Lula está disposto aos atos mais vis para satisfazer seus instintos mais primários. A mentira inventada pelos petistas de que o senador e candidato Flávio Bolsonaro teria um projeto para tirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida foi um ato premeditado e intencional. Prova disso é a mobilização de Lula (foto), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e do vice-presidente Geraldo Alckmin para sustentar a fake news, mesmo depois de a versão ter sido comprovada como inverídica.
Flávio Bolsonaro nunca apoiou tal iniciativa.
Mas o que importa para os petistas é alcançar os fins, com os meios que estiverem disponíveis, quaisquer que sejam eles. Na impossibilidade de dizer que Flávio tem um projeto para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida, Lula afirmou no domingo, 27, em entrevista para a Band, que “o dado concreto é que isso está na rede social muito forte”. Ora. Não existe “dado concreto” quando uma mentira circula livremente nas redes sociais. O dado concreto é que Lula não tem compromisso algum com a verdade.
E isso não é de hoje.
Em seu segundo mandato presidencial, em 2007, ele admitiu que atuava sob orientação de seus marqueteiros: “Segundo os comunicadores, é sempre importante a gente repetir uma mesma coisa muitas vezes, até que essa coisa se torne quase uma verdade absoluta para todos nós”. Em 2014, afirmou que mentia descaradamente sobre o número de crianças vivendo nas ruas do Brasil quando estava na oposição. “Era tudo clandestino, mas a gente ia citando números, sabe? Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha, mas tinha que dizer números”.
O Antagonista