Josimar de Maranhãozinho reafirma candidatura do Governo do Maranhão, mas na verdade quer barganhar

 

  O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) é aquele parlamentar que diz ter sido o que mais destinou recursos para prefeituras do Maranhão, através emendas parlamentares, que chegou a deixar em seu escritório em São Luís, mais de R$ 2 milhões que foram encontrados pela Polícia Federal. Tentou convencer as autoridades que o dinheiro era proveniente de venda de gado de uma das suas inúmeras fazendas, mas não conseguiu. A verdade é que o dinheiro seria resultante de negociatas feitas com prefeitos para o desvio de recursos públicos e assim subtrair dinheiro que deveria ser aplicado saúde.

Maranhãozinho chegou a ter um encontro com o governador Flavio Dino, que teria lhe proposto um acordo político pelo qual ele o apoiaria ao senado e o vice-governador Carlos Brandão à sua sucessão. Na ocasião ele afirmou ao dirigente do executivo estadual que é candidato ao governo, mas na verdade, ele aberto a propostas e quer ouvir outras para se decidir pela melhor oferta, haja vista que deverá tratar da sua reeleição a deputado federal e da sua esposa Detinha a deputada estadual.

O parlamentar que teria elegido no último pleito municipal 40 prefeitos e que tem neles, o seu capital político, quer se arrumar de maneira confortável com o candidato que despontar melhor vantagem para vencer o pleito. Há quem afirme, de que ele teria tido alguns encontros com o senador Weverton Rocha, mas não houve prosperidade para a união de forças para dar suporte ao senador.

Pelo que se comenta, Josimar de Maranhãozinho tem a intenção de emplacar a sua esposa, a deputada estadual Detinha como candidata a vice-governadora, mas com o candidato que melhor estiver colocado nas pesquisas, o que no momento é um tanto impossível, mas como os interesses pessoais estão sempre acima dos políticos e dos coletivos, tudo é possível.

Fonte: AFD

 

Volta precoce à vida normal pode ameaçar fim da pandemia no Brasil

Na visão de especialistas, baixa cobertura vacinal e avanço da variante Delta tornam momento delicado para flexibilizações

Conforme a maioria dos estados já atingiu ou se aproxima de 50% da população com a primeira dose de vacina contra a covid-19, prefeitos e governadores já preveem um afrouxamento das restrições que não era visto desde o começo da pandemia. Na visão de especialistas, a cobertura de apenas 20% das pessoas com o esquema vacinal completo e o avanço da variante Delta do coronavírus tornam o momento delicado para pensar em uma flexibilização tão ampla. A primeira preocupação tem justamente relação com a vacinação e a variante Delta do coronavírus, muito mais transmissível.

As vacinas usadas no Brasil conferem boa proteção contra a cepa, desde que o indivíduo tenha tomado as duas injeções — exceto para a da Janssen, que é de dose única.

Usar a taxa de 50% da população com uma dose de vacina como parâmetro a fim de atestar a segurança de uma eventual retomada das atividades é visto por especialistas como algo arriscado, até porque não é possível garantir qual o percentual dos que receberam uma dose retornará para a segunda.

A doutora em epidemiologia e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Ethel Maciel teme que a sensação de volta à normalidade diminua a procura pela segunda dose das vacinas, o que naturalmente já é um desafio para o programa de imunização.

“Em geral, a pessoa toma uma dose a acha que está protegida, então ela acaba diminuindo as medidas de proteção. É importante a gente dizer que essa variante Delta tem impacto na eficácia dessas vacinas. […] Quando ela tem uma dose apenas ela não é considerada vacinada, para ser considerada vacinada, tem que ter o esquema completo.”

Dados atualizados do Ministério da Saúde até sexta-feira (6) mostram que 52,8 milhões de brasileiros com mais de 18 anos ainda não tomaram uma dose sequer de vacina. Outros 63,3 milhões precisam tomar a segunda dose.

Um estudo britânico publicado no New England Journal of Medicine no fim de julho concluiu que a variante Delta tem alta capacidade de deixar doentes indivíduos que receberam apenas uma dose dos imunizantes da Pfizer/BioNTech ou da AstraZeneca, ambos usados no Brasil.

Enquanto quem tomou as duas doses da AstraZeneca tem 67% de chances de não adoecer, os que receberam apenas a primeira dose têm em torno de 30%.

Na Pfizer, a proteção contra covid-19 assintomática com uma dose é de 88% contra a variante Alfa, mas cai para cerca de 30% contra a Delta.

A variante Delta já representa quase metade dos casos de covid-19 submetidos a sequenciamento genético no estado do Rio de Janeiro. Na região metropolitana de São Paulo, a prevalência é de 23%.

São Paulo e Rio anunciaram recentemente planos de reabertura que foram criticados por especialistas. No Rio, por exemplo, está prevista a liberação de casas noturnas e shows com 50% de ocupação dos espaços a partir de 2 de setembro.

Os efeitos da variante Delta

Na avaliação de epidemiologistas, a cautela no Brasil deve ser adotada partindo do que se observa em outros países, como Israel e Estados Unidos, que já têm mais de 50% das populações completamente vacinadas e tiveram que recuar em algumas medidas. Recentemente, o governo israelense incentivou o retorno do trabalho remoto, em meio ao avanço da variante Delta no país. O governo norte-americano teve que voltar a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados, também com um aumento significativo de novos casos, principalmente entre não vacinados.

O médico sanitarista e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP Gonzalo Vecina Neto afirma que a volta à normalidade pode ter que ser adiada no Brasil com a ameaça da variante Delta.

“Eu não tenho dúvida que vai adiar, até pode ter algum tipo de abertura, mas vamos viver um efeito sanfona, com certeza.” Ethel Maciel pontua ainda que o afrouxamento das restrições ocorre no momento em que o Brasil ainda tem um patamar elevado de mortes (em média, mais de 800 por dia).

“A gente está cometendo o mesmo erro, porque no ano passado, nesse período, a gente estava pensando exatamente a mesma coisa: estamos vencendo a pandemia, o Natal vai ser mais tranquilo, podemos abrir tudo, inclusive, discutindo a reabertura das escolas. É um cenário bem semelhante.”

A diferença em relação ao ano passado é, de fato, a vacinação, que, na visão de Vecina Neto, é que deve estar tornando mais lenta a disseminação da variante Delta.

“O que deve estar segurando a variante Delta, é justamente — por pouco que seja — a nossa vacinação.” Para a vacinação ter condições de controlar a pandemia, ela precisaria ser feita com mais velocidade e em um grande percentual da população. Onde há disponibilidade de doses, como os Estados Unidos e Europa, por exemplo, há resistência de boa parte da população em se vacinar.

No Brasil, embora haja adesão à vacina, ainda não há doses suficientes para, por exemplo, liberar a vacinação para todos, sendo necessário o escalonamento por faixas etárias. A virologista Angela Rasmusse, do Centro de Ciências e Segurança de Saúde Global da Universidade Georgetown, explica que a vacinação “cria uma barreira para a transmissão do vírus”.

“O problema é que não existem barreiras suficientes” para evitar que o vírus consiga “encontrar um novo receptor” e parar de circular, acrescenta. Portanto, “barreiras adicionais” devem ser mantidas, como o uso de máscaras e o distanciamento social, disse em entrevista à agência de notícias AFP.

Agência AFP

Marco Aurélio critica STF por ressuscitar Lula politicamente

Para o ministro aposentado, o Supremo ficou fragilizado com decisão sobre suspeição de Sérgio Moro. Ministro espera não se defrontar com “Lula x Bolsonaro” em 2022. A entrevista foi feita, quando o ministro ainda estava no STF.

Em entrevista exclusiva concedida ao Migalhas, o ministro Marco Aurélio falou sobre as expectativas para as eleições de 2022. O ministro criticou a polarização de 2018 e afirmou que o STF ressuscitou Lula politicamente. Ao tratar da Lava Jato, o ministro criticou a decisão do Supremo pela suspeição do ex-juiz Sergio Moro – que, para ele, fragilizou o tribunal. Revelou, por fim, o que acredita ser o melhor caminho para o país no próximo pleito eleitoral: uma terceira via.

O ministro criticou a decisão do Supremo que acabou levando à estaca zero os processos do ex-presidente Lula. Julgamento se deu em abril, quando o plenário, por 8 a 3 (ficando vencidos Marco Aurélio, Luiz ux e Nunes Marques), declarou a incompetência da vara de Curitiba para julgar os processos de Lula.

“Surge o processo-crime e a defesa do processo-crime. Esse processo-crime passa pela revisão de órgãos. Houve a revisão do TRF-4, houve a revisão pelo STJ. (…) Mas de repente, (…) se deu o dito pelo não dito, e se retroagiu à estaca zero. Indaga-se – avançamos? Em termos civilizatórios, em termos de organicidade do Direito? A meu ver não, retroagimos.”

O ministro também diz que a polarização que tivemos em 2018 é ruim, e que muita gente votou no presidente eleito porque não queria a volta do PT, e que o episódio da facada, com a postura de vítima do então candidato, também contribuíram para a eleição. Mas destaca que, uma vez eleito, é preciso respeitar as regras e aguardar o próximo pleito.

“O que nós precisamos é aprender a respeitar as regras estabelecidas. Paga-se um preço por se viver em um Estado Democrático de Direito. É módico, está ao alcance de todos. O respeito irrestrito ao arcabouço normativo, à ordem jurídica. E aguardar o cumprimento dos quatro anos.”

Fonte: Migalhas

Caema e prefeitura garantem esculhambação na rua 14, quadra 08, Planalto Vinhais II

O desrespeito do poder público para com a população é fator de revolta e indignação, principalmente pela indiferença aos sérios problemas causados, inclusive de ordem sanitária.

Numa rua, em que buracos e mato tomam conta da pista e num espaço de um pouco mais de cem metros, o esgoto corre a céu aberto vindo de três tampas de drenagem instaladas na rua. O fedor que exala pela rua é um foco de doenças e inúmeros moradores pela inoperância do poder público já retiraram pessoas idosas e crianças das suas residências.

A foto mostra buracos, o mato adentrando na pista e o esgoto que corre a céu aberto. A esculhambação é tanta, que não se sabe a quem recorrer, haja vista que respeito e direitos são totalmente desconhecidos pelas autoridades, mas se for para cobrar taxas e serviços, são altamente competentes.

Como os moradores se organizam para pedir a intervenção do Ministério Público do Meio Ambiente, talvez então possam ocorrer as ações necessárias e de total responsabilidade da Caema e da Prefeitura de São Luís.

Fonte: AFD

Pituca de cigarro encontrada no apartamento da deputada Joice pode resolver o caso

Uma bituca de cigarro encontrada no apartamento da deputada federal Joice Hasselmann, após o suposto ataque sofrido por ela em seu apartamento funcional em Brasília, no dia 17 de julho, foi encaminhada à Polícia Civil, para perícia. O objeto, encontrado embaixo de um sofá, foi considerado suspeito, já que ninguém fuma na casa. Tanto a Depol (Polícia Legislativa) quanto a Polícia Civil investigam o caso, mas até o momento não foi possível determinar o que ocorreu de fato.

Um exame de corpo de delito feito no marido da deputada, o neurocirurgião Daniel França, apontou que não havia lesões nem hematomas recentes em seu corpo, o que afastaria a possibilidade de França ser o agressor.

O laudo do Instituto Médico Legal da Polícia Civil do Distrito Federal concluiu ‘a ausência de lesões recentes’ em França.

Já a Depol afirmou não ter sido possível identificar a entrada de nenhuma pessoa estranha, entre os dias 15 e 20 de julho, após analisar as câmeras de segurança do prédio. No dia 24 de julho, a Depol encaminhou o inquérito ao Ministério Público Federal, a quem caberá oferecer, ou não, denúncia à Justiça Federal.

O MPF, no entanto, pediu novas diligências, que estão sendo cumpridas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Coronel Ivaldo Barbosa se posiciona contra acusações do deputado Yglésio Moises á Polícia Militar

O coronel Ivaldo Barbosa decidiu se manifestar publicamente contra imputações feitas pelo deputado estadual Yglésio Moises à Polícia Militar, diante do assassinato praticado por um soldado contra um médico na cidade de Imperatriz, fato que tem merecido a revolta e a indignação da categoria, da sua família e segmentos sociais. Coronel Ivaldo atualmente na reserva remunerada, como militar e cidadão, entende que os fatos devem ser apurados e o autor deve ser punido de acordo com os emanados da lei e da justiça.

A sua manifestação é contra as imputações do deputado Yglésio Moises, que como parlamentar e médico registrou publicamente, que na Polícia Militar tem assassinos e integrantes de facções de drogas e militares solidários com os crimes praticados por membros da corporação, e indo mais além, apontou que existem mais de 40 militares presos no Quartel do Comando Geral.

O deputado Yglésio, pela sua elevada posição pública como parlamentar, poderia prestar um importante serviço a justiça e demais autoridades, apontando os casos e os nomes dos militares envolvidos em assassinatos e participação em crimes de drogas, que não tenham sido indiciados em processos, e que se estão em liberdade é por ordem expressa da justiça, mas caso ele tenha conhecimento de favorecimento da instituição, seria muito oportuno que denuncie publicamente todos os casos, registra o coronel Ivaldo Barbosa.

Quanto as suposições de militares armados adentrarem a festas com até 400 pessoas e pelo menos 50 com intuito de promover crimes, o deputado Yglésio Moises deveria denunciar os casos, que lhes deram respaldo para manifestação pública. No que concerne as 40 prisões de militares é uma referência de que a PM cumpre ordens da justiça e também aplica punições administrativas.

Como militar da reserva e com a plena consciência de ter prestado importantes serviços a sociedade maranhense, em que muitas vezes arrisquei a minha vida, o fiz pelo dever e responsabilidade com a população, que falaram mais alto, e jamais recuei e muitas vezes fui duro para garantir a ordem sem cometer injustiça. Outra observação que faço ao deputado Yglésio Moises é que a Polícia Militar é uma instituição muito maior do que todos nós, uma vez que passamos e ela permanece com a sua missão. Quanto aos desvios de comportamentos raros de integrantes da Polícia Militar, são casos isolados, iguais aos que são praticados por todas as categorias profissionais, inclusive em que estão políticos e profissionais da medicina, afirmou o coronel Ivaldo Barbosa.

Fonte: AFD

 

 

 

 

 

Para o procurador Aras, os ataques entre Bolsonaro e Barroso são recíprocos

O procurador-geral da República, Augusto Aras, já sinalizou a interlocutores que não vê cometimento de crimes por parte do presidente da República em seus ataques contra o ministro Luís Roberto Barroso. Aliás, os ataques têm sido recíprocos.

O PGR não pretende entrar em confronto com Bolsonaro. O posicionamento de Aras é, sem dúvida, a primeira derrota do STF no embate anunciado com o presidente da República.

Aras demonstra coerência.

De fato, os ‘crimes’ que devem ser investigados não foram cometidos pelo presidente Bolsonaro, que tem agido no limite das quatro linhas da Constituição. Todavia, o mesmo não se pode dizer com relação a alguns ministros do STF.

O ‘esquecimento’ do deputado Daniel Silveira numa cela da prisão, mesmo com o pagamento da fiança arbitrada, é um notório abuso e uma absurda ilegalidade.

Jornal da Cidade Online

Estamos numa relação abusiva com o STF

A crise entre os poderes denuncia a violência psicológica contra a nação. Há pouco mais de um mês a violência psicológica, que já é prevista na Lei Maria da Penha, foi inserida no código penal e passou a ser crime, que pode resultar de seis meses a dois anos de prisão e pagamento de multa.

Visando diminuir o índice de violência, o Brasil lançou a campanha “agosto lilás”, que propõe que a mulher que for vítima de violência doméstica, seja física ou psicológica, deve fazer um “X” vermelho, para alertar e assim, receber o socorro. A violência psicológica ou agressão silenciosa, por não deixar marcas visíveis, é difícil de ser detectada. Portanto, a campanha e a criminalização desse tipo de abuso, é oportuna e necessária.

A violência psicológica está em toda parte: em casa, nos ambientes de trabalho, e sobretudo, manifesta pela via virtual, onde termos tais como: “cancelamento”, “assassinato de reputação”, “lacração”, podem ser interpretados como violência psicológica.

Poder e dominação sustentam uma relação abusiva. Homens e mulheres de todas as idades, de diferentes profissões, podem manifestar-se de forma abusiva em suas relações familiares e sociais.

A maior característica da violência psicológica, é que ela vem disfarçada de “correção” e finge um caráter educativo, colocando as suas vítimas em sérias dúvidas, sobre merecer os ataques, que na maioria das vezes, produz danos irreversíveis para a autoestima, chegando a levar as pessoas mais sensíveis, ao suicídio.

Um tipo inédito de violência está em curso no Brasil, há pelo menos quatro anos: a comunicação abusiva motivada por rixas políticas.

Não bastasse a crise sanitária ocasionada pela pandemia, a população segue em clima de polarização, alimentada e incendiada pela crise entre os poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário.

Os poderes Legislativo e Judiciário, através de seus membros, vêm medindo forças com o povo, que apoia o poder executivo, cujo presidente foi escolhido pelo voto democrático, fato esse, nunca digerido pela oposição. Isso pode ser observado desde as primeiras manifestações do povo em Brasília. A sequência de abusos, direcionados aos apoiadores do presidente, segue firme na intenção declarada e justificada, como formas de “inibir os atos antidemocráticos”, e “dar uma lição” aos que ousam ou ousaram desafiar os “deuses de toga”.

Prisões ilegais, criminalização do trabalho na pandemia, violação às liberdades individuais, perda dos direitos de ir e vir, fechamento de empresas, das igrejas, CPI fake…

Enfim, para que o meu alerta alcance mais pessoas, vou resumir em poucas linhas esse pedido de socorro.

Como mulher, mãe, esposa e psicóloga, atuante em consultório, coloco aqui, na palma da minha mão, um “X” vermelho, com um pedido de SOCORRO, não para os abusadores da nação, pois, eles estão entorpecidos pelo poder, e já não podem mais sentir.

Venho pedir aos cidadãos que, como eu, tenha preservada a capacidade de indignar-se, a assumir o propósito de ajudar a dar um basta a esses políticos inaptos, que desrespeitam a nação e violam a constituição, que juraram honrar.

Uma nação inteira está refém, desses “bobos da corte”, que se autoproclamaram DONOS DO BRASIL.

Além do abuso psicológico aqui denunciado, a perseguição ao poder executivo é, obviamente, de motivação política. Os “tomadores de poder” parecem ter adotado como lema, a Lei 42: “Ataque o pastor e as ovelhas dispersar-se-ão”, do livro “As 48 Leis do Poder”. Talvez consigam dispersar ovelhas. Mas, duvido que consigam afastar das ruas, os mais de 57 milhões de pessoas!

Atacar o presidente é a meta. Mas, o alvo é o povo. Atacando o presidente, esperam que o povo aceite o “corretivo” e desista. Assim, poderão concluir a operação TOMAR O PODER, com sucesso.

E quando isso acontecer, a polarização termina, pois, não haverá mais direita, nem esquerda, só um povo finalmente unidos, na dor e na desgraça. Então Brasil? Vamos acabar com essa violência psicológica, que tem tirado o sono e paz dos brasileiros?

Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística

 

Arthur Lira vai levar PEC do Voto Auditável para votação no plenário da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), acaba de anunciar que a PEC do voto impresso será levada para votação no plenário da Casa.

Sem meias palavras, Lira afirmou:

“Infelizmente, assistimos nos últimos dias um tensionamento, quando a corda puxada com muita força leva os poderes para muito além de seus limites. A Câmara dos Deputados sempre se pauta pelo cumprimento do regimento e pela defesa da sua vontade, que é a expressão máxima da democracia”, afirmou Lira.

E prosseguiu:

“Pela tranquilidade das próximas eleições e para que possamos trabalhar em paz até janeiro de 2023, vamos levar, sim, a questão do voto impresso para plenário, onde todos os parlamentares eleitos legitimamente pela urna eletrônica vão decidir. E eu friso: foram eleitos todos pela urna eletrônica”, prosseguiu.

E Finalizou:

“O plenário será o juiz dessa disputa que já foi longe demais“.

 Jornal da Cidade Online

 

Instituto de Advogados exige a implementação do Voto Auditável no pleito da OAB

Com base no inquérito da Polícia Federal e nos fatos noticiados na última terça-feira (05), no programa ‘Os Pingo nos Is’, pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo deputado federal Filipe Barros, o Instituto Nacional de Advocacia (INAD) acaba de pedir providências para a implementação do Voto Impresso Auditável nas eleições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O ofício foi endereçado diretamente ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.

No documento, o INAD informa que “todos esses relatos e documentos de prova emitidos pelo Tribunal Superior Eleitoral comprovam que o sistema da Justiça Eleitoral é violável, que hackers podem acessar o código-fonte, especialmente o código Gedai, ou seja, que hackers podem manipular a votação eletrônica tornando inseguro todo o processo de eleição da OAB.”

“Salienta-se que o sistema atual da urna eletrônica emite apenas nota com a totalização dos votos, com o resultado já apurado, não podendo o eleitor confirmar durante a votação que o seu voto foi contabilizado pelo software da urna para o candidato que votou, e somente a impressão do voto, a ser depositado na urna, pode garantir a lisura do pleito.”

Jornal da Cidade Online