frentes parlamentares – como a Evangélica e a da Segurança Pública – que prometem outros movimentos no sentido de voltar a exercer força, em relação às ações do Poder Executivo e do próprio STF

BRASIL 61

 

Cerca de 26,8% dos brasileiros são diagnosticados com ansiedade

Dos brasileiros diagnosticados, 31,6% são jovens de 18 a 24 anos. Nota-se ainda uma prevalência alta na região Centro-Oeste, com 32,2% — e entre as mulheres, na qual atinge 34,2%

Cerca de 26,8% dos brasileiros foram diagnosticados com ansiedade, com um índice alarmante de 31,6% entre os jovens de 18 a 24 anos, e prevalências notavelmente elevadas no Centro-Oeste com 32,2 — e também entre as mulheres, com 34,2%. Os dados fazem parte do Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia (Covitel), um estudo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em parceria com a Organização Global de Saúde Pública Vital Strategies.

Enquanto isso, 12,7% dos brasileiros foram diagnosticados com depressão, sendo mais frequente na região Sul com 18,3%, entre mulheres com 18,1%, e nas faixas etárias de 55 a 64 anos com 17% e 18 a 24 anos com 14,1%. A pesquisa foi realizada entre 2 de janeiro e 15 de abril, nas cinco regiões do país, pelo instituto Vital Strategies Brasil, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e Umane.

A neuropsicóloga e doutora em psicologia Roselene Espírito Santo Wagner avalia que diversas condições sociais no Brasil, incluindo instabilidade financeira, baixa escolaridade e problemas de infraestrutura, como a má qualidade dos serviços públicos, estão entre os fatores que contribuem para fazer do país um dos líderes em incidência de transtornos de ansiedade na população.

“Os fatores ansiogênicos vêm da instabilidade financeira, baixa escolaridade, que não permite a ascensão profissional; falta de transporte público, que facilite a locomoção dentro da cidade; os engarrafamentos e horas perdidas no trânsito no ir e vir; a violência, a alta criminalidade, a falta de acesso à saúde de qualidade, principalmente à saúde mental, são estímulos estressores”, explica.

De acordo com o Ministério da Saúde, transtornos de ansiedade podem manifestar-se de várias maneiras, incluindo ansiedade persistente sem motivo claro ou episódios intensos que podem paralisar a pessoa. A sensação desconfortável pode levar o indivíduo a alterar sua rotina para evitar a ansiedade, como por exemplo, deixar de usar o elevador.

Diferença entre a ansiedade comum e um transtorno de ansiedade

O psiquiatra do Hospital Anchieta de Brasília Pedro Leopoldo explica que a ansiedade é comum na natureza humana. Segundo ele, a ansiedade é uma resposta emocional e fisiológica normal, pois nos prepara para o estresse, por exemplo, para a defesa e para tomar decisões. “Onde isso começa a nos adoecer? A ansiedade começa a aparecer em situações que não precisava e não deveria, por exemplo numa reunião, no momento em que eu tenho que entregar um produto”, expõe.

De acordo com psiquiatra, os sintomas da ansiedade incluem:

  • Preocupação excessiva;
  • Medo;
  • Tensão muscular;
  • Inquietação;
  • Insônia;
  • Taquicardia;
  • Sudorese;
  • Falta de ar. 

Quando a ansiedade se torna uma condição crônica, pode impactar na vida pessoal e profissional da pessoa, prejudicando sua capacidade de tomar decisões e de realizar atividades do dia a dia.

Tratamentos

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo avalia que a ansiedade, se não for tratada, pode servir de gatilho para outros transtornos, chegando a desencadear doenças psicossomáticas, que impactam tanto a saúde mental quanto a física. Por exemplo, condições como gastrite, úlceras, colites, taquicardia e hipertensão. Adicionalmente, crises de ansiedade também têm o potencial de gerar ataques de pânico e evoluir para a síndrome do pânico.

O Ministério da Saúde informa que existem três tipos de tratamento para os transtornos de ansiedade:

  • Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica);
  • Psicoterapia com psicólogo ou com médico psiquiatra;
  • Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e psicoterapia).

Segundo a pasta, a maioria das pessoas começa a se sentir melhor e retorna às suas atividades após algumas semanas de tratamento, tornando essencial a busca por auxílio especializado na unidade de saúde mais próxima. Para alcançar melhores resultados e minimizar prejuízos, é importante um diagnóstico precoce e preciso, um tratamento eficiente e acompanhamento prolongado.

BRASIL 61

 

Posição do Congresso e desrespeito de Flavio Dino mostra que impeachment dele pode estar próximo

Durante a sessão da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados que deveria ouvir o ministro de Lula, Flávio Dino, os deputados se revoltaram com a covardia do ministro, que não compareceu, mesmo tendo sido convocado. Vários parlamentares lembraram que a conduta configura crime de responsabilidade nos termos da lei. 

O deputado Coronel Assis apontou:

“A partir do momento em que a pessoa está nessa função, ela tem, sim, a obrigação de vir aqui, ou para ser aplaudida ou para ser criticada. Isso faz parte do jogo. Agora, se o Ministro da Justiça e Segurança Pública acredita ou tem certeza de que está acima do bem e do mal e acima dos preceitos constitucionais, realmente a República do Brasil tornou-se uma república de bananas e nós estamos indo para o fundo do poço”.

Coronel Assis lembrou que o Parlamento tem responsabilidade de fiscalizar os outros poderes e disse:

“Com certeza, o Ministro Flávio Dino deve ser responsabilizado e tem que trazer respostas aqui, mas tudo dentro de um índice de respeitabilidade, porque ele está como Ministro da Justiça, então é empregado do povo, deve satisfação ao povo, e nós somos a representatividade do povo brasileiro”. O deputado Gilvan da Federal, por seu turno, defendeu a responsabilização do ministro, apontando o crime de responsabilidade, e lembrou: “Nós somos representantes do povo, e o povo brasileiro quer satisfação sobre muitas coisas que esse Ministro diz e faz”. 

Gilvan da Federal disse:

“Eu iria provar que esse Ministro é um mentiroso, acobertado por boa parte da imprensa. O Ministro da Justiça Flávio Dino é um mentiroso. Eu iria provar isso olhando na cara dele. É uma pena ele não estar aqui, porque eu iria olhar nos olhos dele e dizer que ele é um mentiroso, um canalha, um covarde. E não estou falando isto porque ele não está presente. Está aqui no meu discurso. Eu iria provar que ele é um mentiroso”. 

O deputado lembrou diversos eventos envolvendo o ministro, inclusive o “passeio” no Complexo da Maré, e disse: “Ele pediu autorização, sim, ao Comando Vermelho. Mentiroso, canalha, covarde!”.

Gilvan da Federal fez um apelo: “Faço um pedido a todos aqui que exercem liderança nos seus Estados. Se o Ministro Flávio Dino for indicado por esse ladrão traidor da Pátria para ser Ministro do STF, chegará o momento, aliás, já terá passado o momento de nós convocarmos o povo para ir às ruas, porque esse cara, primeiro, tem que ser responsabilizado pelos seus crimes, e não ir para o STF. 

Nós não podemos… Não só os Deputados, o povo brasileiro, nós temos que ir para as ruas. Esse cara não pode ser Ministro da Justiça, quanto mais Ministro do STF”.

Jornal da Cidade Online

 

Gilmar Mendes escancara o STF: diz que Lula não seria eleito, ‘se STF não enfrentasse a Lava Jato’

Ministro do Supremo ainda elogiou Barroso e o TSE por tornar Bolsonaro inelegível

Ao defender o protagonismo da cúpula do Judiciário do Brasil, criticado por interferências em questões políticas do país, o ministro Gilmar Mendes admitiu que o presidente Lula (PT) não estaria no Palácio do Planalto se o Supremo Tribunal Federal (STF) não tivesse combatido a Operação Lava Jato, que resultou na prisão do petista, em 2018, após sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro, já anulada pelo mais alta corte da Justiça brasileira. As declarações foram dadas na França, durante o evento Esfera Internacional Paris, ontem (14).

“Muitos dos personagens que hoje estão aqui, de todos os quadrantes políticos, só estão porque o Supremo enfrentou a Lava Jato. Do contrário, eles não estariam aqui, inclusive o presidente da República [Lula]. Então, é preciso compreender que papel o Tribunal jogou. Respondendo à pergunta: ‘O Supremo cometeu erros ou acertos?’. O Supremo mais acertou do que errou. E o Brasil deve muito ao Supremo”, concluiu o ministro decano do STF.

Na mesma entrevista, Gilmar Mendes elogiou a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ao rebater uma crítica do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy ao discurso político, em vez de jurídico, do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro exaltou o papel da Justiça Eleitoral, como instrumento singular do Brasil, diante do mundo, para defesa da democracia. E citou a possibilidade de Donald Trump ser eleito presidente dos Estados Unidos, mesmo depois de sua atuação nos ataques ao Capitólio e contra a legitimidade da eleição de Joe Biden, em janeiro de 2021. Enquanto, no Brasil, o TSE já tornou Jair Bolsonaro inelegível, por desrespeitar a legislação eleitoral.

“Vocês viram o Trump pedindo a alguém da Geórgia que arranjasse alguns votos para ele. Isso, no Brasil, seria uma peça de humos. Porque tudo está centralizado na Justiça Eleitoral. Não teria como político arrumar votos. Agora, Trump pode ser condenado e eleito nos Estados Unidos. No Brasil, já demos resposta com a inelegibilidade [de Bolsonaro]”, concluiu Gilmar Mendes.

Jornal da Cidade Online

 

Governo Lula perde no senado e Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é estadualizado

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães reúne um conjunto único de ecossistemas característicos do Cerrado. Abriga também as nascentes dos rios formadores do Pantanal Mato-Grossense.

De autoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), o projeto (PL 3.649/2023) aprovado pela Comissão de Meio Ambiente transfere a administração da unidade de conservação, a cargo do Instituto Chico Mendes, (ICMBio) para o governo estadual, que vai investir R$ 200 milhões na melhoria da infraestrutura de turismo do parque. Se não houver recurso para votação em Plenário, o projeto seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados.

A decisão representa uma grande derrota para o governo Lula, pois a transferência de ‘administração’ do parque é realizada justamente em um momento em que o governo do Mato Grosso e o ICMBio discordavam sobre a intenção do estado em ampliar a exploração do turismo natural na região.

Jornal do Agro Online

 

Hamas promove estupro coletivo em mulheres sequestradas

Informação foi obtida pelo exército israelense através da captura de um terrorista

No curso das investigações sobre a ofensiva do Hamas, Israel concluiu que a intenção do grupo terrorista em raptar grande número de mulheres israelenses seria promover estupro coletivo e, em seguida, quebrar os joelhos das vítimas.

A informação foi colhida pelo Exército de Israel por meio da captura de um dos extremistas islâmicos.

“De acordo com um dos terroristas capturados pela IDF (Forças de Defesa de Israel), a orientação que receberam era capturar o máximo de mulheres possível para serem vítimas de estupros coletivos. Além disso, ele adiciona que ainda pretendiam quebrar os joelhos das vítimas em sequência. Reiteramos que o Governo israelense e a IDF estão atuando ativamente em defesa de nossos cidadãos e para resgatar as vítimas que estão sofrendo nas mãos dos terroristas do Hamas”, informa nota assinado por Shaul Keren, Porta Voz da Embaixada de Israel”

Diário do Poder

 

Pela primeira vez, Alexandre de Moraes fala diferente e afirma ter se transformado em ‘vilão’

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), participou de um evento promovido pelo Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP) e fez uma reflexão sobre sua posição atual. O ministro expressou que foi alvo de críticas e ataques vindos de forças políticas no Brasil. Em sua análise, para atacar as instituições, muitas vezes é necessário “personificar o inimigo”.

“Falar sobre uma instituição pode parecer abstrato. É necessário encontrar alguém concreto dentro da instituição, alguém feito de carne e osso, porque dessa forma a personificação se torna mais eficaz. No meu caso, essa personificação foi feita de maneira negativa e, infelizmente, muitas vezes por motivos superficiais. A partir desse ponto, os ataques não cessam, pois ganham notoriedade e se tornam um espetáculo.”

No cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Moraes teve o nome envolvido em inúmeras polêmicas e enfrentou fortes críticas. Além de abordar seu próprio contexto, Moraes também abordou a influência das redes sociais e a maneira como essas plataformas podem espalhar informações falsas em grande escala. Ele destacou o agravamento do discurso político e comparou os algoritmos das redes sociais a uma forma de “lavagem cerebral”.

“O objetivo é transformar os eleitores em massa de manobra. Infelizmente, muitos eleitores se tornam fanáticos políticos. É assim que os algoritmos começam a funcionar”, disse.

Durante seu discurso, Moraes também fez referência aos eventos de 8 de janeiro.

“Recentemente, o Brasil e outros países enfrentaram desafios à democracia. A fórmula usada para atacar a democracia, que começou nos círculos da extrema direita nos Estados Unidos e se espalhou para países como Hungria, Polônia, Turquia e até mesmo tentativas em lugares como Itália e Espanha, além de outras nações da América Latina, também afetou o Brasil. No entanto, graças ao fortalecimento das instituições e órgãos governamentais, continuamos a viver em um Estado de Direito democrático após eventos como 8 de janeiro.

Esse discurso vai na contramão de tudo o que Moraes já disse até hoje. Essa mudança, estranha e curiosa, vem justamente no momento em que o Brasil começa a ver a possibilidade de mudanças drásticas nos próximos meses. O levante do Congresso em prol de projetos e propostas que vão agir diretamente nas ações, indicações e decisões do Supremo parecem estar ligadas diretamente ao discurso do ministro. A tensão ainda toma conta de Brasília.

Jornal da Cidade Online

 

Força de Defesa de Israel diz que matou líder do massacre do Hamas

Eliminação do terrorista Ali Qadi foi anunciada pelas Forças de Defesa e Força Aérea de Israel, neste sábado (14)

As Forças de Defesa de Israel (FDI) divulgaram neste sábado (14) que eliminaram o terrorista Ali Qadi, apontado como líder do ataque do Hamas que massacrou mais de 1.300 civis na invasão ao território israelense, há uma semana, em 7 de outubro. Um vídeo da ação foi divulgado pela Força Aérea de Israel (FAI) Em comunicado, as forças israelenses alertaram que a morte também será o destino de todos os terroristas do Hamas: “Ali Qadi liderou o massacre bárbaro e desumano de civis em 7 de outubro, em Israel. Acabamos de eliminá-lo. Todos os terroristas do Hamas terão o mesmo destino”, anunciaram as Forças de Defesa de Israel, em suas redes sociais.

Ao divulgar o vídeo da ação, a Força Aérea de Israel disse que a operação foi orientada pelo setor de inteligência do Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) e de Amã. Ao identificar o alvo como Ali Kachi, comandante da força Najaba da organização terrorista Hamas, o comunicado lembra que o criminoso foi preso em 2005, após o sequestro e assassinato de israelenses, mas devolvido ao Hamas, como parte do acordo para resgatar o soldado israelense Gilad Shalit, sequestrado em 2006 pelos terroristas. O acordo libertou 1 027 palestinos presos e acusados de integrar o Hamas, em troca de Gilad Shalit.

Após o anúncio, o perfil das Forças de Defesa de Israel divulgou vídeo em que o comandante da Divisão de Gaza das FDI, general de brigada Avi Rosenfeld, discursa para sua tropa dizendo que apesar de lamentar os mortos pelo ataque surpresa desprezível do Hamas, seguem de cabeça erguida. “Estamos orgulhosos do nosso país, vamos defendê-lo e tudo faremos para protegê-lo”, afirmou.

As Forças de Defesa de Israel têm divulgado ataques ao território da Faixa de Gaza para eliminar a ameaça de células e infraestruturas terroristas. Trabalho que também conta com busca de provas para localizar reféns em poder do Hamas. A ação das Forças Aéreas de Israel foi divulgada, no momento em que ataca alvos terroristas do Hamas após utilizarem lançadores de mísseis antitanque ​​para atacar Israel.

Diário do Poder

 

Gilmar Mendes em Paris: “Se tivemos a eleição de Lula no Brasil, isso se deveu a decisão do STF”

O que determina a eleição de um candidato numa democracia é o voto popular. Porém, para o ministro Gilmar Mendes, a eleição de Lula se deve a decisão do Supremo Tribunal Federal.

“Se a política voltou a ter autonomia, isso se deve ao Supremo Tribunal Federal. Se hoje temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal”, afirmou durante evento com empresários em Paris.

Não custa lembrar que em abril de 2021, o plenário do STF anulou as condenações de Lula pela Justiça Federal no Paraná. Com isso, o petista recuperou o direito de se candidatar. Diante da ostentação e vaidade de muitos ministros do STF, não duvidem que muitos outros esclarecimentos venham a público. É apenas questão de tempo. Aguardem!

Jornal da Cidade Online