Vereadores dançam sobre mesas do plenário da Câmara de São Caetano do Sul em SP na sessão à pessoa idosa

O legislativo de São Caetano do Sul vai avaliar as condutas de Caio Salgado (PL) e do Professor Rodnei (PSD), durante sessão de homenagem ao Dia Nacional da Pessoa Idosa. Os vereadores Caio Salgado (PL) e Professor Rodnei (PSD) foram filmados dançando sobre suas mesas de trabalho no Plenário da Câmara Municipal de São Caetano do Sul, no interior de São Paulo, durante sessão em homenagem ao Dia Nacional da Pessoa Idosa, na última quinta-feira (2). A repercussão do ato afrontoso levou o presidente da Câmara, Carlos Seraphim (PL), a afirmar que investigará o caso para avaliar se houve quebra de decoro parlamentar.

A dança espalhafatosa dos vereadores diante da apresentação de um cover de Elvis Presley ocorre dez meses depois que os integrantes da Câmara passaram a receber salários de mais de R$ 14,5 mil mensais, após um reajuste de 45% aprovado em 2023. O vexame “artístico” do caso expôs outro absurdo comum à grande parte do Legislativo Brasil afora: Não há comissão de ética para avaliar estas condutas.

“Nós estamos averiguando os fatos para que depois a gente tome algumas medidas para que não ocorra mais o fato. Os vereadores vão ser notificados. Também estou conversando com os demais vereadores porque nós não temos uma comissão de ética formulada na Câmara. Quando precisa, a gente monta uma provisória. Conversei com o César Oliva, líder de governo, e a gente vai tomar uma atitude em relação aos fatos ocorridos”, disse o presidente da Câmara, ao G1.

Para Caio Salgado, o momento de descontração não foi desrespeitoso, por ter ocorrido após as formalidades da sessão solene. À imprensa, o vereador negou ter afrontado o decoro parlamentar, além de considera que ninguém na sessão se sentiu ofendido com o que chamou de brincadeira para quem participava da sessão.

Diário do Poder


 

CPMI do INSS: Oposição fará ofensiva contra ‘núcleo PT’ ligado ao roubo a aposentados

Com o desespero petista para impedir o depoimento à CPMI do INSS de Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS disposto a “contar tudo”, incluindo quem recebia propina em dinheiro vivo, a oposição concluiu que está na hora de avançar contra nomes ligados ao partido. Como dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Controlada pelo PT, a entidade já foi presidida pelo conhecido pelego Aristides Veras, suspeita de tomar até R$3,7 bilhões de trabalhadores rurais aposentados.

Siga o dinheiro

A expectativa é que o relatório do Coaf complique a Contag na gestão de Aristides, que é irmão do deputado Carlos Veras (PT-PE).

No molho

Aristides Veras já teve sua convocação aprovada em agosto, na primeira sessão deliberativa da CPMI, mas está de molho.

Aí tem coisa

Outro alvo de convocação é o a secretária-geral da Contag Thaisa Daiana para explicar como conseguia descontar dos aposentados.

Claro na mira

Testemunha-bomba que aterroriza os petistas da CPMI, Edson Claro é objeto de mais quatro requerimentos de convocação.

Coluna do Claudio Humberto

Reforma administrativa do governo Lula atinge Estados e Municípios e favorece o governo federal gastador

A proposta de Reforma Administrativa no Congresso estabelece “teto de gastos” apenas para Estados e Municípios, e poupa a administração federal, que mais gasta e concentra a maior parte dos privilégios e regalias. E representa, de longe, o maior custo para o pagador de impostos, comparada a Estados e Municípios. A proposta do deputado Pedro Paulo (PP-RJ) limita a criação de secretarias estaduais e municipais, por exemplo, mas não trata da profusão de ministérios.

Não faz sentido

O governo Lula (PT) é responsável, hoje, por 44% de todos os gastos governamentais, este ano, no Brasil, segundo o instituto Gasto Brasil.

R$3,9 trilhões

Até sábado, a União torrou R$1,7 trilhão, contra R$1,1 trilhão dos 27 Estados somados, e outros R$1,1 trilhão dos 5.500 municípios.

Custo da Justiça

O custo total do Judiciário é de R$146,5 bilhões anuais, diz o CNJ. A Justiça Estadual custa R$91,7 bilhões e a Federal, R$15,9 bilhões.

Inclua-nos fora

Especialista em direito administrativo, Elimar Mello lembra: o STF se excluiu do teto. O Congresso só pode cortar no Executivo e Legislativo.

Coluna do Claudio Humberto

Lula pediu fim de sanções, mas Trump não confirmou e as questões serão tratadas com o secretário Marco Rubio

O governo brasileiro divulgou que Lula (PT) teria solicitado a Donald Trump, nesta segunda-feira (6) a retirada das sanções contra autoridades brasileiras, durante a reunião por videoconferência nesta segunda-feira (6), mas o governo dos Estados Unidos não confirmou que esse assunto foi tema da conversa.

Durante a ligação, o petista pediu para que Trump retire as tarifas de 40% sobre produtos brasileiros e as sanções contra autoridades, sendo uma delas a Lei Global Magnitsky, denominada como a “morte financeira” contra autoridades que violam os direitos de liberdade de expressão, a qual foi aplicada contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

“O presidente Lula descreveu o contato como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente. Recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras”, diz a nota divulgada pelo Palácio do Planalto.

Conforme o comunicado, a chamada entre os mandatários durou cerca de 30 minutos, sendo conduzida em um “tom amistoso”, confirmando que pretendem se encontrar pessoalmente “em breve”.

Em destaque, Trump designou que o secretário de Estado americano Marco Rubio negocie diretamente o tarifaço com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).

Sobre a reunião presencial, “o presidente Lula aventou a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém (PA); e também se dispôs a viajar aos Estados Unidos”.

A reunião contou com a presença dos ministros Geraldo Alckmin (Desenvolvimento Industrial), Fernando Haddad (Fazenda), Sidônio Palmeira (Secom), Celso Amorim (Assessor Especial) e o chanceler Mauro Vieira (Relações Exteriores).

Diário do Poder

O triste legado do ministro Luís Roberto Barroso…

O ministro Luiz Roberto Barroso se despediu da presidência do STF e logo, o ministro Edson Fachin ocupou seu lugar. Durante participação no Jornal do JCO, o advogado Claudio Caivano, o professor Marcos Pizzolatto e o jornalista Diogo Forjaz fizeram um balanço da gestão de Barroso e o que podemos esperar da Fachin à frente do STF:

“Temos um judiciário todo infectado, a gente precisa de um antibiótico muito poderoso importado, porque não vai ser de produção nacional, nosso Senado não vai produzir esse antibiótico, a Câmara muito menos”, ressaltou Pizzolatto. 

“Barroso é o pai do neoconstitucionalismo, seja lá o que isso for, é talvez algo equivalente ao ‘estado democrático de direito’, ninguém sabe o que é, só existe no Brasil, ninguém nunca viu. Neoconstitucionalismo nada mais é do que uma nova interpretação da Constituição. Não dá para concordar com isso, porque não interpretamos a letra fria da Constituição, nós nos baseamos em princípios, analogias e jurisprudência. Isso tem que acabar o quanto antes”, defendeu Caivano.

“A saída do Barroso não muda absolutamente nada. Não teve uma decisão do Barroso contrariada pelo Fachin. É um tribunal múltiplo de decisão única. Se nada for feito para barrar os abusos do STF contra o próprio judiciário, se nada for feito para restabelecer a marca do Direito, nada mais faz sentido, porque não há quem garanta todo o resto”, alertou Forjaz.

Jornal da Cidade Online

Janja foi a show com Lula, e roubou a cena com um lenço palestino símbolo de conflitos no Oriente Médio

O petista Lula e Janja da Silva compareceram neste sábado (4) ao show da cantora Maria Bethânia, realizado em São Paulo. Em uma publicação nos stories do Instagram, Janja compartilhou uma foto ao lado de Lula antes do início da apresentação. Na legenda, a primeira-dama escreveu:

 “Prontíssimos aguardando por ela”, em referência à artista baiana. O que mais chamou atenção na imagem, porém, foi o adereço usado por Janja, que ela fez questão de ser notada portando o keffiyeh — o tradicional lenço árabe que se tornou símbolo palestino em conflitos no Oriente Médio.

Jornal da Cidade Online

ONGs brasileiras se saciam nas verbas da Open Society: R$ 781 milhões de 2023 a 2025 serão investigados

A Open Society Foundations, organização filantrópica do bilionário George Soros, transferiu R$ 153,2 milhões (US$ 28,4 milhões) para 42 ONGs no Brasil durante 2024. O valor, divulgado neste sábado (4), representa uma pequena redução em comparação aos R$ 155,5 milhões enviados em 2023 às instituições brasileiras.

Desde que começou a publicar seus dados de investimentos em 2016, a fundação já destinou aproximadamente R$ 781 milhões a projetos no Brasil. A Open Society administra um patrimônio estimado em R$ 134 bilhões (US$ 25 bilhões), figurando entre os maiores fundos filantrópicos privados do mundo.

Entre as organizações contempladas, o Nossas Cidades recebeu a maior quantia: R$ 22 milhões para “apoio geral”. Na sequência aparecem o Fundo Brasil de Direitos Humanos (R$ 18,8 milhões), o Instituto Cultura, Comunicação e Incidência (R$ 10,7 milhões), a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (R$ 6,4 milhões) e o Instituto Nacional Para o Desenvolvimento Social e Cultural do Campo (R$ 5,3 milhões).

EVOLUÇÃO DOS REPASSES AO NOSSAS

O Nossas Cidades, fundado em 2011, registrou um aumento substancial nos valores recebidos da Open Society. Em 2016, a organização recebeu R$ 226 mil (US$ 42 mil) para um projeto de redução de homicídios na América Latina. Entre 2023 e 2024, o valor saltou de R$ 2,1 milhões para R$ 22 milhões.

De acordo com sua descrição institucional, o Nossas “atua para fomentar e fortalecer uma rede de cidades ativistas, atentas às decisões do poder público e mobilizadas por políticas mais justas e democráticas”. Em anos anteriores, os recursos foram direcionados para “expandir vozes periféricas no debate público”, além de projetos de treinamento e proteção ambiental.

O Instituto Cultura, Comunicação e Incidência (ICCI), criado em 2023, já se posiciona entre as organizações que mais receberam recursos, com R$ 10,7 milhões. A instituição trabalha com três eixos principais: clima, democracia e justiça social.

CONEXÕES ENTRE AS ORGANIZAÇÕES

Duas das três organizações que mais receberam recursos em 2024 têm uma integrante em comum: a empresária Alessandra Orofino. Ela é cofundadora do Nossas Cidades e atua como conselheira do ICCI, estabelecendo uma conexão entre as duas instituições que, juntas, receberam R$ 32,7 milhões da Open Society.

Alessandra também é diretora-executiva da Peri, outra organização beneficiada pela fundação. Segundo informações do site do Nossas, ela é especialista “em comunicação de massa e mobilização em larga escala, com vasta experiência em mobilização popular, organização de pessoas e desenvolvimento de produtos de impacto para televisão e cinema”.

A trajetória de Orofino inclui a criação de sete temporadas do programa Greg News com Gregório Duvivier e produção de documentários. Em 2022, ela integrou a equipe de transição do presidente Lula como coordenadora do grupo de trabalho vinculado ao Ministério das Comunicações.

NOVAS PARCERIAS E CONTINUIDADE

O relatório de 2024 da Open Society afirma que “além do apoio financeiro, o Instituto facilita a colaboração entre iniciativas, desenvolve pesquisas e promove o debate sobre a importância da comunicação estratégica dentro da filantropia”. O ICCI representa as áreas prioritárias da fundação no Brasil.

A Justiça Global recebe recursos da Open Society desde 2017. Em 2023, obteve R$ 2,6 milhões para apoio geral. Em 2024, o aporte diminuiu para R$ 592 mil, destinados “para aumentar a solidariedade internacional entre os defensores dos direitos humanos que operam em contextos de violência institucional e conflito militar”.

A Labora Oficina de Comunicação Política recebeu R$ 4,3 milhões em seu primeiro ano como beneficiária. A organização define-se como uma entidade que “nasceu para fortalecer a democracia treinando pessoas para a batalha narrativa da comunicação. Consideramos urgente fortalecer a estratégia de comunicação do campo progressista”.

QUESTÕES AMBIENTAIS E TERRITORIAIS

As questões ambientais constituem outro eixo prioritário nos financiamentos da Open Society no Brasil. A Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e a Cultura recebeu R$ 6,4 milhões para pesquisas sobre a territorialização do “Plano Brasileiro de Transformação Ecológica das regiões Nordeste e Amazônia do Brasil”.

O Instituto E+ também figura entre os beneficiários de 2024, com projetos focados em descarbonização. A Associação de Defesa Etno Ambiental Kanindé recebeu R$ 431 mil para “litígios estratégicos relacionados à justiça climática, direitos ambientais e direitos à terra para os Uru Eu Wau Wau”.

A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abrange 1,8 milhão de hectares em 12 municípios de Rondônia. Em setembro, o STF determinou uma operação de “desintrusão” para retirar não indígenas da região.

APOIO A EVENTOS E CONSULTORIA POLÍTICA

O Maranta Inteligência Política recebeu R$ 3,7 milhões em 2024, divididos em três doações, para apoiar reuniões do G20 realizadas em novembro do ano passado no Rio de Janeiro.

No LinkedIn, a organização se apresenta: “Maranta é um novo tipo de consultoria para uma nova agenda global. Orientados pelos valores da sustentabilidade, produzimos inteligência política para nossos clientes, oferecendo serviços de análise e monitoramento de risco político associado à agenda ambiental, engajamento estratégico e formação de lideranças com base em pesquisas robustas, informação qualificada e abordagem multidisciplinar”.

Recentemente, o Departamento de Justiça dos EUA iniciou investigação sobre a fundação de George Soros, com base em alegações de envolvimento em atividades ilegais e apoio a grupos extremistas, segundo o New York Times.

Jornal da Cidade Online

 

Deputada petista recusa deportação ofertada por Israel e continua presa por tentar romper bloqueio a Gaza

A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) permanece detida na prisão de Ketziot, no deserto de Negev. A parlamentar petista se recusou a assinar documento de deportação acelerada oferecido por Israel, por considerar os termos “abusivos”. Em nota, a equipe de Luizianne afirmou que a decisão foi tomada em solidariedade aos demais brasileiros detidos que também rejeitaram o procedimento.

“Por sua trajetória na defesa dos direitos humanos, entendeu que sua responsabilidade ia além de sua própria situação — estando em solidariedade e unidade com os demais membros da delegação brasileira que não assinaram o documento”, diz o comunicado. As audiências judiciais que analisam as prisões ocorreram neste sábado, 4.

Além de Luizianne, outros brasileiros fazem parte da delegação detida, como o ativista Thiago Ávila, a vereadora Mariana Conti (PSOL), de Campinas, e a presidente do PSOL no Rio Grande do Sul, Gabi Tolotti. Parte dos ativistas iniciou uma greve de fome em protesto. Estão entre eles os brasileiros Thiago Ávila, João Aguiar, Bruno Gilga e Ariadne Telles. Já o professor Nicolas Calabrese, também integrante da missão e militante do PSOL, foi deportado para a Turquia.

Israel afirmou que os barcos da chamada Flotilha Global Sumud tentaram romper o bloqueio marítimo imposto à Faixa de Gaza, após ordem do Exército para que mudassem a rota. Além de brasileiros, estavam a bordo ativistas de outros países, como a sueca Greta Thunberg. Essas flotilhas foram batizadas inicialmente pelo governo israelense de “iates das selfies”, uma vez que servem de palanque para ativistas se projetarem nas redes sociais e ganharem seguidores. Antes de interceptar a flotilha, o governo israelense ofereceu uma alternativa pacífica aos ativistas.

A proposta, no entanto, foi recusada.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores de Israel, o propósito da flotilha “Hamas-Sumud” é a “provocação”. “O único propósito da flotilha Hamas-Sumud é a provocação. Israel, Itália, Grécia e o Patriarcado Latino de Jerusalém ofereceram e continuam a oferecer à flotilha uma maneira de entregar pacificamente qualquer ajuda que pudessem ter a Gaza.

A flotilha recusou porque não está interessada em ajuda, mas sim em provocação. A Marinha israelense entrou em contato com a flotilha Hamas-Sumud e pediu que mudassem de curso. Israel informou à flotilha que está se aproximando de uma zona de combate ativa e violando um bloqueio naval legal. Israel reiterou a oferta de transferir qualquer ajuda pacificamente por canais seguros para Gaza”.

Jornal da Cidade Online

Numa lista de 10 deputados federais que se elegeram pelo PL e depois traíram a legenda, 05 são do Maranhão

Numa lista de 10 deputados federais, que foram eleitos pelo PL e que posteriormente trocaram de legenda, numa vergonhosa traição ao partido, 05 deles são do Maranhão. Os parlamentares Josimar de Maranhãozinho e a esposa Detinha, em busca de vantagens não resistiram aos acenos do PT, sempre acompanhados por vantagens, o que também contaminou Junior Lourenço, Henrique Junior e Paulo Marinho Jr, que acabaram bastante comprometidos, dentre os quais, o Josimar de Maranhãozinho, indiciado em processo STF por venda de emendas parlamentares, tendo se tornado réu a poucos dias na Primeira Turma do STF.

As denúncias que vêm sendo feitas contra os traidores, têm um fator importante, de que nas eleições de 2026, as pessoas evitem votar neles, e se tornem divulgadores dos atos abomináveis praticados para que outros eleitores não se deixem ser vítimas dos negociadores de mandatos e de outras práticas criminosas. Com certeza, todos devem vir com novas articulações tentar renovar os seus mandatos, com a observação de que o Josimar de Maranhãozinho dificilmente escapará de uma condenação no STF e provavelmente se tornará ficha suja e não poderá concorrer à reeleição.

Fonte: AFD

 

Pesquisa PoderData: Reprovação popular da Janja do Lula dispara e supera 60%

O porcentual representa um aumento de pontos em relação a junho, maior registrado desde maio de 2024; 11% ainda não sabem quem ela é. A reprovação da primeira-dama Rosângela Lula da Silva (Janja) chegou a 61% entre os eleitores que dizem conhecê-la, segundo levantamento do PoderData realizado entre 27 e 29 de setembro de 2025. O número representa alta de 11 pontos em relação a junho e é o maior índice desde maio de 2024. A aprovação da atuação de Janja no governo é de 23%, o menor patamar já registrado. Outros 16% não souberam responder.

Desde setembro de 2022, a visibilidade da primeira-dama cresceu: 89% dizem conhecê-la atualmente, contra 63% naquele ano. Destes, 38% afirmam conhecê-la bem e 51%, de ouvir falar. Apenas 11% ainda não sabem quem ela é. Apesar de não ocupar cargo oficial, Janja tem agenda intensa, já tendo visitado mais de 35 países, alguns deles sozinha, com dinheiro do pagador de impostos. Após medidas tarifárias dos EUA, ela repostou nota do governo, dizendo: “Nunca seremos Brazil”, gerando repercussão.

O presidente Lula, ao cogitar reunião com Donald Trump, disse que levará Janja, destacando a parceria pessoal e política entre os dois. De acordo com o Poder360, Janja também tem influência no controle das ligações recebidas por Lula no Palácio da Alvorada, função que levanta críticas mesmo sem cargo formal. A pesquisa entrevistou 2.500 pessoas em 178 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança.

Diário do Poder