Como república federativa: um país que é administrado por ratos e ratazanas; legislado por criminosos, interesseiros e covardes; julgado por autoritarismo e impunidade; como uma orquestra afinada com acordes nada democráticos,
NÃO HÁ COMO DAR CERTO!
Nos seus pilares, enquanto sociedade: um país que tem seus princípios éticos, morais e culturais, solapados e marginalizados; a cidadania e a família subjugada e massacrada; a saúde, segurança, educação e economia, sucateados e ignorados, em todas as suas frentes,
NÃO HÁ COMO DAR CERTO!
No seu sistema institucional: um país que tem na imprensa, gente venal, cafajeste e militante; que tem no seio das principais religiões, o domínio da heresia, do charlatanismo e da hipocrisia; em organizações representativas, atores para atender interesses obscuros e oportunistas,
NÃO HÁ COMO DAR CERTO!
Encaixe neste artigo: O posicionamento dos governos federal, estadual e municipal, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Assembleias Legislativas e das Câmaras Municipais, e desde os tribunais de primeira instância, passando pelos tribunais superiores até a mais alta corte do país.
E VEJA SE ISSO PODE DAR CERTO…
Na deformação de uma nação, o descaso pela vida, com seus valores muito abaixo dos interesses de grupos de poder, a petrificação desumanizada e insensível de gerações e mais gerações, e que cultua a normalização de conceitos inescrupulosos, da malandragem e do ultraje, são regras.
E VEJA SE ISSO PODE DAR CERTO…
O sustentáculo da estrutura marginal e babilônica passa necessariamente pela operacionalidade informacional e formação de juízo, pelas crenças e espiritualidade e pela logística canibalesca e funcional representativa.
E é justamente na universalização do inverso que a imprensa atua, passando verniz no manchado e lustrando a perversidade, com seus setores de comunicação, como o Grupo Globo e Folha, atuando como uma locomotiva que puxa o sistema para cima atropelando a sociedade.
Na fé, o abuso é reiterado e manipulado por lobos em pele de cordeiro, como é na CNBB, que longe da doutrina cristã, age pela ideologia triunfante, e nas igrejas que ficam à venda, expostas que são como numa vitrine de shopping.
Em organismos representativos, os fantasmas da ópera, como fiel da balança para executar os desmandos. Assim é nas OABs da vida, nas classes sindicais, do baixo e do alto clero laboral, patronais ou não, e nas ONGs de defesas das crias midiáticas, como as da saúde, do clima e do meio ambiente.
E VEJA SE ISSO PODE DAR CERTO…
Tiraram a moldura do retrato do Brasil, e no seu lugar impuseram uma bainha espinhenta e venenosa, bem costurada, e que ninguém ousa tocar sob o risco de ferir-se. A ordem é banhar-se no mau-caratismo ou tornar-se um silente permissivo.
E, creiam, a ferida pode ser letal!
Jornalista independente – Colunista Jornal da Cidade Online – Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo
