Governo americano pode aplicar a Lei Magnitsky contra os ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes

A política brasileira entrou, mais uma vez, no modo tensão máxima. E agora o barulho não vem só de dentro, ecoa lá fora. O jornalista Paulo Figueiredo acaba de jogar mais gasolina no debate ao pedir que o governo americano aplique a chamada Lei Magnitsky contra os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. A proposta é trocar um possível “tarifaço” econômico contra o Brasil por sanções diretas a autoridades do Judiciário.

Cresce o coro de quem enxerga no Supremo Tribunal Federal decisões que extrapolam os limites da Constituição. Medidas duras vindas de fora seriam uma forma de freio, um recado de que ninguém está acima da lei, notadamente quem deveria protegê-la. O jornalista sustenta também que o tarifaço resultará em uma aproximação do Brasil com a China e defende que a melhor alternativa seria retomar mecanismos de sanção individual, como a Lei Magnitsky.

“Pelas razões expostas, o comentarista solicita respeitosamente que o Representante Comercial: (1) suspenda a ação proposta e a reavalie, considerando integralmente as eleições de outubro de 2026 no Brasil… e (2) utilize, em vez disso, os instrumentos direcionados descritos na Parte VII — restaurando e expandindo as designações da Global Magnitsky para atingir tanto a censura quanto a corrupção documentadas nesta investigação… porque esses instrumentos atingem os indivíduos de fato responsáveis, poupam os inocentes e avançam, em vez de contradizer, a estratégia declarada dos Estados Unidos neste hemisfério”, diz Figueiredo.

Jornal da Cidade Online

 

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