Bandidos promovem terror no Residencial da Ribeira e os serviços públicos continuam inexistentes

           aldir

   Hoje eu fui procurado por quatro senhoras, as quais me pediram para denunciar que a violência armada, o consumo e o tráfico de drogas no Residencial da Ribeira, onde moram mais de cinco mil famílias, está entregue a própria sorte e a comunidade vai se reunir para executar a sua força de pressão contra os poderes constituídos. Elas afirmaram que novos protestos com a interdição da BR-135, não estão descartados. Lamentável, mas estamos vendo chegar a hora de que os criminosos podem expulsar famílias do residencial e levarem mais bandidos é o que se tem visto com certa frequência, me disseram as senhoras.

                 A Policia Militar até que aparece na área que é muito grande, mas como as viaturas são poucas para operações bem maiores e enfrentamento a criminalidade, tão logo eles  se retiram os bandidos impõem as suas regras e infernizam a vidas pessoas. Os assaltos a coletivos são constantes, tendo no último registrado um e hoje pela manhã mais outro e nunca se sabe quando será o próximo ataque. Os jovens que estudam à noite, principalmente os universitários vivem dramas diários juntamente com as suas famílias, nunca sabem se podem retornar às suas casas ou apartamentos sem sofrerem violência.

                 Como não existe serviço da saúde  dentro do Residencial Ribeira os moradores têm correr par local mais próximo e feliz dos que conseguem chegar até a UPA Rural se arriscando passar por grupos de criminosos. A verdade é que a comunidade enfrenta problemas de abastecimento d’agua, ruas que parecem tábuas de pirulitos conforme expressou uma delas, salientando que os coletivos não transitam mais pela avenida principal. O mais grave é que a construção de uma escola com uma creche, foi abandonada pela Prefeitura de São Luís e todo o material foi levado por vândalos. A verdade é que os moradores estão querendo recorrer à Defensoria Pública do Estado para ajuizar com o Ministério Público ações contra a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado para que cumpram com as suas obrigações constitucionais.

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