Como ficarão os 54,1% maranhenses com fome, na miséria e na extrema pobreza com o coronavírus?

Infelizmente parece haver um silêncio, principalmente pelos órgãos governamentais e pelos políticos, o sério e grave problema existente no Maranhão, em que de acordo com registro da Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, cerca de 54,1% da população maranhense vive com menos de R$ 406,00, conforme foi aferido pela pesquisa. O mais grave dentro do contexto é que 3% da população do estado vive sem nenhum tipo de renda.

De acordo com o IBGE, o Maranhão se tornou o Estado mais pobre do país, uma vez que a extrema pobreza dobrou nos últimos 04 anos. A pesquisa também destaca que 24,3% vive com renda de um quarto a meio salário e 27,4% consegue subsistir com renda entre meio a um salário mínimo.

Diante de uma situação altamente séria e que deve se agravar ainda mais dentro da realidade da extrema pobreza no Maranhão, alguma coisa precisa ser feita e com a máxima urgência, afinal de contas é mais da metade da população maranhense, que pela vulnerabilidade da fome, se expõe ao risco de contrair e disseminar o coronavírus.

Entendo, de que independente de qualquer questionamento político, as instituições públicas, municipais estaduais e federais devem somar esforços para o enfrentamento a problemática.

A fome não tem racionalidade e para quem a vive, por mais sérios que sejam os obstáculos, todos serão enfrentados. É uma verdade dura e que precisa ser enfrentada. Também cabe a população fazer a sua parte, como alguns empresários que já colocaram em prática as suas ações em nossa capital, doando refeições para muitas pessoas que fazem parte do percentual da extrema pobreza.

 

 

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